História Don't You Forget About Me - Capítulo 53


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Categorias Avril Lavigne, Bella Hadid, Demi Lovato, Emma Watson, Gigi Hadid, Hailey Rhode Baldwin, Little Mix, Lucas Till, Miley Cyrus, One Direction
Personagens Avril Lavigne, Bella Hadid, Demi Lovato, Emma Watson, Gigi Hadid, Hailey Baldwin, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Lucas Till, Miley Cyrus, Niall Horan, Perrie Edwards, Zayn Malik
Tags Avril Lavigne, Bella Hadid, Boy Band, Briana Jungwirth, Demi Lovato, Emma Watson, Gigi Hadid, Hailey Baldwin, Harry Styles, Liam Payne, Little Mix, Louis Tomlinson, Lucas Till, Miley Cyrus, Niall Horan, One Direction, Perrie Edwards, Sophia Smith, Zayn Malik
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Palavras 2.836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey guys como estão?

Capítulo 53 - Capítulo 53


Perrie P. O. V.

Quando crianças sempre sonhamos em nos casar, esse é um sonho implícito na vida da maioria das garotas. Desejamos usar aqueles vestidos espalhafatosos, e encontrar a pessoa de nossos sonhos a nossa espera no altar.

Felizmente meu coração palpitava em alegria por saber que esse dia tão esperado havia chegado.

Há pouco tempo eu cheguei a pensar que tudo o que eu sempre idealizei havia se perdido para sempre. Tentei conviver com a ideia de que meu futuro seria construído nas sombras de um amor que eu jamais poderia ter. E agora, aqui estava eu, passando por um momento tão anciado em minha vida.

Receber os conselhos de nossos pais para ter um longo e feliz casamento valia mais que qualquer outro presente. Apenas sentir seus olhares de orgulho sobre nós me fazia ser a garota mais feliz e sortuda sobre a terra, e ter a certeza que de fato escolhi o homem certo para unir a minha vida.

— Chegou o grande dia. — Demi está animada. Ela sorri enquanto ajeita o véu no meu cabelo.

Encaro o meu reflexo no espelho também com um sorriso no rosto, e fotografo na memória cada segundo desse momento.

Meu vestido era definitivamente prefeito! Ele tinha o decote tomara-que-caia, era acinturado, e a saia era de tule deixando o vestido volumoso, os botões da parte de trás eram de cristais o que deixava tudo mais lindo. O meu véu era enorme, com várias camadas de tule, e toda a borda contava com uma renda superdelicada. Mesmo após anos não teria como eu amar menos esse vestido.

— Você está tão linda! — outra amiga minha surge atrás de mim. Dessa vez é Emma e ela está chorando. Demi até que tenta não se deixar contagiar mas acaba derramando algumas lágrimas.

— Assim vocês vão me fazer chorar também. — me viro para as duas, e posso sentir os meus olhos se enchendo aos poucos.

— Nada de choro, senão você vai borrar a maquiagem. — Demi se apressa em dizer e começa a secar as lágrimas de seus olhos. — Hoje é um dia feliz, então só temos motivos para sorrir.

Concordo e afasto pensamentos emotivos. Preciso evitar qualquer lágrima que venha a cair.

— Pronto, já trouxe! — a porta do quarto é escancarada e Avril passa por ela. Está ofegante. Não é para menos, a coitada saiu daqui às pressas, pois, assim que ela disse que tinha esquecido o arranjo em sua casa as meninas ficaram loucas, e só faltaram matá-la.

Por incrível que pareça elas estavam mais nervosas do que eu, pareciam até que eram elas que estavam prestes a se casar.

— Já não era tempo Avril! Daqui a pouco a Perrie tem que ir para igreja. — Emma vai até Avril e puxa de suas mãos o arranjo de flores que seria colocado no meu cabelo.

— Olha, eu fui e voltei correndo! Foi mal ter esquecido lá em casa!

— Isso não importa, e sim que você já está aqui. — sorrio para ela e pego uma de suas mãos.

Não tem por que as meninas pegarem tanto no pé da Avril por uma bobagem. Por mim, ela nem teria voltado para pegar o tal arranjo.

— E esse bebêzinho, como está?

— Bem. — o sorrisso da Avie se torna ainda maior enquanto ela acaricia a sua barriga que já tinha um pequeno volume. — E a Miley? — finalmente pergunta pela única que não está no quarto ao dar sua falta.

