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História Draco Dormiens 1 Temporada (Adaptada para Now United) - Capítulo 3


Escrita por:


Capítulo 3 - Wendy Urrea


Fanfic / Fanfiction Draco Dormiens 1 Temporada (Adaptada para Now United) - Capítulo 3 - Wendy Urrea

Macnair - ... e sobre Josh Beauchamp.


Josh deixou cair a espada que ele segurava, e ela caiu no chão fazendo um barulho enorme, o que fez Marius e Macnair olharem para ele. Marius fechou a cara.


Marius - Sim, Noah? Você tem algo mais a dizer?


Com esforço, Josh forçou a si mesmo a falar:


Josh - O que que tem Josh Beauchamp?


Marius olhou para ele severamente.


Marius - Noah_ ele disse a Macnair - fala sobre o jovem Josh toda hora. Não é, garoto?
Essa informação não melhorou o estado de Josh.


Josh - E-eu tenho de jogar Quadribol com ele! - gaguejou.


Marius - Onde, se eu me lembro bem. Ele te venceu todas as vezes!
Josh não pôde conter um largo sorriso.


Josh - Sim, ele me venceu todas as vezes!


Marius e Macnair olharam fixamente para ele; finalmente, para o alívio de Josh, o pai de Noah virou-se para seu amigo:


Marius - Você disse que tinha notícias para mim, Macnair!_ ele disse - Por favor, não me diga que é outro plano idiota de matar o garoto Beauchamp.


Macnair bateu o pé no chão.


Macnair - É um ótimo plano dessa vez, Marius! _ falou - É um plano realmente astucioso e cheio de maldade!


Marius - Não me diga!_ rosnou - Você disse a mesma coisa sobre o plano de matar Josh enviando-lhe um presente de aniversário envenenado para a casa de seus parentes, quando, eu devo lembrá-lo, ele é protegido pelo Feitiço Familium de Fuller. Tudo o que aconteceu foi que seu primo, Guilherme, comeu o chocolate e vomitou tudo na janela nos Comensais da Morte que foram buscar o corpo de Josh. Também teve aquela vez que Nott tentou entrar em Hogwarts e capturar o garoto, e foi decapitado pelo Salgueiro Lutador. E quando Zabini tentou enviar ao garoto uma vassoura explosiva, Fuller a interceptou e enviou-a de volta num pacote diferente.

Marius - Tiveram que enterrar Zabini numa caixa de fósforos!_ gritou, fazendo movimentos enfáticos com sua espada - Mais Comensais da Morte foram mortos tentando executar planos idiotas para matar Josh Beauchamp do que por guerreiros do Ministério da Magia!


Josh ficou pasmo. Ele não tinha ideia. Pensando bem, ele pensou ter ouvido gritos de horror no jardim da frente, aquela vez que Guilherme passou mal na janela, mas ele pensou que fosse a vizinha barulhenta, a senhora Figg.


Macnair - Por favor, Marius!_ ganiu - Escute-me!

Marius - Você tem 5 minutos! - disse cruzando seus braços sobre o peito.


Macnair - É verdade que o garoto está protegido enquanto está sob os cuidados da família_ disse apressadamente - E é verdade que ele está protegido em Hogwarts. Nós já tentamos tira-lo do castelo, lembra aquela vez que lhe enviamos aqueles ingressos para os Knicks? Mas Fuller nunca deixou-o ir!


Marius - E isso_ disse - Nunca vai mudar!


Macnair - Não!_ disse - Nós sabemos disso. E nunca pensamos em raptar alguém íntimo ao garoto, assim ele teria de deixar o castelo para resgata-lo, mas quase todo mundo querido para o garoto está em Hogwarts. Ele detesta sua família trouxa, e os May estão protegidos por feitiços poderosos.


Marius estava entediado.


Macnair - Mas..._ disse apressadamente - Isso mudou. Temos alguém, agora. Alguém que o garoto fará qualquer coisa para proteger.


O estômago de Josh apertou-se de pavor. Macnair estava sorrindo, o mesmo sorriso desagradável que ele sorriu quando ele foi a Hogwarts para executar o hipogrifo de estimação de Willdabeast.


