História Dos Palcos pra Vida- Brumilla - Capítulo 16


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Categorias Ludmilla
Tags Brumilla, Brunna, Brunna Gonçalves, Fanfic Brumilla, Ludmilla
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Palavras 2.921
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Durma bem, Meu amor


P.o.v Ludmilla

Brunna, Marcos e eu fomos no mesmo carro para minha casa, minha família me esperava ansiosa após o término do show e eu queria muito estar com eles nesse momento. Não recebi mais mensagens e isso de certa forma me tranquilizava, poder dividir aquilo com o Marcos me deixava mais calma para conduzir a situação, além de que sua presença me distraia bastante de todos esses problemas que me rondavam. E claro, Brunna era o meu porto seguro. Fazia pouco tempo desde que começamos a ficar, mas essa nossa conexão vai além do contato físico, e isso faz com que eu sinta que estamos juntas a muito tempo.

–"Finalmente! To morrendo de fome"- Marcos diz abrindo a porta do carro assim que o veículo estaciona na frente de casa. 

–"Iih ala, filma a cara de quem só veio pra comer"- digo apontando o celular para o seu rosto já que estava gravando um store. 

Marcos finge jogar o cabelo e sai andando em direção a entrada da casa. 

–"Posso saber o porquê dessa carinha preocupada?"- me viro para Brunna vendo a mesma um pouco tensa mordendo as unhas.

–"A sua família toda está ai, Lud, que vergonha"- ela diz tampando o rosto com as mãos.

–"Ue, vergonha porque?"- digo achando graça da reação da garota.

–"Simples, você irá me apresentar como amiga?"- ela pergunta finalmente destampando o rosto.

–"Não, claro que não!"

–"Exatamente, meu amor! Eu não estava preparada pra conhecer minha sogra essa noite!!"- ela diz nervosa e eu não consigo segurar o riso, fazendo com que a mulher dê um tapa em meu braço.

–"Eu tô aqui nervosa por conhecer minha sogra que ainda não é minha sogra"- ela diz e eu arqueio minha sobrancelha.

–"Sogra que não é sua sogra?"- pergunto curiosa

–"Ue bonita, a senhora por acaso me pediu em namoro?"

–"Ainda não, mas não é como se ninguém ali soubesse que a gente transa"- digo e ela faz uma carinha de indignada.

–"Que isso gente? Você contou pra sua família sobre nossa vida sexual?"- ela pergunta fazendo uma carinha de indignada.

–"Claro que não né, Bru. Talvez um pouquinho para o Marcos e para minha mãe, mas nada demais."- digo brincando e a mulher do meu lado deixa outro tapa estalado em meu braço.

–"Aii garota, eu to brincando."- digo gargalhando enquanto tento segurar seus braços para impedir que a mesma continue me batendo.

–"Isso é pra você aprender!!"- ela diz tentando avançar mas eu abro a porta do carro e saio correndo do veículo rindo alto da irritação da mais velha.

Ela vem atrás de mim tentando manter uma pose de brava mas falha miseravelmente quando eu faço graça e ela acaba por gargalhar junto comigo. Estico meus braços para pega-la e a abraço deixando um beijo no topo de sua cabeça.

–"Ta pronta?"- digo olhando em seus olhos e ela acena em concordância me dando um sorriso.

–"Yeap, vamos lá"- ela diz animada e é possível ver que ela ainda está nervosa por conhecer minha família, e sem dúvidas todos vão adora-la.

–"Cheguei, Familia!!"- digo gritando e minha mãe se levanta para me dar um abraço. 

–"Meu amor você estava tão linda, eu até cheguei a chorar"- minha mãe diz ainda com lágrimas nos olhos e eu aperto ainda mais em um abraço.

–"Mãe tem alguém especial que eu quero que conheça. Essa é a Brunna, e Bu, essa é a minha mãe."- digo e consigo ver Brunna levemente corada colocando uma mecha de seu cabelo atrás da orelha.

–"É um prazer conhecê-la Dona Silvana"- ela diz timidamente e minha mãe a olha sorrindo sincera.

–"Vem cá me da um abraço menina"- ela puxa Brunna para seus braços e essa cena me deixa genuinamente feliz. As duas mulheres da minha vida ali, juntinhas em um abraço.

–"Ihh gente, daqui a pouco Ludmilla começa  a chorar"- Se você acha que quem disse isso foi o Marcos você acertou. Todas na sala riem e eu acabo por acompanhar.

–"Me chame apenas de Silvana, é um prazer conhecer-la e me sinto muito feliz por fazer minha menina feliz."- minha mãe diz e Brunna sorri sincera para ela.

