História Dr Smiley - Capítulo 26


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Dr Smiley, Slendermen, Suspense, Terror
Visualizações 70
Palavras 1.318
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá meus bbys leitores, espero que gostem do capítulo

Capítulo 26 - Descobertas


Fanfic / Fanfiction Dr Smiley - Capítulo 26 - Descobertas

Pov Nurse

Gostaria de saber quem foi o infeliz que abriu a boca para a polícia. Se bem que por um lado estou contente, já que quanto mais distante essa praga tiver longe de Smiley melhor, do outro penso que  essa merda de criança pode estragar meus planos, tenho tirar de uma vez Any de meu caminho antes que Smiley tenha mais um motivo para ir atrás dela.

Estou nesse momento em meu pequeno consultório, acabando de limpar a maca de tortura aonde coloco minhas pobres vítimas, seria maravilhoso torturar Any aqui, ouvir seus gritos de dor enquanto eu dava facadas em seu útero podre. Sou despertada de meus pensamentos por mais uma vez o ser maldito chamado Ticci Toby.

- Deveria por um segundo parar de pensar no que nunca vai ser seu. - diz ele chegando próximo de mim, suas mãos tavam em seus bolsos, logo suponho que se eu fizesse algum movimento para lhe atacar ele se defenderia e me atacaria.

- Isso não é da sua conta. - droga como fui burra! - Então foi você quem ligou pra polícia? Sua máscara acabou de cair! - vejo ele ficando sem jeito.

- Minha máscara ainda continua aqui. - diz apontando para o rosto. - E talvez sim, talvez não... - o interrompo.

- Isso quer dizer que você sabe quem foi. - sinto meu sangue ferver de raiva e nem penso duas vezes em pegar a primeira arma que vejo pela frente. - Fala de uma vez!

Aponto a faca que estava segurando, para seu rosto, porém logo sentindo uma lamina entrar fundo em meu estômago. Trinco os dentes enquanto colocava minha mão aonde foi golpeado.

- Foi avisada Nurse, não mexa em um fio de cabelo da Any. - antes que ele saísse de minha sala, falo.

- Você é um ridículo, e assim como os outros são um bando de idiotas que estão do lado dessa vaca vigarista, a essas horas ela já deve de ter dando as caras com o pai, e já deve de está nos denunciando ou algo do tipo! - ele nega.

- Está fora de si Nurse, Any nunca fez nada pra você. - ata?

- Quem manda ela e essa criança ficarem em meu caminho. - digo logo me arrependendo do que havia dito.

- Any está... - o interrompo.

- É ela está grávida de Smiley. Agora você e o outro pateta podem parar de me ameaçarem, apenas quero o que ela roubou de mim. - digo tambem me referindo a Liu. O corte de meu abdômen já havia cicatrizado, mas dessa vez iria manter a calma. - Pensando em outro lado, esse monstrinho que ela está carregando no ventre pode mata-la. - ao terminar a frase o vejo sair de minha sala.

Mais se bem que essa gravidez pode ser de risco ou não, um fruto da imortalidade, era um coisa bem rara, que pra falar a verdade era a primeira vez que isso acontece... interessante, mas não afim de seguir as palavras de Liu e nem de Ticci Toby, irei me alimentar da vingança, e mesmo sem mata-la irei pagar pra ver suas lágrimas.

A essas horas Smiley deve de está entrando no escritório de Slendermen, que com certeza irá de abrir a boca, que ódio! Tenho que agir rápido.

Pov Smiley

- Entrando sem avisar? - reviro os olhos, nem fazia 10 segundos que estava aqui e já estava morrendo de tédio. Slendermen é mestre do mistério, ao contrário de mim, odeio surpresas, e odeio ainda mais esse tipo de brincadeiras quando não estou em meu juízo perfeito.

Sento-me ao lado de Nina, que parecia incomodada também com minha presença.

- Fala logo, o que estão escondendo de mim?! - pergunto encarando Nina que parecia está tensa.

