História Doutor Midoriya - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Izuku Midoriya (Deku), Shouto Todoroki
Tags Boku No Hero Academia, Fluffy, Midoriya Izuku, Tododeku, Todoroki Shouto
Visualizações 335
Palavras 1.198
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Slash
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu disse que voltaria a postar fanfics nessa categoria, não disse? Pois bem, cá estou eu com mais uma estória tododeku — é provável que tenha virado um vício escrever sobre esse shipp, mas sigo feliz. Caso queiram conferir as demais fanfictions, é só entrarem no meu perfil. Me desculpem os erros, estou postando nas pressas mesmo e nem revisei — o que não é nenhuma novidade, risos.

Beijos e boa leitura.

Capítulo 1 - Capítulo Único: Remédios ou uns beijinhos para sarar?


Todoroki Shoto era o tipo de cara que nunca ficava doente, rara foram as vezes que fora levado ao hospital devido a um problema de saúde. Entretanto, há sete noites atrás, quando a chuva caía impiedosamente acompanhada de ventos fortes, raios e trovões — estes últimos que lhe deram certa felicidade, já que graças a seus estrondosos barulhos e a luz forte, Midoriya fora pedir abrigo a seu quarto mais tarde, porém isto é outra história —, e ele havia pegado toda aquela ventania e chegou em seu quarto pingando. Lógico que, uma hora mais tarde, Izuku estava batendo em seu quarto pedindo para dormir com o bicolor, que aceitou de bom grado.

Não demorou muito e os espirros começaram a dar suas caras na manhã seguinte. No intervalo das aulas, saiu para comer com Midoriya, e este percebeu a mudança drástica em seu amado.

— Você está bem, Todoroki-kun? — questiona o meio-a-meio, que lhe encara confuso.

— Sim, Midoriya. Por quê?

— Está pálido — termina a sentença colocando sua mão na testa deste, e arregala seus olhos. — Acho que você está com febre.

— Deve ser impressão sua, eu estou bem — sorri, e leva sua mão em direção ao rosto do outro, deixando uma carícia ali.

Um espirro veio logo a seguir, junto de um levantar de sobrancelhas de Midoriya.

— Espero que não tenha pegado aquela chuva toda a noite — diz, estudando as feições do outro, logo soltando um suspiro. — Todoroki-kun, eu disse para você vir embora mais cedo e deixar para estudar quando estivesse no nosso prédio. — encheu as bochechas de ar, tendo um olhar alternado entre estar incrédulo e com raiva.

— Me desculpe, ok? — puxa o outro pelo braço, fazendo com que este se encaixa-se entre suas pernas. — Eu me distraí enquanto estudava mais sobre um modo de usar minha individualidade em casos específicos.

— Você é muito teimoso, Shoucchan. — suas bochechas adquiriram um tom vermelho ao ter os lábios de Shoto deixando um selar ali.

— Lhe darei mais ouvidos, ok?

— Assim espero — resmunga Midoriya, que logo se vira e encara o outro. — E trate de se cuidar, não quero que pegue um resfriado muito forte ou até mesmo uma gripe.

— Não se preocupe.

Foram estas palavras que disse, porém, no momento atual, se encontrava totalmente acabado em sua cama. A gripe tinha lhe acertado em cheio, fazendo-o ficar indisposto o dia inteiro. Felizmente, o diretor havia entendido a situação e lhe deu tempo suficiente para que ficasse de repouso — e também para que não contaminasse os outros colegas.

— Todoroki-kun? — a voz que ele conhecia bem chamou por si, e seus olhos multicoloridos procuraram pela presença do outro.

— Não devia estar na aula, Midoriya?

— O diretor pediu para que eu cuidasse de você, depois teremos aulas complementares — explicou, enquanto entrava no quarto do outro e fechava a porta.

— Por que ele pediria isso?

— Porque, senhor Todoroki Shoto, ele conhece tu tanto quanto eu e sabe que você é um garoto teimoso e não irá se cuidar direito. — disse, com ambas as mãos na cintura, fazendo uma pose de superioridade. — Então, serei seu médico durante esses dias.

— Meu médico? — sorri.

— Sim, sua criança mimada.

Sentou-se na beira da cama de Shoto, colocando a mão em sua testa e franzino o cenho.

— Está com febre ainda — murmura — Tome um banho morno, eu irei buscar um termômetro.

— Mas Midoriya-

— Não ouse me contrariar, Shoto! Eu sou o seu médico.

