História Doutor Bieber - Capítulo 13


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Palavras 3.735
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NÃO, ISSO NÃO É UMA ILUSÃO!
É UM CAPÍTULO NOVO SIM, BORA COMEMORAR? TRAGAM A VODKA E A CATOABA PARA CELEBRAR ESSE MILAGRE!
Meu Deus gente, aconteceu umas coisas que eu nem prefiro citar, mas antes que joguem pedra em mim, tenho uma explicação para essa demora terrível.
➳ Eu tinha excluído Doutor Bieber à um tempo porque eu estava muito insatisfeita pelo meu bloqueio de criatividade e tudo o que eu lia ou escrevia eu achava uma bosta. Até que recebi mensagens tanto no ss como no wats e a maioria era ameaça de morte se eu não restaurasse KKKKKKKKKK
Fiquei muito feliz vendo que tem gente que realmente se importa e gosta da história. Sou eternamente grata a vocês 🌚❤
Agora sem mais delongas, vão ler!

Capítulo 13 - Drunk


Fanfic / Fanfiction Doutor Bieber - Capítulo 13 - Drunk

Justin Bieber.

Pai.

Uma simples palavra, mas que tem um grande significado.

E ai eu me pergunto: será que eu conseguiria prestar a esse papel?

A minha cabeça literalmente martelava. Não é todo dia na vida que você abre a porta da sua casa e ver uma criança com cara de choro parada ali. Eu entrei em estado de choque e alerta. Assim que li aquela carta eu senti como se meu mundo caísse e um elefante esmagasse minha cabeça causando um enorme estrago.

Eu ainda não conseguia acreditar que eu tinha uma filha todo esse tempo. Eu estava irritado por nunca saber disso e bastante atordoado com toda essa situação. Eu nunca tive nenhuma experiência com isso, mesmo tendo irmãos mais novos eu nunca precisei ser responsável como um pai. Eu sou aquele cara que gosta de curtição, festa, sexo e viver a vida de solteiro cafageste. Mas olha só aonde essa vida me levou. Uma consequência enorme e que exige da sua total atenção e responsabilidade. E sinceramente essa palavra não existia no meu dicionário.

Eu não sei cuidar nem de mim mesmo, quanto mais de uma criança. Nunca levo jeito para essas coisas. Como vou fazer isso? Sozinho eu não consigo e chego a duvidar que isso seria possível um dia. Claro que eu ja cheguei a pensar no futuro, mas não agora. Porra, eu só tenho vinte e dois anos e já sou pai!

Minha vida vai mudar drasticamente e nunca mais vai ser a mesma.

Não tem como eu cuidar de Kate, sinto que nunca irei conseguir.

Tudo o que eu mais queria nesse momento era sumir para bem longe e esquecer todos os problemas que me rodeavam.

— Você se lembra dessa Lauren? — Amber quebrou o silêncio agonizante do quarto e eu assenti vagamente, me lembrando do quão bonita a loira era.

— Sim... um pouco!

— Você é ginecologista e não usa camisinha? Isso chega a ser cômico para não ser trágico!

A olhei bravo e cerrei os punhos, parando de andar no quarto.

— Eu estava bêbado, sem sei o que eu tava fazendo. — ela bufou e revirou os olhos — Agora dá para me ajudar?

— Você tem uma responsabilidade agora e terá que lidar com isso.

— Responsabilidade? — aumentei o tom de voz já me exaltando — Eu mal tenho responsabilidade comigo mesmo imagina com uma criança de um ano!

— Fala baixo! — me repreendeu quase em um sussurro — Olha, eu sei que é difícil ok? Mas você vai superar e vai conseguir cuidar da criança. Não é impossível, ainda mais quando você tem amigos e pais que podem te ajudar!

— Meus pais vão me matar se souberem que eu engravidei uma menina — falei me sentando na ponta da sua cama e pousando meus cotovelos nos joelhos com a cabeça abaixada.