- Bem a situação é complicada, promete entender pelo lado positivo? - pergunta paciente e eu apenas assinto. - A Anellyse está grávida

No momento fiquei sem reação alguma, tentando não acreditar. A minha Any está grávida? Fico um minuto pensativo até ser despertado de meus pensamentos por Slendermen.

- Que imprudência a de vocês dois. - só bastava essa agora, Slendermen iria nos punir.

- Vai nos punir? - pergunto curvando minha cabeça. Ele demora alguns segundo para soltar a bendita respontas.

- Pensando bem, não. Leve isso como uma consequência, seres nascidos da imortalidade são raros, o que pode levar a morte de quem está o gerando. - isso não era bom.

- Não escuta ele Smiley a Any ficará bem. - fala Nina tentando amenizar a situação.

- Slendermen pode está certo Nina, pode de ser arriscado. - falo.

- Você é um idiota mesmo! Vocês dois! Agora eu tô torcendo pra que Any não caia na sua conversa e queira aborta. - essa situação não estava nada boa.

Não me imagino sendo um pai, ter que cuidar de uma criança e controlar minha sanidade, mais me odiaria se minha ovelhinha ficasse triste.

- Talvez você estivesse certa Nina. Quero que Anellyse tenha essa criança. Mais agora irei de pensar primeiro que tira-la daquele hospital. - digo com firmeza. - Não tem nada a dizer Slendermen?

- Tenho. - Se levanta da poltrona aonde estava sentado. - Será mais seguro para Any ficar aqui. - e como não de se esperar ele lançando o convite para que moremos nessa droga de mansão. Reviro os olhos.

- Apenas por alguns meses...

Pov Anellyse

Eram 23:30 da noite, e apenas o que dava para se ouvir era o barulho do ponteiro do relógio a bater. Eu sempre achava que turnos de noite em hospitais fossem mais movimentados, que nada, estava completamente errada.

As palavras de Henry ficavam grudadas em meu pensamento, isso era horrível... se não bastasse ele havia sugerido para se depois que meu filho nascesse o deixasse em um orfanato ou abrigo. Ouvi médicos também a me perguntarem se eu queria abortar, pois achavam que eu tinha sido estuprada. Repórteres querendo descobrir sobre minha história, e por aí vai, o meu dia foi uma merda, e pra completar fui interrogada por polícias.

Hoje o dia foi um saco, mas o que me confortou no meio de tanta gente chata, foi a presença da minha pequena sementinha.

Estou sentada na cama a olhar para o céu iluminado, quando de repente ouço o barulho porta se movimentar sozinha. Estranho eu jurava que essa porta estava fechada. Foi um pequeno susto, que acelerou meus batimentos.

- Quem está aí? - digo enquanto se coloco de pé. Engulo em seco sentindo o nervosismo percorrendo em cada centímetro de minha pele.

Naquela porcaria de quarto não havia se quer um bisturi... lógico que não tinha nenhum abjeto cortante ou algo do tipo, sou acusada de ser á principal assassina da morte das órfãs, lógico que os funcionários daqui temeriam a segurança dos outros pacientes.

Respiro fundo e vou até a porta, verifico a movimentação nos corredores e a fecho. Quando estou a respirar fundo para voltar para minha cama, ouço então uma voz feminina

- Até que enfim nos encontramos... Anellyse. - nem tenho tempo de fazer uma ação, a mulher me joga de costas para a parede, o que me faz cair no chão.

A figura feminina parecia uma dessas assombrações de sexta feira 13, não nego que suas curvas eram de dar inveja, mais era só isso mesmo. Em uma de suas mãos segurava uma faca. - Vamos ao que interessa interessa?

A encaro com desdém.

- Quem é você sua maluca? - digo analisando a figura vestida de enfermeira.

- Aí meus modos deixa que eu te ajudo. - diz oferecendo sua ajuda, viro o rosto no mesmo instante, a negando. - A foda-se eu sou uma pessoa de poucas palavras... - diz se abaixando e apontando sua faca para minha barriga. - Quero que fique longe do que é meu, ou então seu monstrinho e você vão se ver comigo.

Quem ela pensa que é? Só me bastava uma retardada agora...


Notas Finais


Ohhh!!! Até o próximo capítulo leitores📚📚📚


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