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História Don't Let Me Down - Klaroline - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oie, bebês! Apareci novamente com mais uma das minhas mil e umas fanfic's intermináveis.
A alguns dias recebi uma mensagem de um perfil falando que eu estava copiando a idéia de uma fanfic, que é exatamente a minha preferida aqui do Spirit. E eu respondi que não estava, pois eu não estava. Então fui reler novamente e perceber que o contexto estava bem parecido. Me senti mal, acreditem.( Não foi a autora, provavemente alguém que é fã.)
É difícil escrever algo que não tenha semelhança ou detalhes parecidos quando temos uma infinidade de fanfic Klaroline, aqui. Porém, procurei bastante nós últimos dias e resolvi me dedicar a continuar meu one-shot... que agora se tornará uma fanfic. Todo o contexto se baseia, nessa questão da diferença de idades e aceitação da família. Coisa que não li ainda, aqui no spirit. Então pelo amor de Deus, pessoa que denunciou minha fanfic... vá se fuder e não leia mais nenhuma delas.

Desculpa, amados e fiéis leitores que me acompanham. Estava tentada a desistir daqui, mas Klaroline me ajudou em uma das fases mais difíceis da minha vida. Não eu simplesmente não poderia abandonar isso aqui.🤧❤

📌 POV da autora.

📌 Tem alguns situações que quero deixar bem claro que não apoio, mas escrevi. Enfim, a louca. Kkkkk

Beijos e boa leitura♥️

Capítulo 1 - - Prologue -


Fanfic / Fanfiction Don't Let Me Down - Klaroline - Capítulo 1 - - Prologue -

                     

                       Porque, garota, você é perfeita

                                  Você sempre vale a pena

                                                    E você merece

               A maneira como você lida com isso

                  Pois, garota, você mereceu (yeah)

                             Garota, você mereceu, yeah

      Você sabe que nosso amor seria trágico 

                                                           (oh, yeah)

            Então você nem dá, nem dá atenção, 

                                              atenção, atenção

             Nós vivemos sem mentiras, hey hey

         Você é o meu tipo de noite preferido...

                                (Earned It - The Weeknd)



O som da chuva que caía ao lado de fora da casa, acordou Klaus. Que abriu os olhos aos poucos e reconheceu aonde estava, ou melhor dizendo, onde ainda estava. Tinham se passado quase três dias, que Klaus junto a Caroline, resolveram se aprofundar no sentimento que sentiam. E desde então não se desgrudaram mais. 

Literalmente...

Eles já tinham memorizado cada parte do corpo um do outro, cada mínimo detalhe, cada pequeno sinal que existia em ambas as peles. Eles eram intensos, e isso poderia ser visto no como como tinham se amando nos últimos dias. A enorme casa estava em uma tremenda bagunça. Todos os quanto dela, tinham conhecido o recém casal formado. Com exceção do quarto dos pais de Caroline, é claro.

Desde que saiu da empresa, no fim da tarde daquele dia, o Mikaelson não apareceu mais lá. Deixando seus irmãos furiosos e preocupados. Porém, ele não estava se importando com nada. Há,  não ser com a loira que dormia calmante com a cabeça, em um de seus ombros. 

Ele se perguntava, o que iria acontecer agora? 

Os dois ainda não tinham conversado exatamente sobre isso, só concordaram que ambos queriam ficar juntos. Mas não falaram de relacionamento ou se iriam contar a todos, o que supostamente estaria rolando. Ele só sabia, que teria um árduo caminho pela frente. Se Caroline decidisse que o queria, pois estava tudo nas mãos dela.

Contar para sua família com toda certeza seria a pior coisa. Mikael iria surta, Esther lhe repreender por achar que a Forbes ainda é uma menina, Rebekah iria ficar com raiva, já que ela sempre deixou claro, que seus irmãos jamais deveriam se envolver com suas amigas. Provavelmente o mais maleável seria Elijah, que sempre o apoia. Mas mesmo assim ainda o encheria de seus conselhos. Já para Kol e Finn, não faria diferença. Às vezes, ele até esquece que esses dois são membros da família Mikaelson.

- Boa tarde, amor. - Falou Klaus, após perceber que Caroline tinha acordado e lhe observava, enquanto ele estava em seus desvaneios. 

Desvaneios esses, que estavam o deixando maluco desde que acordou...

Já é tão tarde, assim? - Perguntou manhosa. Ele movimentou a cabeça em afirmação. - Você me parece perdido! No que estava pensando? 