Amber suspirou e andou em passos lentos até mim, se sentando ao meu lado.

— Eles podem ficar bravos com você, mas uma hora eles iram te apoiar. Afinal, você é o filho deles!

— Não tenho muita certeza disso. — sussurrei já tendo a cena de Pattie completamente brava e soltando fogos pela casa inteira na minha cabeça. Eu sei que quando eles souberem disso, iram me olhar decepcionados e isso é uma coisa que quebra meu coração — Caralho, Amber. Você vai ter que me ajudar!

— Onde ela está? Afinal, como aconteceu isso?

Suspirei me lembrando da cena horas atrás que eu preferia esquecer.

— Eu escutei a campainha tocar ai eu fui abrir a porta e vi a garota chorando com uma pequena mala ao lado. Eu não sabia o que fazer porque não tinha ninguém no lado de fora, ai eu peguei ela e deixei na casa do Chaz!

Ela respirou fundo e esfregou seu rosto com as mãos, passando pelo seu cabelo e apoiando os cotovelos nas pernas.

— Por que não pediu ajuda a Crystal invés de mim? Ela tem mais experiência com essas coisas.

Indireitei minha postura e a encarei como se ela tivesse comido merda.

— Tá falando sério?

Amber me olhou com a sobrancelha arqueada e eu ri em deboche, balançando a cabeça.

— Ela não soube nem cuidar de você, quanto mais de uma menina de um ano. É capaz dela tacar fogo na criança!

— Também não é assim — disse em puro tédio — Ela cuidou muito bem de mim antes de sofrer atraso mental

Resolvi ficar calado antes que aquela conversa tomasse outro rumo e soltei uma lufada de ar, balançando a perna freneticamente com a inquietação tomando conta do meu corpo e minhas mãos instalarem suor.

— O que eu vou fazer? — murmurei encarando o chão fixamente.

— Você vai voltar lá na casa do Chaz e cuidar da sua filha!

— Tu só pode tá de brincadeira comigo né Amber? — me levantei quase em um pulo — Eu não sei cuidar de uma criança, porra. Não sei trocar fralda, fazer leite, comprar roupinhas, nem o que fazer quando ela chorar na madrugada. Eu não sei fazer isso, eu não nasci para ser a porra de um pai!

Ela me lançou um olhar duro e incrédulo, antes de se levantar e ficar de frente para mim com os braços cruzados.

— Me responde uma pergunta, você sabe fazer o que afinal? Transar não é resposta! — fiquei calado sabendo muito bem que eu não sirvo para porra nenhuma — Hein Bieber?

— Amber, você não vai me estressar mais do que eu já estou!

— Eu sei que você está desmoronando por dentro e não adianta ficar com essa sua pose de machão forte. Eu quero muito te ajudar, mas o meu maior medo é depois disso você me descartar como se eu fosse uma boneca inflável!

— Você acha mesmo que eu seria capaz disso?

— Claro! — falou como se fosse óbvio — Depois de você ter transado com a minha mãe eu não duvido mais de nada!

— Isso já é passado! — trinquei os dentes já ficando irritado com esse seu papo novamente.

— Jura? Até parece que vocês não se pegam na sua sala.

Estalei a língua no céu da boca impaciente e voltei a andar pelo seu quarto até chegar a sua varanda, apoiando meu braço na porta e fechando os olhos sentindo o vento soprar meu rosto.

— Temos mesmo que falar disso agora?

Escutei seu suspiro e logo em seguida seus passos pela madeira até chegar ao meu lado, virando o seu rosto para me encarar.

— Eu sei que vai ser a pior fase para você, mas saiba que eu estou aqui para te ajudar no que quiser. Você não está sozinho!

Fiquei processando suas palavras ainda sem ter coragem de olhar nos seus olhos e no momento que ela ficou de frente à mim e entrelacou seus braços em volta do meu pescoço, me puxando para um abraço fiquei estático sem mover um músculo.

