História Dragons, fairies and other drugs. - Capítulo 14


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Angel, Aquarius, Bickslow, Cana Alberona, Chelia Blendy, Gajeel Redfox, Grandeeney, Grandine, Gray Fullbuster, Happy, Ichiya Vandalay Kotobuki, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Lector, Leon, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Macao Conbolt, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Mest, Midnight, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Pantherlily, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Nalu Gale Jerza Graju
Visualizações 109
Palavras 2.669
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Magia, Mistério, Misticismo, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, am... Atrasada né!? eu sei. Mas juro que a culpa não foi minha.
Sabe o desgraçado do meu irmão, que saiu das profundezas do inferno só para assolar a minha calma e pacata vida. Descobriu a senha do meu celular e fez merda quando mexeu nos meus aplicativos, e apagou o cachê de todos... E adivinha quem não salva os arquivos na nuvem!? Euzinha... então quando fui no meu word linda e maravilhosa atrás do capitulo pronto... NÃO TINHA NADAAA... Quando eu fui olhar no Fb vi o perfil do infeliz aberto e soube logo que foi ele... Mas não pude fazer nada, poque se levantasse pelo menos a voz pro meu irmão, minha mãe saia metendo catiripafo em mim, sim... Eu tenho dezoito anos e se eu puxar treta com os meus irmãos apanho -_-' Ai de sete horas da noite tive que relembrar o que tava escrito no capítulo pronto, e reescrever tudo de novo, não tá tããooo bom poque foi feito nas pressas mas espero que gostem. Então BOA LEITURA!
Perdoem qualquer erro.
E criticas construtivas são sempre bem vindas.

Capítulo 14 - Cap. 14 - Especial Gale... Inicio e personalidades distintas


Era de noite, e o internato Fairy Tail, parecia mais sombrio e sinistro, muito diferente do cotidiano. Mesmo assim Levy se arriscou a fazer um de seus robes favoritos, ler. Mas o que uma garota estava fazendo sentada em um banco, no meio de uma noite escura. Apenas com a luz da lua como iluminação principal. Simples, Levy nem sempre foi a menina social e simpática de sempre. Ela teve alguns problemas no início da adolescência. Assim como todos os jovens.

Procurava se isolar e evitava os outros ao máximo. Não tinha amigos e suas companheiras de quarto não davam a mínima, então de certo modo ela se sentia aliviada por não ter pessoas no seu pé. Era assim que a garota sempre pensava e por isso era grossa com todos que tentavam se aproximar.

No momento, estava completamente concentrada no que lia. Seus olhos não paravam de se mover, em cima das páginas, passadas uma após a outra. Ela vivia num mundo mágico, com coisas que um ser humano normal não era capaz nem de imaginar. Mas mesmo assim se perdia no mundo dos livros de romance, aventuras, ou até de informações relevantes. Tudo o que ela queria era algo que pudesse lhe tirar da realidade atual. Porque ela odiava sim aquele mundo que vivia.

Um grupo de garotos se aproxima. O que eles estavam fazendo ali não se sabe. A certeza é que intenções boas não tinham, pois seus olhares e sorrisos maliciosos entregavam o que eles estavam pensando em fazer. Levy estava tão distraída que nem se quer notou quando o grupo de garotos rodeou ela, e ficaram lá parados encarando.

— Então a moça quer companhia? – Levy tomou um susto quando escutou a voz masculina falando bem próximo. Quando dirigiu seu olhar para o dono, seu corpo tremeu. Ela sabia muito bem quem aquele cara era, e sabia do que ele era capaz. — Zancrow e seus cachorrinhos o que vocês querem aqui?

— Aaah que surpresa – Sorri com escárnio. — Então é a famosa Levy, a que não medi suas palavras.

— Eu mesma. – Sorri de volta do mesmo jeito. — Você ainda não respondeu o que quer aqui.

— Não é nada de mais. – Dá dois passos se aproximando ainda mais da garota. — Só estou atrás de um pouco de diversão.

— Pois vá atrás disso com outra. – Se levanta encarando o loiro. — Pois eu estou de saída.

— Não tão rápida. – Um dos garotos que estava com Zancrow entra na sua frente. — Você pode ter a língua afiada mas até que é gostosinha. – Pega uma mecha azulada e cheira.

— Não me lembro de ter dado liberdade a nem um de vocês. – Olha ameaçadoramente pro garoto em sua frente. — É melhor você sair do meu caminho, ou não respondo por mim.

— Hoho que brava. – Zancrow deboxa. — Parece que vamos ter que amansar essa bruxa. – E agarra Levy a força.