— Foi ajudar o pai com a roupa. — a Demi ri — Ela disse que encontra a gente na igreja.

— Agora vem Perrie, deixa eu pôr isso em você. — Emma caminha até mim para colocar o arranjo na minha cabeça.

Como a ajuda de Avril e Demi ela finalmente o prende no meu cabelo com o véu logo abaixo.

— Você está prefeita amiga. — Avril sorri ao me ver completamente pronta.

Sinto as batidas do meu coração aumentarem. Não achei que pudesse ficar mais nervosa.

Ouvimos batidas na porta e olhamos na direção do som, para então, encontrar o meu pai nos olhando com orgulho estampado em seu rosto.

— Vamos? Senão daqui a pouco voltamos a chorar e estragamos toda a maquiagem. — Demi diz abanando o rosto para que mais lágrimas não caíssem de seus olhos.

Eu nem acredito que finalmente esse dia chegou. Eu e Zayn já passamos por tanta coisa que cheguei a pensar que nunca ficaríamos juntos. Eu não podia estar mais feliz. Hoje, me casaria com o homem da minha vida, e formaria uma família ao lado dele.

Entrei no carro com a ajuda das meninas, pois o meu vestido era bem volumoso. Elas também entram no carro e ele partiu em direção à igreja.

Zayn P. O. V.

Eu estava tão nervoso, mas um nervosismo diferente da vez em quase me casei com a Gigi. Dessa vez eu sentia algo bom dentro do meu peito, era uma sensação diferente de tudo o que eu já senti. Nem acredito que realmente estou prestes a me casar com a Perrie. Há algum tempo atrás isso se tornou um sonho tão distante que parece até mentira que finalmente vou unir a minha vida a mulher que eu amo.

Mais uma vez estou em uma sala da igreja encarando o meu reflexo no espelho, mas dessa vez, eu tenho um sorriso no rosto, um sorriso de felicidade que nada nem ninguém conseguiria tirar de mim.

— Está feliz, não é mesmo? — Minha mãe entra na sala. Em seus lábios havia um sorriso doce, que me leva a ter um também.

— Como não estaria? Finalmente vamos ficar juntos mãe, e dessa vez nada nem ninguém vai separar a gente. — Eu estou convicto do que digo. Não deixaria mais que mentiras e fofocas destruíssem nosso relacionamento.

— Fico feliz por você meu filho. Sei o quanto ama essa menina, e também sei que ela vai te fazer feliz, porque também te ama. — Ela faz um carinho no meu rosto. Sou tomado pela melhor sensação que poderia pedir.

— Ao contrário do meu pai que não consegue nem disfarçar a raiva que está sentindo.

Logo a sensação de conforto vai embora quando me lembro que meu pai tentou de todas a formas me convencer a não me casar com a Perrie.

Nunca vou conseguir entender por que ele não pode aceitá-la. Perrie é uma garota incrível. Qualquer um ficaria honrado de tê-la na família.

— Você sabe como o seu pai é, quer sempre que as coisas sejam feitas do jeito dele, mas ele vai acabar a aceitando, afinal, agora ela vai ser parte da nossa família.

— Ele está aqui? — Não sei por que, mas ainda tenho um fio de esperança de que ele possa ter deixado seu orgulho de lado e tenha vindo partilhar esse momento tão importante e feliz da minha vida.

— Ele pode não ter concordado com a sua decisão, mas é filho dele, e ele não perderia o seu casamento querido.

Surpreso? Estou sim. Mas era muito bom saber que o meu pai estava aqui. Eu sabia que ele preferia a Gigi ao invés da Perrie, mesmo depois de toda a mentira que ela inventou, mas em parte ele tinha sim concordado com a minha escolha só por estar aqui, e aceitado a Perrie mesmo não sendo capaz de admitir.

Não demora até que me puxem para o altar. Isso significava que Perrie já estava aqui e em minutos minha vida mudaria para sempre, para melhor estou certo disso.

No instante em que a vejo atravessar as portas da igreja o meu coração para no peito. Ela é a mulher mais linda que já vi em toda a minha vida. Sou tão sortudo por poder passar o resto do meus dias com a pessoa mais extraordinária desse mundo. Não vou, jamais, desperdiçar um dia sequer sem lhe oferecer todo amor que ela merece.