Ela apoiou sua cabeça no meu ombro e eu ainda fiquei parado com o olhar vago em qualquer ponto do lado de fora, sentindo minha garganta travar.

Não cara, eu não posso ter uma filha. Mas também não posso leva-la para a adoção!

O que é que eu vou fazer da minha vida agora? Merda, merda, merda, mil vezes merda!

Fechei os olhos e retribui o abraço, me permitindo deixar algumas lágrimas rolarem pelas minhas bochechas.

O que eu fiz para merecer a Amber? Depois de tudo o que eu fiz, ela ainda continua ao meu lado. Juro que nunca vou conseguir entende-la. Eu sei que nossa relação mudou um pouco nesses tempos e ela conseguiu fazer minha cabeça virar de cabeça para baixo assim como sua mãe, já que me aproximei dela com o emprego que ela conseguiu na clínica, mas eu sabia que Crystal tava saindo com um cara que trabalhava lá e que talvez eu possa está confundido desejo com sentimento.

Eu vou acabar ficando louco com tudo o que tá acontecendo na minha vida esses dias e para completar recebi a bomba hoje.

Soltando o ar pela boca, me separei do seu corpo e me virei no exato momento evitando que ela me veja chorar. Isso era muito constrangedor!

— Justin! — passei a mão pelo rosto tirando os requisitos de lágrimas e balancei a cabeça, voltando para o quarto mesmo com ela me chamando. — Ei, olha para mim!

— Não, eu preciso ficar sozinho. — falei com a voz embargada indo até a porta, já tendo a idéia para onde ir.

— Você vai aonde? — ignorei sua pergunta saindo do seu quarto e sendo seguido por ela pelos corredores — Por favor, fica aqui. Não vai fazer algo sem pensar, Bieber!

— Relaxa — passei pela sala recebendo o olhar confuso de Crystal que se levantou do sofá vendo aquela cena.

— Não, você não vai a lugar algum!

Fui interrompido de abrir a porta quando meu braço foi puxado e fui obrigado a encara-la.

— Me larga, Amber. — tentei ser paciente, mas com sua teimosia não ia demorar até que eu me explodisse — Eu vou dá uma volta, eu não quero ninguém no meu pé!

— Eu vou com você — falou firme e eu respirei fundo, puxando meu braço com um pouco de violência notando por canto de olho Crystal se aproximar.

— O que está acontecendo aqui?

— Já disse que eu quero ficar só. Ainda não entendeu isso, porra? — quase gritei recebendo sua feição assustada, ignorando a outra.

— Você não precisa se sentir assim, você sabe que eu estou aqui para...

— Amber, eu não quero! Me deixa em paz!

— Ei, o que tá acontecendo aqui? Alguém pode me explicar? — Crystal perguntou já se exaltando e eu olhei para as duas pela última vez antes de girar a maçaneta da porta e sair da sua casa, sentindo o vento gélido bater contra meu rosto vendo que não tinha ninguém na rua.

— Por favor, não vai! — Amber gritou me seguindo até o meu carro e eu a ignorei, entrando no mesmo. — ABRE ESSA PORTA, BIEBER!

Liguei o automóvel mesmo com ela batendo na janela como uma louca e dei partida a todo vapor pelas ruas desérticas com meus pensamentos à mil, vendo pelo retrovisor ela sozinha no meio da rua.

Eu podia sentir que minha cabeça ia explodir a qualquer momento e nada mais justo esquecer as desgraças da vida bebendo até sair do bar cambaleando sem saber o próprio nome.

Sei que ela queria me acalmar e tentar evitar isso, mas eu não conseguia me manter calmo. Eu não sei lidar com essas porras, não mesmo.

Dirigia com os olhos embaçados pelas lágrimas que formavam no rosto sem controle algum e eu queria me bater por isso. Não queria ser fraco, odiava me sentir assim.

