História Dont Marry Him, Kikyou - Capítulo 1


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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kikyou, Miroku, Sesshoumaru
Tags 3shot, Citrus, Crackship, Fanfic, Hentai, Inukik, Inuyasha, Kikyou, Pwp, Romance, Sesshoumaru, Sesshykik, Sesskik, Shortfic
Visualizações 25
Palavras 1.091
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fala, galera!

É a segunda fanfic que posto e como tenho verdadeira dificuldade de terminar as fanfics que começo, optei, dessa vez, por escrever um oneshot com um shipp MUITO DOIDO, mas que eu adoro! Como sou emocionada, escrevi um prólogo também, mas já está terminada, com um único próximo capítulo.

Antes de vocês pularem pra parte boa, vou deixar uns pontos importantes pra vocês entenderem melhor o enredo da história:

• Essa história com certeza não segue Inuyasha. É um universo alternativo, que ainda bebe bastante da realidade do anime, mas que tem suas peculiaridades.

• Kikyou por algum motivo está viva e se casará com Inuyasha. Não sei nem onde Kagome entra nisso, muito menos Naraku.

• Tentei manter os personagens o mais fidedigno possível, mas acredito que algumas coisas fugiram, já que trago um romance entre dois dos personagens mais sérios e fechados do anime, que aparecem pouquíssimo ou nada se relacionando amorosamente.

• A história é um romance SessKik, que traz hentai e adultério. Ou seja, se você não é maior de 18 anos, RAPA DAQUI, CRIANÇA! (Mentira, leia mesmo, não tem nada de demais nisso! Aliás, deixe um coraçãozinho.)

• Os personagens NÃO são de minha autoria, mas as personalidades e a interpretação, de certa forma, sim. Além, claro, do enredo. Então, NO PLÁGIOS!

• Galera, se vocês gostaram do enredo, da escrita, do que quer que seja, deixe seu comentário e seu coração. Isso é um incentivo e tanto pro autor. Seja legal!

Enfim, estou ansiosa pra ver a resposta de vocês (espero ter alguma)!
Boa leitura <3

Capítulo 1 - DMH00: Prólogo


Fanfic / Fanfiction Dont Marry Him, Kikyou - Capítulo 1 - DMH00: Prólogo

Tōkyō, JPN – 18/Dez/1499

O chacoalhar mais intenso da copa da árvore, que recobria espessa parte da terma de águas cristalinas, fez Kikyou parar abrupta o esfregar de seu busto nu. Ela já tinha podido sentir minutos antes a jyaki forte aproximando-se sorrateiramente, mas nada pôde acompanhar da drástica mudança de quando a força maligna estava a quilômetros de si pra quando passou a estar a metros, como em um estalar de dedos. Um frio lhe subiu a espinha junto a sensação. Agradeceu por não ter de abatê-lo.

Em pé, afundada até as coxas finas nas águas quentes do lago, que, agora, pareciam ferver, quis fugir, correr pra longe dali, esconder-se de si, dele e das ideias inconvenientes e impuras que sempre lhe invadiam a mente na presença do dai-youkai. No entanto, diferente do que fazia há quase um ano, dessa vez, não o fez.

— O que queres aqui? — A imponente miko teria esbravejado se a voz calma, de mulher, não tivesse falhado em nervosismo. Infelizmente, ele com certeza podia senti-lo.

Olhou por trás do ombro e por entre os cílios fartos pros galhos mais altos da árvore centenária ao pé da terma.

Como não precisava ter virado-se pra confirmar, os longos fios prateados voavam, como nuvem, junto a brisa morna da noite estrelada, quase encontrando-se e tornando-se um só com o astro maior, à mesma cor e ao mesmo brilho dos cabelos esvoaçantes.

Parecia pequeno quando em pé sobre um dos galhos lá no topo, mas, em um pulo, quando foi a grama verde, com certeza era no mínimo 20 centímetros maior do que ela.

Antes mesmo que o dai-youkai pudesse pousar, levantando terra diante o impacto, Kikyou já tinha voltado a encarar a imensidão negra à sua frente, que se respingava em reflexos prateados quando a luz da lua cheia beijava as águas inquietas do lago.

— Até quando me evitará? — A voz grave, plácida, ocupou o silêncio reconfortante da floresta.

Junto a outra leva de vento, que ousou fazer os fios negros de Kikyou dançarem, agitando-na a franja, trouxe consigo o cheiro específico do Lord, aquele que ela se esforçava pra esquecer desde o dia em que o sentiu diretamente da tez gélida.

— Até quando for possível — Foi áspera. — Infelizmente, hoje não foi.

Sesshoumaru pôde fareja-lá a tensão e uma risada anasalada, repleta de escárnio, soou baixa atrás da miko.

Ele nunca ria, exceto quando era pra provocá-la, porque era isso que os demônios faziam. Não era atoa que lhe era um prazer exterminá-los.

