História Dr. Stone: O Mundo de Pedra - Capítulo 1


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Categorias Dr. Stone
Personagens Chrome, Gen Asagiri, Kaseki, Kohaku, Personagens Originais, Ruri, Senkuu, Suika, Taiju Ooki, Tsukasa Shishiou, Yuzuriha Ogawa
Tags Aventura, Drstone, Romance, Senkuu, Shounen
Visualizações 27
Palavras 1.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Shounen, Survival, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eeeeeee olha eu aqui com mais uma prévia de história nova! KKKKKKK

MANOOO EU TENHO A FICTION DE BNH PRA TERMINAR, MAS EU NÃO RESISTI A FAZER UMA DE DR.STONEEE

AAAA ME DESCULPEM, mas talvez ajam atrasos em ambas as histórias...hehehe

Sabem como é. Provas, período integral, blá blá blá...mesmo assim, não quero deixar vcs sem histórias! Prometo que darei tudo de mim em ambas as fanfics!

Arigato, Minna! Sayonara!

Capítulo 1 - Prólogo


Era tudo tão...perfeito. 

Tão...normal...minha vida era tão normal...


                     -   Dr. Stone  -


-- Vamos, Shimizu! Não quer se atrasar, não é? - dizia meu pai, enquanto me empurrava para dentro do carro, no banco de trás. 

Era uma manhã linda e ensolarada. Um perfeito dia de primavera. As árvores dançavam com o vento, os pássaros cantavam.

-- Pai...pra quê tanta cerimônia pra um primeiro dia de aula?! - protestei, cruzando os braços. Quando eu fazia isso, meus amigos diziam que parecia uma criança mimada. 

-- É o seu primeiro dia de aula numa escola nova, Shimi! Papai está tão feliz por você...finalmente conseguiu entrar na melhor escola da cidade...essa é a minha filhinha!!! 

Então ele começou á chorar loucamente no volante. Tudo o que pude fazer foi deitar no banco e torcer para que ninguém me visse pelo vidro no lado de fora. 

Mesmo eu não sendo uma criança...esse cara ainda insistia em me tratar como uma. Isso me irritava profundamente, mas eu não me atrevia a dizer nada. Ele era meu pai, afinal.

-- Oe, Louis. - o chamei pelo nome, atraindo sua atenção. - Vamos logo, ok? E...quer um lencinho? 

E fomos em direção ao centro de Tókio. Enquanto meu pai dirigia, eu prestava total atenção às árvores coloridas pelas flores. Amarelas, vermelhas...até azuis! 

Os prédios se estendiam alto, até onde a vista podia alcançar. Luzes coloridas espalhadas por todos os lados, pessoas andando para lá e para cá. Executivos, mães com seus filhos, universitários atrasados. 

Uma completa bagunça na cidade... á qual eu já estava acostumada. 

Depois de alguns minutos que para mim pareceram horas, chegamos á escola. Uma construção branca e alta, com algumas pequenas Torres e andares diversos. Em frente, havia o símbolo da mesma pintado numa das paredes.

Essa era a Fumikage Academy. A escola mais prestigiada de Tókio.

Quando saí do carro e bati a porta, meu pai me chamou e eu o fitei pelo vidro. 

Foi quando percebi que seus olhos estavam marejados.

-- Shimi...eu... - ele engoliu em seco, como se escolhesse cada palavra com cuidado. -...estou orgulhoso de ser o seu pai. 

Ouvir aquilo fez minhas bochechas queimarem...

Eu realmente me emocionei. 

Abri a porta do passageiro, sentei no banco e abracei meu pai uma última vez. Ele retribuiu e, antes que nos soltássemos, me aproximei de seu ouvido.

-- Eu te amo, pai. - senti um soluço prender em sua garganta. 

Saí do carro e observei o mesmo desaparecer, virando a próxima esquina.

O vento batia em meu rosto, bagunçando um pouco meus cabelos negros. Fitei a frente da escola e sem mais cerimônias, entrei.

Os corredores estavam cheios de alunos, mas eu me esquivei de todos no caminho. Estava indo para as escadas, em direção ao segundo andar. 

A primeira coisa que eu queria ver antes de entrar na sala: o laboratório de ciências. 

Talvez eu não tenha mensionado antes, mas eu gosto muito de ciência. A matéria de química sempre foi minha favorita. E pelo que pesquisei, essa escola tem o laboratório.ais completo e incrível de todos...meu coração estava pulando de alegria á essa altura.

Quando subi ao segundo andar, parei em frente á uma porta de carvalho. Uma placa acima da mesma dizia em letras japonesas: Laboratório de Ciências.

Dei um último sorriso, ergui a mão para bater e ouvi vozes do outro lado.

"Eu aposto dez yenes que ele vai levar um fora".

"Eu aposto vinte que ela vai rir da cara dele".

Vozes masculinas, que saíam como murmúrios divertidos.

Então uma outra voz apareceu, soando mais alta e grave do que as outras, também masculina:

"Eu aposto dez bilhões que ele não vai levar um fora".

Não sabia quem era esse cara...

Mas sem dúvidas, ele era completamente maluco.

Abri a porta com cuidado, sem fazer nenhum barulho, evitando chamar atenção dos que estavam bisbilhotando alguma coisa pela janela.