Quando cheguei ao velho bar que eu vinha quando estava na merda, estacionei o carro e entrei no estabelecimento atraindo a atenção de alguns velhos.

Passei pelas mesas e pela área de sinuca, me sentando no banco de frente ao balcão já sendo atendido pelo barman.

— O que deseja?

— Me traz três das suas bebidas mais fortes que tem, agora!

A maneira como falei fez com que ele concordasse e buscasse o meu pedido na mesma hora me deixando aqui só. Não demorou muito para duas mulheres se aproximarem de onde eu estava me fazendo bufar.

Ótimo!

— Está sozinho, gato? — a morena indagou com uma voz de puta barata. Nem fiz questão de olha-las.

— Tá vendo alguém mais aqui comigo, por acaso? — respondi curto e grosso assim que aquele babaca colocou as bebidas no balcão.

— Alguém tá estressado — a ruiva riu e eu a olhei com cara de cu.

— Se vocês não me querem ver mais estressado é melhor vazarem agora!

— Ou então podemos te acalmar — a outra já fala passando sua mão no meu braço.

Caralho, eu odeio essas putas de bar. São pegadas demais!

— Vão me acalmar saindo daqui — falei de saco cheio enchendo o copo com o whisky, já dando uma golada sentindo minha garganta arder feito brasas.

— Ah não, vamos te fazer compainha. — a ruiva diz se sentando ao meu lado e pegando o whisky enchendo o seu copo.

— Eu não quero! — protestei pegando a garrafa de volta da sua mão com brutalidade.

— Não quer agora, mas tenho certeza que quando ficar bêbado vai nos foder — a ruiva gargalhou e eu neguei com a cabeça, rindo nasalado.

— Não gosto de foder arrombadas — dei um gole do whisky e notei elas me olharem já com raiva — Inclusive to satisfeito com a minha mina... quer dizer, to bem, não preciso de vocês no meu pé.

— Então vamos beber juntos! — a morena fala e a outra sorri pegando a outra garrafa, enquanto eu já estava no quarto copo.

— Que tal um desafio? — a ruiva pergunta sugestiva e eu automaticamente sorrio.

— Ai eu já gostei. — Elas riram e começaram a se preparar. Com o copo já cheio da Vodka, dividi meu olhar entre as duas — Um, dois, três!

Tombei a cabeça para trás, fechando os olhos com forca sentindo aquela porra queimar minha garganta. Bati o copo no balcão percebendo que eu ganhei.

— AHH QUEM É O FODA? — Gritei batucando os dedos na madeira e elas bufaram. — Não fiquem assim, só tá começando!

— Huh, assim que eu gosto — a ruiva riu fazendo uma cara assanhada.

Depois de uns minutos misturando as bebidas e fazendo disputas, eu ja estava elétrico e meio zonzo. Eu falava nada com nada e ficava meio perdido. As duas não paravam de me alisar e me beijar, enquanto eu continuava bebendo sem intervalos.

— Tá melhor, baby? — a morena perguntou de pé ao meu lado, colocando o copo na minha boca e me fazendo beber — Sei que sim.

— Sai... sai daqui — falei embolado e soltando uma risada, escutando uma música alta de fundo e olhando em volta — Aquilo é um panda?

As duas seguiram meu olhar e a ruiva riu, balançando a cabeça. Eu gargalhei vendo que o panda caiu no chão.

— Ele é um gordo bêbado, bobinho.

— Vamos sair daqui né? — a morena veio para cima de mim beijando meu queixo.

— B-bora. — ri feito um retardado e quase cai de cara no chão quando sai do banco. Gargalhei com isso e tateei minha calça, pegando a carteira e jogando uma nota qualquer no balcão — Vamos, gatinhas!

Elas sorriram animadas e me acompanharam até o final do bar, mas parei quando bati minha cara com força contra a porta.

— Epa, cuidado loirinho! — a ruiva coloca meu braço em volta do seu pescoço e a morena abriu a porta, dando espaço para passarmos.

