História Dragão da profecia. - Capítulo 13


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Bafo e Arroto, Banguela, Batatão, Bocão, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Dente-de-Anzol, Melequento, Perna-de-Peixe, Personagens Originais, Soluço, Stoico
Visualizações 68
Palavras 1.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hellloouusss!!
Como vcs estão?
Desculpa n responder aos comentários do cap anterior ;-; vou responder agora quando postar.

Esse aqui é um cap especial, eu disse q iria trazer hehe. Eu n vou falar nada sobre ele pois qualquer palavra é um spoiler, ett nem adianta perguntar kakakakka

sem mais delongas BOA LEITURA!!!

(Editado: mais uma coisa: vou passar a colocar os nomes dos capítulos com números tipo cap 14, cap 15 e talz)

Capítulo 13 - Capítulo 13 - Especial


Soluço a levou para uma das casas que ele sabia que estavam livres, durante o caminho ele pensou sobre como iam fazer para que ela não fosse condenada à morte... de novo. Como faria com que seu pai à aceitasse, sem que contasse quem ela era. Se bem que Gothi já sabia, de uma maneira bem bagunçada e com alguns detalhes mudados, mas no fundo a garota era exatamente o que a anciã pensava.

O garoto tentou achar uma solução para o problema, mas com ela murmurando coisas – Coisas aquelas que ele não fazia a mínima ideia do que eram. – estava difícil de pensar. Eles cambaleavam de um lado para o outro, com ela rindo do que dizia, o garoto revirou os olhos cansado. Percebeu que não conseguiria pensar e cuidar dela, então decidiu apenas leva-la e fazer com que a mesma dormisse.

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Pararam em frente a uma casa um pouco afastada da aldeia, mas também não tão afastada assim, a casa se encontrava um pouco abaixo da casa do chefe, mas um pouco longe do porto, melhor dizendo ficava entre os dois. Ele abriu a porta, que não estava trancada com a madeira/chave. Entrou, empurrando a porta com a perna e a colocou sentada no sofá, foi até a cozinha para fazer um chá que de acordo com Gothi curava ressaca. Ele duvidava disso, mas nunca ficou de ressaca para saber se realmente funcionava.

- A Gothi diz que isso cura ressaca, eu nunca confiei muito, mas não custa tentar, não é? – Parou vendo a mesma praticamente desmaiada no sofá, sorriu e deixou o copo em cima do móvel que tinha ali, foi até ela e ajeitou suas pernas, que estavam para fora do sofá, ela tinha meio que caído desmaiada de lado, subiu até o quarto e pegou uma das mantas, voltando e colocando em cima dela. – Boa noite. – Disse por fim.

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Saiu da casa, fechando a porta com cuidado para não fazer barulho, se virou e começou a andar, pretendia seguir o caminho até em casa, mas precisava pensar e não aguentaria um sermão do seu pai durante uma noite inteira. Decidiu então ir até a praça, como estava tendo festa não teria ninguém nas ruas, isso era bom, teria espaço para pensar.

Andou a passos lentos até a estátua central, estava mais para um monumento, mas dava para se sentar em volta daquilo, então decidiu ficar ali mesmo. Se sentou e apoiou o cotovelo no joelho, abaixou a cabeça recostando-a em sua mão.  Estava tão distraído que não percebeu quando uma certa loira se aproximou dele.

- Como sempre afastado das festas. – O rapaz levantou o olhar rápido levando um leve susto, viu a mesma se sentar ao lado dele e olhar o céu e as estrelas. Ele apenas assentiu, respirando fundo e passando as mãos nos joelhos. Olhou para o céu junto a ela. – Eu até entendo, ninguém merece um monte de Vikings bêbados e gritando. – Ele riu fraco, essa ação fez com que ela sorrisse e virasse para olha-lo vendo o mesmo observar as estrelas.

Mesmo com ele tentando disfarçar, ela sabia que o mesmo estava nervoso e tenso sobre a tal bruxa. Soluço sempre teve um coração mole, ela o conhecia, sabia que o rapaz adorava descobrir coisas novas, e que sempre via as pessoas pelo lado bom. Isso era uma qualidade dele, mas ao mesmo tempo era um defeito. Ele confiava demais nas pessoas, isso ainda o traria problemas.

Ela se apoiou pelos braços, dando impulso para trás, se sentando junto a ele. Ela voltou a olhar para as estrelas, vendo as constelações e vendo a grande e majestosa lua. Sua expressão ficou séria, mas ela não se atreveu a desviar o olhar para ele quando começou a falar.

- Foi loucura enfrentar o seu pai. – Começou, ele abriu a boca para protestar, mas ela o impediu de falar continuando. – Não que esteja errado, eu também acho a ideia de matá-la exagero. Mas não significa que ela não possa ser perigosa. Devemos tomar cuidado. – Ele desviou o olhar, fixando-o no chão.

Tinha que admitir que ela estava certa, nem conhecia Ally direito, que garantia ele tinha de que ela era do bem? De que ela queria o ajudar? Mas e se fosse verdade? E se o mundo que ele conhece realmente estava em perigo e ele podia ajudar? Eram muitos “e se” sem resposta, ele não podia arriscar. Não quando todos podem estar em perigo.

- Eu confio nela, - Levantou o olhar, a olhando nos olhos. A mesma o olhou de volta. – Tenho certeza de que é uma boa pessoa. Não esse monstro que meu pai insinua.

- Você vê sempre o bem nas pessoas... – Ela sorriu desviando o olhar. – Isso é legal, mas ainda vai te trazer problemas. As pessoas não são sempre como você as vê, Soluço. As vezes elas fingem ser alguém que não são. – Ele a encarou, sua expressão estava cabisbaixa. Ele tinha que admitir que ela tinha razão.

A garota se levantou, batendo as mãos e arrumando a roupa, ela se virou para ele vendo a expressão confusa do mesmo e sorriu fraco.

- Vou voltar pra festa, vai ser bom ter alguém sóbrio lá para impedir as mortes acidentais. – Ela riu e se virou, indo em direção ao grande salão. Mas parou no meio do caminho. – Lembre-se: - Se virou para olha-lo, sua expressão era séria. – Não dá pra roubar o ovo do dragão, sem entra no ninho. – Se virou, não dando tempo para o mesmo protestar, e continuou o caminho, logo sumindo do campo de visão do rapaz.

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“Não dá pra roubar o ovo do dragão, sem entrar no ninho.”

Essa frase ficou remoendo na cabeça do jovem, ele havia passado a noite inteira acordado, depois que Astrid saiu ele ficou mais alguns minutos na praça, depois foi em direção a floresta e ficou rodando pela mesma pensando naquelas mesmas palavras. Estava claro para ele que ela queria dizer alguma coisa, mas o que? Essa frase não tinha o menor sentido. – era o que pensava.

Passou a noite andando pela floresta, pensando no que ela disse, quando os primeiros raios de sol apareceram, ele percebeu que o tempo havia passado, então se lembrou de Ally. Esquecendo totalmente os avisos de Astrid, ele foi em direção a mesma casa que havia deixado Ally, entrando vendo ela deitada no sofá. Sorrio e foi em direção à cozinha, começando a preparar um típico café da manhã.



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