Ele pensou se deveria se abrir com a jovem, e contar o que não saia da mente ou se apenas ficava calado? Mas resolveu falar. Agora que tinha se entregado a isso, não deveria se oprimir novamente. Se quisesse que os dois chegassem a algum lugar.

- Eu pensava nisso, sabe? Eu, você, nós, aqui juntos a quase três dias, como se não tivesse nada para se preocupar. - Disse a olhava fixamente. Enquanto arrumava uma pequena mecha dos cabelos da jovem. 

Ela sentiu seu corpo arrepiar-se com o toque do homem que a fez ir as alturas, desde que tiveram a primeira transa. Caroline sabia exatamente o que falar. - Ela sempre sabia. - Apesar de jovem, sempre foi boa com palavras, sentimentos e em traçar planos, que chegavam as vezes ser um tanto quanto, maquiavélicos. 

- Você pensa demais, Klaus. - Levantou rapidamente da cama e abriu os braços, e rodopiou pelo enorme quarto, sentindo a sensação de está feliz e realizada. Ela estava sentindo-se como uma criança brincando na chuva. Se precisasse descrever o que sentia agora. Seria exatamente com essas palavras. 

- Faça como eu. Não se preocupe, aproveite isso... a luxúria, a excitação, o tesão de está fazendo algo que as pessoas julgam como errado. 

As palavras de Caroline fizeram com que o Mikaelson, sentisse ainda mais insegurança. Pensou que talvez fosse apenas uma aventura para ela. Algo que não pode ter por completo, e isso a excitava. - Talvez fosse. - Mas logo em seguida, lembrou das declarações enquanto faziam amor, nesses últimos dias. De Quando ela disse que jamais iria encontrar alguem como ele, confome Klaus entrava profundo e firme dentro dela. 

Novamente sua mente se questionou... - E se ela falou isso em relação ao desempenho sexual dele? - 

Nossa! Eram tantas inseguranças...

Ele não lembrou de que quando era mais novo, ficar assim em relação em uma mulher. Ele sempre foi bom com isso. Na arte da conquista. Não era se gabando, mas ele sempre foi o melhor, quando se tratava de conquistar uma mulher, em relação aos seus irmãos. Mas nunca passavam de uma boa noite de sexo. - Bom, talvez uma semana. - Mas quando se tratava de relações, ele fugia. Só de ouvir essa palavra de alguma garota com quem ele se envolvia, as mandava embora e não queria vê-las nunca mais.

- Eu sou só algo sexual para você, Caroline? - Perguntou ríspido e ainda a chamou pelo nome. Coisa que ele quase nunca fazia, mesmo quando eram apenas amigos. - Porque com essas palavras que você usou, só me causam essa impressão!?

Caroline sentiu na voz dele, desprezo. E assim bateu uma vontade de revirar os olhos, mas ela se conteve. - Como ele poderia duvidar dela? - Não se pronunciou, apenas se aproximou da cama e pegou em suas mãos o trazendo para perto. O mesmo ficou de joelhos na cama, enquanto ela entrelaçava seu pescoço com os braços. Caroline o estudou bem. Pode ver a insegurança rondar os olhos de Klaus, que pareciam de uma criancinha, quando tinha receio que pagassem seu brinquedo preferido. 

- Não haja dessa forma. Um homem como você jamais deveria sentir insegurança. - Falou, fazendo Klaus franzir o cenhor. E esperar por respostas. Ele queria saber de sua boca, como ela o via. 

- Não, Niklaus Mikaelson! Você não é só sexo para mim e deveria saber que eu te amo. E que assim como você, também posso perde muita coisa com esse relacionamento, mas eu não me importo! Eu quero te ter ao meu lado todos os dias, mesmo que nossa família não nos aceite juntos. 

- Relacionamento? - Agora calmo, sorriu de lado. A loura da sua frente aproximou ainda mais seus corpos. Ele já conseguia sentir os mamilo duros de Caroline, contra seu peitoral. 

- Exatamente! Mas quem sabe, eu sou apenas sexo para o senhor!? - Falou e fez cara de inocente.

Logo após, mordeu os lábios. Klaus sentiu a excitação invadir seu corpo.

- Não. Você jamais vai ser só sexo para mim. - Seus lábios então atacaram os de Caroline, de uma forma faminta. Todo o sexo que eles fizeram durante esses dias, não foi o suficiente para saciar ambas as partes. 

Jamais seria... 

Quando estavam juntos eram como Gasolina a espera de uma mínima faísca de fogo, para insendiar todo o local onde estavam. Caroline logo tratou de empurar Klaus contra a cama, que a olhava com desejo. Se colocou sobre ele, tendo suas mãos por baixo da cabeça dele, quanto sua língua se aporfundava em um beijo. Não um simples beijo. Mas um beijo, cheio de amor, paixão, desejo. Como aqueles que eles deram quando se declararam pela primeira vez, que ela se sentiu amada e completa de todas as formas possíveis. 

