História Dr Smiley - Capítulo 25


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Dr Smiley, Slendermen, Suspense, Terror
Visualizações 81
Palavras 1.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá queridos leitores💛💛 aqui estou eu com mais um capítulo. Espero que gostem

Capítulo 25 - Está Morta


Fanfic / Fanfiction Dr Smiley - Capítulo 25 - Está Morta

Pov Anellyse

E mais uma vez eu me acordava em outro quarto. Só que dessa foi fácil de saber aonde eu estava, em um quarto de hospital. Me sentia como se um caminhão tivesse passado pelo meu corpo, e não me lembrava de como vim parar aqui. Eu estava com Smiley e depois fui procurar Jeff... Não era Jeff, foi outra pessoa. Já tinha visto aquela face, mas minha mente não me trazia lembrança alguma daquela pessoa.

Depois que fiquei surpresa havia sido imobilizada, mais antes disso decorei a cor de seus olhos, eram azuis... essa pessoa era um creepy, e eu não sei porque razão me agrediu.

Reparo no quarto a minha volta por alguns instantes. Odeio hospitais, o cheiro, a comida o som de pessoas indo e vindo, gemidos e falatórios bobos.

Estava na maior vontade de sair daquela merda de quarto de hospital. E é exatamente isso que vou fazer. Tiro a agulha do soro de meu braço direito e assim que estou colocando meus pés no chão a porta se abre, revelando um médico e um homem acompanhado pelo mesmo.

- Até que enfim você acordou depois de dois longos dias. - diz o homem que aparentava de ter uns 35 anos por aí.

Dois dias???!! Que droga eu dormi muito, Smiley deve de está querendo me matar.

- Bom dia Anellyse, acordou bem disposta. - fala o médico enquanto repara na pequena bagunça que fiz. recuo rapidamente para a cama. Reviro os olhos, estava tão puta com aquela situação confusa que poderia os degolar aqui mesmo.

- Ela é muda? - pergunta o cara olhando para o médico. Cerro os olhos e o respondo.

- Eu falo na hora que bem entender, porque estou aqui? - pergunto olhando para o médico.

- É uma longa história, mais depois que tomar os medicamentos e se alimentar, seu tutor falará tudo para você. - aquele cara era o meu tutor? Nunca deu as caras, nem nada do tipo. Grr! Mais do que adiante preciso sair daqui.

- Tá eu tô com fome, saiam daqui. - falo.

- Olha a educação mocinha! - diz o cara me encarando. - Antes que pergunte eu me chamo Henry. - eu não estava curiosa de saber o nome daquele palhaço velho esquisito. Mais depois de alguns instantes eles saem, e uma enfermeira mal vestida entra com minha refeição e uns remédios horríveis.

Pov Smiley

Foram longas 42 horas sem Anellyse, sabendo que ela estava internada no hospital central da cidade, não foi difícil achar seu paradeiro, até porque o que vem passando no jornal da cidade é a notícia do seu aparecimento. Só queria achar o desgraçado que a entregou pra polícia. Quando eu o achar esse filha da puta vou tortura-lo como nunca fiz com outro paciente.

Estou por esses dias na mansão, e se não fosse pelos conselhos de Nurse eu já teria invadido aquela merda de hospital e pegado Anellyse.

Mais eu já estava cansado daquela situação, Anellyse ainda deveria de está desacordada, hoje eu iria fazer algo.

E depois de muito tempo Slendermen chegou pela manhã e não falou com ninguém, passou direto para seus aposentos.

  Desde o dia em que discuti com Nina e Eyeless Jack tenho a impressão de que estão escondendo algo de mim. Discuti com Jeff achando que foi ele que havia ligado para a polícia. Mesmo que não tenha sido ele, e tenha sido outro alguém, iria de descobrir mais cedo ou mais tarde.

Estou pensando de hoje de noite ir visita-la, e se for possível lhe sequestra, não iria colocar a vida de Any em perigo, mas precisava precisava vê-la.

Descido naquela manhã falar com Slendermen, ele querendo ou não. Sei que o postinho já deveria de saber o que está rolando.

Andando de cabeca baixa pelos corredores da mansão, esbarro de ombros sem querer com Ticci Toby, e por alguns segundo sinto que o mesmo me encarou. E antes que ele voltasse seu percurso.

- Algo de errado Ticci Toby? - pergunto notando que o mesmo parou de caminhar, antes que me responde-se solta uma risada.

- Essa pergunta quem deveria fazer era eu. O mundo desmoronando a sua volta e você tranquilo. Tome cuidado. - aquilo foi uma ameaça. Ele volta a andar, porém não iria deixar assim, iria solucionar minha dúvida.

Ando até o mesmo e seguro em seu ombro.

- O que está querendo dizer com isso? - pergunto enquanto lhe encarava nos olhos. - Está me ameaçando? - Ticci Toby se afasta e logo me responde.

- Não apenas te alertando.

- Me deixou curioso. Tem algo que eu não saiba?

- Talvez... acho que sua amiguinha saberia lhe responder. - ele vai embora. Mas logo penso que essa tal pessoa fosse a Nurse ou Nina, afinal o que estão escondendo de mim? Slendermen saberia me responder melhor.

Ainda pensativo sigo até o escritório de Slendermen, já notando a presença do mesmo e de Nina. Ele me parecia está de "boas", o que era bem raro.

- Interrompo a reunião? - pergunto já entrando. - Espero que não pois ouvi dizer que estão escondendo algo de mim... podem me dizer agora!

Pov Anellyse

Depois de comer minha refeição Henry adentra no quarto, trazendo consigo uma caixa nas mãos.

- Olá minha pequena menininha como está? - indaga com um sorriso iluminado nos lábios.

- Satisfeita, depois de ter comido a pior refeição de todas. - digo sendo sincera. Era um porcaria a comida de hospital.

- Já devo imaginar como está se sentindo. Mas enfim acho que ainda não sabe quem eu sou. - o respondo com deboche

- Eu sei sim, você é um cara sem nada o que fazer da vida, que agora está me chateando pra caramba. - lhe respondo enquanto ele se senta a beira da cama.

- Puxou um pouco a sua mãe. Eu sou seu pai Anellyse. - fico chocada, a tanto tempo querendo saber quem são meus pais, e agora... Bem eu não sei o que estou sentindo.

Me sinto alegre por está vendo meu pai. Sinto uma lágrima solitária rolar por minha face.

- V-você é meu pai? Eu sempre quis te ver. - digo sentindo o calor de seu abraço.

- Agora está tudo bem filhinha. - Henry passa suas mãos em meu rosto o limpando. - O pesadelo acabou, agora você tem a mim, um lar e pessoas que iram te acolher... mas antes que você comece uma nova vida.

Estranho seu tom de voz, seu olhar que antes estava em meu rosto agora estava centrado em meu ventre.

- O que Henry? - pergunto sentindo o nervosismo tomando conta de minha pele.

- Você Anellyse irá ter uma vida como sonhou, em ter um futuro pródigo, e como isso que está em você é fruto de estrupo, pode opinar em o tirar. - refleti em alguns segundos o que ele havia me dito, suas palavras me machucaram e muito.

 - Não! - o respondo. - Desculpa, mas não posso aceitar o convite de ser uma garota comum, pois a Anellyse órfã ingênua, gentil e sonhadora já está morta...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo 📚📚📚


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