— O que está fazendo!? – Pergunta desesperada tentando se soltar. — Me larga imbecil.

— Oh não não. – Cheira o pescoço de Levy. – Você foi muito mau educada, merece uma punição.

— Solta ela idiota. – Uma voz exclama das sombras.

— Acho que o único idiota aqui é você amigo. – Grita com Levy nos braços. — Por que você não dá as caras?

Um garoto moreno, bastante auto para sua idade, de cabelos longos e pretos, e de piercings no rosto sai de trás das sombras das árvores. Todos que estavam presentes arregalam os olhos perante o porte daquele garoto. Ele não era normal, aquele físico e tamanho era até de mais para um sobrenatural. O único que ainda sorria convencido era Zancrow, que encarava o garoto com superioridade.

— Então, estamos na presença de Gajeel Redfoox. – Fala com olhar presunçoso. — Filho de Metalicana. .

— Pelo jeito você está bem informado. – Se aproxima mais deles. — Que tal você simplesmente soltar ela, e eu finjo que nada disso aconteceu.

— Há, há, há você quer confusão amigo? – Aperta Levy ainda mais contra o corpo, a mesma não dizia nada, só encarava o moreno com um misto de alivio e curiosidade.

Levy não entendia porque aquele estranho estava defendendo ela. A vida toda cresceu aprendendo que, as “pessoas” só ajudavam os outros ou por interesse ou por consideração, ou por estarem devendo algum tipo de favor aquela “pessoa”. Então ao seu ponto de vista ele não tinha porque ajuda-la, ela não tinha nada a oferecer, nem muito menos conhecia ele.

— Cara eu não vou mandar de novo. – Estrala os dedos nas mãos encarando um por um.

— Peguem ele. – Zancrow ordena aos garotos.

Dois do grupo se transformarão em lobos cinzentos gigantes, e partiram para cima de Gajeel. Sua mão direita se transformou em uma estaca de metal e num movimento, lançou os lobos longe. Mais outros dois que eram denominados vampiros partirão para cima dele, numa velocidade absurda desferindo socos e chutes em Gajeel que não reagia de forma alguma. Depois de vários golpes as mãos e pernas deles entravam todas ensanguentadas, olharam para as partes desnudas e rosto de Gajeel que estava coberto de escamas de metal e desistiram de tentar qualquer ataque.

— Gihii, já desistiram? – Pergunta de uma forma sarcástica, olhando os dois azarados se contorcendo de dor, e os lobos desacordados no chão. — Que fracotes.

— Seu merda! – O último dos lacaios, sussurrou algumas palavras e dois blocos de pedra se erguerão da terra, esmagando Gajeel, a pedra foi envolvendo seu corpo, até que ele não foi mais visto.

— É parece que você matou ele. – Ouvindo as palavras de Zancrow o garoto se aproxima das rochas e toca nas mesmas. 

— Ele está vivo. – Se afasta novamente sem tirar os olhos da rocha. 

— É! Essa doeu. – Sua voz abafada era escutada de fora. — Tetsuryu no Hoko – Uma onda de ferro quebra a roxa e atingi o bruxo que cai no chão agonizando.

— Gihi, Então vai soltar ela agora? – Se dirigi a Zancrow de forma sarcástica.

— Você acha que mete medo em mim só com isso!? – Grita nervoso. Mas não deu tempo dele reagir, e sem motivo nem um, cai desmaiado no chão.

— Gahahaha – Gargalha auto. — Ficou com tanto medo que não se aguentou em pé.

— Não foi isso idiota. – Levy revira os olhos e pega seu livro caído no chão. — Eu mandei a alma dele para o outro mundo.

— Que? – Arregala os olhos. — Você matou o cara!?

— Não. – Sorri de forma assustadora fitando o loiro desmaiado no chão. — Ele vai voltar, mas com o inferno que ele vai passar antes de acordar, nunca mais vai querer nem olhar na minha cara.

— Uoow. – Encara a mesma abobalhado. — Você é perigosa garota.

— Hehe todos dizem. – E se vira para ir em bora.

— Hey, não rola nem um obrigado? – Pergunta revoltado.

— Não, eu sei me defender sozinha, não precisava da sua ajuda. – Fala se distanciando. — Além do mais nem uma vez eu pedi que se metesse nos meus assuntos.

                          ~*~

Levy se encontrava novamente sozinha lendo o seu livro. Estava sentada debaixo de uma arvore, ao seu redor, estava cheio de gente da sua idade conversando, mas a mesma não dava muita bola. Já havia assistido suas aulas, e no momento não tinha nada para fazer. Mas ela sentia que estava sendo vigiada, de instante em instante olhava ao seu redor atrás de alguém que pudesse estar lhe observando, mas não encontrava ninguém. Então resolveu apenas ler.