Toco suas mãos quando o seu pai a passa para mim. Não consigo tirar os olhos dela por um minuto. Mal posso esperar para sairmos dessa igreja e recebermos logo os convidados, para finalmente ficarmos a sós na nossa nova casa. Escolhemos a França para passar a lua de mel. Partiremos no dia seguinte. Perrie sempre foi apaixonada por Paris, e nem cogitamos outro lugar. Percebo que me tornei um marido que fará todas as suas vontades.

A cerimônia não é muito demorada. Sussurro para Perrie umas cinco vezes o quando ela está radiante, e logo estamos dando nosso primeiro beijo como marido e mulher.

Tudo parecia até um conto de fadas. Saímos da igreja com saudações, pétalas de rosas e chuva de arroz. Contudo, todo conto de fadas tem uma bruxa, e a nossa história não podia ser diferente.

— O casalzinho está muito feliz não é mesmo?

A voz de Yolanda me tira o sorriso do rosto.

Por quê? Por que ela tinha que vir até aqui estragar um dos momentos mais importantes da minha vida?

Na verdade, fico atônito quando analiso sua figura. Talvez isso não fosse real. Que tipo de ser humano estaria apontando uma arma para dois jovens que acabam de começar a construir um futuro? Pelo visto Yolanda era um ser doentio desse.

— Yolanda? O que está fazendo? — não posso deixar de perguntar. Simplesmente não consigo entender o que se passa.

Todos estão em choque, parados, encarando a cena, com seus sorrisos levados com o vento.

— Era pra minha filha estar aí, era pra ela ser a sua esposa! E não essa qualquer que tudo o que fez foi tirar você dela! — ela grita histérica. Balança a arma descontroladamente para nós dois. Instintivamente me coloco na frente da Perrie.

— Yolanda abaixa essa arma por favor. — estou desesperadamente tentando controlar essa situação absurda, mas minha tentativa não parece estar dando muito certo.

— Você a amava, ia formar uma família com ela. — Yolanda ignora completamente o meu pedido, permanecendo com a arma apontada para nós.

Posso sentir como Perrie está tensa e assustada com tudo isso. Quem poderia imaginar ter sua vida em risco apenas por amar alguém, e ser amada com reciprocidade.

— Eu nunca amei a Gigi! Põe uma coisa na sua cabeça, a única pessoa que eu amo se chama Perrie Edwards, e agora, Sr.ª Malik, minha esposa. — aperto forte a mão de Perrie que está pouco atrás de mim.

— Zayn ainda dá tempo de consertar a besteira que você fez e voltar para a minha filha.

— Yolanda já chega! Abaixa essa arma e vamos conversar. — dessa vez o meu pai intervém. Tudo estava indo longe de mais. Alguém tinha que parar aquela louca.

— Yaser sei que concorda comigo, sei que também quer que nossos filhos fiquem juntos.

— Zayn fez a escolha dele, e eu respeito isso. Agora por favor, abaixa essa arma.

Ela não parecia ouvir o que meu pai lhe dizia, ignorava completamente essa parte, e dava prioridade somente às suas loucuras. Essa atitude estava me amedrontando ainda mais. As coisas estavam saindo de proporção. De repente, senti um calafrio horrível percorrer minha espinha, e uma angústia pavorosa tomou conta de mim.

— Minha menina não para de chorar um instante sequer, e tudo por sua culpa! — a arma que Yolanda tem nas mãos é direcionada exclusivamente na direção de Perrie. Escondo-a completamente com o meu corpo, sou o seu escudo. Pelo que depender de mim Yolanda não encostará em um fio de cabelo dela.

— Senhora sinto muito por tudo o que aconteceu, que os planos que criou para a sua filha não tenham ocorrido como imaginou. Mas nunca foi minha intenção magoar os sentimentos de alguém. Gigi fez isso por si própria quando inventou aquela mentira, uma mentira que foi criada para atingir a mim, mas só que acabou se voltando contra ela mesma.

Perrie toma a frente da situação para se defender de uma acusação descabida. Mas a loucura de Yolanda vai além do que imaginamos. Ela balança a cabeça, olha para mim de novo. Seus olhos estão tão obscuros que entro em pânico.

— Se você não vai ficar com a minha filha, também não vai ficar com mais ninguém. — num pequeno movimento ela muda a posição da arma de Perrie para mim. Yolanda atira sem pensar e espero pelo momento em que meu corpo será atingido por um projétil carregado de chumbo. Porém, esse momento não chega. Escuto o barulho, mas não sinto o impacto, e quando abro os olhos, não sou eu quem está sangrando, é Perrie.

