História Don't wanna cry - YoonSeok - Capítulo 11


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Beyond The Scene, Bts, Gay, Hoseok, J-hope, Jung Hoseok, Min Yoongi, Sope, Suga, Yoongi, Yoonseok
Visualizações 37
Palavras 1.035
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá minhas batatas 🥔
Agora será o fim oficial dessa shortfic :'(

Antes de eu começar, queria dizer que eu tinha escrito esse capítulo inteiro direto no wattpad, e quem usa lá sabe que ele salva o capítulo num lugar chamado "rascunhos", mas ele não salvou nesses lugar
Ou seja, eu tive que reescrever tudo
Então se estiver ruim, perdoem, eu reescrevi com raiva

Desculpa qualquer erro e boa leitura ;)

Capítulo 11 - Bônus


Eu estava indo até a casa da minha mãe quando ouço o barulho de algo se chocando com o chão e as pessoas em volta assustadas. Me aproximei de onde a multidão estava e vi o seu rosto. Aquele rosto. 

Aquele rosto que eu tanto amava ver estava... sem vida. 

A ambulância chegou poucos minutos depois de eu te encontrar novamente e iria te levar para o hospital, mas pedi que eu fosse junto. 

– O que você é dele? – uma enfermeira perguntou. 

– Namorado. 

A enfermeira assentiu e me deixou entrar na ambulância. Fiquei todo o trajeto até o hospital observando seu rosto ensanguentado e sem vida. As chances de você estar vivo eram mínimas, mas eu tinha esperança. 

Assim que chegamos no hospital te colocaram em uma maca e você foi levado para dentro, e eu fiquei na sala de espera. Tentei me comunicar com a sua mãe e a sua irmã, mas nenhuma das duas me atendia. Sabia que seu pai estava trabalhando no exterior, então não adiantaria ligar para ele. 

Depois de muita insistência, sua irmã me atendeu. 

O que você quer, Hoseok? O Yoongi está mal pra caralho por sua causa e você fica me ligando?!

Um sentimento de culpa me atingiu. Eu não sabia que te machucaria tanto. 

– Olha, eu sei que você deve me odiar agora, e com razão, mas agora eu quero falar sobre Yoongi. 

Por que ao invés de me ligar não vai falar diretamente com ele?!

– Yoongi se jogou de um prédio na avenida principal. 

A linha ficou muda por um tempo. 

Isso é uma brincadeira, não é, Hoseok? Me diz que você está só zoando. 

– Acredite, eu queria estar zoando. 

Puta merda... em que hospital ele está?

– No ******. Eu estou aqui também. 

Não irei demorar. 

Ela desligou a ligação e eu apoiei meu rosto em minhas mãos, permitindo que as minhas lágrimas rolassem. Eu estraguei tudo. Podíamos estar felizes, mas eu estraguei tudo. Estraguei tudo por medo. 

 

Estava chegando na cafeteria que meu pai tinha marcado de se encontrar comigo. Eu não sabia do que se tratava, mas vindo do meu pai podia ser de tudo. 

Entrei na cafeteria e vi meu pai sentado em uma das mesas, e caminhei lentamente até ela. 

– Boa tarde, filho. Sente-se. Quer comer alguma coisa? 

– Pai, nos conhecemos desde o dia que eu nasci, esqueça a formalidade. – disse me sentando. 

– Certo, certo. Eu vim tratar de um assunto com você. 

– Isso eu sei, mas qual é o assunto? 

– Seu namoro. 

Revirei os olhos. 

– Pai, eu amo o Yoongi e não é a sua homofobia que vai me fazer para de amá-lo. 

– Sei disso, por isso vim lhe dar opções. 

– E quais seriam essas opções?

– Antes de tudo, eu preciso saber se você sabe quem eu sou. 

– O maior mafioso da Coreia do Sul e o meu pai, já cansei de ouvir isso. 

– E você sabe que eu conheço muita gente, não sabe? 

– ... Sei. 

"Muita gente" significava assassinos, pessoas que matariam em troca de dinheiro. 