— Não vai correr pra se cobrir como sempre faz? — Indagou, sendo quase sarcástico, e, agradecida, Kikyou não pôde senti-lo o pesar dos olhos âmbares sobre o corpo despido. Podia apostar que, por enquanto, ele ainda satisfazia-se em fitá-la a silhueta alva em expectativa de que se viraria e lhe daria toda a satisfação da certeza de que lhe incomodara, o que parecia ser sua principal e única intenção.

— Não temo você, Sesshoumaru. — Cuspiu as palavras, contrariada com a soberba do Lord do Oeste.

— Realmente, não é temor que exala de si — A voz grave acertou-na em cheio, a fazendo fita-lo por cima dos ombros, brusca, em desagrado. Sesshoumaru encontrou com os olhos dourados as pérolas negras de Kikyou, que, de relance, faiscavam em uma ameaça velada pra que não continuasse. Ainda assim, era óbvio pra si o quanto o corpo da mulher esquentou, seu rosto tendo enrubescido em resposta e mais um odor ajuntou-se ao aroma que a miko sempre exalava quando encontrava-se consigo: desejo. Fraco, o canto dos seus lábios se curvaram em um sorriso mordaz. — É algo mais como — Em provocação, farejou melhor o ar, esfregando os dedos indicador e médio no polegar, em um gesticular de quem minuciava o faro. — Tesão? — Ousou dizer, por fim.

Desde quando Sesshoumaru podia ser engraçadinho? Ou melhor, porque sempre lhe parecia um prazer ser tão inconveniente?

— Não seja arrogante, demônio — Esbravejou, voltando-se pra frente pra impedi-lo de vê-la as reações, ainda que no fundo soubesse que não tinha como esconder-se. Não tinha como impedir suas reações naturais e ele podia senti-las todas.

Muito menos confortável, deu passos pra dentro da terma, afundando-se mais, cobrindo-se mais, assim que pôde sentir os olhos âmbares do dai-youkai à margem do lago atrás de si descerem pro seu corpo humano, mas ainda jovem.

— Um dia ainda contarei pro seu irmão o quanto o perturba a futura esposa.

— Perturbo? — Foi retórico. — Pelo que me recordo, sempre fomos indiferentes um ao outro. Me parece que começou a considerar perturbação desde que nos beijamos.

Com a água negra cobrindo-lhe acima dos seios médios, Kikyou girou nos pés imersos pra vê-lo, os fios negros flutuantes na água cristalina deixaram um rastro ao acompanhá-la o rodopiar do corpo esguio. Deparou-se com a imponente silhueta iluminada pela luz natural, tão selvagem quanto ele. Um raio de lua passou-lhe a roxa da sua à testa pálida e reluziu, como um diamante faria.

Sesshoumaru sempre lhe foi atraente. Era um youkai muito bonito. Um dos mais bonitos que já tinha visto. Mesmo assim, nunca lhe chamou atenção como Inuyasha lhe chamava, pela jovialidade, pela inocência, pela impulsividade indomada. O meio-irmão completo era o oposto do hanyou; era muito parecido consigo mesma, tirando as características que seu sangue demoníaco lhe impulsionava a ser. Tudo aquilo que a fazia desejá-lo a morte por ser tão incômodo. Até o dia em que, por um momento de insanidade e de fraqueza, selaram os lábios em um beijo, quando ela descansava ao galho baixo de uma cerejeira e ele teve de encontrá-la pra que pudesse curar Rin de um mau agouro que tinha lhe acometido. Desde então, até mesmo a arrogância do Lord do Oeste lhe era envolvente. Sua presença passou-lhe a ser uma tortura e, infelizmente, ele sabia disso. Desde então, começou a aparecer-lhe mais vezes, como quem queria simplesmente arruiná-la a vida, junto a do meio-irmão que tanto odiava, do qual havia beijado a noiva.

— Já lhe perguntei uma vez, Sesshoumaru, lhe perguntarei de novo: o que queres aqui? — Disse, direta, mantendo-se firme frente aos olhos âmbares escurecidos, que pareciam querê-la desvendar (ou tomar) a alma através dos buracos negros dos seus.

Sem hesitar, o dai-youkai tateou com as mãos grandes a armadura de dentes saltados que lhe envolvia o corpo largo, alongado. Ao esticar o braço a lateral de si e soltá-la, sem que por um momento tenha desviado a atenção da mulher dos traços finos, mas fortes, a peça pesada tilintou ao tocar o chão.

— Vim terminar o que começamos.

Soou sério, tão sério que fez Kikyou queimar por dentro.


Notas Finais


E então? O que acharam do prólogo?

Esse dia se passa na primeira vez em que os dois “dormiram” juntos (tô usando o eufemismo sim!) e, no caso, o dia em que eles decretaram o caso extraconjugal de Kikyou, porque a partir daí começaram a se envolver e outros detalhes serão melhores explicados no próximo e último capítulo.

Me digam o que acharam! Faço mais fanfics oneshot ou nem?

Deixe seu comentário e até semana que vem!


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