História Dragon Ball Tenet - Capítulo 1


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Categorias Dragon Ball
Personagens Dende, Personagens Originais, Senhor Kaioh (Kaioh do Norte), Sr. Kaioh, Sr. Popo
Tags Belcross, Black Namek, Bodhran, Nira
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Palavras 2.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, leitores! Sejam bem-vindos ao universo de Dragon Ball Tenet! Antes da leitura, deixarei alguns avisos e comentários a respeito do texto em si.

A narrativa deverá se passar em um planeta novo, não citado ou, ao menos, não aprofundado na obra original de Dragon Ball!

Considerarei que existiram mais Sayajins de raça pura teriam escapado da explosão do Planeta Vegeta. Assim, muito provavelmente existirão personagens Sayajins!

Pretendo utilizar personagens de minha autoria e sem grandes relações com os protagonistas de Dragon Ball, Dragon Ball Z, Dragon Ball GT e Dragon Ball Super!

Uma vez que pouco sei a respeito de Dragon Ball Super, desconsiderarei boa parte (para não dizer tudo) do que aconteceu nessa série, para que eu não cometa nenhum erro ou inconsistência!

O planeta em questão estará sob o "domínio" e fiscalização do Sr. Kaioh do Oeste!

A história será narrada, em grande parte, em primeira pessoa, sendo que o personagem narrador será alterado com bastante frequência. Quando não um personagem, um narrador-observador contará o que se passa Para que não fique confuso, sempre será dito antes qual está narrando.

É basicamente isso! Qualquer dúvida, basta perguntar nos comentários! Boa leitura!

Capítulo 1 - Problematização


[Por Belcross]

{Em um campo aberto…}

???: Vamos lá, Spud! – ouvi um deles torcer não muito longe de onde lutávamos – Vai pra cima dele!

Spud: Hm? Você ouviu, não é mesmo?! – fez questão de me provocar enquanto passava sua mão esquerda em sua grande testa suada.

Belcross: É! – disse já me colocando em postura de combate – Eu ouvi sim! E pode vir!

Spud: Mas quanta confiança! Seu insolente!

De prontidão, vi aquele Saiyajin vindo pra cima de mim preparando um chute de direita. Me defendi com destreza, fazendo o mesmo para a curta e forte sequência de golpes desferida por Spud. Logo após a sequência, com um par de mortais, se afastou novamente. O erro dele foi abrir a guarda por alguns instantes.

Foi a minha vez de ser ofensivo: me materializei bem ao lado de meu oponente e o atingi com uma cotovelada no lado direito de sua face. Com certeza Spud sentiu bastante o golpe que deixou uma mancha roxa no local. Voei veloz até alcançá-lo no ar e golpeá-lo com uma sequência de dois chutes. Teria sido mais longa, mas o Sayajin reagiu e conseguiu segurar minha panturrilha durante o terceiro ataque.

Spud: A-há! – sorriu aliviado, mas respirando pesado.

Belcross: O quê? – tive de soltar, fiquei realmente impressionado com a destreza do homem.

Ainda agarrado à minha perna esquerda, começou a rodopiar no ar, na intenção de conseguir impulso. Quando achou suficiente, me largou, completando seu golpe com uma martelada extremamente forte em minhas costas. Senti bastante o impacto de meu corpo com o solo daquele lugar.

Depois de passados poucos segundos, me recompus com um salto, já sendo surpreendido por mais uma sequência de golpes. Dessa vez, me esforçando ao máximo, defendi e esquivei de muitos deles. Mas confesso que, no último movimento dele, um belo soco direto proveniente de seu punho esquerdo, fui arrastado uns poucos metro para trás. Tal ocorrido até levantou um pouco de pó.

???: É isso aí! – tive a impressão que foi o mesmo cara chato que tinha torcido por ele antes. A poeira não me deixou identificá-lo.

Belcross: Bom, vamos ver se isso dá certo… – murmurei pra mim mesmo – Hah! – dei um salto no ar e soltei um par de esferas de energia no solo, aumentando a nuvem marrom – Isso! Agora… – fiz meu movimento característico: após esticar os dois braços de forma paralela, trouxe-os ao meu peito lenta e gradativamente, de mãos abertas, canalisando toda energia que pude – Raitosutoroku! – exclamei atacando-o.

Spud: Aaaaah! – foi tudo que pude ouvir além da pequena explosão causada pelo impacto do ataque e do silêncio preocupado do par de torcedores de Spud.

Enquanto o ambiente se normalizava, calmamente desci até o chão e pousei, limpando um pouco da sujeira do meu kimono amarelo. Foi questão de segundos pra que eu pudesse ver Spud novamente, respirando com dificuldade e com alguns ferimentos que chegavam a sangrar.

???: Wow… – um dos guerreiros de fora soltou – Esse Belcross está começando a dar trabalho até para o Spud… – não pude deixar de me alegrar ao ouvir tão comentário. Extremamente pouco, pouco o suficiente para não demonstrar absolutamente nenhuma reação.

