História Don't you dare forget the sun - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Vida
Visualizações 43
Palavras 1.444
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi oi! Eu tava ouvindo Don't you dare forget the sun — Get Scared
Daí brotou essa ideia na minha mente, e olha q a música num tem NADA a ver! Bom... Um pouco pq ja eu escuto todo dia, ela vai aparecer na fic kkk
Mas bem, pra quem não me conhece, eu sou Pablo, ou Yukki Takahashi, vcs decidem kkkk e sim, o protagonista da fic sou eu mesmo, espero q gostem! Até lá embaixo! Boa leitura!^^ (Qualquer erro, me desculpem!)

Capítulo 1 - Internato Novo


Fanfic / Fanfiction Don't you dare forget the sun - Capítulo 1 - Internato Novo

Pablo acorda com o barulho estridente do despertador do seu celular, aquele barulho com certeza era a coisa que mais irritava ele!

— Argh! — Se levanta e desliga o despertador. Olha para sua cama e fica com vontade de pular nela e dormir de novo.

Vai para o espelho e nota seu cabelo extremamente bagunçado, sorrindo de si mesmo com os olhos inchados. Tem pele morena por causa de seus pais com etnias diferentes, cabelo castanho-escuro um pouco descolorido por causa de produtos o que dá a impressão de ser preto a maioria das vezes, olhos castanho-avermelhados por causa do DNA maluco de sua família, magro e um porte mediano com seus 1,66 de altura.

— Beleza, beleza! Vamos lá… — Puxa as mangas da camisa vermelha que serve de pijama e sai do quarto.

Olha para a sala e vê seu pai assistindo algum documentário na TV. Ignora e vai pro banheiro, fazer suas higienes diárias. Dá mais uma olhada no espelho e fica piscando várias vezes, sentindo algo estranho. Mas não se importou consigo mesmo e foi escovar os dentes, sentindo aquele ardor em sua boca toda, já era acostumado com o gosto ácido da pasta de dente, mas nunca superou que aquilo era horrível. Assim que termina, retorna para o quarto, passando pelo quarto de sua mãe, ja que só havia um banheiro na casa.

— Ainda bem que já acordou. — Diz a mãe do mesmo. Uma mulher relativamente pequena! Tendo exatos 1,49 de altura, com cabelos cacheados cortados na altura do ombro, olhos assustadoramente pretos, pele negra e um porte físico meio gordinho. — É melhor arrumar sua mala, mochila e qualquer coisa que carregue suas coisas.

— Por quê? — Por um momento ficou confuso, mas surgiu um brilho em seus olhos rapidamente. — A gente vai embora? Finalmente vamos sair daqui?

Ela olhou pra baixo e começou a coçar a nuca.

— Não é bem isso… Nós vamos continuar aqui. Mas tu não.

Aquilo com certeza mexeu com o moreno, e o brilho de seus olhos foi substituído por uma opacidade grande, como se tivesse perdendo qualquer senso de direção.

— E-eu… Tô sendo expulso de casa? — Seus olhos começam a arder levemente, mas logo suas pupilas se contraem quando o mesmo imagina o porque disso, sussurrando para sua mãe: — É por causa do papai… Não é?

Pablo e Pedro, seu pai, não tem um laço muito bom. Diferente de outras famílias onde o filho mais novo é mimado pelo pai, o laço desses dois é um laço de ódio, por mais que se ambos se amavam no passado, hoje não querem nem falar um com o outro. Cada um pensa diferente, e tem atos diferentes, e um certo ato fez o ódio de Pablo pelo seu pai, ser extremamente visível.

— Não. Todo mundo vê que tu tá muito isolado do mundo, então, eu te matriculei em um internato!

— Tá de brincadeira… Né?

— E tem que ir hoje! É um internato rígido e… Se não te levarmos pra lá hoje, daqui a 1h, a polícia virá te levar pra lá. — Ela parecia estar meio arrependida de ter feito isso, mas não teve escolha.

Pablo não sabia o que falar… Balançou a cabeça negativamente, reprovando o ato da mulher, e logo correu e se trancou no quarto. Se sentou na cama, apoiando os cotovelos no joelhos e pondo as mãos em “casinha” no nariz.

— Isso não tá acontecendo… — Se levanta e pega sua toalha, indo para o banheiro mais uma vez, tomando um duche rápido.

Volta pro quarto e fica parado, com a toalha amarrada na cintura, se olhando no espelho. Parecia que ele não queria deixar aquele lugar, por mais que odiasse sua cidade, sua casa… As pessoas.

Separou uma certa roupa “da sorte” e vestiu rapidamente. Uma jeans preta, uma camisa preta com uma estampa bem peculiar vermelha na frente, e um par de tênis preto da nike. Não deixou de lado também seu cordão de âncora e sua pulseira com um pingente que lembra os símbolos de espadas em joguinhos de guerra.

