História Dor e Amor - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Tags Depressão, Ódio
Visualizações 7
Palavras 794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, LGBT, Magia, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpe a demora para postar mais um capítulo, tive um bloqueio de criatividade... Mas enfim... Boa leitura :3 <3

Capítulo 4 - "Droga..."


CAPITULO 4 - "Droga..."

 

Me levantei da cama de Harumi e fui até meu quarto tomar um banho, entrei dentro do box e liguei o chuveiro, a água escorria sobre todo meu corpo, olhei meus cortes e fui lembrando de cada momento e o motivo de cada corte. Lágrimas quentes escorriam sobre meu rosto, lembrando de tudo.

 

Mãe... Porque você tinha que ir tão cedo?... Porque você não pode estar aqui comigo, me dando concelhos amorosos, coisas que uma mãe faria... Porque você não existe mais?! ... – coloco uma mão contra a parede, cheia de raiva, mais e mais lágrimas escorriam meu rosto. Comecei a socar a parede do box com todas as minhas forças, de tanto socar, minha mão esquerda sangrava, mas mesmo assim continuei a socar, a socar e a socar. Minha raiva estava a flor da pele, mas era o único jeito que eu encontrei no momento. Após o banho, coloquei uma blusa preta, calça jeans azul escuro, uma gravata branca, tênis branco e enfaixo novamente meus braços. Saio do quarto e vou até a lanchonete, chegando lá, faço o pedido de sempre, pego o mesmo e me sento em uma mesa. – Harumi deve estar dormindo de novo, não vou acordar-la. 

 

Meu pai, junto com seus sentinelas, entram na lanchonete da escola, ele varre seus olhos pela lanchonete me procurando, os sentinelas levam meu pai até mim. Aparentemente ele está furioso, mas, com o que? Ele olha para meus chifres que estão pequenos e se senta na mesa comigo, Iori faz um sinal e dispensa os sentinelas que somem num piscar de olhos.

 

Como vai, filha? – Ele está estranho... Nunca ouvi ele perguntar isso nesse tom calmo, ele não estava furioso?

Porque pergunta? Você nunca se preocupou comigo, só com a hierarquia da nossa família, a reunião dos chefes e blá blá blá. – Nem olho pra ele, apenas para o pão de queijo mordido em minha mão.

Só queria saber como você está, e sim, eu me preocupo com você. – Mentiroso do caralho, ele nunca se importou comigo, desde pequena, nunca me deu amor e carinho que uma criança precisava, agora ele coloca culpa em mim por eu ser tão deprimida? E joga na mamãe também? Isso é babaquice.

Solto uma gargalhada alta, e tampo minha boca com a mão direita. – Não me faça rir, você não se preocupa comigo, muito menos me amou, agora, nessa altura do campeonato você vem e me diz uma merda como essa? – Ele se levanta furioso, e antes que eu possa me defender, ele pega o copo de café do meu lado e joga na minha cara.

SUA FEDELHA!!! – Todos a nossa volta olham para nós, minha cara queima, tenho vontade de gritar de dor, mas me controlo para evitar. SUA INÚTIL!!! – Um tapa. – VAGABUNDA!!! – Mais um tapa. – VOCÊ É UMA VERGONHA PARA A FAMÍLIA!!! – Finalmente possuo coragem e me levanto, subo na mesa e chuto o abdômen de Iori. Chuto mais e mais, a energia se agrupa em minha mão novamente, ela não vem de nenhum sentimento bom, ela vem do ódio mais profundo que você já viu na vida. Com a mão eletrizada, dou um soco em seu rosto, fazendo-o cair no chão e se contorcer de dor. Sim, meu pai é quase imune a tudo, mas a única coisa que ele não é 100% imune, é a eletricidade. Hahahaha, ver ele assim é tão excitante, tão tentador, mas tenho que me controlar.

 

Os sentinelas voltam após ouvir o berro de meu pai, um deles leva meu pai e o outro vem em minha direção com uma Katana branca, não consigo desviar muito e o sentinela corta meu olho esquerdo, que sangra no exato momento. Kazuo aparece na minha frente, olhando para mim e é cortado nas costas pelo sentinela, mesmo de costas para ele, Kazuo quebra a Katana branca e olha sobre o ombro, o sentinela sai e segue o outro.

 

Você está bem, Sayuri? – Ele segura meus ombros, me sacudindo para a realidade.

Estou sim, Kazuo, não se preocupe. – Retiro as mãos de Kazuo do meu ombro e saio da lanchonete, com todos os olhos sob mim.

 

Meu olho esquerdo continua sangrando e mesmo assim caminho pelos corredores até o pátio da escola novamente, vejo Iori e Hiroshi discutindo, surpreendentemente, Hiroshi está berrando também, os dois percebem minha presença e saem correndo até mim. Os dois furiosos param diante de mim.

 

VOCÊ VAI SE DISTANCIAR DELA!!! – Falam ao mesmo tempo, sinto Harumi se aproximar de nós. Oh não...

Me distanciar... Da Sayuri?... – Sua voz está trêmula. – Porque?

Soubemos que estavam juntas ontem a noite, vocês sabem que anjos e demônios não se misturam. – Hiroshi fala num tom grave, Harumi capta a mensagem. – Eu avisei que isso não daria certo... Yuu...

 

 

 

 

 

 

CONTINUA...



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