– Ok, agora vamos às opções. A primeira é você largar esse seu namoradinho. 

– Isso está fora de cogitação. Qual a outra? 

– Eu contrato alguém pra matar aquele moleque. 

Gelei. Eu sempre soube que meu pai era homofóbico, mas não a esse ponto. 

Me levantei da mesa sem lhe dar uma resposta, mas antes de ir embora ele me chama. 

– Se não aparecer lá em casa amanhã antes de onze da manhã, vou considerar que escolheu a segunda opção. 

Acelerei meus passos e cheguei no meu apartamento. Me deitei na minha cama e fiquei pensando. Eu não queria te largar, mas isso significaria ter que ficar a vida toda fugindo de assassinos contratados pelo meu pai. 

Não consegui dormir aquela noite. Quando percebi já era de manhã, então me arrumei e fui até a casa do meu pai. Vi que você tinha me mandado muitas mensagens e me ligado também, mas decidi ignorar. 

Cheguei na grande mansão do meu pai e entrei direto por já ter a chave, e ele estava sentado no sofá. 

– Vejo que você soube escolher. 

– Só se prometer nunca mover um dedo sequer para machucar Yoongi. 

– Manterei minha palavra, Hoseok. Mas só se você não tiver nenhum tipo de contato com ele. 

– Isso quer dizer que...

– Sem contato direto ou indireto. Não quero saber que você está se comunicando com ele. Entendido? 

Suspirei. 

– Sim, papai. 

 

Se eu não tivesse tido medo, talvez pudéssemos estar felizes. Se eu ao menos tivesse lhe alertado sobre, talvez você não tivesse feito o que fez. 

Senti uma mão no meu ombro e olho pra cima. Era sua irmã. 

Acabei por abraçá-la e ela correspondeu meu abraço. Quando nos separamos, ela se sentou ao meu lado e sua mãe ao lado da filha. 

– Por que você sumiu do nada, Hoseok? Yoongi está mal desde o dia que você sumiu. 

Senti mais lágrimas rolarem pela minha face e contei tudo a ela, desde a ida a cafeteria até hoje de manhã. 

– Nunca foi minha intenção deixar Yoongi mal, na realidade eu só queria protegê-lo. 

Sua irmã estava com lágrimas nos olhos, e me puxou para outro abraço. 

– Nossa... eu não imaginada que fosse por causa disso... 

– Me perdoa, por favor... – já estava soluçando de tanto chorar. 

– Eu perdoo, Hoseok, mas poxa, custava ter ao menos mandado uma mensagem pro Yoongi? Ele ficou esses sete meses desesperado pra te achar. 

– D-Desculpa... 

Fomos interrompidos por um médico chegando, e eu me sentei corretamente. 

– Acompanhantes de Min Yoongi? 

– Sim. – a sua irmã se posiciona – Como ele está? 

– Mil perdões, moça. – ele suspirou – Mas ele não resistiu à queda. 

Senti meu mundo desabar com apenas uma frase. Você estava morto. Estava morto por minha causa. 

Sem pensar nas minhas ações, me levantei daquela cadeira e corri. Não sabia para onde estava indo e nem qual era o meu objetivo, eu só queria ir embora, me afastar de tudo e todos. 

Saí do hospital e comecei a atravessar a rua, sem olhar para lugar nenhum. 

– Hoseok! – a voz da sua irmã me para – Saia da rua, volte pra dentro! 

Não consegui ter reação alguma, já que segundos depois senti um baque forte em minhas costas e eu fiquei inconsciente. 

 

 

울고 싶지 않아


Notas Finais


Pesado

Adorei escrever isso, sério <3
Temos um total de 16 favoritos no momento que eu estou postando o bônus final, então EEEEEEEE 16 PESOAS GOSTARAM DISSO AQUI
Muito obrigada, de verdade
Eu achei que não iam passar de 5 ksjdk

Bjos de unicórnio 🦄 e até uma próxima fanfic 👋🏻


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