— Já é a segunda vez que te vejo e você está enfiada com a cara no livro. – Fala sentado ao seu lado, Levy não precisou nem olhar na direção de quem falava, já sabia quem era o dono da voz. — Não vai nem dizer um oi?

— Não vejo necessidade nisso. – Fecha o livro e encara o moreno. — Gajeel não é? – Ele acena com a cabeça. — Que tal você fingir que eu não existo e só me deixar em paz?

— Por que eu faria isso? – pergunta retoricamente. — Só quero conversar, é pedir muito?

— Eu não acho que uma conversa com você seja interessante. – Revira os olhos.

— Você não tem muitos amigos né? – Levy revira os olhos novamente.

— Não tenho nem um. – Fala séria. — Você também não parece o tipo “social”.

— Na verdade conheço alguns, mas melhor amigo por enquanto só tenho um. – Olha para um grupo de meninas que passa por eles. — Natsu, você conhece? – Levy ao ouvir esse nome, sai sem dizer mais nada. — Hey o que foi?

— Nada não. – Fala se distanciando. — Só quero ficar longe de valentões idiotas e egocêntricos como você.

— Por que está dizendo essas coisas? – Fala perseguindo Levy.

— Me diz com quem tu andas que eu direi quem tu és. – Com isso o garoto para de súbito. — Pois é, eu levo muito a sério esses ditados antigos. – E continua andando sem dizer nada.

                      ~*~

A pequena, foi deixar alguns livros na biblioteca, que já tinha passado da data de entrega e pegar outros novos. Ela andava distraída olhando ao seu redor. Pensava em Gajeel, sim, não entendia porque o garoto tinha tanto interesse nela. A semana passada ele havia abordado ela umas quatro a cinco vezes. Algumas ela simplesmente ignorou ele, outras ela até que trocou algumas palavras. Mas nada do tipo agradável, era patada atrás de patada. Naquele momento ela estava começando a se sentir mau, afinal ela querendo ou não Gajeel a ajudou, e isso ela tinha que reconhecer.

Seus pensamentos foram interrompidos, quando ela esbarra em alguém, derrubando todos os livros no chão. — Idiota. – Resmungou se agachando para apanha-los.

— Foi mau. – Fala apanhando parte dos livros. — Não te vi.

— Você de novo? – Exclama raivosa. — Quer parar de me seguir.

— Eu não estava te seguindo. – Nega com a cabeça para dar ênfase. — Só ia dar uma olhada na biblioteca.

— Você não parece do tipo que lê. – Começa a andar novamente sendo acompanhada pelo garoto. — Não tem uma desculpa melhor? 

— E o que eu pareço para você? – Pergunta fitando a pequena de cima.

— Só mais um idiota revoltado com a vida e que gosta de meter medo em todos. – Fala aparentemente concentrada no caminho a frente. — E olha que essas conclusões só tirei apenas pelo seu visual.

— E você não tem medo de mim? – Indaga receoso.

— Sinceramente? Não! – Fala sem dar importância.

— Hum! – Desvia o olhar para a mesma direção que a pequena estava encarando. — Isso é novo.

— Vem cá. – Dessa vez quem encara Gajeel é Levy. — Qual o seu interesse em mim?

— Não sei. – Dá de ombros. — Apenas curiosidade.

— Era só o que me faltava. – Exclama de forma cansada. — Mais um louco psicopata pra me atormentar, acho que eu tenho algum imã pra esse tipo de gente.

— Hey! – Reclama indignado. — Eu não sou igual ao Zancrow.

— Que bom pra você! – dá de ombros.

— Hum, e qual a sua desculpa? – Pergunta analisando as reações da pequena.

— Para quê? – Indaga sem entender.

— Pra agir assim, como agi. 

— Não sei, minha única desculpa é para afastar as pessoas. – Encara as pupilas esverdiadas do moreno. — Belos olhos.

— Obrigada? – Agradece um pouco surpreso. — Você é sincera e eu gosto disso, é difícil as pessoas agirem assim hoje em dia. Tanto faz se for sobrenatural ou não, todos agem do mesmo jeito, vestindo máscaras escondendo quem são de verdade. – Apenas com esse simples comentário, Gajeel consegue arrancar uma risada anasalada de Levy. — Que foi?

— Quer saber!? – Entra na biblioteca. — Você não é tão idiota como eu pensava.

— Isso já é um avanço. – Sorri vendo Levy devolver os livros para a bibliotecária.