Macnair - Sirius Black!_ ele disse


**
Noah achou seu caminho da Ala Hospitalar de volta para a Torre da Grifinória.


Noah - Estrondo!_ ele disse vagarosamente à Mulher Gorda, e entrou na passagem.
Fora de hábito, ele andou até a lareira e sentou-se perto de Any, que estava muito bonita em vestes cor-de-rosa, e de Bailey, que estava lendo um volume assustadoramente grosso, chamado A arte das Guerras Trouxas.


Noah - O pai de Noah veio e levou-o de volta à Mansão Urrea._ disse rispidamente


Bailey - Levou-o aonde?_ perguntou, baixando seu livro


Noah - À Mansão Urrea. É onde eles moram.


Bailey - Esplêndido! _ disse, voltando à leitura - Com um pouco de sorte, eles nunca mais o trarão de volta!


Noah fez um som de como se ele estivesse engasgando-se. Any olhou para ele preocupada.


- Josh,_ ela disse suavemente - Não é sua culpa, você só bateu nele porque ele te bateu primeiro!


Noah não respondeu. Sua mente estava cheia de imagens de seu pai olhando para ele. Se Josh não fingisse ser Noah, se ele reassumisse sua aparência habitual, se Marius Urrea de algum jeito descobrisse que o garoto que ele trouxe para casa não era o seu filho, mas sim o famoso inimigo de Lord Voldemort, ele mataria Josh. Disso, Noah não tinha dúvidas. O que seu pai tinha falado que Voldemort tinha dito?


Quem quer que seja que trouxer para mim o corpo morto do garoto Josh Beauchamp, estará acima de todos os Comensais da Morte!


A voz de Bailey quebrou sua linha de pensamento.


Bailey - Esse negócio de Guerra dos Trouxas é muito interessante!_ ele disse - Estou pensando será que há alguma chance de o governo jogar uma... sei lá como se chama... bomba nuclear na Mansão Urrea?


Noah se levantou.


Noah - Eu preciso subir!_ ele disse e subiu correndo as escadas para o dormitório dos garotos.
Ele ouviu passos atrás dele, virou-se e viu Any, cujos olhos estavam cheios de alerta.


- Josh!_ ela chamou - Josh, por favor, me espere!


Noah parou e esperou Any aproximar-se.


- Josh_ ela disse - Você está tão aborrecido... o que está te incomodando? Não pode ser o Urrea.


Noah só ficou olhando para ela. Todas as suas emoções pareciam se enrolar dentro de seu estômago: a tensão de ser Josh Beauchamp durante dois dias seguidos, raiva choque, dor, e agora terror, terror da coisa horrível que podia estar acontecendo a Josh a qualquer momento, nesse momento, o que seria pura e completamente culpa de Noah quando acontecesse. Ele não sabia se queria gritar com Any ou beijá-la de novo. Ambas as opções tinham seu encanto.


Noah - Eu estou muito cansado, Any!_ ele disse - Eu só quero dormir!


Any - É por causa do que aconteceu hoje mais cedo?_ ela perguntou - Depois... depois do balaço? Porque eu não queria ficar brava com você por ter me beijado, Josh, na verdade...


Ela deu um passo para perto de Noah, seus olhos cheios de carinho.


Carinho por Josh.


Noah falou asperamente:


Noah - Nem tudo é sobre você, Any Gabrielly!_ ele gritou a plenos pulmões - Nem TUDO é sobre você, Any!


Ele desceu as escadas, empurrou Any para abrir caminho, e saiu pela passagem do quadro da Mulher Gorda.

**
Depois da menção ao nome de Sirius, Josh sentiu seus joelhos ficarem fracos. Não mostre emoção, ele disse a si mesmo, não mostre emoção!


Macnair - Há muito tempo nós sabemos que ele é o padrinho do garoto._ disse - O problema foi achá-lo. Nós seguimos sua pista, na verdade Rabicho seguiu sua pista, e isso foi um plano engenhoso dele. Ele lembrou-se de uma caverna que ele foi uma vez com Sirius quando criança, uma vez que ele visitou os Black. Ele voltou ao lugar e pôs uma praga de ligamento em Black...


Marius - Entendi, Macnair!_ disse - Onde eu entro nessa história?


Macnair parecia desapontado.


Macnair - Bem,_ ele disse hesitante -É realmente simples. Rabicho está trazendo Black da Cornualha amanhã, e nós precisamos de um lugar que sirva de cativeiro para ele, por uma noite ou duas, enquanto ele espera que o garoto venha. Nós não podemos deixar a praga de ligamento nele, ou ele irá morrer, e você tem os melhores calabouços que ninguém...


