História Dr Smiley - Capítulo 27


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Categorias Jeff The Killer, Lendas Urbanas, Slender (Slender Man)
Personagens Personagens Originais
Tags Creepypasta, Dr Smiley, Slendermen, Suspense, Terror
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Palavras 1.463
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá queridos leitores obrigado primeiramente pelos lindos comentários. E agora sem mais delongas o capítulo espero que gostem.

Capítulo 27 - Adeus...Anellyse


Fanfic / Fanfiction Dr Smiley - Capítulo 27 - Adeus...Anellyse

....(quebra de tempo)

Pov Anellyse

Não estava fácil a situação, se eu arriscasse naquele momento ela iria revidar com certeza, não iria deixar a vida do meu filho em risco. Minha respiração estava forte e a cada instante que passava, eu pensava na resposta.

- O que você quer sua ridícula? - pergunto vendo que ela se sentando na cama. Sua resposta vem logo em seguida de minha pergunta.

- Que você é seu filho imundo fiquem longe do meu Smiley! - diz alterada. Eu tiraria proveito disso? Lógico que sim ou eu não me chamo Any. Solto uma gargalhada despertando sua raiva no instante. A encaro enquanto passava uma mão no canto aonde ela distribuiu o tapa.

- Sério que ele é seu? Pois o Smiley nunca nem nenhum momento em que eu convivi com ele, pronuncio seu nome... qual é mesmo seu nome querida? - pergunto sarcástica sentindo logo em seguida um arder em meu rosto.

- É Nurse, sua vadia idiota, e eu falo sério! Ou você deixa ele, ou esse ser abominável nunca verá a luz do sol. - que droga! Que droga! QUE DROGA! O que eu faço? - Desde esse instante a sua vida e a do seu amado filhinho correm risco.

- Você é um mostro sua louca! - exclamo vendo a mesma rindo com sarcasmo de minha situação.

- Quem rir por último rir melhor. - Nurse caminha até a porta, e antes de sair diz. - E a propósito Smiley vai vir te visitar essa noite. Já sabe o que fazer não é piranha? - pergunta enquanto eu lhe encarava com vontade de atracar cada fio de cabelo dela.

- Sim. - resmungo olhando para o chão. - Agora deixa eu e meu filho em paz.

- Você é uma boa garota Anellyse, se fizer tudo que eu digo seu teatro como uma creepy, acaba, você dará uma vida melhor por seu filhinho e será uma pessoa comum. E nem pense em falar nada do que aconteceu aqui. - ao dizer isso Nurse sai do quarto.

Me levanto do chão e vou até a cama. Seguro as lágrimas e estava querendo sair. Eu nunca imaginava está nessa enrascada, parecia que o mundo estava desmoronando todo sobre mim. Tudo estava tão tranquilo, e agora vem essa louca ameaçar eu e meu filho...

Pov Smiley

Estou nesse instante a bater no volante da merda de meu carro, justo no meio do caminho ele teria que dar defeito, não tenho paciência para consertar carros e nem sou bom pra isso, o cheiro da fumaça que saia de dentro do capô.

Saio do carro, e vejo na aquela estrada deserta que vinha na mesma direção um veículo conhecido, e dentro dele pareciam estarem três rostos familiares.

Eles param a van próxima ao meu carro, e em seguida os três descem do veículo. E me lembrar que a um tempo atrás os creepypastas não me procuravam tanto, e agora é isso, mas enfim esses idiotas sejam úteis para alguma coisa.

- Carro quebrado Smiley? - pergunta Liu se aproximando de mim.

- Não imagina. - o respondo sendo sarcástico. - O que fazem me seguido? - pergunto olhando para Nina.

- Hora essa viemos te ajudar a resgatar a Any. - reviro os olhos ao ouvir sua resposta.

- Já que estão aqui, me ajudem a ir até o hospital em que minha Any se encontra. - digo encarando Liu, que no mesmo instante rir com minha resposta.

- Nossa que climão em. - diz Candy Pop. - Vamos gente que tempo é ouro a essas horas.

Sem mais conversas entramos todos dentro da van, e ao longo do caminho até a droga do hospital, ficava a pensar em minha Any espero que ela esteja bem, em vários momentos percebo o olhar mortífero de Liu pra cima de mim, mais não estava nem um pouco afim de discuti, ou brigar novamente com ele. Ao chegarmos nos separamos individualmente.

Já estava imaginando que daqui a alguns minutos eu e Any estaríamos tocando o terror. Estou a passar pela recepção, quando.

- O senhor é novato por aqui? - pergunta a recepcionista para mim. Reparo na mulher que parecia ter em volta de uns 23 anos de idade, ela parecia o tipo de mulher fácil e burra que eu mato com frequência.

