História Dragão da profecia. - Capítulo 5


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Bafo e Arroto, Banguela, Batatão, Bocão, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Dente-de-Anzol, Melequento, Perna-de-Peixe, Personagens Originais, Soluço, Stoico
Visualizações 101
Palavras 1.726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey guyss!!!!
Mais um capp!! A pessoa misteriosa deu as caras... Finalmente!
Pra quem lê CTOSD MM não se preocupe estou quase terminando o próximo cap, talvez saia amanhã.
Então sem mais delongas, pq aposto q vcs querem saber quem é, Boa leitura!!

Capítulo 5 - Somos uma equipe. - Part 2


No cap anterior...

- ...Como você mesma disse “Somos uma equipe”...

No cap de hoje...

P.O.V Soluço

3 horas, já tinha 3 horas que eu estava ofegante tentando ficar calmo. Eu tentava de todo jeito, tentava me lembrar de momentos bons. Mas tudo resumia a raiva no final.

- “Soluço, quais são as três coisas que não podem ficar escondidas por muito tempo?” – (Ali: Sim, Teen Wolf. Acredite responder essa pergunta me deixa calma kkk.) Perguntou aquela pessoa.

- Não tenho tempo para brincadeiras...  – Falei ficando com mais raiva. – Fica calmo! – Gritei.

- “Não é brincadeira. Responda, quais são as três coisa que não podem ficar escondidas por muito tempo?” – Perguntou de novo.

- Eu... Sei... Lá... – Falava ofegante. – Er... – Parei pra pensar um pouco. Ainda ofegante. – O sol?... A lua... E a verdade?... – Respondi e me senti mais calmo.

- “Isso. Agora repete.

- Mas pr...

- “Só repete!” – Falou alto. – “Aff moleque teimoso.” – Falou pra si.

- O sol... A lua... A verdade... – Minha respiração foi voltando ao normal. – O sol, a lua, a verdade. – Fiquei mais calmo. – O sol, a lua, a verdade. – Me levantei.

- “Ótimo, mas isso não vai funcionar de novo. Você precisa arranjar outro modo de se acalmar.”

Ela terminou de falar e eu ouvi um bater de asas atrás de mim. Olhei e vi Banguela.

- E ai? – Perguntou.

- Prometi que estaria melhor, não prometi? – Ele virou a cabeça para o lado.

- Me deixa ver seus olhos. – Abri os olhos, ele se aproximou e bufou em alivio. – Graças a Thor! Vamos.

Montei no mesmo e fomos para uma ilha que eu não conhecia, mas vi os cavaleiros dormindo nela. Não pude deixar de sorrir, mas logo o sorriso sumiu.

- Eu machuquei alguém? – Perguntei ainda olhando para os cavaleiros.

- Não. Tirei todos de perto de você a tempo. – Falou ficando triste. Fiz carinho no mesmo.

- Ei calma. Nós vamos dar um jeito. – Sorri para ele. Logo ouvi alguém me chamar atrás de mim.

- Soluço? – Era Astrid se levantando e coçando os olhos. Ela olhou para mim e correu na minha direção, me abraçando. Retribui.

Logo ela separou o abraço e me deu um soco no ombro um soco que normalmente era forte, mas eu não senti nada.

- Onde estava? – Perguntou cruzando os braços.

- Conta pra ela. – Disse Banguela. – Só ela, vai ser bom ela vai poder ajudar. – Bufei, ele estava certo. Fui até a bolsa na cela dele e peguei o livro.

- Eu vou contar pra você. Somente você, entendeu? – Assentiu. Olhei para os cavaleiros atrás dela. – Mas não aqui. Vem. – A puxei para dentro da floresta que tinha ao lado.

Chegamos a uma “clareira” que tinha no meio da floresta. Abri o livro na página certa e entreguei para ela ler. Ela pegou o livro e começou a ler, depois de ler me olhou confusa.

- O que isso tem a ver? – Olhei para ela incrédulo, estava na cara a resposta. Ela continuou confusa. Peguei o livro e li claramente uma parte.

- “...Ele é metade humano metade Dragão...“ – Ela olhou do livro pra mim, parecendo entender.

