História Don't Let Me Be Yours - Capítulo 12


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Categorias G-Eazy, Martin Garrix, The Chainsmokers
Personagens G-Eazy, Martin Garrix, Personagens Originais
Tags Martin Garrix, Musica, Romance
Visualizações 79
Palavras 2.419
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi xuxus, desculpem o relativo atraso. É que eu trabalhei muito semana passada e com toda essa coisa de Enem e tudo o mais. Mas enfim... Enjoy.

Capítulo 12 - As luzes vão te guiar de volta para essa noite


Fanfic / Fanfiction Don't Let Me Be Yours - Capítulo 12 - As luzes vão te guiar de volta para essa noite

O Andrew estava com uma dificuldade imensa em seguir o carro do G-Eazy, visto que o GPS parecia louco no Brasil, e o G era o único que sabia o melhor caminho. Mas com muito custo conseguimos chegar no tal restaurante. Alguém claramente tinha divulgado a nossa reserva, porque assim que chegamos flashes piscaram de todos os lados e quase me deixaram cega. Eu não estava acostumada com toda essa luz. Nós só conferimos se a mesa estava pronta e um dos garçons nos acompanhou até ela. As sete cadeiras estavam posicionadas simetricamente ao redor da larga mesa e todos os talheres e taças já estavam devidamente colocados. Andrew se sentou do meu lado esquerdo e o Martin do direito, embora eu tenha visto que ele se apressou para fazer isso, puxando a cadeira para mim para disfarçar.

– Vou dar licença para vocês escolherem as entradas – o garçom disse e se retirou.

Todo mundo pegou os cardápios e começou a avaliar as entradas.

– Então, ansiosos para amanhã? – Alex perguntou, puxando assunto, ainda olhando o cardápio.

– Sei que eu estou – eu respondi, porque sempre adorei dar trela para quem se esforçava em conversar.

– Eu estou me sentindo meio deslocada – Liv disse. – Nós estamos no meio de um monte de headlines.

– Ah… pensa pelo lado bom. Vocês vão esquentar o palco para mim – Martin brincou.

– É. Pode crer. O palco estará bem quente na hora em que você chegar. Nós vamos colocar fogo nele – Miriam rebateu. Nós rimos.

As pessoas estavam olhando para a gente, e o garçom pareceu ter que se preparar psicologicamente para voltar, nós pedimos nossas entradas e voltamos a conversar.

– Pena que não vou poder ver o show de vocês – continuei; passando a mão no ombro do Andrew.

– Como assim? – Andrew se virou para mim muito surpreso.

– Não vou poder, ué. O show do G vai ser quase na mesma hora que o de vocês – expliquei.

– Caraca, eu nem reparei nisso. Que afronta – Drew reclamou, brincando.

– Dói mais em mim do que em você. Acredite, eu realmente estava a fim de ver vocês tocarem, mas tenho certeza que vocês vão arrasar – assegurei, lançando um sorriso encorajador para eles.

– Mas o meu você vai ver, não é? – Martin perguntou me olhando com expectativa.

– Hum... não tenho certeza – respondi, dando um gole na água para evitar olhar para ele.

– Estou planejando ir para a Argentina no domingo à tarde e acredito que não vamos conseguir ficar até o fim do festival aqui no Brasil – G-Eazy explicou, dando de ombros e olhando distraidamente para os talheres.

Ele tinha me falado sobre isso mais cedo, e mesmo que eu estivesse morrendo para ver o show do Martin, eu não pedi para o G ficar um pouco mais. Todos esses três dias a mais que passamos no Brasil já foram tempo mais que suficiente e se ele achava que era melhor irmos para a Argentina no domingo à tarde, eu é que não iria questioná-lo.

– Qual é, G-Eazy? – Martin parecia afrontado pela declaração do rapper. G olhou para ele confuso. – Você não pode ficar só mais umas horinhas? Eu queria que vocês estivessem lá para ver meu show.