Marius - Oh, obrigado!_ disse com um grande sarcasmo - Bem, isso é um plano estúpido e muito óbvio, mas ainda é muito melhor do que qualquer outro de seus planos. Eu vou prende-lo aqui. Eu não o vejo_ ele sorriu friamente - desde que estávamos na escola juntos. Será como uma reunião.


Ele e Macnair riram. Josh não riu. Ele sentiu-se como se fosse passar mal.


A porta abriu e uma alta, loura e esbelta mulher entrou. Ela não estava vestindo vestes, mas sim um longo vestido preto com uma abertura do lado. Josh a reconheceu imediatamente: ela era a mãe de Noah.


Marius - Wendy!_ disse - Alguma coisa errada?


A mulher sorriu. Ela ficava muito bonita enquanto sorria. Josh lembrou dela da Copa Mundial de Quadribol e pensado que devia ser dela que Noah herdou sua bela aparência.


Wendy - Eu queria pegar Noah emprestado!_ ela disse calmamente - Eu não o vejo desde que você o trouxe para casa, Marius.


Marius Urrea fez um movimento com sua mão.


Marius - Claro, pode levá-lo!_ ele disse


Josh olhou para o pai de Noah. Ele queria desesperadamente ficar e escutar mais sobre Sirius.


Josh - Mas eu..._ Josh começou


Marius - Noah..._ a voz de Marius Urrea parecia gelo - Vá com sua mãe.


Hesitante, Josh seguiu Wendy Urrea para fora do aposento, onde ele esperava que ela fosse tentar abraçá-lo ou beijá-lo ou pelo menos cumprimentá-lo de alguma forma. Mas ela nem abraçou-o, nem beijou-o e nem cumprimentou-o de alguma forma. Ela mal virou-se e começou a andar pelo corredor. Josh correu atrás dela, mantendo seus olhos bem abertos. Ele pensou que seria uma boa ideia decorar cada detalhe da Mansão Urrea.


Wendy parou num corredor cheio de retratos que mais pareciam um bando de bonecas vestidas com diferentes roupas coloridas. De repente, Josh deu-se conta de que essas fotos eram de Noah quando bebê e garotinho. Ele parou, achando engraçado.


- Oh!_ disse Wendy sorrindo - Suas fotos quando bebê. Elas são lindas, não são?


Josh olhou do retrato no qual Noah tinha cerca de três anos, e estava vestindo shorts cor-de-rosa e um gorro escocês, para outra, onde ele tinha cerca de cinco anos e estava todo vestido em insígnias reais da família Urrea, incluindo uma capa preta e longas mechas castanhas clara encaracoladas que eram muito afeminadas. O Noah do retrato ficava tentando puxar o colarinho de suas vestes enfeitadas.


- Sim!_ disse Josh - Elas são lindas, sim.


Wendy conduziu Josh até uma grande sala de jantar, passando por inúmeros corredores, e fez um gesto para que ele se sentasse enquanto ela buscava comida para ele.


Josh sentou-se na enorme mesa de jantar sentindo-se muito pequeno. A mesa parecia esticar-se por quilômetros, e vazia, exceto por um grande candelabro de prata, que segurava sete velas verdes esculpidos na forma de lagartos. Haviam mais quadros horrorosos da família Urrea na parede. Um característico bruxo mal olhava para Josh de seu quadro, fazendo um gesto ameaçador passando seu dedo pela garganta. Em outra parede, uma tapeçaria com o brasão da família Urrea, que mostrava uma grande cobra verde se enroscando na letra U, enquanto no primeiro plano da figura de um homem encapuzado ria de modo abafado atrás de outro homem e o apunhalava nas costas. A frase em Latim "DE GUSTIBUS NON DISPUTANDEM" (O Sabor Não Tem Preço) estava em volta dos pés do homem que atacou. Josh não tinha ideia do que isso significava. Any devia saber, mas pensar em Any era muito doloroso.


Wendy voltou à sala de jantar segurando uma bandeja de prata, onde havia um bule de chá, uma xícara, um jarro de leite, e um prato de biscoitos.


Wendy - Aqui está!_ ela disse colocando a bandeja na mesa


Ela sentou-se no lado oposto ao de Josh e o assistiu comer.