- V-você...? – Apontou para o livro e apontou para mim. Assenti. – Ai meu Thor! – Naquele momento eu achei que ela iria correr, contar para os outros e fugir. Mas não, ela simplesmente disse. – Isso faz todo sentido. Um dragão quando está com raiva de alguém automaticamente ataca essa pessoa... – Banguela bufou e disse.

- Ei! Eu não faço isso! – Eu ri com a reação dele. Ela me olhou confusa.

- Banguela disse que não faz isso.

- Como assim “disse”? – Peguei o livro e li mais uma parte.

- “Um de seus “poderes” é a habilidade de entender e compreender a fala dos dragões.”

- Legal. – Sorriu. – Bom continuando, faz sentido. Um dragão selvagem quando está com raiva de alguém ele ataca essa pessoa. Foi o que você fez com o Melequento. Por isso não me atacou quando te soltei. – Observou.

- O que exatamente eu fiz com o Melequento? – Ela parou de olhar o livro e me olhou. – Não me lembro de nada do que acontece.

- Você quase matou o coitado. Sua sorte que a Gothi tirou essa memória dele. – Falou rindo. - Mas então por que você ficou naquela outra ilha sozinho? Que eu saiba ninguém te irritou antes. E afinal, onde estamos indo?

- Na verdade, UMA PESSOA ME IRRITOU. – Falei um pouco alto para que aquela pessoa possa ouvir. – Tem uma pessoa na minha cabeça me mandando seguir os extintos para acha-la, ela vai me ajudar a controlar essa coisa. Só que ela estava falando tanto na minha cabeça que eu comecei a me estressar.

- Então espera ai. Se você tem os extintos de um dragão quando está com raiva... – Deu uma pausa pra pensar, e depois sorriu. – Talvez possamos te treinar para você obedecer a alguém. Pelo menos até chegarmos até essa pessoa.

- Como pretende fazer isso? – Perguntei já imaginando a resposta.

- Temos que contar para os caval... – A cortei.

- Mas...

-Soluço, nós somos seus amigos. Melhor, somos sua equipe. Vamos lutar juntos até o fim, sejam quais forem as circunstancias. – Colocou sua mão no meu ombro. Sorri para ela.

- Eu não vou contar. Você conta. – Me olhou com raiva. – A ideia foi sua. – Ela ia me dar um soco, mas interrompi com tristeza. – Não tem mais graça você me dar socos, não sinto nada.

- Não importa. – Socou meu braço. Sorri com a reação dela, mesmo eu não sentindo nada de dor.

Algum tempo depois os cavaleiros acordaram, a Astrid explicou para eles sobre eu ser... Bom um dragão. E ela e o Perna-de-Peixe tiveram um plano para me treinar, era o plano que eles estavam prestes a falar agora.

Estávamos na clareira de novo, estava eu Perna-de-Peixe e a Astrid.

- Então o plano é o seguinte. – Começou Astrid. – O Melequento ou alguém vai te irritar e eu vou tentar te treinar. Simples. – Levantei uma sobrancelha.

- Sabem que se não funcionar é adeus Melequento, não é? – Falei cruzando os braços.

- Vai funcionar. – Diz Perna-de-peixe. Olhei diretamente para ele com a sobrancelha levantada e com os braços cruzados. – Tem que funcionar...

- Perna, você não... – Bufei desistindo. – Ok. Quando começa?

- Não podemos dizer se não você não ficaria com raiva. – Falou Astrid com a sobrancelha levantada.

- É claro. Foi mal, pergunta idiota. – Respondi. Depois disso fomos dormir.

Acordei e não vi nenhum dos cavaleiros, devo ter dormido demais por não ter dormido ontem a noite. Levantei e fui em direção a floresta. Antes de chegar levei uma pedrada, era uma pedra pequena, mas deu pra ficar com um pouco de raiva.

Olhei para trás e não tinha ninguém, continuei andando e levei outra pedrada. Olhei de novo já com um pouco de raiva e não tinha ninguém. Até eu ouvir uma pedra maior vir na minha direção, eu virei para trás e peguei a pedra já com raiva. Tudo ficou escuro.