Todoroki queria rir, mas sabia que levaria um belo soco então se segurou ao máximo e fez o que seu namorado-médico pediu (lê-se ordenou). Saiu de seu quarto e foi para o banheiro onde dividia com os outros rapazes de sua turma. A água morna relaxou seus músculos tensos e até tirou alguns suspiros de sua boca.

— Trouxe o termômetro — Midoriya diz, e ao olhar para ele, Todoroki ficou confuso.

— Está tampando os olhos por quê?

— Se eu te olhar nu, não será uma boa coisa.

A risada do bicolor preencheu o ambiente. Depois de vestir-se, ainda ouvindo algumas broncas de seu médico, ambos caminharam até o quarto do bicolor, e logo Midoriya pô-se a medir a temperatura do outro.

— Trinta e sete — murmura, e encara o rosto do outro — Poderia ter sido pior, seu irresponsável.

— Você tirou o dia para brigar comigo ou para cuidar de mim? — fez manha, formando um pequeno bico em seus lábios. Izuku soltou uma risada baixa, beijando sua testa.

— Vamos fazer assim: toda vez que você fizer algo direitinho e eu ver que está melhorando, irá ganhar beijinhos para sarar muito mais rápido! — explica, olhando nos olhos multicoloridos do namorado, que sorri e concorda.

Depois de tomar alguns medicamentos, que a própria doutora da U.A. havia receitado e pedido que Izuku desse a Todoroki, caiu em um sono profundo. Ao acordar, sua mente estava em um completo branco, nem sabia onde é que estava. Sentou em sua cama e encarou melhor o quarto, compreendendo que era seu quarto. Espreguiçou-se e olhou para o relógio que ficava em sua parede, chocando-se ao ver que já eram quatro horas da tarde. Passou o dia todo dormindo! Aliás, cadê Midoriya?

— Ah, finalmente acordou — ouviu a voz de seu namorado, olhando o mesmo entrar no quarto com uma bandeja. — Você estava tão lindo dormindo que não tive coragem de lhe acordar — confessa, corando um pouco.

Com o auxílio de Izuku, o bicolor sentou-se confortavelmente em sua cama enquanto o esverdeado dava-lhe sopa. Em outra ocasião, Todoroki negaria uma coisa dessas, afinal, ele gostava de fazer Midoriya corar, não ao contrário! Porém, naquele momento, nada disso importava a não ser as colheradas de uma sopa quentinha e gostosa que o outro levava em sua boca, sorrindo ao ver seu paciente comer tudo sem reclamar — porque ele sabia que Shoto era insuportável no quesito mimar ele.

— Está gostoso, Shocchan? — pergunta, rindo baixo ao ver o mesmo apenas concordar com a cabeça enquanto tinha suas bochechas coradas.

Após a refeição, Midoriya certificou-se de dar os remédios indicados no horário certo; enquanto tinha Shoto abraçado em seu torço, deixava um carinho nos fios coloridos do outro. Era bom te-lo assim, manhoso e querendo sua total atenção. Todoroki raramente agia assim, e Izuku gostou de ver esse seu lado infantil. O bicolor banhava-se novamente visto que mesmo sua febre tendo diminuído, o suor abundante ainda escorria por seu corpo — mas isso era só o efeito dos medicamentos. O esverdeada colocou algum filme na TV de Shoto, deitando em sua cama enquanto o outro não chegava em seu próprio quarto. Sem mais demora, a porta fora aberta, revelando um Todoroki corado e vestindo seu pijama.

— Venha aqui — estendeu seus braços para o outro, que correu e o abraçou, sentindo-se satisfeito em estar ali.

Ganhou ainda mais carinhos enquanto assistiam o filme, e logo apagou, tendo em vista que por causa da gripe, cansava-se muito rápido. Estava tão agarrado a Midoriya que era difícil para o outro levantar e ir para seu próprio quarto, então dormiu por ali mesmo. No dia seguinte, Izuku acordou primeiro, contemplando o rosto sereno de seu namorado/paciente, que também não demorou a acordar; o bicolor olhou bem em seus olhos e disse:

— Doutor Midoriya, o senhor irá me receitar alguns remédios ou beijinhos para sarar?


Notas Finais


Agradeço a quem leu e espero ver vocês na próxima — sim, terá mais e mais fanfics tododeku porque se eu existo e para enaltecer esse shipp lindíssimo, obrigada. Aliás, meus anjos, viram essa capa linda?? Eu amei tanto que virou meu xodó sz sz o design fora feito por uma das designers do MyeonDesign, link mais abaixo aos interessados:

https://myeondesign.blogspot.com/

Beijos e até breve.


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