No final, Levy não pegou outros livros, e acabou passando mais tempo conversando com Gajeel, ele era o mais novo e primeiro amigo dela. E ela estava realmente adorando essa coisa de ter um amigo. Ela não confiava nele ainda, mas sentia que ele era confiável, então ia esperar o tempo dizer se essa amizade durará ou não.

                            ~*~

— Você é legal Gajeel. – Fala sorrindo. — Mais do que eu pensei.

Já fazia um mês que os dois estavam conversando, andando e até comendo juntos. Através de Gajeel, Levy conheceu outras pessoas, e passou a ser mais sociável. Ele estava ajudando ela a ter auto confiança, e também a conviver com as outras pessoas normalmente. Isso era bom, nem todos eram ruins como ela pensava, ainda existiam pessoas boas no mundo e ela se sentiu confortável em ter mais amigos.

— Você é a primeira pessoa que fala isso. – sorri para ela também. — Os outros me chamam de senhor Drácula e vive me dizendo que eu devia parar de colocar medo nas pessoas.

— isso deve ser chato. – comenta pensativa.

— Até que eu gosto disso. – Sorri de lado.

— E eu pensei que eu era a única antissocial que gostava de afastar as pessoas. – Fala irônica.

— ha-ha-há. – Dá uma risada forçada. — Eu não gosto de afastar as pessoas, mas de vez em quando surrar um idiota é legal, dezestressa.

— Talvez eu siga esse seu conselho. – Se aproxima mais do garoto. — Ei Gajeel, cê tem namorada?

— Quem ia querer namorar um cara como eu. – Ri, mas sua risada parecia um pouco triste. — Eu gosto de uma menina, mas acho que ela não gosta de mim.

— Você já falou pra ela sobre seus sentimentos. – Ela observa ele negar com a cabeça. — Então fala ué, um não com certeza você vai levar. – Ele encara ela com uma carranca. — Tenta a sorte vai que né.

— OK. – Dá de ombros. — Levy eu gosto de você.

— É assim mesmo que você tem que chegar pra ela e dizer. – Dá três batidas no ombro dele, queria apoiar seu melhor amigo.

— Não Levy. – Se aproxima mais dela. — Eu gosto de você.

— O QUÊ? – Pergunta exaltada. — C-como?

— Eu não vou repetir de novo. – Vira o rosto para esconder o rubro em suas bochechas.

— Cê tá de zoação. – Ele encara ela novamente. — Não? Porque eu sinto a zoação.

— Tô falando sério. – Fala já irritado. — Você não precisa gostar de mim também, nós podemos continuar amigos.

Levy pondera por um momento, e tudo começa a fazer sentido. Um garoto como Gajeel não ia insistir em ajudar uma menina sem ao menos ter algum interesse nela. E também a forma como ele a tratou todo esse tempo. Ele nunca tratou ninguém daquele jeito. Gajeel era diferente com ela, tratava ela com carinho e a protegia sempre. A toda hora estava disposto a ajuda-la no que fosse. E sempre estava presente em todas as horas.

No coração de Levy um sentimento novo se desperta. Aquilo era muito mais do que carinho de amigos, ela se sentia realmente apaixonada e atraída por ele, e analisando agora, talvez se sentia assim dês do começo. Levy nunca deixou ninguém se aproximar, e a persistência de Gajeel conquistou ela de um jeito que ela não conseguia se quer responder o por que disso tudo.

— Eu t-tambem gosto d-de você. – a timidez estava tão presente que afetou até sua fala, ela virou o rosto de súbito para o outro lado, quando notou que Gajeel a estava encarando.

    — Você não sabe o quanto me deixa feliz ao dizer isso. – Num gesto de carinho ele a abraça, no começo ela fica um pouco sem jeito, mas depois seus braços cercam seu pescoço e ela responde ao abraço de Gajeel. — Quer namorar comigo? – Ele se afasta ainda abraçado a ela e encara seus olhos negros. Levy por sua vez não respondeu com palavras e sim com um beijo terno e cheio de paixão.


Notas Finais


Entchãoooo... Gostaram, gente relaxem que vai ter mais Gale, não agora futuramente esse aqui foi só para dar uma amostra de como foi o começo da relação dos dois. Vocês gostaram da antiga personalidade de Levy? eu sim... Em fim, vou dormir, por que amanhã tenho que ir trabalhar, pois é, a irresponsável arrumou um emprego de meio período kkkkkk e tenho que trabalhar até no final de semana, vê se pode 😧 tchau até sábado... Juro que vai ser sábado mesmo :V


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