Tocou o celular a primeira vez...

Segunda... terceira... quarta... e assim por adianta. 

- Klaus, eu... eu preciso atender. - Caroline tentou falar, enquanto o beijo era quebrado por alguns míseros segundo. Ela sabia quem insistia em ligar pela quinta vez seguida, só agora. E também sabia que se não atendesse, provavemente não demoraria muito para  a polícia está a sua procura.

Ele murmurou algo e deu espaço para a loura esticar um dos braços, fazendo esforço para pegar o celular, que estava no outro lado da cama. 

Mas sem sair de cima dele. 

- É a sua irmã. Ela já me logou quarenta e duas vezes e me mandou cento e duas mensagens nesses últimos dois dias. - Klaus balançou a cabeça e sorriu. Sua irmã era realmente exagerada, assim como era inconveniente em sua percepção. Entretanto, entendia sua amizade de nivel extremo com Caroline. 

- Boa tarde, meu bem. - Atendeu, Caroline, mesmo sabendo, o tanto quanto sua amiga iria falar por só ter recebido um mensagem sua falando que estava bem. 

- Caroline Forbes, aonde você está? Daqui a três dias é o aniversário supresa do Matt e você simplismente sumiu. Não atende minhas ligações e mandando apenas uma mansagem,  "Estou bem, erros em Paris". Que droga é isso de erros em Paris? - Disparou Rebekah, sem da ou menos tempo dela responder. 

- Erros em Paris? Bom, eu estava resolvendo algumas coisas da minha vida, por isso mandei essa mensagem louca. Desculpa, Bekah! - Explicou.

- Se você me falar que voltou do Tyler, eu juro que vou na sua casa e acabo com todos os seus saltos da louis Vuitton e Stuart Weitzman. - Ameaçou. 

Todos estavam cançados desse relacionamento ioiô que nunca iria para frente. Inclusive sua amiga, que não entendia o que Caroline, via naquela garoto sem sal. Klaus só ouvia a conversa, mudou de semblante. Assumiu  uma postura mais duro, ao ouvir o nome de Tyler. Não sabia de quem se tratava, mas já tinha raiva dele, só por ser ex de Caroline. 

Ciúmes. Isso se tornaria um problema? 

- Eu não voltei com o Tyler, Rebekah! E desde quando você se tornou tão raivosa se tratando de saltos, tão caros?? - Sorriu ela do outro lado da linha. 

Esse era o hobby delas, compra sapatos. Já chegaram a viajar para serem as primeiras, a comprar os saltos de marcas renomadas antes de todos. Não se importavam de estarem usando as mesmas peças. Sempre foram patricinhas, ligadas a moda e melhores amigas. 

- Desculpa! É que aqui em casa está tudo meio estressante. - Suspirou. - Klaus resolveu sumir e o papai está possesso com isso. Parece que ele tem que resolver algo e precisa dele para isso. Só que meu irmão, assim como você resolveu ignorar a todos. 

Caroline queria sorri, se vendo sentada sobre o irmão da amiga. Mas sentiu uma pitada de culpa atingir ela. Já Klaus, logo supôs que não viria algo bom, se tratando de Mikael. 

- Seu irmão, sumiu? Por que ele não me chamou para ir com ele? Eu iria adorar. - Brincou Caroline. 

- Caroline, meu irmão tem...- A loura a cortou. 

- Já sei todo aquele discurso de que ele é mais velho que eu, e que meu pai jamais permitiria isso. Mas eu não ligo. Eu quero ele.  - Falou. -  Amanhã estarei ai! Agora preciso desligar. Te amo. 

- Também, te amo. - Assim, se despediram. 

Agora a atenção da Forbes, seria só de Klaus...

- Seu papai precisa de você. - afirmou ela, olhando as íris azuladas, que lhe fitavam.

- É talvez. Mas nesse momento não estou disponível para ele. Só para você, sweet. - Sorriu.

A ouvindo a confissão do seu amado, ela levou sua mão direta até o membro de Klaus fazendo movimentos leves de vai e vem, e logo a ereção dele se fez presente. Mas ela não perderia tempo com preliminares, não dessa vez. Aproveitou que já estavam sem roupas e sentou suave na rígidez dele, o fazendo gemer ao sentir ela ir até a metade do seu pau e voltar em um ritmo levemente torturante.

