História Drama King - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Revelações


Era uma manhã ensolarada na cidade de Tóquio, no Japão. Alguns jovens se residiam em um edifício extretamente bem feito e que, ao parecer, deveria ter custado uma boa grana. 

Os jovens eram ricos — o que já deveria ser bem óbvio por agora — e totalmente privilegiados da vida: bonitos, magros, brancos e heterossexuais. Eles todos moravam no mesmo local, dividindo as mesmas boas e más experiências.

Logo, o alarme começa a tocar, acordando um dos meninos, que levantou e exclamou:

— Vamos! Não quero preguiçosos em minha casa. 

Este era o mais novo de todos. Possuía cabelos extremamente escuros e olhos castanhos. Seus olhos eram grandes e não exatamente puxados, como se fossem de estrangeiros. Era um dos mais inteligentes alí. Seu nome era Ayato.

— Mas nós ainda estamos muito adiantados. Não te preocupa.

Agora temos o mais dramático. Ele era o mais alto, porém não o mais velho. Ele era um tanto antipático e nervosinho e ainda reclamava do quanto sua vida é "ruim". Seu nome era Keiichi.

— Independente! Agora vamos comer alguma coisa e já ir preparando para ir pra escola. Não quero ter minha reputação acabada por chegar atrasado. — Ayato diz, com um tom de voz elevado.

Então, os dois se dirigem à cozinha, que sinceramente era mais para um palácio de tão enorme e incrivelmente limpo que era o local. Preparavam suas refeições enquanto mantíam um diálogo comum, de gente rica. Aliás, era esperado que fossem assim: o pai era diplomata e a mãe era gerente de uma das melhores empresas do momento. Simplesmente eram assim por natureza.

[~]

Mais um dos irmãos é acordado pelos breves raios de sol caindo sobre seus delicados olhos. Esse era o mais nervosinho até então. Como já é de se esperar, ele se irrita por qualquer coisa e realmente não consegue socializar bem e era descendente de coreanos. Seu nome era Minho.

Ele não era de tomar café da manhã, então seguiu à sala, que era justamente onde os meninos já estavam. Os cumprimentou — rudemente, porém cumprimentou — e se sentou em um sofá próximo, assistindo qualquer besteira que passava pela televisão às cinco e quarenta e cinco da manhã.

Logo após isso, o último irmão apareceu. Era o mais velho, o mais responsável, o mais educado. Era basicamente o único normal que se podia encontrar no meio de três pessoas ridiculamente malucas ao extremo. Ele possuía características normais asiáticas, e seu nome era Natsu. Um dos nomes mais comuns japoneses.

[~]

Como de costume, todos os quatro foram juntos à escola. E como sempre, eram o total centro das atenções: todas as garotas os olhavam apaixonadas e os garotos os olhavam com a maior inveja que poderia existir. Eles passavam normalmente, sem dar sequer um valor ou atenção às pessoas que se encontravam ao redor. Foram às suas devidas salas de aula

[~]

Mas, como você talvez deve ter pensado, eles não são garotos bonzinhos que seguem as regras. Eles eram muito malvados porque tinham tudo o que queriam e se não tivessem, conseguiriam num segundo. E por esse motivo, não viam a necessidade de estudar para conseguir um bom futuro, pois não ligavam para isso e sabiam que tinham dinheiro o suficiente. 

Por isso mesmo, todos eles foram levados à diretoria, porque é o que é feito todos os dias devido aos comportamentos terríveis dos jovens. O responsável pelos mesmos teria que checar algo em outra sala, e enquanto isso decidiram permanecer quietos.

Alguns minutos se passaram e o responsável ainda não voltou. Cada segundo que se passava deixava o dia deles cada vez mais entediante e estressante, deixando a sensação de que não teria fim. Com isso, Ayato parecia estar muito mais impaciente do que o resto, o que deixou Minho — que apesar de ser nervoso, se preocupava com os outros se via que estão muito descontented — bastante curioso:

— Ayato, o que foi? Está doente ou algo assim?

Ayato ficou de fato um pouco surpreso com a reação do menor, porém hesitou:

— Não preocupa, mano. Logo passa.

— Mas eu sou teu irmão. Eu tenho que saber o que passa, mesmo que logo some!

A discussão chamou a atenção dos outros dois presentes ali, porém ficavam sem dizer uma palavra.

— Minho, se eu dissesse à vocês, vocês deixariam de acreditar em mim. Passariam a me tratar como se eu fosse uma aberração, como é obviamente visto nos jornais que passam por aí. Então, por favor, não insista.

— Mas, Minho, eu sou teu irmão! Nunca que seria possível que eu te trataria com tal desgosto! Somos parte de uma família, sabia? Então não se preocupa e conta logo o que é.

— Está bem...

— Está esperando o quê?

— É o que o dia hoje foi estressante para todos nós. É melhor deixar para outra hora.

— Conte ou te dou um tapão!

— Eu sou gay.



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