— Aquela porta feia quase quebrou minha cara, vou processar ela!

— Você tá doidão. — a morena diz fazendo uma careta — Qual é o seu carro? Conheço um motel bem pertinho daqui.

— Aquele! — fiz menção com a cabeça para um fusca todo acabado.

— Credo, que horror!

Fechei meus olhos sentindo várias pontadas na minha cabeça e meu corpo amolecer aos poucos, tanto que fui impulsionado para o lado quase caindo por cima da ruiva que me segurou firme no lugar.

— Se segura aí, gato.

— Ele tá duro no álcool, com certeza não é esse o carro!

— Ah então qual é?

As duas ficaram batendo papo enquanto eu sentia tudo a minha volta girar, sem nem ter noção das coisas.

— Bieber? — escutei uma voz familiar me chamar, mas não consegui identificar — Ei, Bieber. Me escutou? — abri os olhos e cemicerrei os mesmos vendo Chaz na minha frente.

— C-Chaz, e aí cara?

— O que tu tá fazendo, mano?

Vi por cima dos seus ombros Amber se aproximar de onde eu estava juntamente da sua mãe fazendo minha garganta travar.

— Quem são vocês? — sua voz saiu irritada analisando as duas em superioridade e desdém.

— Estamos acompanhando ele.

— Ah jura? — a loira me encarou séria como se fosse comer meus órgãos.

— Amber...

— Pensei que você tinha bom gosto, Bieber. — Crystal indagou olhando as duas com expressão de nojo — Agora eu percebi que você gosta de comer restos.

— Como é que é, querida? — uma delas se afastou e ficou de frente para a loira.

— Ah olha ai, mãe — Amber sorriu de escárnio — Ainda é surda!

— Quem você pensa que é, pirralha?

— Amber Carter, prazer.

— Na boa, agora se nós dá licença temos muito o que fazer. — a outra disse e depois foi puxada com brutalidade, me fazendo cair no chão já que ela me segurava.

— Sim, tem que dá o rabo para os cachorros no lixeiro. Eu deixo vocês lá! — escutei a voz de Crystal e não pude falar ou fazer nada, pois eu comecei a vomitar feito um condenado no chão notando Chaz se abaixar próximo à mim.

— Estão nos confundido com vocês, suas ratazanas de circo.

— Own ta brabinha? — Amber fez um bico e depois riu sendo acompanhada de Crystal — Deixa eu te da um motivo para tu ficar brava de verdade.

Quando eu vi, ela e a mãe avançaram contra as duas e eu vomitei ainda mais apenas escutando gritos ao meu redor.

AMBER CARTER.

Eu arrebentava a cara daquela ruiva descontando toda a minha raiva e decepção dentro do meu peito, ignorando o fato de Justin está quase vomitando o próprio figado e me focar em destruir aquelas putas que aproveitaram seu momento de fraqueza para fazerem sexo.

Depois dele sair da minha casa feito um louco, eu expliquei toda a situação para Crystal e com a sua ajuda fomos até a casa de Chaz para saber onde ele poderia ter ido, já que eles são melhores amigos e se conhecem. Então, eu chamei Hilary para ficar com a Kate na sua casa enquanto nós três procurávamos Bieber.

E assim que eu acho esse pau no cu ele tá saindo no bar com duas a sua volta. Sei que ele nem sabe o que tá fazendo, mas mesmo assim eu estava triste e decepcionada.

Agarrei aqueles cabelos ruivos que doíam minha vista e impulsionei sua cabeça para baixo até acertar meu joelho, fazendo ela gritar. Ergui sua cabeça e sorri vendo o sangue escorrer pelo seu nariz, mas no exato momento ela arranhou meus braços e subiu suas mãos até os meus cabelos começando a puxar os fios freneticamente.