Wendy - Madame Yonta falou que você deve comer coisas leves por um dia mais ou menos._ ela disse, assistindo-o pôr biscoitos na boca


Josh - Então, mãe_ disse querendo quebrar o silêncio embaraçoso - O que você anda fazendo?
Wendy - Eu tenho bordado um cobertor para você levar para a escola._ ela disse ansiosamente - Tem o lema da família em dourado, seu pai quem sugeriu. Ele disse que já era hora que você aprendesse isso de coração. Você quer vê-lo?


Josh não queria vê-lo, mas:


Josh - Claro!_ disse


Ela saiu do aposento, e quase imediatamente voltou, carregando o que parecia um grande pedaço de veludo verde. Ela entregou-o a ele, e ele viu que haviam palavras bordadas em dourado na frente, que diziam:
A PUNIÇÃO LEVA AO MEDO. O MEDO LEVA À OBEDIÊNCIA. OBEDIÊNCIA LEVA À LIBERDADE. PORTANTO, PUNIÇÃO É LIBERDADE.


Nesse momento, ficou claro para Josh porque Noah tinha aquela personalidade medonha.


- Uau._ disse Josh num tom de voz desanimado - É muito bonito, mãe. Eu aposto que todos os outros garotos vão querer ter um cobertor com um lema tão horrível quanto esse.


Por um momento, Josh achou que havia ido longe demais, mas Wendy simplesmente sorriu pálida para ele, e Josh desviou o olhar. Foi uma pena que ele fez isso, porque se ele tivesse olhado de volta para a mãe de Noah, perceberia que seus olhos estavam cheios de lágrimas.
A porta no final da sala abriu com uma pancada e Marius Urrea e Macnair entraram a largos passos.


Marius - Wendy!_ disse asperamente - Traga uma xícara de chá para Macnair, sim?


Wendy obedeceu à ordem de seu marido, enquanto Macnair sentou-se na cadeira em que ela havia sentado - se.


- Então, Noah,_ ele disse num tom paterno - Eu me lembro quando eu era um sonserino em Hogwarts e nos divertíamos muito. Aposto que você está sempre provocando tumulto, não é?


- Bem..._ disse Josh - Você sabe, nós estamos sempre ocupados tendo encontros de jovens Comensais da Morte, e nós passamos muito tempo fazendo muitos outros alunos se sentirem mal sobre suas más condições financeiras e ruins posições sociais. Às vezes nós ficamos acordados durante toda a noite e tentamos fazer com que demônios atendam a nossos pedidos repugnantes, mas na maioria das vezes, nós somente pedimos pizza e arrancamos as asas de umas moscas.


Josh estava quase certo de que havia delirado, mas Macnair não parecia se importar.


Macnair - É um ótimo garoto que você tem aqui, Marius!_ ele disse, virando-se para o pai de Noah - Você deve estar orgulhoso dele.


Marius - Ele não era um bebê promissor._ disse sem um traço de emoção - Fraco e enfermiço. Eu disse à minha mulher, que nos bons e velhos tempos dos Urrea, uma criança como essa seria jogada num penhasco para morrer, mas ela insistiria em ficar com ele...


Macnair riu, mas Josh tinha quase certeza de que Marius Urrea não estava brincando.
Wendy chegou com a bandeja. Macnair chegou perto dela e disse:


Macnair - Desculpe, Wendy, eu vou ter que tomar isso no caminho. Preciso ir! Negócios!


Macnair pegou a xícara da bandeja e piscou para o pai de Noah.


- Te vejo amanhã, Marius!_ ele disse, e desaparatou


**
Noah sentou-se na biblioteca escura, com as mãos no rosto. Seus cotovelos estavam apoiados numa cópia aberta de Poções Muy Potentes, o que parecia irônico para ele, já que era por culpa de Poção Polissuco, em primeiro lugar, que ele estava nessa confusão.


Sua mente correu pelas opções, mas nenhuma delas parecia viável. Ele podia enviar uma coruja para seu pai, explicando o que havia acontecido, e no caso, Marius Urrea ia descobrir que o garoto que estava em sua casa era Josh Beauchamp, e iria matá-lo. Ele podia tentar desfazer o feitiço, mas isso transformaria Josh de volta em Josh, e Marius iria ver quem Josh era e iria matá-lo desse jeito também. Ele mesmo podia ir à Mansão Urrea e tentar resgatar Josh, o que seria um ato corajoso e espetacular de várias formas, mas se seu pai o visse, ele ia pensar que Noah era Josh, e ele acabaria assassinado por seu próprio pai.