O meu mundo se destruiu naquele instante. Em que segundo ela foi parar na minha frente? Por que ela foi parar na minha frente? Por que razão ela achou que deveria levar um tiro por mim?

A minha cabeça gira, e imediatamente lágrimas caem dos meus olhos. O corpo de Perrie fraqueja, mas o meu não quando ajo prontamente e a seguro antes que seu corpo se choque contra o chão.

— Não, não, não. — digo desesperado. — Por que fez isso meu amor?

Minhas mãos estão sobre a sua ferida, numa tentativa de amenizar o sangue que sai sem parar.

— Eu tinha que proteger você.

Quase não consigo ouvir sua voz.

Como foi que de repente o sonho se tornou um pesadelo? Por um momento olho para a estrutura da igreja. Por que Deus estava fazendo isso comigo? Por que estava fazendo isso com ela? Peço em pensamentos para que ele troque a minha vida pela dela, mesmo sabendo que a minha alma está tão condenada e não vale um terço da dela. Talvez isso fosse um castigo por tudo o que eu já fiz. Talvez nunca estivesse nos planos de Deus que eu ficasse com Perrie. Este castigo, seria o mais miserável de todos. Não haveria mais vida para mim depois que a dela acabasse.

— Não. Sou eu quem deveria ter protegido você, eu! Está tudo errado, tudo.

Está tudo um caos. Seu vestido que antes era de um branco incrível como as nuvens do céu em dia ensolarado, agora está tomado pelo vermelho do seu sangue.

Quero morrer, quero morrer nesse exato momento. Quero que essa dor dentro de mim acabe. Quero sair desta vida junto com a Perrie.

— Zayn. — Sua voz afasta os pensamentos ruins por um instante. Ela fala com tanta dificuldade que tenho medo de que qualquer gesto que ela faça vá piorar seu quadro.

— Xiii. Não tente falar ok? — imploro para que tudo corra bem. Para que eu não a perca. Para que todos os planos que fizemos se concretizem.

A essa altura minhas mãos e minhas roupas também já estão cobertas de sangue. Não sei mais o que fazer, simplesmente não sei.

— ALGUÉM CHAMA UMA AMBULÂNCIA PELO AMOR DE DEUS! — grito a plenos pulmões. Olho ao redor esperando que alguém se mova, e nessa hora, vejo os pais da Perrie. Sua mãe está desmaiada no chão e seu pai está cuidando dela assim como faço com Perrie. Ele tem lágrimas nos olhos como eu, e também está totalmente desesperado sem saber se socorre a sua esposa ou vem até sua filha.

Escuto gritos e noto que eles vem de Avril. Ela parece sentir uma dor enorme, e sangue está escorrendo por suas pernas. Harry e Emma estão ajudando-a, assim como outras pessoas.

Muitas pessoas também estão ao meu redor, uns ligam para a maldita ambulância que não chega e outros tentam ajudar de alguma outra maneira.

— Meu amor. — ouço a voz de Perrie outra vez, e desta também sinto seu toque. Sua mão vai até o meu rosto e eu a seguro ali, dando apoio para poder sentir por mais algum tempo. — Me promete uma coisa?

— O que você quiser meu amor, o que você quiser. — respondo sem hesitar.

— Me promete que nunca vai se esquecer de mim, do nosso amor?

— O que você está dizendo? Ainda vamos ficar juntos por muito tempo. Você não vai me deixar, você não pode!

Não posso tirar os olhos de Perrie. Não posso deixá-la partir.

— Eu amo você Zayn, sempre amei, e sempre vou amar. — ela ainda consegue formar um pequeno sorriso ao terminar a frase. Talvez o último que eu tenha visto. Seus olhos estão fechados agora. Não consigo respirar.

— Perrie! Perrie fica comigo! Não me deixa por favor! — tento acordá-la, mas inútil.

Quando eu finalmente percebo que ela não vai mais abrir os olhos não é nada menos que terror o que eu sinto. Acabou para mim. Também estou morto. Morto por dentro. Não sinto mais o meu coração bater, eu não sinto mais nada.

— NÃAAAAAAAAAO!

A dor que sai de mim é de atingir a qualquer um que esteja próximo. É a mais profunda que algum ser humano poderia experenciar.



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