Aquilo chegava a ser maravilhoso. Fazia Klaus afundar as pontas dos dedos, de um modo firme na cintura de caroline. Se entregando ao prazer, que fazia seu coração acelerar de uma forma absurda. A forbes viu seu desespero e resolveu o tortura mais ainda, sentando rapidamente. Ainda naquela pegada de  ir até a metade de toda a rigidez. 

Mas, Klaus não deixou que ficasse assim por muito tempo. Apesar de gostar de todo o prazer que seu corpo sentia. Ele gostava ainda mais de se sentir o macho alpha da relação. Sendo assim, em um insano impulso. - Sim insano, porque foi louco e rápido. - Ele se pôs sobre ela sem por um segundo seu membro sair de dentro de sua intimidade.

O encaixe era perfeito.

Caroline era tão apertada. Ela até sentia as paredes da vargina dela, comprimir todo seu membro, que entrava sem qualquer delicadeza. Seus corpos começaram a suar como se estivessem em uma fornalha. Mas, talvez eles tivessem. Mas em uma de desejo. Era delicioso para ele, ver Caroline revirando os olhos e cravando as unhas em sua pele, quando ele chegou ao mais profundo que poderia da intimidade dela.

- Você gosta disso, não é mesmo? - Sussurrou no ouvido da Jovem.

Ela balançou a cabeça... Quem não gostaria? Aquele homem foi tudo que ela sempre sonhou por anos. Assim, ele apressou seus movimentos e ela chegou a um orgasmo violento, acompanhado de um pequeno grito de prazer. O corpo dele foi perdendo a força aos poucos, enquanto seu líquido quente preenchia toda a intindade dela.


                             [...]


 - Jantar, hoje a noite? - Questinou, Caroline. Ela estava com um pouco de receio de levar um não, mas fez isso ao abrir a porta.

Como combinado na noite anterior, eles passariam mais uma noite juntinhos, antes que Klaus tivesse que voltar a vida real e enfrentar seus problemas pessoais, com o pai. Mas Caroline, não estava gostando daquilo. Por ela ficaria junto a Klaus. Para sempre. O abraço dele era reconfortante, e de alguma maneira curava feridas que existiam ali a anos. 

Muitos, anos...

- Ainda não cansou de mim? - Respondeu ele com outra pergunta, enquanto pressionava a loura na parede. 

- Não. - Mordeu os lábios. - Agora que já conhece meu quarto, quero conhecer sua cama. 

Klaus não se aguentou ao ouvir as palavras de Caroline e a beijou intensamente. Já tinham feito sexo matinal, mas ainda estava disposta a mais uma rodada. Porém, não poderia. Essa hora na empresa, estariam todos sutando com seu desaparecimento e com o mal humor de Mikael Mikaelson. Depois de uma sequência de beijos e amassos, ele se foi. Deixando Caroline, ali na porta suspirando, vendo aquela escultura de homem ir embora. Ela estava feliz, segura de si e sedenta por aquilo que era seu maior vício. O Cigarro. Esse é o remédio para todas suas dores, inseguranças e crizes de ansiedade.

Fechou a porta, e se encostou nela. Se perguntado onde teria um maço de cigarros. Ela não lembrava onde os tinha colocado. Já tinham se passado oitenta e oito horas e trinta minutos, que ela não fuma um. Ela ficou apreensiva com a reação de Klaus, ao saber que ela literalmente um viciada, por aquilo que aos poucos iria acabar com seus pulmões.

Lembrou...

Correu até a pequena frenda na lateral do sofá e achou aquilo que a calmou muitas vezes, quando seus pais se esqueciam que ela era filha deles. Viagens sem fim, enquanto Caroline estava em casa sozinha. Coitada dela se não existisse Rebekah e Gaye, uma simples empregada. Mas que para Caroline, era mais sua mãe que Elizabeth Forbes.

Por sorte tinha um isqueiro dentro da caixa que quantia seus últimos dois cigarros. Ela acendeu o primeiro e deu o primeiro trago.

Aquilo era bom. Um alívio para falar a verdade.

Fechou os olhos e pode sentir toda a excitação da fumaça que invadia seus pulmões. Ela sabia que uma hora o outro, todos descobririam o seu lado "feio" que era escondido através, das melhores roupas, sapatos, carros e virgens de luxos. Aos poucos soltou a fumaça. Sentiu-se livre, não que ela se sentia presa, ao contrário disso, ela sempre foi liberta. Mas era ruim esconder seu vício de todos. 

Em alguns minutos o primeiro se foi e veio o segundo.