Não ocorreu a Noah ir a Fuller resolver esse problema. Ele ainda era um Urrea.


A porta da biblioteca abriu-se e uma garota entrou segurando uma varinha.


? - Lumos_ ela disse


E o aposento repentinamente encheu-se de luz. Noah olhou para cima, piscando.
Era Sofya Plotinikova.


Noah - Eu pensei que tinha me livrado de você no campo de Quadribol!


Longe de parecer ofendida, Sofya sorriu.


Sofya - Isso foi antes de eu perceber que você só estava se fazendo de difícil!_ ela disse


Noah - Então você veio aqui para ouvir mais insultos, não é?_ disse - Mulheres!


Sofya - Eu estava me sentindo culpada!_ disse - Pelo modo que eu te tratei. Dizer para você que você era muito novo para sair comigo e que seu cabelo era muito desarrumado, bem, isso não foi muito legal da minha parte.


Noah - Está certo, você foi uma garota má._ concordou - Talvez você devesse sair sozinha e pensar sobre o que você fez de errado. Demore o quanto quiser!


Sofya aproximou-se e sentou-se do outro lado da mesa, encostando o topo de sua varinha suavemente pelo braço dele.


Sofya - Eu sei que você não queria dizer isso, Josh!_ ela disse - Você só está ferido, e eu respeito isso.


Noah jogou suas mãos com desgosto.


Noah - Olhe para você!_ ele disse - Eu aposto com você que Josh está correndo atrás de você há anos, carregando seus livros, te mandando flores, e tudo o que você fez foi ignorá-lo. Agora ele é um absoluto patife para você e de repente você não o deixa em paz!


Sofya olhou para ele.


Sofya - Você notou que você está falando de si mesmo na terceira pessoa?_ ela perguntou


Noah - Hã..._ disse.


? - Com licença..._ uma voz disse. Noah olhou para cima. Havia mais alguém na biblioteca com eles. - Eu espero não estar atrapalhando, mas...


Era Any.


Sofya - Você está atrapalhando!_ disse - Agora vá embora!


Noah - Não!_ disse - Você não está atrapalhando nada._ ele se levantou com tanta urgência que ele deixou uma pilha de livros cair no chão


Sofya olhou dele para Any, e depois para ele de novo. Então ela gritou de raiva:


Sofya - Então é ela!_ berrou - É por isso que você está me ignorando! Eu não acredito que você me trocou por essa... essa trouxa dentuça!


Any - Eu não sou dentuça!_ disse, que tinha dentes totalmente normais desde seu quarto ano em Hogwarts, rispidamente


Noah - E ela não é uma trouxa!_ gritou - E eu não te troquei. Nós nunca nem ficamos!


Sofya olhou para ele.


Sofya - é por causa daquele negócio de que como você é o fabuloso Josh Beauchamp, não tem tempo para mim?_ ela perguntou asperamente


Noah - Não!_ disse - É só porque você é realmente muito chata!


Sofya pegou sua varinha e saiu correndo da biblioteca, batendo a porta com força atrás dela.
Noah virou-se nervosamente para Any.


Noah - Ela só gosta muito de mim!_ ele disse balançando os ombros - Eu não posso explicar isso.
Ao invés de responder, Any aproximou-se dele, cruzou seus braços e olhou para ele.


Noah nunca foi olhado daquela forma antes. Era como se ela pudesse ver através de sua cabeça para atrás de seu crânio.


Noah - Any, não!_ ele gemeu antes que pudesse se impedir - Olha, sinto muito pelo que eu disse antes.


Any - Você não _ começou


Noah a interrompeu:


Noah - Eu já disse que sinto muito, o que mais...


Any - Não!_ disse asperamente, fazendo um gesto impaciente com as mãos - Eu não quis dizer que você não sente muito. Eu quis dizer que você não é... que você não é ele!


Noah - Que eu não sou o quê?


Any - Não é Josh._ disse Any - Você não é Josh Beauchamp!


Noah olhou para ela. Ele de repente sentiu-se muito cansado.


Noah - Claro que eu não sou ele._ ele disse - Eu sou Noah Urrea!



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