–"A sua filha me faz muito feliz, Silvana, e eu tenho certeza que esse coração bom que sua filha tem é resultado da boa influência que tem da mãe."- Brunna diz para minha mãe e eu senti o quão feliz ela ficou com o elogio, nada toca tanto minha mãe quanto saber que a criação que ela nos deu é perceptível.

–"Ludmilla minha filha, você não é nem louca de um dia deixar essa mulher."- minha mãe diz e todos caem na gargalhada. 

–"Bom ao menos se depender da sogra, Ludmilla não se livra de mim nem tão cedo."- Brunna diz entrando na brincadeira causando mais risadas no pessoal.

–"Vem cá que eu quero mostrar umas fotos da Ludmilla quando criança." - minha mãe diz arrastando Brunna para sala.

–"É sério isso mãe?"- pergunto indignada e ela me manda um beijo no ar, Brunna pisca para mim e logo elas somem pelo corredor.

–"Sua mãe pareceu gostar muito da Bru."- Marcos diz quando me aproximo do mesmo sentado na mesa de jantar.

–"Você não sabe como isso me deixa aliviada. A Bru é muito importante pra mim, e saber que minha mãe, a pessoa mais importante no mundo pra mim aceita a mulher da minha vida, isso não tem preço"- digo me sentindo feliz. Marcos leva sua mão até o meu ombro e o aperta sorrindo sincero pra mim.

–"Você merece muito ser feliz, e sem dúvidas a Brunna contribui e muito pra isso."- nosso assunto se encerrou ali e logo estávamos comendo todos juntos depois da volta de minha mãe e Brunna para a mesa de jantar.

–"Bom pessoal, acho que está na minha hora de ir, meu corpo pede por cama"- Marcos é o primeiro a se pronunciar, já se passada das 2h da manhã e mal vimos o tempo passar em meio a uma conversa animada.

–"Nada disso, a casa é grande e todos vocês irão dormir aqui, está tarde para vocês irem embora. E Brunna você fica com a gente, certo?"- minha mãe diz e se levanta para preparar o quarto de hóspedes para Marcos e mais alguns amigos da família.

–"Claro, Silvana. Sem dúvidas"- Brunna diz eu a aperto em meus braços. Estou deitada em um dos sofás da sala e ela esta entre minhas pernas deitada com o corpo apoiado em meu peito. Minha mãe sorri com sua resposta e sobe para preparar os quartos.

–"Jesus Cristo que o senhor não permita nenhum gemido de brumilla atrapalhar meu sono, amém"- Marcos diz e Brunna encolhe seu corpo de vergonha. Se ela pudesse ela cavaria um buraco pra se esconder nesse momento.

–"Muito engraçadinho você!"- jogo uma almofada em sua direção e ela acaba por acertar seu rosto com certa força, arrancando risada de todos.

–"Bom crianças, tudo pronto, agora vão dormir."- minha mãe anuncia e logo todos estavam se dando boa noite e caminhando em direção a escada que da acessos aos quartos da casa.

–"Vou ao banheiro, amor"- Brunna diz assim que adentramos meu quarto e eu apenas concordo fazendo um barulho nasal. Tiro o moletom que cobre meu corpo ficando apenas de top e uma calça de moletom cinza já que fazia frio no Rio de Janeiro essa época do ano.

Assim que termino de retirar o moletom do meu corpo sinto meu celular vibrar em meu bolso da calça. Fecho os olhos e rezo para que não seja quem eu estou pensando. Cogito a ideia de ignorar a notificação mas a curiosidade acaba falando mais alto, pego o celular em meu bolso e desbloqueio a tela, clicando no sms do número desconhecido.

Mensagem on: 

"Podemos negociar Lud, você me da o que eu quero, e eu não espalho para mídia que você tem um relacionamento lésbico."

Mensagem off.

–"De novo isso?"- olho para porta do banheiro e Brunna aparenta estar com uma cara nada boa.

–"O que?"- respondo sem entender realmente o que a mesma quer dizer com aquilo.

–"Toda vez que você pega nesse celular acaba por ficar desse jeito, tensa, apreensiva... o que custa me dizer o que está acontecendo?"- ela diz caminhando em minha direção e parando a poucos centímetros de mim.

–"Não tem nada a ser dito porque não está acontecendo nada!"- digo da forma mais tranquila que encontrei.

–"Ah não? Então porque você sempre muda o seu comportamento quando recebe uma mensagem?"- ela questiona parecendo realmente brava com a situação.