Que a fez Lembrar de como foi fácil, convercer seus pais a um cruzeiro qualquer. Que ela nem sabia pra onde iria. Só mandou um dos assistentes de seu pai compra e a entregar. Assim um noite antes, ela os entregou o presente e eles simplismente toparam de boa. Dinheiro jamais foi o problema pra essa família.

Amor e carinho, sim. 

- Você não deveria. - Caroline ouviu a voz docê e conhecida invadir seus pensamentos.

- O que faz aqui? - Questinou, ainda sem olhar para trás. Ela tinha noção que seus olhos estavam marejados. 

Fraqueza, não! Não, neste momento.

- Eu não dei uma semana de folga a todos? - 

- É, deu. Mas eu vi que ele foi embora e então, resolvi vim ver se você precisava de algo. - Caroline agora já recuperada de seus pensamentos solitários, mas ainda com o cigarro entre os dedos virou-se para a mulher a sua frente. 

- Como? - Lembrou-se que Gaye mora nos fundos de sua casa. A mulher deu de ombros ao ver a expressão perdida de Caroline.

Sua ansiedade por ter Klaus, em seus braços a fez esquecer desse mínimo detalhe. Mas sabia que seu segredo estava seguro, mesmo quando queria espalhar para os quatro cantos do mundo. 

Tentou imaginar a reação de seus pais ao receberem essa notícia. Mas não conseguiu. Klaus era o sonho de todos os pais, para genro. Educado, rico, de boa índole e filho de um dos homens mais influentes de todo o Reino Unico. Mas existia um porém, em todos essas qualidades quando se tratava do relação deles. 

Klaus tinha mais de um dezena e meia de diferença de idade, da sua. - Seus pais aceitariam? - Talvez, não. Só que ela não ligava para isso. Ela o queria. Por mais que ela tivesse que tomar medidas drásticas. Ninguém iria ditar o que ela teria que fazer. 

- Você sabe que isso jamais dará certo, não é mesmo? - Questinou, Gaye. 

- Por que não? - Soltou mais uma vez a fumaça do cigarro, que aos poucos se espalhou pela sala.

- Por Deus, Garota! Tem como parar de fumar isso perto de mim. - Reclamou, a britânica ao seu lado.

- Você anda muito, atrevida Gaye! - Gargalhou e tratou de pagar o motivo de seus julgamentos a si, própria. - Agora me diga, por que não dará certo? 

- Até parece que você não sabe. Klaus é um homem experiente, Caroline! - Começou enquanto arrumava a bagunça que tinha na sala. - Você acha que ele vai se contentar com uma jovem que acabou de sair da adolescência? E seus pais? Os pais dele? Você acha que não existe negócios por trás do nascimento de vocês? 

Caroline sentiu o tom amargo na voz da mulher que tentava lhe mostra a realidade que ela jamais aceitaria. Claro que existia negócios! Mas seu nascimento será um deles? Julgando o modo que os pais a tratam, talvez fosse. 

- Você sabe de algo, que eu não? - Indagou. 

- Não, meu amor. Só não quero ver você sofrendo. - Sentou ao lado da jovem loura. - Talvez você sejá apenas diversão para ele. Geralmente homens nessa idade se sentem intediados e você é um prato cheio pra eles. Jovem, sedutora e filha dos melhores amigos do pai dele. Isso é perigoso e excitante ao mesmo tempo. 

Ela suspirou... fitou a mulher e suspirou novamente.

Talvez fosse verdade, mas ele demorou tanto para ter Klaus em suas mãos. Porque não aproveitar isso? Se ele a largasse não seria o primeiro e provavelmente também não seria o último. 

- Não quero te ver mais sofrendo! Já basta seus pais para fazer isso com você. Não precisa de  mais um motivo. - 

- Não irei sofrer, tenho isso. - Levantou a caixa vazia de cigarros. 

- Cigarros? Por Deus, menina! Isso ainda irá te matar. - Assim Gaye, abraçou Caroline que permitiu fechar os olhos e descansar ali. 

Naquele abraço, se pôs a pensar! Ela mostraria a todos, que Klaus e ela foram feitos um para o outro. E não seriam números que os impediria de ficarem juntos. Ela o amava e lutaria por isso.

                                                ... 


Notas Finais


O que acharam? Espero ansiosa pelo feedback de vocês.
Para quem não entendeu muito bem, aconselho a ler o one-shot desse link aqui... https://www.spiritfanfiction.com/historia/this-is-our-moment--klaroline-21529897

Próximo capítulo na primeira semana de março. Preciso me organizar, então ficarei sumida por alguns dias.

Beijinhos no core♥️

Ate mais...


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