– Nós vamos nos ver no Lollapalooza da Argentina de qualquer jeito – G-Eazy destacou.

– Mas não é a mesma coisa. Nós passamos todos esses três dias legais aqui no Brasil e eu estava imaginando que o meu show fecharia isso com chave de ouro. – Martin fez bico como uma criança mimada.

Era estranho ver ele agindo assim, mas preciso admitir que eu amei, porque eu queria fazer aquela birra. Eu concordava 100% com tudo o que ele estava dizendo e realmente não parecia tão borbulhante ver o show dele na Argentina quanto ver aqui no Brasil.

– Awn… ele é sentimental – Miriam brincou.

– Vamos, G, faça isso pelas crianças – Olivia incentivou.

G-Eazy suspirou como se estivesse entediado daquela conversa.

– Tudo bem – ele concordou, dispensando o assunto com um aceno de mão. – Mas agora vou ter que resolver umas coisas sobre o jatinho.

– Todo mundo se atrasa. Não é nada demais. – Andrew deu de ombros também parecendo levemente entediado.

– Eu nunca me atraso – discordei, olhando com um olhar de falso desdém para o Drew.

– Ah… desculpe. Esqueci que você é perfeita. – Drew revirou os olhos e nós rimos.

Em seguida as entradas chegaram e nós calamos nossa boca para comer. Tivemos mais ou menos meia hora para comermos as entradas antes que o garçom voltasse trazendo outros cardápios com os pratos principais, e para tirar os pratos anteriores.

Eu estava justamente olhando como as coisas ali eram desnecessariamente caras, quando um cara que também parecia vestir um terno de dez mil reais se aproximou da gente, fazendo reverências curtas e pedindo licença.

– Boa noite. Eu sou o gerente. – Respondemos com boas noites igualmente educados. – Só gostaria de dizer que é uma honra ter todos vocês aqui e pedir para que vocês se sintam em casa. Fiquem à vontade. Tudo hoje será por conta da casa, como um agradecimento por escolherem o nosso restaurante para visitarem nesta noite.

Ele não disse mais nada. Só fez uma leve reverencia e saiu. Eu parecia ser a única que estava surpresa.

– Uau. Que legal. Nós nem precisamos postar uma foto e nem nada. – Realmente fiquei impressionada.

– Aposto que ele ligou para o dono do lugar que deve estar lá na França agora para falar que estamos aqui e o cara mandou ele dizer isso – Andrew disse, e ele ainda parecia entediado.

– Como assim nem precisamos postar foto? – Martin perguntou, olhando para mim parecendo confuso.

– Isso já aconteceu comigo algumas vezes, mas foi sempre depois que eu postei alguma foto no Instagram com a localização do restaurante. Os gerentes sempre veem essas coisas e como eu tenho bastante seguidores eles aparecem e dizem que não vão me deixar pagar nada.

– Ah… as vantagens de ser popular – Alex destacou. Nós rimos.

Depois daquilo, minha consciência ficou até mais leve já que agora eu sabia que ninguém estava pagando nada, e pude curtir o resto da minha noite com tranquilidade.

Nós realmente rimos e confraternizamos todos juntos, como deveríamos ter feito durante esses três dias. E foi muito agradável. Comer bem, estar com pessoas legais, tendo um papo legal. No geral todo mundo estava animado com o festival amanhã e em como esse tipo de evento era o máximo, mas essa seria a primeira vez que eu estaria no palco então eu precisava admitir que estava um pouco nervosa, mas todo mundo me tranquilizou e deixou claro o quanto achavam que eu era ótima e que eu ia arrasar.

E depois que comemos e todo mundo postou várias fotos no Instagram tomando o cuidado de fazer check-in no restaurante, saímos de lá, mas não fomos para casa. São Paulo é uma cidade linda e eu sempre achei que tinha algo de charmoso em fotos em ruas grandes e iluminadas, então pedi para o Drew parar o carro. Avisamos o pessoal do outro carro que íamos chegar um pouco depois e encostamos.

