História Don't you dare forget the sun - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Vida
Visualizações 38
Palavras 1.123
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oooii! Bom pra quem não entendeu o título, vou explicar. Os títulos dos capítulos agora serão pequenas frases da música Don't you dare forget the sun. Espero que gostem do cap^^

Capítulo 2 - You never knew your mind was dark


Fanfic / Fanfiction Don't you dare forget the sun - Capítulo 2 - You never knew your mind was dark

Pablo nota que seu pai já tinha ido embora, suspirando mais uma vez e vejo que tinha uma mulher nas escadas do prédio principal. Caminha até lá, talvez seja a diretora.

— Er… Oi! Você é a diretora? — Pergunta calmamente, tentando passar uma boa impressão.

— Isso. Me siga até minha sala! — Se vira de costas e caminha pra dentro.

Logo o mesmo vai seguindo-a, notando que as pessoas ao redor estavam lhe encarando, isso era muito irritante para o moreno. Era uma das coisas que ele mais odiava nas pessoas… Também ouvia os demais comentando coisas sobre ele. Alguns populares diziam coisas como “Chegou mais um metidinho a besta.”, algumas garotas super arrumadas ficavam cochichando e rindo, entre outras coisas.

A mulher entra em sua sala e é seguida por Pablo, que fica boquiaberto olhando para as decorações daquele lugar.

— Muito bem, senhor Santos, você está cursando o oitavo ano, certo? — Pergunta olhando a ficha dele.

— É, isso mesmo.

— Aqui está os horários da sua sala. Seu dormitório também está anotado aí! — Entrega um papel para ele e uma chave que provavelmente é a do dormitório. — Agora vá. Mais tarde começa sua primeira aula.

— Está bem! Valeu! — Pega o papel e a chave, logo se retirando da sala.

Ao sair vê que tinham pessoas ouvindo atrás da porta e fica encarando eles. Passam alguns segundos se encarando, até Pablo fingir que não viu nada e sair dalí, procurando seu dormitório.

Depois de um tempo olhando o papel pra ver o caminho, ele finalmente chega. Percebe que a porta estava aberta e empurra. Ao entrar, vê três pessoas conversando. Duas meninas e um menino, e ambos param de conversar ao verem ele parado na porta.

— Ahn… Oi! — Acena para os três.

— Quem é você? — Uma das garotas, que usava óculos azuis com prata, pergunta com cara de “o que está acontecendo aqui?”

— Eu sou o seu novo colega de quarto. Meu nome é Pablo!

— Ah, finalmente! Mais um menino pra me fazer companhia nesse quarto! — Diz o garoto de cabelo loiro escuro. — Aí, Pablo, pode ficar aqui na cama de baixo da minha beliche, se não se importar.

Pablo caminha até a cama de baixo e coloca sua bolsa lá, abrindo ela e decidindo onde colocar as coisas. Era um quarto bem grande, tinham duas beliches, cada uma com uma escrivaninha do lado, uma TV, um armário com quatro portas e quatro gavetas, uma geladeira, um fogão, uma mesa com quatro cadeiras e um banheiro grande. As paredes eram brancas com decorações em baixo de madeira, o chão era feito de madeira lisa marrom-dourada, e o teto era forrado e tinha um ar-condicionado para os dias de calor.

— Ei, novato! Fala sobre você. — A garota de óculos fala mais uma vez.

— Bom… Meu nome é Pablo, tenho 13 anos por enquanto. Foi mal, só sei se apresentar assim!

— Eu sou Wemelly, tenho 13 por enquanto também, prazer em te conhecer! — Responde a garota de óculos.

— Eu sou Pedro Augusto! Tenho 15 anos, prazer! — Diz se inclinando em cima da beliche.

— E eu sou Isabely. Me chama de Isa, ou Panda… Ou Coxinha… Ou Pandinha Jimin… Ou Deusa dos Pandas… E tenho 13 anos também.

— Me senti vovô. — Pedro reclama.

Pablo dá um leve sorriso e se senta na sua cama, olhando para a tela de seu celular. Não tinha porcaria nenhuma pra fazer. Por um momento ficou pensando no nome do garoto, era o mesmo de seu pai, tirando o segundo nome… Mas logo tirou isso da cabeça.

— Ei! Quer conhecer o internato? — Coloca a cabeça pra fora e olha pra cama de baixo.

— Quero!

Pedro pula da cama e vai pra porta, abrindo-a e chamando Pablo com a mão. Pablo logo se levanta e vai para onde o mais velho, que começa a guiá-lo.

— Vou te mostrar as salas de aula extra.

— Sala de aula extra? O que é isso?

— São salas para aulas específicas, tipo, aula de química, deve ser feita na sala de química. Aula de artes é na sala de artes, aula de música é na de músicas… Essas coisas.

Ambos se aproximam da sala de química, que era identificada com um símbolo de frasco com líquido dentro, na porta. Eles entram na sala que é muito grande. Tinham muitas coisas interessantes e loucas.

— Nunca vi algo assim antes! — Diz Pablo, enquanto olha para tudo.

— Sério? Bom… Pois agora viu e vai ver por longos dias. — Dá ênfase na palavra "longos".

Depois de olharem, saem e vão procurar outra sala, parando dessa vez na de informática. Continuam olhando cada coisa das salas até terem visto todas. Quando acabaram de explorar aquele internato enorme, já eram 11:00AM, o que significa que era hora do almoço.

— Já são 11 da manhã… Temos que ir pro Refeitório agora. — Diz para o novato, olhando para um relógio na parede.

— Vai ter muita gente?

— Com certeza!

— Então eu não vou. — Cruza os braços.

— Para, Pablo! Você vai ficar na nossa mesa, não precisa ter vergonha.

— Detesto comer em público. Na verdade se tiver uma só pessoa me olhando ou perto de mim enquanto como, eu fico desconfortável.

Pedro bufou e segurou no braço de Pablo, puxando ele pro refeitório. Pablo se debatia tentando se soltar, sem sucesso. Pra não passar vergonha, Pablo aceitou que não tinha chances e desistiu de fugir.

Quando chegam no refeitório, Pablo se sente indiferente ao passar perto de tantas pessoas. Vai calado e olhando para baixo até chegar na mesa que sentariam.

— E aí meninos! Tavam aonde? — Isa pergunta.

— Explorando o internato, ué! Essa droga é enorme! — Diz Pedro, ao se sentar.

Mais quatro pessoas se juntam na mesa, um garoto de cabelo loiro que é muito alto, um de cabelo escuro, uma garota de cabelo castanho e cacheado, e outra garota de cabelo castanho e liso.

— Hello! — Diz o garoto de cabelo castanho-escuro

— E aí Maic! — Isa acena.

— Quem é esse menino? — A garota de cabelo cacheado pergunta.

— Esse é nosso novo colega de quarto, o Pablo! — Pedro apresenta.

— Prazer migo! Sou a Eva! — A de cabelo cacheado oferece um aperto de mão, retribuído por Pablo segundos depois.

— Eu sou Maicon! — Acena.

— E eu sou Davi! Mas me chame de Poxty! — O loiro se exibe.

— É… Sei bem o porque disso. — Pablo fala, olhando pro tamanho desse gigante.

— E eu sou a Karmen! — A última garota fala.

Eles começavam a conversar, mas Pablo só observava mesmo, as vezes falava quando alguém lhe perguntava algo, mas maior parte do tempo estava calado.

Mesmo assim uma coisa era certa de que passava pela mente de Pablo: Talvez esse lugar não seja tão ruim quanto pensava.

Continua…


Notas Finais


Espero q tenham gostado^^ qualquer erro, desculpem hihi


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