–"Bru você está vendo coisa onde não tem..."

–"Eu sei que não temos nada concreto ainda mas deve haver sinceridade nessa relação, eu não tenho direito de te cobrar nada, Ludmilla mas eu preciso que você seja honesta comigo, você tem outra pessoa? Por isso fica tensa desse jeito quando recebe alguma mensagem?"- ela pergunta com certo tremor na voz.

–"Oque??? Ta maluca Brunna, o que você acha que eu sou? Primeiro eu te apresento pra minha família e depois eu tenho outra? Ta de sacanagem??"- digo sentindo a irritação crescer em mim pela acusação.

–"Então me diz, caramba!!! Me diz o porquê desse nervosismo todo, o porquê dessa mudança de comportamento tão brusca. Eu me preocupo com você, okay?" - ela diz e eu sinto uma pontada de culpa. Levo minhas mãos até minha cabeça e passo elas por meu rosto me sentindo nervosa com a situação. massageio minhas têmporas devido a dor se cabeça que me invade e respiro fundo pensando na melhor forma de sair dessa situação.

–"Vem aqui."- estendo a mão para ela e mesmo relutante ela aceita. A trago até a cama e me sento de frente pra mesma.

–"Me desculpa. Eu não queria te passar uma imagem de insegurança, e eu sei como isso é péssimo. Eeu... me sinto envergonhada por te fazer passar por isso. Eu não tenho outra pessoa, e nem quero ter ninguém além de você."- termino de dizer e alcanço meu celular no criado-mudo onde havia o deixado. Desbloqueio a tela do mesmo e entro nas configurações do aparelho.

–"Me da o seu dedo.."- ela estende sua mão e eu posiciono seu polegar no leitor de digitais do iPhone. Depois de alguns procedimentos o aparelho notifica que uma nova digital foi cadastrada em seu sistema.

–"Quando eu disser que você não deve se preocupar, eu espero que você confie em mim e realmente acredite que não deve se preocupar. Agora você tem o passe livre pra saber tudo da minha vida, se achar necessário...está aqui."- mostro o celular e o coloco novamente no móvel, ela me olha com lágrimas nos olhos e eu sinto meu coração se partir por vê-la daquela forma. 

–"Me desculpa amor... eeu eu nem sei porque agi assim. Eu senti o ciúme me consumir e eeu percebo o quanto fui horrível com vvocê! Eu morro de medo de te perder.. Me desculpa por isso."- ela diz segurando o choro e eu não resisto. É impossível ficar brava com essa mulher.

–"Vem cá, mô."- digo e ela se joga em meus braços. Nos deito com cuidado e a deixo com a cabeça apoiada em meu peito. Começo a acariciar sua cabeça em um cafuné gostoso e a sinto relaxar o corpo sob o meu.

–"Passou ta bom? Esquece tudo isso"- ela assente e eu sorrio feliz por ela estar mais calma. 

–"O que acha de vermos um filme,uh? Estamos de férias, baby"- digo animada e isso a faz rir, me deixando satisfeita por ver seu sorriso brilhando novamente.

                                Xx

Passaram-se somente 30 minutos de filme e eu não estou prestando atenção em mais nada do que acontece no mesmo. Brunna esta deitada em meu peito somente de calcinha e sutiã, a mulher passa suas unhas por meu braço me fazendo sentir um forte arrepio no corpo.

De início pensei que ela estava fazendo isso por pura inocência mas esse pensamento foi por água abaixo quando ela passou a arranhar próximo ao cós da minha calça, ameaçando colocar sua mão dentro da mesma. 

–"Chega desse filme, vem cá mulher."- digo nos virando na cama e ela solta uma gargalhada.

–"Uffa! Pensei que iria demorar menos pra você percebe"- ela diz rindo e eu arqueio uma sobrancelha.

–"Ah é? então a senhorita estava planejando tudo isso?"- digo depositando beijos em seu pescoço causando arrepios em seu corpo.

–"Obvio, você sem camisa e só com essa calça de moletom na mesma cama que eu, resultaria em tudo menos em um filme."- ela diz e eu dou risada pela ousadia da mais velha.

–"Hmmm então vem cá, você conseguiu o que queria."-digo e uno minha boca a sua em um beijo rápido e carregado de desejo.

