História Draco Malfoy e ascensão de Tom Riddle - Capítulo 13


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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Tom Riddle Jr.
Tags Draco Malfoy, Harry Potter, Tom Riddle, Yaoi
Visualizações 78
Palavras 1.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpe o horário ksksksks
Boa leitura!

Capítulo 13 - Imaturidade


Fanfic / Fanfiction Draco Malfoy e ascensão de Tom Riddle - Capítulo 13 - Imaturidade

Os dias se passaram de forma rápida, e quando se menos esperava já haviam se passado mais 1 mês e já estavam-nos na era natalina da escola. Draco por sua vez gostava bastante dessa época.

Sua mente se mostrava ocupada em novos afazeres para se esquecer, mesmo que pequeno, da figura de Tom.


Já havia se conformado que talvez nunca mais o visse, e embora pensasse enquanto sua volta o faria feliz, não saberia pensar em como reagiria. Começou a pensar que Tom talvez nunca tivesse gostando de sí o quanto gostava do outro. Afinal se lembrava da promessa dele.

"Quando eu me tornar imortal voltarei para te matar"

Ele havia dito.

 Seus pensamentos foram barrados quando Harry sentou-se ao seu lado da mesa para juntos estudarem. Eles estavam mais próximos esses meses. Apesar das velhas brigas.


- Hermione e Rony estão me convidando para passar o natal com eles mas não sei... Sempre passe sozinho. - Harry murmurou.


- Então passe com eles, sabe cicatriz você complica muito as coisas. Se minha familia não te odiasse tanto assim eu convidaria você para passar o natal lá. É muito tedioso...


Draco omitiu, na verdade eles não odiavam eles, mas eram seguidores forçados de Voldemort.


- Hum... Eu não iria mesmo assim. - Harry retrucou.


Ele se foi para sua mesa enquanto Crabbe e Goyle se aproximaram de Draco de modo desconfiado. Não engoliam tão facilmente a aproximação de Draco e Potter.


- Draco, não sei como consegue aguentar o cicatriz. - Goyle suspirou raivoso.


- Eu já te expliquei Goyle. Ele não é tão mal e você já ouviu a expressão de manter seus inimigos perto? - Draco sorriu.


Aos poucos voltaria a sua versão antes dele.


Quando a véspera de natal chegou todos foram para suas casas, e Draco fizera ir para sua mansão também. Como sempre passará ele, seu pai, e sua mãe juntos sentados a mesa num jantar.

Lucius perguntará algumas vezes sobre o diário que estava supostamente nas mãos de Rony Weasley, claro uma mentira de Draco.


- Eu ainda não tenho muitas informações mas percebo que o bobalhão do Weasley está muito estranho... Como se estivesse sem dormir a dias. - Draco se impressionou com tanta mentira que saia tão bem de sua boca.


Quando foi dormir pensará mais uma outra vez no Tom, em seu Tom. Apesar das tentativas nunca deixará de pensar no que ele devia está passando, as vezes até o via em lugares que ele não estava. Será que ele sentia faltas suas também?


Naquela manhã de Natal tomou um café enquanto sentia o clima mágico do natal. Haviam presentes espalhados pela sala. Ele ganhou vários.

Enquanto observava seus parentes de distância. Todos loiros, ou bem elegantes. 

Sua casa estava cheia e com vida, não como as reuniões dos comensais.

A maioria das pessoas nem sequer conhecia, sua familia era muito grande.


- Escuta Dobby seu inútil. O que faz pelos cantos? Saia da frente dos convidados. - Lucius olhou furioso descendo as escadas.


- Senhor Malfoy estava o procurando. Existe um convidado que está o esperando no jardim, ele é um senhor muito educado e pediu para que Dobby o chamasse. - Dobby o olhou amedrontado.


- O quê? - Draco encarou surpreso. Quem poderia ser? 


- Sim... Dobby irá se retirar. - Então o elfo desapareceu.

Draco estava muito curioso para saber de quem se tratava e logo foi até o jardim, apesar dele ser muito grande, conseguiu avistar a tal pessoa. Levando em conta que ele estava virado de costas não conseguiu identifica-lo.


- Olá? Soube que pediu para que viesse a seu encontro. - Draco murmurou aflito 

Então ele se virou.


Não conseguia se mexer, nunca pensaria que seria ele. Estava mais alto, e com uma aparência que lembrava sua antiga mas com mais maturidade. Não era mais um menino de 16 anos, parecia ter 20. Seus cabelos estava um pouco maior e com ondulações, além do rosto ter se firmado e ficado mais másculo. Seu corpo estava mais definido e formado. Mas mesmo assim reconheceria aqueles olhos escuros de longe.


- Sim sou eu... Eu só vim aqui para lhe dizer que... Bom, na verdade não tem um motivo. Eu só... Precisava está, vê você pela menos uma última vez. - Sua voz estava mais rouca e menos infantil. No entanto era mais suave que antes. 



- Incrível... - Draco suspirou.


Quantas vezes sonhou com este reencontro e agora não encontrava palavras.


- Você virou mortal? Mas como? - Draco olhou abismado.


- Não totalmente. Ainda falta matar Nagine. - Tom suspirou estressado.


- Não entendo... Como conseguiu o anel dos Gaunt?


- Eu tive a ajuda de um certo alguém... Digamos que, ele me encontrou. - Tom sorriu levemente.


- Quem? 


- Draco não podemos mais nos ver, você corre muito perigo. Voldemort já sabe, só não ainda quem eu sou mas não irá demorar e é por isso que estou aqui. Porque eu vi que era uma pessoa muito imatura e não conseguia ver meus sentimentos. Eu tentei lutar comigo mesmo por algo que não entendia e me arrependo das coisas que lhe disse. - Tom se aproximou tocando em seu rosto.


- Eu sofri muito... 


- Eu também... Meu amor. - Tom fechou seus olhos.


- Você me chamou de amor? - Draco o abraçou enquanto Tom deixava as lágrimas rolarem em seu rosto.


- Eu sempre te amei e é por isso que não entendia. E é por isso que fugi... Mas agora eu vejo que não podemos ficar juntos. Porque eu tenho um destino a ser cumprido. - Tom tocou em suas mãos com os olhos avermelhados e dor.


- Não diga isso. Você pode simplesmente desistir disso. De mata-lo. - Draco encarou seus olhos e o beijou.


No entanto logo Draco o separou com uma raiva súbita.


- Eu já entendi o seu jogo. Quer que eu me humilhe aos seus pés! Quer me ver sofrer! Então vai Tom! Eu já cansei dos seus jogos. - Draco gritou compreendendo tudo mal.


- Não seja imaturo. - Tom o encarou chocado.

Enquanto Draco chorava avermelhado.  Tom sentia seu peito se acabar em vê-lo daquela forma. Mas uma vez a imaturidade acabava com eles.


- Eu te amo... Draco. Não esqueça disso por favor. Mas terei que partir agora. Peço que se tiver algum problema procure Dumbledore ou seu padrinho Snape. Eu te amo e sempre estarei com você. - A voz baixa de Tom acabou se tornando um silêncio total.

Ele havia ido embora.



Notas Finais


😪😭 to chorando


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