Nesse exato momento, os quatro membros do grupo olharam exatamente para um mesmo ponto: mais um guerreiro. Um ki bem conhecido se aproximou de pressa e logo se juntou a nós. Aquele era Bodhran, o braço direito do líder do nosso exército.

Belcross: Boa tarde, Bod... – fui interrompido antes mesmo que terminasse.

Bodhran: Ele quer ver vocês, AGORA! – tal ênfase me preocupou: teríamos feito algo de errado? Estávamos apenas treinando – Têm dez minutos para se apresentarem na arena.

Seja lá o que for, não parecia uma boa ideia se atrasar. Assim que o Namekuseijin deu as costas para nós, comecei a levitar, me destinando a um banheiro, para passar uma água no corpo e parecer mais apresentável.

Belcross: Melhor cuidar desses cortes aí! – fiz questão de dizer, sem me virar completamente para Spud – Quero só ver o que podem fazer em dez minutos.

{Cerca de dez minutos depois, na principal arena da cidade…}

???: Devo lembrar vocês do motivo de estarem aqui: vocês são o melhor que esse planeta tem a oferecer – à medida que falava, o sujeito caminhava de um lado para o outro, mantendo sempre sua pose de superior e de quem sabe o que diz – Vocês são os guerreiros responsáveis pela segurança desse lugar. – deu uma pausa no falar e no andar. Fechou os olhos por breves instantes e logo tornou a dizer, voltando seu olhar para nós – E se falhar nunca foi uma opção boa, dessa vez não pode nem sequer ser uma das opções.

Eu mantinha meu semblante sério, como deveria ser. Olhava focado ao líder, minhas pupilas acompanhavam perfeitamente cada movimento dele. Escutava o que falava destemido e concentrado, esperando pelo ponto que claramente queria chegar. Vez e outra dava uma olhada em volta e via meus companheiros enfileirados em boa postura que, tão envolvidos quanto eu, formavam juntos uma melodia incrível conhecida como silêncio.

???: Saibam que o que provavelmente será o maior teste para seus poderes, força e honra está por vir. Mesmo que eu ainda não saiba quando vai acontecer, devo alertá-los para ficarem extremamente preparados o quanto antes!

Belcross: Do que ele estaria falando? – pensei comigo mesmo – Não! – eu mesmo fui capaz de me repreender – Não é nada certo criar expectativas! Nem me sentir empolgado! Tenho que manter a calma e a frieza.

???: A partir de amanhã, pela manhã, espero que deem ainda mais sangue em seus treinamentos. Quero plena postura e garra nos movimentos de cada um de vocês. E espero muito – deu uma forte enfase nessa última palavra – não me decepcionar. Fui claro?

Todos: Sim, senhor!

???: Ótimo. Nesse caso, estão dispensados por hoje.

Após a tradicional saudação, me virei de costas e andei, nem muito rápido e nem lento demais, para fora daquela pequena arena. Assim que saí da mesma, levantei voo na direção de meu lar. Não conseguia evitar pensar no que poderia estar acontecendo: o que estariam planejando para nós? Gostava daqueles desafios. Espera! Gostar? Não posso, não devo. Mas era, sempre foi, difícil controlar. A doutrina imposta sobre nós era muito rígida e incrivelmente difícil de ser seguida. Mas devo dizer que evoluí muito e isso é gratificante.

Já via minha casa ao longe: nada grande. De tom amarelo bem claro e suave, quase branco, e de formato circular, se via em meio a muito verde. Não gostava da ideia de morar perto dos grandes centros urbanos, pois a paz e a calmaria me ajudavam de certa forma a treinar sem maiores incômodos.

Belcross: Finalmente em casa! – soltei ao dar meus primeiros passos a dentro. Minhas palavras ecoaram pela mediana e solitária casa – Agora comer algo e praticar mais um pouco antes de dormir – concluí.

[Por Nira]

{Não muito longe dali…}

Mesmo estando um pouco distante de casa, pude ouvir o estranho batendo na minha porta e chamar pelo meu nome. Já fiquei em alerta e, sorrateiramente, me aproximei dele entre as sombras que as árvores me proporcionavam.

???: Nira? – o ouvi dizer – Nira?

O seu porte físico me preocupou um pouco, mas se trajava de um modo muito formal para ser alguém procurando por briga. Por mais que fosse, de certa forma, perigoso, senti que deveria ir até ele e ver o que queria. Não parecia que iria desistir tão cedo.

???: Ni.. – o interrompi antes que chamasse por mim mais uma vez.

Nira: O que foi? Quem é você e o que quer? – fui o mais séria e direta possível. Se ele nada quisesse de ruim, pelo menos se assustaria e seria divertido.

???: Hm? – se virou pra mim antes de continuar, sem perder sua postura – Meu nome é Bodhran, venho lhe fazer um convite.