Nossas línguas se encontram violentamente e isso causa um gemido em nós duas. Ela chupa minha língua lentamente e eu deixo um tapa bem dado em sua coxa. Colo nossas bocas novamente e o beijo se torna rápido e feroz. Puxo seu cabelo da nuca ao mesmo tempo em que mordo seu lábios inferior. Desço minha boca por seu pescoço e ela solta um gemido de satisfação. Deixo lambidas e chupadas por todos seus pescoço fazendo a mulher apertar meus cabelos da nuca e com a outra mão arranhar minhas costas com força me acusando arrepios. 

Retiramos nossas roupas e em um movimento rápido ela empurra meu corpo para o lado e eu caio sob o colchão com um sorriso safado no rosto. Ela engatinha até que esteja no meio de minhas pernas abertas e leva seu dedo até meu queixo levantando meu rosto para que eu a olho nos olhos. 

–"Hoje eu quero retribuir todos os orgasmos maravilhosos que você me deu." - ela diz com uma voz sensual e eu não resisto em agarrar sua bunda e puxa-la para que a mesma se sente em meu colo. 

–"Ah é? E o que você quer fazer?"

–"Quero te chupar, amor. Experimentar o sabor do seu gozo"- ela diz e eu deixo um tapa forte em sua bunda arrancando um gemido dela.

–"Eu tenho uma ideia melhor. Fica de quatro por cima de mim."- digo e ela abre um sorriso safado a medida que levanta sua sobrancelha.

–"Hmmm 69?"- ela pergunta com um sorrisinho em seus lábios.

–"69, baby"- digo e dou mais um tapa em sua nádega.

Sem mais delongas eu me deito na cama abrindo minhas pernas para recebe-la. Ela se posiciona de quatro em cima de mim e se inclina para alcançar minha intimidade, me dando uma visão privilegiada de seu sexo rosado e todo melado de sua excitação.

–"Oh Bru, você ta toda molhada... porra!"- digo e passo meus dedos por sua intimidade os lubrificando.

Ela leva sua boca até meu sexo e passa sua língua timidamente por toda a extensão de meu sexo, me arrancando um gemido. Paro meus movimentos com o dedo em sua boceta para apreciar o oral divino que estava por vir.

Ela passa sua língua por cima do meu clitóris e o rodeia me causando fortes tremores no corpo. Sua língua passa a fazer movimentos rápidos por ali me fazendo desferir tapas em sua bunda empinada em meu rosto. 

–"Porra... isso Bru... aaahn"- passo a gemer sem controle. Ela começa a me penetrar com a língua e fazer movimentos circulares dentro de minha intimidade me fazendo segurar os lençóis da cama com força. Puta merda que boca gostosa.

Resolvo reuni forças e levo minha boca até a sua intimidade, dando uma lambida de seu clitóris até a entrada, fazendo Brunna se contrair. Penetro minha língua em sua boceta e ela para o movimento em minha intimidade para gemer, levando vibrações ao meu clitóris. Passo dois de meus dedos por sua intimidade e os lubrifico, penetrando em sua boceta com força.

–"AHN... Porra!! Isso mete forte"- ela diz gemendo descontrolada e passa a me penetrar também.

Dar prazer e receber prazer ao mesmo tempo é uma coisa dos deuses. Me sinto cada vez mais perto de meu orgasmo e pela intensidade de seus gemidos pelo jeito ela também está perto.

–"Amor... ahhn... mete rápido eu vou gozar"- ela anuncia e a voz dessa mulher dizendo que vai gozar é tão gostosa que sinto meu orgasmo ainda mais perto.

–"Goza comigo, Bru... Oh"- sinto meu corpo tremer e em uma sintonia perfeita sinto a intimidade de Brunna se contrair em meus dedos anunciando o gozo da mais velha. Fecho meus olhos e deixo a onda de prazer me invadir, me fazendo tremular o corpo algumas vezes pela intensidade do orgasmo. A intimidade de Brunna despeja seu liquido por meus dedos e eu não resisto em lambe-los após retirar de sua intimidade.

–"Puta merda, isso foi muito bom"- ela diz ofegante se jogando ao meu lado. Sorrio sem conseguir falar devido ao esforço que fizemos e me limito a apagar as luzes do quarto juntamente com a tv, em seguida abrir meus braços para que Brunna se deite em meu peito na velha posição conhecida por nós duas.

–"Durma bem, meu amor."- digo deixando um beijo no topo de sua cabeça. Ela se estica para pegar o cobertor e jogar por cima de nossos corpos, em seguida deixa um selinho em meus lábios.

–"Durma bem, mô"- ela diz e logo nos entregamos ao sono e ao cansaço após grandes emoções e esforços durante aquela noite.

 


Notas Finais


Resolvi postar mais um hoje hahha até mais


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