História Doot: em busca da Corneta Lendária - Capítulo 2


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Categorias Wolfenstein
Tags Doom, Esqueletos
Visualizações 1
Palavras 786
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Fantasia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo nessa budega que ninguém lê mas eu não me importo.

Capítulo 2 - 1-Sky-rim


Bob acordou em Céu-Rim, que é a terra que foi criada por seres inteligentes e engenhosos porém sofreu alterações e recebeu acréscimos absurdos logo se tornou um lugar caótico e confuso, além de ter muita merda aleatória, em uma carroça puxada por um pônei e guiada por um vampiro azul (com um capuz para não queimar até a morte).
-O que está acontecendo? -disse enquanto pulava pra fora da carroça.
-Ah, então você está vivo.....-disse o sanguessuga, triste por não poder mais fazer uma armadura de ossos ou roubar o lança misseis.
-Então estavam querendo saquear as minhas coisas? Sorte sua que eu não tenho tempo pra te quebrar.
-Nossa, estou morrendo de medo.
-Me respeita seu bosta. Eu sou o herói escolhido por uma profecia!
-Foda-se.
-O quê?!
-Tá surdo? Se não, deveria, ouvido não tem osso.
O esqueleto decidiu ir embora antes que sua pressão começasse a subir.
-Profecia. Que cara mais trouxa.
Enquanto caminhava encontrou, por "coincidência", outro esqueleto. O mesmo era um pouco mais alto que o protagonista, usava um capacete de legionário e carregava um cajado de madeira cinza, e se chamava Q´Pjofnopwef. Bob contou-lhe sobre a "profecia" e o mesmo decidiu se unir a jornada, por saber aonde poderia encontrar um dos fragmentos e por querer roubar a corneta pra si. E assim a jornada finalmente começou e o primeiro aliado surgiu, mas não sem antes passar na Mercearia/Bar/Forja do Sir Isaac. E também atacar guardas de Skyrim (que iriam trocar seu diálogo manjado pra outro parecido mas adaptado para as injurias recentes) sem motivo
-Alô meu consagrado!
-Q´Pjofnopwef? À quanto tempo!- disse Isaac, um caranguejo de lama, usava uma cartola, um monóculo, um terno vinho (a cor, só falando mesmo) e uma manga de formato ondulado de uma camisa branca, que usava embaixo do terno, aparecia.
-O que te trazes aqui no dia de hoje caro companheiro? E quem serias esse o sujeito que te acompanhas?
-Espera um pouco- disse o do lança-mísseis- mas ele é um caranguejo, ele não pode ser dono de tudo isso.
-E por quê? Qual o problema?
-Lugar de caranguejo é na água, na lama ou na areia, ele não merece isso.
-Não sabia que tu era um caranguejofóbico, decepcionado. Fica ofendendo o cara com esse seu discurso de ódio aí- enquanto isso, Isaac apenas observa.
-Isso nem faz sentido. Como é que ele cuida do lugar?
-Vós dizeis tais palavras mas como sequer o fazes? Não possui garganta ou cordas vocais, nem mesmo órgãos, como continuas a viver? Se tudo que viestes fazer é criticar e difamar meu trabalho por razões fúteis e desprezar meu esforço e os resultados produzidos pelo mesmo sugiro que dê meia volta e tentes fazer o mesmo que a minha pessoa já fez até agora, porém de maneira mais eficiente e possuindo técnicas superiores às minhas.
-Nooooooossssa, se fosse você não falava nada. - e não falou mesmo- Mudando de assunto, me vê uma garrafa de rum aí.- bebeu a garrafa inteira. Alguma magia desconhecida impedia a bebida de vasar por entre os ossos, e outra semelhante era usada para fazer com que a mesma fosse absorvida pelos ossos do tórax.

-Como anda a minha belezinha? Já está em perfeito estado?

-Vossa mercê vieste no momento correto, aguarde um instante e já trarei sua arma de fogo. -Isaac desce do seu banco e sua seu jetpack para chegar rapidamente na sala onde guarda as armas.

-Aqui está.- disse enquanto devolvia a arma para Q´Pjofnopwef (um fuzil de assalto, para ser mais exato).

-Gradecido. Vou indo nessa então, falou.

-Adeus.

E então a dupla seguiram o caminho até o fragmento, porém descobriram que não havia mais nada lá. Q´Pjofnopwef ficou lamentando não ter coletado o item quando teve chance na porta da fortaleza enquanto Bob foi procurar alguma informação útil.

-Com licença -disse Bob, depois de bater da mesma maneira que em uma porta em algo supostamente invisível

-Que foi cacete! Não tá vendo que eu tô ocupado? Aliás, como é que você sabia que eu tava aqui?

-Já conheci um ser "invisível" antes, aprendi a localizar coisas semelhantes. Mudando de assunto, sabe se alguém passou naquela fortaleza antes?

-Um cara com uma armadura espalhafatosa que usava um berro estranho pra atacar os seus inimigos. acho que ele deve ter ido pra algum lugar perto de Skyrim.

-Valeu aí.

-Por acaso cê não teria visto um bicho meio esquelético, preto, que tinha uma cabeça parecida com um cilindro e uma cauda?

-Acho que eu vi algo assim hoje mais cedo praquela direção.

-Valeu.

Logo os esqueletos foram em direção a Skyrim, para enfim encontrar o que tanto buscavam, para enfim dar continuidade a jornada pelos fragmentos da Corneta Lendária.


Notas Finais


Acho que já estou melhorando um pouco. Quem sabe, eu posso melhorar para um escritor passável ao final dessa história.


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