História DRAMA! (Interativa) - Capítulo 2


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Visualizações 187
Palavras 889
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Antes de qualquer coisa, quero agradecer as pessoas que favoritaram e que estão mandando suas fichas pra mim, isso é muito importante para a fanfic que não funcionaria sem o apoio de quem acompanha <3
Então, falando um pouco sobre o capítulo agora, eu decidi escrevê-lo para que vocês tenham uma maior noção do background da história e, também, porque o prólogo ficou muito curto. Neste capítulo, teremos um flashback narrado pela Hae-Won, uma das CEOs da Drama Agency, em que ela conta um pouco sobre si, seu irmão e a empresa.
Espero que gostem de conhecer um pouco mais da Drama Agency e se divirtam lendo!

Capítulo 2 - Flashback: Ryeom Hae-Won


Fanfic / Fanfiction DRAMA! (Interativa) - Capítulo 2 - Flashback: Ryeom Hae-Won

Eu fui preparada para herdar a RDH Tecnology. Embora meu pai preferisse passar a sucessão ao seu filho homem, todos sabiam que Dae-Hyun não conseguiria dar conta. Ele era o filho mimado e irresponsável, enquanto eu sempre fiz o papel de filha perfeita. Estudei administração em uma faculdade nos Estados Unidos, enquanto o meu irmão gastava tempo e dinheiro com atividades inúteis. Ou, pelo menos, era como eu pensava na época.

O meu irmão sempre foi apaixonado por arte. Enquanto eu estudava inglês ele fazia aulas de teatro, enquanto eu estudava administração em outro país, Dae-Hyun participou de vários cursos relacionados a música. Mesmo nunca tendo se formado em uma faculdade, tenho de admitir, o currículo dele é mais extenso que o meu. Pois, enquanto eu estudava para algo que nem sequer gostava, ele fazia algo. Foi por causa de sua força de espírito que a Drama Agency surgiu.

Durante a minha estadia nos Estados Unidos eu não mantive muito contato com os meus pais, mas sempre que tinha um tempo livre conversava com o meu irmão. Ele estava finalmente pensando em trabalhar, o problema era: ele não queria começar como todas as pessoas, de baixo, e ter de se esforçar para crescer. Ele queria estar envolvido em algo maior, queria espaço para tomar decisões, e trabalhar perto dos artistas coreanos. Ele queria criar.

Aos poucos, Dae-Hyun foi percebendo que as atuais agências coreanas não serviam para ele. Havia muita coisa com a qual ele não concordava e, apesar da influência do pai, sua voz dentro destas empresas sempre tinha limite. Sua vontade era ir além, ele percebeu que queria criar grupos qualificados para terem importância no cenário musical sul-coreano. Seu desejo era fundar uma agência como as que eram conhecidas mundialmente – SM, YG, JYP, CUBE, etc – e criar seu próprio grupo de sucesso.

No início, eu não concordei. Ninguém concordou. O meu gêmeo nunca entendeu nada sobre empresas, ele não conseguia entender sequer economia básica, então como imaginava que conseguiria começar uma empresa do zero? Foi aí que eu entendi: ele não planejava fazer isso sozinho, é claro que não, ele queria me levar junto para esta loucura.

Antes disso tudo começar, eu não entendia muito sobre música. Dae-Hyun era o músico, o artista, e acompanhou todas as fases da nossa popular música coreana; ele estava presente quando o mundo inteiro direcionou seus olhos para a Coréia do Sul. Ele viu nossos artistas deixarem o anonimato para se tornarem conhecidos mundialmente, um milagre chamado k-pop.

Eu sabia que era loucura, mas uma parte de mim – uma parte que eu acreditava ser pequena, mas que fui descobrir não ser tanto assim – não queria selar meu destino como CEO da RDH Tecnology e essa empresa fictícia de meu irmão era a oportunidade perfeita para isso. Ele sabia desse meu desejo secreto de fugir da herança dos Ryeom, então, como um bom irmão, ele usou isso contra mim.

Ele começou a me cercar, aparecia em meu apartamento mais frequentemente do que o normal, falando sobre como nós seríamos a dupla perfeita para gerenciar uma empresa de entretenimento coreano. Ele até disse que conhecia pessoas no ramo para nos ajudar e, principalmente, gente interessada em trabalhar como os mentores da “nossa empresa”.

“São profissionais confiáveis”, ele afirmou em mais uma tentativa de me convencer, “já estão no ramo faz tempo, trabalharam com algumas celebridades e gostaram das minhas ideias.” E, então, ele passou horas me mostrando o currículo de seus amigos.

Eu gostaria de dizer que odiava aquelas visitas, que odiava Dae-Hyun falando o tempo inteiro sobre essa fantasia, mas a verdade era que eu estava gostando. Eu nunca havia tentado me aproximar desse mundinho e, agora, o meu irmão estava trazendo-o até mim. Para minha grande surpresa, eu estava começando a gostar cada vez mais de sua loucura.

Certo dia, ele resolveu me arrastar para um bar, queria que eu conhecesse as pessoas das quais falava tanto. Ele me dirigiu até uma mesa em que haviam quatro pessoas – um homem e três mulheres – muito elegantes em estilo, mas que falavam e riam alto o suficiente para atrair a atenção das pessoas.

O único estrangeiro na mesa, um homem chinês, se levantou, cambaleante, por causa da bebida e se apresentou. “Eu sou o Wang Jun”, ele deu um sorriso sedutor, “trabalho como coreografo e professor de dança.”

Aos poucos, eles foram se apresentando e falando sobre suas carreiras. Eu nunca vi Dae-Hyun tão empolgado e trabalhando tão duro por algo antes, ele tinha muitos planos para sua empresa e – o mais impressionante – planos reais, não coisas fantasiosas que são comuns dele.

Quando eu dei por mim, já havia aceitado fazer parte daquilo, talvez porque eu estivesse bêbada ou talvez porque eu realmente quisesse isso. Eu não sei. Mas, pouco tempo depois, a Drama Agency Entertainment nasceu.

Com o apoio financeiro de nosso pai, compramos um pequeno estúdio em Seul e realizamos as primeiras audições. Graças a influência de nossos sobrenomes, conseguimos algumas parceiras e, com o tempo, fomos crescendo nossa equipe de treinadores e trainees.

Agora, quase quatro anos depois, íamos debutar o nosso primeiro grupo feminino. O resultado desta ideia louca de meu irmão e das minhas habilidades empresariais, o esforço e dedicação da nossa equipe. Em breve, DRAMA! estaria no top das paradas musicais, era o que a gente esperava.


Notas Finais


E então, o que acharam? Eu sei que o capítulo não ficou muuuito grande, mas prometo que quando as integrantes começarem a ser reveladas, os capítulos terão mais de 1000 palavras.
Sobre o prazo de entrega de fichas, o que vocês acham de ser até o dia 29/09? Se sintam livres para me dizer o que acham do prazo, se acham que é muito curto ou se está bom. Depois do final do prazo, eu irei avaliar as fichas entregues e criarei um jornal para revelar as seis garotas escolhidas.
Por favor, continuem acompanhando o DRAMA! e dando seu apoio, eu continuarei me esforçando para que essa fanfic continue divertida para todos vocês!


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