Fiquei bastante tempo admirando a rua, as placas e toda a arte que havia por ali, e os meninos também pareciam satisfeitos em ter parado ali para admirar. Peguei o meu celular para tirar algumas fotos, mas quando parti para as Selfies os garotos não demoraram em se intrometer e logo eu já tinha um álbum inteiro de fotos com eles só no centro de SP. Foi engraçado.

Depois de toda aquela comida chique, tomamos sorvetes no McDonald's e estranhei como até o sabor do sorvete por aqui parecia diferente, mas não era ruim.

– Nós vamos marcar de fazer isso de novo, não é? – Andrew perguntou, olhando melancolicamente para o sunday dele.

– Claro que sim, irmão. Eu adorei passar esse tempo com vocês – Martin concordou instantaneamente. Fiquei quieta para não ser intrometida, eu não sabia se eu estava incluída naquele pacote. – E quando a gente te chamar é melhor você vir, está me ouvindo? – Martin passou o braço a redor do meu ombro de um jeito acolhedor.

– Ok, então – concordei lançando um olhar estranho para ele.

– Até parece – Drew zuou. – Depois que eles fizerem esses shows no Lollapalooza, ela vai assinar um contrato para uma turnê com o G-Eazy e nesse tempo todo que eles vão passar juntos ela vai começar a compor músicas próprias e o G-Eazy vai lançá-la na indústria. Quando menos esperarmos ela vai estar estourando por aí e nem vai lembrar que a gente existe.

– Credo. Por que você está pensando uma coisa dessas de mim? – Coloquei a mão no lugar no coração como se tivesse me sentido muito ofendida pela brincadeira dele.

– Estou dizendo isso porque é o que eu espero que você faça. É o que eu quero que você faça – Drew explicou. – Quer dizer, menos a parte que você não lembra mais da gente. – Nós rimos.

– Não sejam bobos. Não tem como mesmo eu esquecer de vocês…

***

No dia do festival eu estava tremendo de ansiedade. O que era muito esquisito porque eu não tenho ansiedade. Mas a ocasião me deixou mais nervosa do que o normal. Eu estaria no palco com o G-Eazy em solo brasileiro, cantando para milhares de pessoas. Nem nos meus sonhos mais selvagens eu imaginei que alguma vez faria isso.

Acordei onze horas da manhã e fiquei sentada na cama, olhei o Martin do meu lado e ele dormia tão bonitinho que imediatamente a minha respiração ficou mais calma. Peguei meu celular e comecei a checar minhas notificações. Não tinha nenhuma mensagem da Macy o que era muito esquisito, logo deduzi que ela estava com raiva de mim. Com toda razão, claro. Eu só falei com ela no dia em que cheguei e mandei pouquíssimas mensagens. Eu estava tão concentrada em viver aqueles momentos que me esqueci do mundo lá fora. Imediatamente disquei o número dela, esquecendo toda a coisa de fuso horário, mas só quatro horas não fazia muita diferença.

Ela atendeu no segundo toque.

– Você me odeia? – Já comecei perguntando.

– Ahã. Com toda a certeza – ela respondeu e realmente tinha uma voz um pouco afetada.

– Desculpa. Eu não sei o que aconteceu. Eu só fiquei tão perdida por aqui – tentei me explicar.

– Eu sei muito bem o que aconteceu, você ficou aí com o Drew, o G, e o… Martin – a voz dela deu uma leve falhada quando ela disse o nome do holandês – e com o resto que se esqueceu dos seus amigos sentadinhos aqui em Los Angeles.

– É. Foi exatamente isso. Eu sei, eu sou a pior pessoa do mundo.

– É mesmo.

– Prometo que vou tentar me redimir quando eu voltar. Vou te levar presentes do Brasil e vou te contar absolutamente tudo o que aconteceu, com detalhes.

– Ah… não vai precisar. Eu já sei da maior parte. Vi todos os stories do pessoal que está aí com você.