- Sim eu sou. - lhe respondo enquanto reparava no ambiente, infelizmente naquela porra haviansse câmeras, se não fosse por isso essa condenada já estava morta.

- Noto que o senhor não tem um crachá, me diga seu nome e seu número de celular que eu posso providenciar isso rapidamente. - ela poderia me ajudar a achar mais rápido Any.

- Depois podemos ver isso, agora pode me mostrar o quarto da paciente Anellyse.

- Fica no quarto 43 no terceiro andar. Quer que eu te mostre? - a mesma se levanta da cadeira aonde estava sentada e se aproxima de mim com um sorriso malicioso entre seus lábios. Seria

- Tudo bem. - coloco uma mão aonde havia siringa que continha tranquilizante... não eu iria mata-la aqui mesmo.

Pov Anellyse

Nem conseguia pregar meus olhos pra dormi, pensando no que poderia acontecer com o meu filho. Só de imaginar que em algum momento o meu Smiley iria entrar pela aquela porta e querer que eu voltasse pra ele, e eu teria que bancar a atriz ser uma mentirosa, pra ele. Reparo, e como muita das vezes sua roupa estava um pouco suja de sangue.

Meu coração estava partido em mil pedaços, sentia saudade de seu beijo, de seu toque de tudo. Mais eu tenho uma escolha, e é essa que tem que ser seguida.

Me levanto da cama, vendo que uma parte do travesseiro estava molhada por minhas lágrimas, eu deveria está com uma cara de defunta. Vou até a janela que estava fechada e a abro, olhando para o céu me lembro os momentos em que eu e Smiley estávamos no lago, e também me lembro da última vez que o vi, enquanto estou pensando ouço o barulho da porta se abrir. Era ele.

Assim que meus olhos fazem contato com os dele, sinto um aperto no peito. Smiley fecha a porta e vem até mim, tenta me abraçar mais no mesmo instante me distancio.

- Você? - sussurro sentindo uma lágrima rolar em meu rosto.

- Ovelhinha eu vim te buscar. - diz ele pegando meu pulso, e me puxando para si. Respiro fundo e o encaro friamente.

- Mais eu não quero ir com você. - Smiley larga meu pulso e tira sua máscara, ele parecia está inacreditado com a minha resposta.

- Como assim? - dava para ver que ele estava mantendo a calma, o mesmo me olha de cima a baixo e diz. - Você não parece está bem Any, vamos pra casa lá eu cuido de você e do filho que você espera de mim. - estava tão emocionada por dentro, achava que no momento em que ele descobrisse a existência dessa criança, ele iria me fazer aborta.

Respiro fundo... aquelas palavras seriam piores que facadas em meu peito. Eu o amava tanto.

- Filho... que filho Smiley? - pergunto demostrando não saber de nada. -

- Hora essa o nosso mini creepy. - explica. - Você mentiu?

- Eu não menti o teste de gravidez estava quebrado. Não tem filho nenhum, e se eu tivesse uma criança sua no meu ventre eu tiraria essa coisa nojenta! - trinco os dentes e me viro de costas pra ele. - Aliás Smiley eu tenho uma família, e o que eu mais queria era sair desse pesadelo. -

Assim que termina de falar suas mãos agarram meus braços fortemente, pronto agora fudeu.

- Não! Você não é a Any que eu conheço! Minha ovelhinha diz que tudo isso é... - o interrompo.

- Mentira? Qualquer uma em meu lugar faria o mesmo que eu Smiley, eu só me fingi todo tempo, fingi que te amava só pra ter uma oportunidade de liberdade. Eu nunca te amei. - digo enquanto olhava para o chão, esperava um tapa em meu rosto ou algo pior mais ele apenas levantou meu rosto e secou minhas lágrimas com suas mãos, eu nunca tinha lhe visto magoado.

- Então fala essa última frase olhando nos meus olhos. - não faz isso comigo Smiley. Fico alguns segundos pensando, e a única coisa que me vem em mente é as ameaças de Nurse.

- Eu não te amo tudo que eu sinto por você é ódio! Por favor me deixa em paz vá embora da minha vida! - caio de joelhos no chão com as mãos em meu rosto, tentando esconder as lágrimas que desciam.

Droga! Eu não quero ser essa Anellyse! Eu não quero ser essa mulher que eu não sou!

- Você conseguir o que queria o que queria... Adeus para sempre Anellyse.


Notas Finais


Ain gente só um detalhe, talvez a fic esteja acabando? Talvez sim, ou não... até breve 📚📚📚


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