P.O.V Astrid      

Estávamos observando o Soluço dormir, quando ele acordou levantou e foi em direção da floresta. Talvez ele estava nos procurando.

- Que tal tacar pedra nele? Vai irrita-lo, e eu vou me divertir. – Disse Cabeça-Quente.

- Que ideia idiota. – Falou Melequento rindo.

- Não... – Falei pensando. – Pode dar certo. – Peguei uma pedra no chão e arremessei nele. Ele pareceu não sentir dor, mas se virou para ver quem tinha tacado. Não vendo ninguém voltou a caminhar. Joguei outra pedra, ele se virou já com um pouco de raiva e voltou a ir para a floresta.

- Minha vez. – Falou Cabeça-Quente pegando uma pedra maior do que as que eu joguei.

- Não... – Antes de eu terminar ela jogou a pedra nele. Todo mundo ficou com medo, mas o que aconteceu foi totalmente diferente do que eu achei que iria acontecer.

Ele se virou e pegou a pedra destruindo a mesma. Os olhos dele estavam brilhando verde muito forte, do nada ele sumiu.

- Para onde ele foi? – Perguntou Perna-de-peixe. Olhei para todos os lados e não tinha ninguém. Vi Cabeça-Dura se virando e depois me cutucou.

- O que foi... – Vi o Soluço atrás de nós sorrindo, macabro, e os olhos brilhando. Os dragões logo se afastaram só Banguela que ficou na nossa frente. Banguela ronronou para ele, talvez tentando se comunicar.

P.O.V Banguela

Entrei na frente dos cavaleiros e tentei fazer com que o Soluço não ataque eles.

- Soluço, calma. – Ele não respondeu só riu. O olhei incrédulo.

- Eu estava calmo até ME TACAREM PEDRAS! – Respondeu alto olhando para os cavaleiros. Eles se assustaram e afastaram menos a Astrid. Soluço estava respirando forte, realmente parecia um dragão com raiva.

Astrid começou a se aproximar dele com a mão erguida. No que ela está pensando?! Pensei em fazê-la parar, mas estava conseguindo, o Soluço estava cedendo parece.

- Soluço... – Continuou se aproximando. – Está tudo bem... Sou eu... Astrid. – Ela foi se aproximando e...

P.O.V Soluço

-... Sou eu... Astrid. – Uma voz feminina disse na minha cabeça, reconheci sendo a Astrid.

- Eu tenho que me acalmar... Não posso machucar ela, não posso... – Falei com a mão na cabeça andando para trás, abri os olhos e eu estava em um lugar escuro. Não avia nada além de mim.

- Oi! – Uma... garota? Ela apareceu na minha frente. As roupas dela eram completamente diferente do estilo viking, ela usava uma calça e uma blusa que tinha algo escrito.

- Quem é você? – Perguntei me afastando.

- Não se lembra de mim? Cara, de acordo com você eu “enchi” o seu saco a viagem inteira. – Riu. – Prazer meu nome é Alícia, mas pode me chamar de Ali.

- Você era a pessoa que falava na minha cabeça? – Assentiu. – Onde eu estou?

- Aqui é o seu subconsciente.

- Tá legal. E... então eu te achei?

- Não, na verdade eu só vim te dar uma dica. - Deu uma breve pausa. – Se entregue a Astrid, se ela te domar quando você ficar com raiva ela vai poder “mandar” em você.

- Entendi. Como eu faço isso?

- Não tenha medo.,,

P.O.V Astrid

- Soluço... – Me aproximei. – Está tudo bem... Sou eu... Astrid. – Me aproximei e toquei no ombro dele. – Tá legal, se acalmou? – Os olhos dele pararam de brilhar e ele sorriu.

- Obrigado.


Notas Finais


Sou eu? jnajsdjkasdjkandja Sim sou eu kkkkkkkkkkkkkkk Para quem tinha suas suspeitas kkkkk Muita gente acertou, tb eu só dou dicas fáceis de mais kkk
Críticas, elogios, ideias, comida... TUDO!
Mandem ai <3
Até a proximaaaaa!!


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