– Vai por mim. Tem muita coisa que você não sabe – garanti.

– É. Aposto que sim. – Macy ainda parecia muito afetada. – Boa sorte no show hoje. Vou te ver pela televisão.

– Obrigado.

Ela não disse mais nada e desligou.

Eu até entendia que ela poderia estar um pouco sentida comigo, mas ela, com certeza, estava com muito mais raiva que o necessário. Eu tinha certeza de que se fosse o contrário, ela daria um sumiço também. Não foi de propósito. Simplesmente foi acontecendo.

– Estava falando com quem? – Olhei para o lado e peguei o Martin me encarando com olhinhos sonolentos.

– Melhor amiga – respondi, fazendo carinho no cabelo dele. – Acho que ela está brava comigo.

Me deitei de volta, chegando perto dele e comecei a mostrar fotos minhas e da Macy. A expressão dele ficou séria assim que eu mostrei a primeira foto, era um pouco indecifrável enquanto eu passava as outras.

– Vocês fazem sentido juntas – foi tudo o que ele disse sobre isso. – Você está muito ansiosa, não é? – E bem rápido a expressão dele estava suave novamente.

– Estou uma pilha de nervos. E se eu engasgar? E se eu cair? E se eu errar ou esquecer a letra?

– Todo mundo pensa assim, mas não vai acontecer – ele me tranquilizou. – Porque você é incrível e vai dar tudo certo.

Então ele me beijou e eu tive certeza das palavras dele. Ficaria tudo bem, ele estaria lá atrás me esperando e o G estaria lá comigo. Seria incrível.

Tirei da mala a roupa que eu mais estava esperando para vestir que seria o meu look do Lollapalooza. Todo mundo era tão lindo e estiloso nos festivais, que eu tive que me esforçar bastante para montar aquele look para que ficasse à altura. Martin me olhava com os olhinhos brilhando enquanto eu ajeitava tudo num cabide.

– Estou ansioso para te ver cantar hoje – ele declarou.

– Vai ser bem básico. O G já me passou a setlist e ele não vai precisar muito de mim, mas mesmo assim, é uma grande coisa para mim, entende?

– Se eu entendo? – Ele se sentou na cama e me puxou para perto, me fazendo sentar perto dele. – Quando meu primeiro hit fez um sucesso considerável eu ainda estava na escola, eu recebia tanta atenção da internet, as pessoas já me paravam e diziam que meu som era legal e eu achava tão surreal que aquilo estivesse mesmo acontecendo. Isso não vai soar muito positivo, mas eu realmente achei que eu ia ser um cara de um hit só, então dei o mínimo de atenção possível para isso tudo, mas a coisa só foi ficando maior e maior e sei lá. Então eu entendo o quanto as pequenas coisas são importantes.

Encostei minha testa na dele e ficamos respirando perto um do outro por bastante tempo. Ele tinha uma energia tão boa. Estar com ele deixava tudo melhor. Eu já estava começando a sofrer por antecipação pensando na falta que eu ia sentir daquilo, mas tratei logo de espantar aquele sentimento e me lembrar de como eu era sortuda por estar vivendo aquilo agora.

– Quer tomar banho? – Ele perguntou me lançando um sorrisinho malicioso, mas me desviei dele.

– Nem pensar. – Eu ri. – Alguém já deve estar acordado.

– Então vamos ficar quietinhos aqui. – Ele me puxou para ele mais uma vez e me beijou de novo. E eu me vi cedendo a ele mais uma vez, e antes que eu pudesse me conter estávamos transando de novo, enquanto ele tapava a minha boca com a mão de um jeito que pareceu absurdamente sensual na hora, mas depois foi engraçado. Então quando acabou estávamos rindo feito idiotas.

– Hoje vai ser tão bom – Martin declarou, parecendo realmente muito animado.


Notas Finais


Capítulo tédio. Eu sei. Xoxo


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