Essa podia ser uma chance única para ele fazer amigos, mas estava inseguro. Penteou seu cabelo pro lado esquerdo, deixando algumas mechas caírem sobre o olho, adicionando uma touca para que seu estilo ficasse mais legal.

— É cada uma… — Suspira ao se lembrar das palavras de sua mãe.

— Pablo. — Sua mãe entra no quarto.

— Mãe, será que nem no meu último dia nessa casa, a senhora não deixa eu ter um pouco de privacidade?

— Para de arrogância!

— Não sou arrogante! Sou cobrinha criada. Essa família tem temperamento alto, não me culpe por ter herdado só o pior de vocês.

— Deu até vontade de te bater e fazer tu chegar naquele internato com as costas marcadas…

— Mais marcadas do que já são? — Interrompe a mesma, referindo as cicatrizes eternas que tem em seu corpo. — Assim que eu chegar lá, vão perguntar por que eu tenho esse corte no dedo, então mais marcas do que já tenho, seriam apenas bônus.

Sua mãe sabia que ele estava irritado por não ter sido avisado disso antes, mas não podia fazer nada.

— Eu vim falar só que seu tio vai vir pegar tuas coisas, pode ir na frente sem nada.

— Eu vou levar umas coisas importantes na minha mochila. Diz pra ele levar minha mala, tá bom? Obrigado, agora eu tenho que terminar minhas coisas, pode ser?

Ela permanece calada e fecha a porta. Pablo pega sua mochila e esvazia, deixando apenas caderno, lápis e caneta, pois sabe que vai precisar e que não darão nada de graça. Coloca seu notebook azul no bolso maior, junto com o caderno, no menor coloca fones de ouvido e carregador, no segundo maior coloca escova de cabelo, escova de dentes, perfume, etc.

— Bom… Acho que tô pronto! — Termina pegando seu celular e colocando no bolso da calça. — Mas sinto que tá faltando algo… — Se senta na cama e olha pra uma gaveta aberta no armário. Logo se levanta e pega um papel dobrado. — Isso, esqueci minha importantíssima lista de desejos!

Ele dobra de volta e coloca dentro do caderno. Sua lista de desejos era a coisa mais importante pra ele, pois ele acredita que poderá realizar tais desejos com o passar do tempo. Bom… Na verdade só tem um desejo até agora: “Um dia, terei amigos legais e fiéis!”

Era o que ele mais queria até agora, então adicionou na lista. Logo pega a mochila e sai do quarto, indo pra sala e encontrando sua mãe.

— Tô pronto.

— Teu pai vai te levar. — Por mais que ela tentasse esconder, o pequeno pano em sua mão era pra limpar as lágrimas.

— Ele? — Pergunta cabisbaixo. — Tá bom… Acho que uma voltinha não mata ninguém.

— Pois bora. — Ele aparece na sala pegando seu capacete. Era um homem de porte mediano, sendo dois centímetros menor que Pablo, tendo 1,64. Tinha cabelos grisalhos que um dia já foi loiro escuro, olhos âmbar (amarelos), sua pele é branca, mas, também é bronzeada por causa de muito sol, seu porte físico é meio gordinho também, o mesmo diz que ser gordo sem motivos é a doença que afeta os mais velhos, mas isso é com certeza pelo fato de ele mal andar, pela preguiça.

Pablo fica cabisbaixo mais uma vez e sai da casa, abrindo o portão e olhando aquela rua pela última vez. Olhava uma árvore grande que timha perto de sua casa, atrás dela estava o brilho do sol subindo. O moreno viu seu pai já preparado em sua moto, e mesmo sem gostar de ficar próximo de seu pai, subiu na mesma e colocou o segundo capacete na cabeça.

Ele ficou com uma certa vontade de chorar quando olhou para trás e viu sua mãe parada no portão, enxugando os olhos. Sentiu um aperto no coração, deixar sua mãe sozinha por tempo indeterminado… Ficou com um nó na garganta, dando um tchau com a mão… Um ato que sua mãe não tivera visto durante muitos anos vindo de seu filho.

Logo fechou os olhos e viu-se indo à caminho do internato. Durante toda a viagem, não trocou uma única palavra com seu pai. O caminho lhe trazia lembranças boas de quando era bem pequeno, e por fim, parou diante de um grande portão, com um arco enfeitado com lindas flores, e bem no centro do arco o nome do lugar: Internato Sweet Dreams

Suas pernas estavam tremendo um pouco, então o mesmo se lembrou que não abraçou sua mãe, ficando bem chateado com isso. Acabou parando na entrada e olhou para seu pai, dizendo:

— Dá um abraço na mamãe por mim… Adeus… Papai. — Se vira rapidamente e entra no internato.

Continua…


Notas Finais


Bom, é isso :) espero q tenham gostado^^

Sobre a lista de desejos, eu realmente tenho kkkk mas eu alterei o desejo na história, pq na lista original eu fiz "Com 16 anos, encontrarei meus amigos virtuais!"

Ent é isso, bye pessoinhas!


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