Nira: Pois então faça, Bodhran. – me aproximei um pouco mais confiante. Não parecia mais ser uma ameaça.

Bodhran: Estou aqui em nome do líder do principal grupo de guerreiros do planeta. – arregalei um pouco os olhos e me animei com o assunto – Ele gostaria de convida-la a juntar-se a nós na proteção do nosso mundo.

Nira: Wow! – me empolguei – Mas por que eu?

Bodhran: Temos uma equipe que monitora toda a população constantemente. – estranho descobrir que sempre estive sendo observada – Quando achamos alguém que nos desperta interesse, a chamamos para fazer parte. Além disso, não posso falar muito a respeito, mas uma grande ameaça se aproxima e precisamos aumentar nosso número o mais rápido possível. Peço que caso haja interesse siga até este lugar – o estranho ser de pele verde estendeu o braço esquerdo com um tipo de pergaminho enrolado e selado com uma bonita fita dourada e escarlate – Espero vê-la por lá, Nira.

Terminada a fala do sujeito, simplesmente deu um pequeno pique e levantou voo, me deixando com muitas dúvidas e com pouco entendimento.

Nira: Hey! Espere! Explique isso direito! Volte aqui! – cheguei a ficar nervosa de certa forma. Por que as pessoas não fazem direito o que têm que fazer?

Me rendi à falta de informações e entrei em casa, pensando um pouco sobre o convite no caminho de meu pequeno canto de estudos para ver se encontrava algo a respeito desse grupo. E, claro, em momento algum desconsiderando a hipótese: me sentia incrivelmente feliz e poderosa por ter sido selecionada para seja lá o que for.

[Por narrador]

{Em um planeta distante desse…}

Era um dia agitado naquele estranho e sombrio planeta da galáxia norte. Seres de grande porte físico andavam de um lado para o outro lotando naves de caixas e mais caixas com conteúdos diversos. Em sua maioria, mantimentos, vestimentas e acessórios de luta e treino.

Distante da grande estrela mais próxima, a luz era escassa, o que fez com que os Namekuseijins que passaram a viver por lá ganhassem uma tonalidade absurdamente escura na pele. Denominado Kurayami pelos seres que um dia habitaram o astro, ficava há algumas semanas de viagem do planeta natal dos alienígenas.

Após a aniquilação de toda a população original, esses seres se instalaram e passaram a treinar arduamente e incessavelmente, com o único objetivo de se tornarem a raça guerreira mais forte de todo o universo. Anos de Kurayami já haviam se passado desde a invasão, o que com certeza era menos do que os anos passados em New Namek. Ou que teriam se passado.

???: Finalmente chegou a hora de voltarmos, Akunaki. Chega a ser difícil de acreditar! – o Namek com maior imponência e aspecto mais medonho daquele planeta soltou para quem parecisa ser seu braço direito.

Akunaki: Sim, senhor Akusei. Ainda hoje alçaremos voo com destino ao nosso planeta natal. Assim, poderemos dar continuidade ao vosso plano, além de podermos defender de forma plena nosso lar de toda e qualquer ameaca – o tom de voz do Namek negro de medonhos olhos vermelhos era respeitoso e cheio de confiança.

Akusei: Ótimo. Não vejo a hora de sair desse lugar… Já deu o que tinha que dar! – deu um macabro sorriso, provavelmente por ter se lembrado dos massacres realizados e do sangue de nativos derramado praticamente sem motivo.

À medida que os minutos e horas passavam, a enorme e atraente nave espacial de formato achatado oval se enchia de tralhas e tripulantes. A felicidade era nítida nas faces de cada indivíduo, ainda que era óbvio notar que algo de errado havia nesse sentimento: parecia cruel. Aquele entitulado Akusei vigiava e comandava as ações de cada um deles, que assentiam e obedeciam sem titubear.

Depois de passadas cerca de três horas terrestres, estavam todos prontos para o lançamento. Com a nave recheada de suprimentos, todos os Namekuseijins de pele escura estavam enfileirados e intercalados entre a porta da nave e alguns metros a frente de seu líder. Tal ser caminhou suavemente trocando olhares com seus súditos.

Akusei: Depois de anos de treino puxado, chegou finalmente a hora de voltarmos. É totalmente claro para todos que a eficácia do treinamento foi inigualável. Estamos surpreendemente melhor do que um dia fomos e estamos prontos para aguentar o que tivermos que aguentar – andava de um lado para o outro, com passos curtíssimos e de lentidão inexplicável – Defenderemos New Namek até a morte!

Todos: ATÉ A MORTE! — repetiram em alto e bom uníssono.


Notas Finais


Qual será a grande ameaça que está para aparecer no planeta onde habitam Nira, Bodhran e Belcross? Quem são os Namekuseijins do planeta Kurayami? No próximo capítulo, as coisas estarão mais esclarecidas!

Não esqueça de deixar sua opinião nos comentários, se possível! É muito importante e faz muita diferença! Obrigado por lerem e até a próxima!


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