História Downpour - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Wanna One
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Daehwi, Jeon Jungkook (Jungkook), Jihoon, Jinyoung, Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kang Daniel, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Lay, Lu Han, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Chanbaek, Hunhan, Jikook, Kaisoo, Namjin, Sulay, Taeyoonseok, Taoris, Xiuchen
Visualizações 154
Palavras 1.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fantasia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Set


Do Kyungsoo

Passei o resto da semana completamente aflito pela situação ocorrida dias atrás. Eu tenho medo de que algo possa acontecer caso saibam que meu filhote não tem um appa alfa. Jongin não parece ser do tipo de cara que sai fofocando por aí mas depois de tantas supresas ruins eu não consigo confiar nas pessoas com a mesma frequência que consigo desconfiar delas.

-Você vai acabar ficando louco se pensar tanto assim nisso. Pode ser que ele nem fale nada. Jongin é um garoto meio calado. -Baek me disse, assenti esperançoso de que aquilo se torne realidade. Ouvi um resmungo irritado e quando olhei para o berço avistei Jinyoung puxando o pé de Jihoon, acabei gargalhando com aquilo. Há um ano atrás, quando estávamos de férias, decidimos ir para Jeju. Visitamos muitos lugares mas um em especial nos chamou atenção, um orfanato. Jihoon se deu bem com a maioria das crianças mas com Jinyoung ele criou uma antipatia que no fim do dia pareceu mais que ele queria levá-lo para casa. Eu não tinha estruturas para adotar um filho e por isso Baekhyun entrou em ação. Nunca vi meu amigo tão apaixonado por uma criança.

Jin e Jihoon brigam bastante até hoje embora Jinyoung seja mais velho, sabemos que ele possui certo ciúme e cuidado mas não gosta de demonstrar e isso só faz ser óbvio que o menino será um alfa e daqueles bem protetores.

-Ei ei, vocês dois não cansam não? -Baekhyun colocou Jin no chão. O pequeno resmungou alto e veio andando até minhas pernas pedindo colo. Se tem algo que eu não trocaria é essa vida. -Não está na hora de ir trabalhar?

-Sim. Qualquer coisa chame o Tae para olhar o Hoonie.

-Tudo bem. Não se preocupa que sei cuidar dessas gracinhas aqui.

-Eu sei disso Baek, mas você me conhece. -Peguei minhas coisas, beijei as crianças e saí. O carro simples estacionado na rua e a faculdade não é longe. Passei alguns breves minutos pensando como será encontrar com Jongin e se ele perguntará alguma coisa. A diretoria nunca me questionou sobre coisas pessoais pois a vida dos professores não importa do portão para fora e isso sempre foi muito cômodo para mim. Por morar quase na fronteira onde as pessoas mais pobres ou idosos moram, não tem pessoas da matilha que costumam passar por lá. Somente desse modo foi possível que ninguém soubesse da existência do meu pequeno filhote.

-Oi professor. -Escutei a voz de Sehun. Esse é meu aluno favorito. Apesar de ser um alfa da matilha, o terceiro em comando, a vida dele sempre foi reservada. Ninguém sabia se namorava, se tinha família. Sehun sempre foi meu melhor aluno e mais estudioso que todos apesar de ser alfa. Tem apenas 18 anos e recentemente anunciou que terá um herdeiro. As ômegas ficaram extremamente irritadas e tristes ao saber que ele não era solteiro e mais ainda quando descobriram que o ômega em questão era Luhan, um ex-aluno da escola. O famoso ômega vermelho. Existem apenas dois na matilha, um deles é o irmão de Jongin, Minseok e o outro é Luhan. Sua linhagem é muito poderosa e por esse motivo ele era o mais cotado para se casar com Jongin. Ômegas vermelhos são os mais férteis do mundo embora sua força física não seja grande para vencer batalhas.

-Olá Hunnie. Como vai?

-Estou me esforçando para aprender as matérias o mais rápido que posso. Meu filhote vai nascer ao entrar do outono e quero muito poder estar com Luhan no primeiro mês.

-Oh. É muito importante que esteja com ele mas acredito que não precisa se preocupar com suas notas. Você tem tido excelência na maioria das matérias e creio que todos tem ciência disso. Pelo menos nas minhas aulas você tem pontos extras, além de ser o único já aprovado na sala. Quem dera que todos os meus alunos fossem assim. -Ele riu e ao mesmo tempo fiquei tenso quando avistei Jongin no final do corredor.

-Professor... Você sabe que ele é um bom menino. Eu me pergunto, por quê não dar uma chance? Conheço Jongin o suficiente para dizer que ele não é do tipo que usa alguém e tampouco se importa de você ser um professor aqui. Será que tem receio por ele ser filho do líder? -Encarei Sehun e suspirei. Eu não deveria contar minha vida ou pensamentos para ninguém mas sei o quanto meu aluno é sensato.

-Não tem haver com a posição que ele ocupa. Eu jamais daria crédito para uma coisa banal como essa. Lógico que ser filho de um líder tem seu peso mas sou adulto o suficiente para admitir que isso não impede ninguém de fazer nada. Sempre admirei muito o jeito dele, de não se sentir superior, ser gentil e humilde mas embora eu conheça seus sentimentos, não possuo os mesmos. Seria muita crueldade dar uma chance para alguém que nutre um sentimento que não é recíproco. Jongin vai encontrar a pessoa certa para ele. Sempre foi comum que alunos confundam as coisas com professores, isso é muito antigo, mas não existe nada Sehun.

-Entendo.

-Eu preciso ir para minha sala agora. Boa aula querido. -Entrei na sala, ainda faltam alguns minutos para a aula começar mas preferi arrumar tudo de uma vez pois depois tudo vira uma completa bagunça. Suspirei e senti um cheiro forte. Jongin está na sala. Preferi ignorar minha tensão e lhe dei um bom dia que foi muito bem retribuído. Continuei em silêncio quase que suplicando que não houvessem perguntas ou comentários sobre a semana anterior.

-Professor... Por quê nunca disse que tem um filho?

-A escola nos permite ter privacidade e acredito que uma informação dessas não muda meu conteúdo de aula, além do mais, eu não sou do tipo que comenta minha vida particular. -Fui um pouco grosseiro, admito, mas o medo é uma variável bem apresentada agora.

-Entendo. Me desculpe se invadi seu espaço pessoal, não foi minha intenção. Eu sinto muito que tenha me encontrado naquele dia se sua vontade era de continuar no anonimato. Ninguém vai ficar sabendo disso pela minha boca. -Ele murmurou.

-Tudo bem Jongin, desculpe a minha grosseria também. Eu não consigo controlar muito bem esses instintos e tampouco gosto de me expor.

-Bem, eu espero poder vê-lo com ele novamente algum dia, e que você não precise escondê-lo seja lá por qual motivo for.

-Obrigado Jongin.



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