Nós duas gritavamos puxando o cabelo uma da outra e andávamos sem rumo pela calçada, até cairmos no chão com ela por cima de mim. Suas mãos foram direto ao meu rosto e começou a fazer uma sequência de tapas mesmo com eu me debatendo.

Mas consegui nos inverter e não perdi tempo em colocar minhas mãos no seu pescoço, apertando o mesmo com sangue nos olhos.

— AAAA ME SOLTA, SAI DE CIMA DE MIM! — Ela berrou e eu apenas sorri debochada, dessa vez batendo sua cabeça contra o chão com as mãos no seu pescoço.

Podia ver que Justin continuava vomitando e Crystal literalmente acabava com a raça da morena ao meu lado.

— Gosta de se aproveitar de bêbados é sua puta de esquina? — gritei balançando sua cabeça e senti braços fortes me tiraram de cima dela, me fazendo me debater freneticamente em cima de quem quer que seja. — Não, me solta!

— Você me paga, sua cópia de unicórnio — ela se levantou ainda com dificuldade massageando seu pescoço e eu sorri desafiadora fazendo-a traçar seus passos até mim com rapidez.

Quando ela chegou a uma distância adequada fiz impulso para trás fazendo o corpo do cara como apoio e estiquei minhas pernas, chutando sua barriga. Ela recuou com a mão na barriga e caiu por cima da morena.

— Amber, já chega! — reconheci aquela voz e antes que eu pudesse falar algo, ele me afastou das duas e me soltou.

Me virei e abri a boca surpresa vendo Chris à minha frente.

— Como você sabia?

— Chaz me ligou. — sorriu de canto e eu retribui passando minhas mãos pelo short.

— Ae, precisamos levar ele para casa! — Chaz gritou e eu pus minha atenção aos dois vendo Justin desmaiado.

— Deixem as duas levarem ele. — Eu estava sendo cruel, mas a decepção, a tristeza e a raiva eram maiores do que tudo.

— Tá brincando? — Chris perguntou surpreso e eu suspirei, fazendo uma careta sentindo os ferimentos do rosto arderem.

— Não sei, que se foda. Levem ele para o seu apartamento, esse cuzão não pode ficar só em casa e depois tem que ficar ao lado da filha!

— Você não acha que é muito nova para ser mãe não, fofa? — a morena perguntou com a voz ofegante e eu a olhei querendo rir.

— E você não acha que é melhor ficar calada antes que você saía daqui em uma maca de hospital?

— Ok, já chega! — Crystal se pronunciou — Minha mão tá doendo e eu só quero ir para casa, descansar depois dessa noite agitada. Levem ele para onde está a menina. Depois pensamos em como podemos ajudá-lo.

Encaramos Crystal assustados e surpresos e ela arqueeou a sobrancelha, não entendendo nossa reação. Ah qual é, não é todo dia que ela fala uma coisa que preste.

— Eu sei, eu mandei bem.

Ri fraco e olhei para Justin que estava sendo levantado pelo Chris e Chaz.

— Ok, amanhã eu passo lá.

Chaz assentiu e colocou Justin no banco de trás do seu carro. Acenei para Chris, antes de andar ao lado de Crystal em direção ao meu carro.

— Quer falar sobre isso? — ela perguntou dando a volta pelo o carro e eu neguei pegando a chave no bolso do short e jogando na sua direção.

— Não, só dirige!

Ela assentiu e desativou o alarme. Abri a porta e me sentei no banco, soltando o ar dos meus pulmões de forma pesada me sentindo destruída. 


Notas Finais


MEU DEUSSSS QUE TRETAAAAA
Não vou negar, amo uma farofagem. AINDA MAIS QUANDO TEM AMBER E CRYSTAL NO MEIO
será que o ódio de vcs por ela tenha diminuído? Será? Aaaaaaa espero q sim.
Justin é um cagao, mas eu entendo ele.
Enfim, se querem me dá sugestões ou críticas construtivas podem ficar a vontade.

Espero que tenham gostado, amores. Beijos e até o próximo ❥


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