Mas quando coloquei o pé dentro da sala, acabei atraindo a atenção de alguém um tanto...peculiar. 

Vestia um jaleco de cientista e estava parado á frente da máquina de refrigerante. Quando seu rosto se virou para mim, pude reparar em detalhes de sua feição. Os olhos vermelhos, como jóias. Os cabelos brancos arrepiados e verdes nas pontas. O sorriso mínimo nos lábios. 

Quando percebi que o estava fitando por tempo demais, virei bruscamente o rosto para o outro lado. 

Caminhei na direção oposta, agindo normalmente, vendo os produtos químicos expostos nas prateleiras, passando os dedos pelos materiais científicos nas bancadas.

"Isso é incrível!" Pensei comigo mesma.

-- Gosta do que vê? - uma voz grave veio de trás de mim, me fazendo virar bruscamente. 

Me deparei com o mesmo Albino esverdeado de antes. Dessa vez, não estava sorrindo. Estava apenas com uma expressão vazia de tédio.

-- Err...sim. - respondi, virando-me novamente para a bancada. - Eu amo ciência... também amei esse lugar. 

O garoto não me respondeu, pois quando abriu a boca para dizer algo, senti algo estremecer sob meus pés. 

Olhei pela janela, onde os garotos ainda estavam, e vislumbrei uma luz...verde? 

Uma luz esverdeada e forte surgiu no céu, colorindo-o com a mesma cor. O garoto atrás de mim fitou o mesmo ponto, os olhos arregalados e a boca meio aberta. 

O que era aquilo? 

Resolvi me aproximar mais da janela, passando por entre os garotos ali, e fitei as ruas em frente á escola. 

As pessoas estavam paradas, fitando a direção de que a luz misteriosa surgia. 

Foram segundos de confusão...

E quando menos esperei, os corpos daquelas pessoas ficaram rígidos e escurecidos...rígidos como pedra. 

Ao meu lado, os garotos também começaram á ficarem imóveis. Seus corpos endureceram. Alguns caíram deitados no chão, imóveis.

Dei uma última olhada para trás, para o garoto de olhos vermelhos.

Seu semblante era confuso e aterrorizado. 

Quando nossos olhares se cruzaram pela última vez, meu corpo enrijeceu. Da cabeça aos pés. 

Então tudo ficou escuro. 

.

..

...

....

O que? 

O que aconteceu...? 

Eu...morri? 

Minha consciência está se esvaindo, mas...eu ainda sou capaz de raciocinar? 

Que bruxaria é essa?!

Merda...estou pegando no sono...

Será que se eu fechar os olhos...eu nunca mais vou acordar?

...

Não posso. 

Não posso perder a consciência. 

Não sei o que aconteceu com os outros, nem comigo, mas...

Eu não posso adormecer. 

Ainda tem pessoas que eu quero rever...não posso morrer. Não aqui. Não assim!

Preciso dar um jeito de me manter acordada até meu corpo se mover novamente. 

Será que fui petrificada? Eu nem sabia que isso era possível! 

Quanto tempo vai demorar...para voltar á me mover? Para rever minha família? Será que...eles estão bem? Ou foram petrificados também?

Pai... mãe...

Eu vou voltar para vocês! Que demore o tempo que for preciso, eu vou reencontrá-los! 

                     -  100 anos  -

Quanto tempo...se passou? 

Desgraça...perdi a contagem de quantas vezes quase perdi a consciência! 

Vamos, Shimizu...não é só por você! É por eles também! 

Não sei ao certo se posso despertar por conta própria, mas no momento, por mais que eu tente, não consigo me mover. 

Talvez...

Talvez...

                      - 300 anos -

Eu consigo.

Eu preciso conseguir! 

Não adormeça, SHIMIZU! NÃO SE ATREVA Á MORRER. 

                      - 1000 anos -

Eu não sei...mais...quanto tempo se passou. Perdi completamente a contagem dos dias...

Talvez uns cem... trezentos...se estiver com muito azar, até uns bons mil anos.

                       - 2000 anos -

Lembro das palavras do meu pai na última vez que nos falamos...

Ele disse que se orgulhava de mim...

Orgulhava-se de ser o meu pai. 

Ele acredita em mim .

Vou fazer dessa confiança...dessas palavras ...

Um combustível para levantar! 

Só preciso me concentrar ...um pouco mais...mais...

                      - 3700 anos -

Quantos anos... milênios... séculos...se passaram? 

Eu não sei...

Mas acho que já passei tempo demais descansando aqui. 

Vamos, Shimizu...chegou a hora! 

Concentre-se...quase lá...

Espera...

Eu...sinto algo...

Minha pele...no rosto...

Eu sinto meu rosto! 

Algo...algo está rachando...eu escuto sons... sons estranhos. 

Recuperei alguns sentidos.

Estou despertando! 

Vamos lá...vamos lá...

VOCÊ CONSEGUE, SHIMI! 

                   -  Dr. Stone -

Quando abro os olhos, sinto toda a superfície de meu corpo rachar em pedaços cada vez menores, logo, depois de minutos, consigo me mover normalmente. 

Sentei-me na grama, onde me encontrava no momento...

Quanto tempo...se passou? 

Olhei ao redor...e percebi que...

O mundo...não era mais o mesmo.


Notas Finais


Yeeeeeeeeeeeeeey
Tô com sono ;-;


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