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História Drarry: RETROUVAILLES - Capítulo 3


Escrita por: jaopinho

Notas do Autor


GENTEEEE meu deus, agora demorei pra valer, ne? mesmo motivo de antes... me atrapalhei com o tempo de escrever e estudar, as ideias sumiram e tals... me desculpem. nem vou prometer que nao demoro na proxima, mas prometo que apareco nem que seja um ano depois kkkk

Capítulo 3 - Capítulo Três: HEARTBROKEN


Fanfic / Fanfiction Drarry: RETROUVAILLES - Capítulo 3 - Capítulo Três: HEARTBROKEN

Um gemido alto rasgou-lhe a garganta. Um gemido de prazer. O êxtase estremeceu o corpo que coberto pela pele quente e suada do outro, Não poderia estar melhor. Harry não se lembrava da última vez que tivera um orgasmo, Mas podia garantir que sim, Cedrico tinha lhe tirado da tensão e suprido seus desejos acumulados naquela noite.

— Suponho que esteja cansado. — Beijou-lhe o ombro e com cautela retirou-se de dentro dele. As mãos que o apertavam com firmeza passaram a pesar como penas na sua pele. 

— Não tanto para um banho. — Harry disse meio rouco, Virou para Cedrico que já tinha deitado ao seu lado e o beijou.

Tinha acontecido. Cerca de vinte ou mais dias depois tinham se entregado um ao outro depois de tantos sinais indiscretos dessa vontade, e agora estavam em uma espécie de relação incerta. Não era um relacionamento, Mas Cedrico não gostava que Harry pensasse que o que tinham era um simples passatempo. 

Eles estavam indo bem, Se davam bem, Eram dois adultos com o mesmo interresse pelas coisas da vida, E um pelo outro. 

— Logo mais podemos viajar juntos. O que me diz? — Secava os cabelos e observava a Harry, Ele se vestia. Lançou então um sorrisinho positivo, Como quem lhe dizia um “Sim” entusiasmado. 

— É a melhor forma de aproveitar minhas férias e um momento juntos. — Deitaram-se cansados depois de porem em ordem o quarto. 

— Se continuarmos assim... Futuramente... Iria comigo viajar o mundo, Não? Sabe da minha vontade de ser arqueólogo? 

Harry riu, Ele sabia sim. Esperou aconchegar entre os braços do outro para assim responder-lhe: 

— Quando eu estiver caindo de amores, Eu vou. 

— Quando eu estiver caindo de amores, Harry, Não vou a nenhum lugar sem você. 

O sopro da sua fala esquentou a nuca do citado. Ele suspirou sabendo que nesse momento se sentiria feliz e especial. Mas não dependeria disso como uma coisa para completar sua vida, Estava tudo bem. 

Harry poderia ter mil razões para desconfiar da veracidade daquelas palavras. Já tinha conversado sobre aquilo, Sobre o passado... Diggory fez parecer que tudo era tão leve, Que tudo não tinha sido tão péssimo assim. Por que era assim? Parecia ter esse dom. 

Por falar em passado. Passado a vez que jurou ter visto Draco Malfoy e sua esposa, Harry se deu por louco, Achou que estava delirando e para não perder a cabeça decidiu esquecer. Mais nunca o viu por ai. Se ele estava mesmo por perto, Um dia apareceria. No momento mais inesperado.



— Mas que coisa, Teddy ama geleia de morango. — Cedrico podia sentir a indignação do outro só em olhar para seu rostinho preocupado. Segurava o pote de geleia vazio e parecia se culpar por encontrá-lo naquele estado. 

— Por que tanta agitação por coisas pequenas, Me diz? — Cedrico falava junto de um riso, Aproximando e beijando-o no rosto. 

— É meu afilhado, Gosto de fazer de tudo, Ele merece. — Se desfez do pote de geleia, Ainda chateado, Mas afrouxando a preocupação com os selares e apertos na cintura.

Diggory já tinha percebido, sem dúvidas, Harry se preocupava demais as vezes, Como se tudo tivesse um importante valor. Só temia que, Aquilo acabasse o deixando mal por qualquer coisa. 

— Pois então vou agorinha mesmo comprar geleia de morango.

Harry olhou pra ele com um sorrisinho pequeno se formando aos poucos nos lábios.

— Chega antes deles pro café da manhã, Sim? — Cedrico assentiu sem dúvidas. Pegou o sobretudo bege pendurado já na saída e se foi. 

O Potter relaxou enquanto terminava de preparar a mesa, Foi logo que ouviu a campainha tocar. A família Black-Lupin estava de volta! 

— Padrinho Harry! — Foi a primeira coisa que teve ao abrir a porta, Um corpo pequeno se jogar no seu e o abraçar com força. 

— Ele falou de você a viagem inteira, Quer te mostrar os presentes. — Lupin sorriu meigo ao que entrava em casa, Sirius logo após, Carregando na cabeça um chapéu de vaqueiro. — Seu padrinho entrou bem no clima da fazenda, Harry. 

Harry riu, Deixando Teddy no chão depois de erguê-lo um pouco no abraço. 

— Eu não to estiloso, Hein? — Black fez uma pose. Harry assentiu risinho e os levou para a cozinha. — Graças a Merlin, Eu estava morrendo de fome. 

— Por que não comeu nada na viagem? — Remus repreendeu o marido. Ele o olhou com uma cara de enjoado. 

— Trouxas comem porcarias em viagens. — Foi a justificativa que usou. Deixou então o chapéu de lado, Indagando: — E Cedrico? Suponho que ele tenha vindo aqui, Aproveitaram bastante tenho certeza. 

— Tenha a certeza que sim. — A voz de Diggory apareceu no cômodo. Ele sorriu para Harry erguendo a mão que segurava um pote de geleia de morango. 

Teddy amou aquilo, É claro, Cedrico até mesmo sentiu que estava mais próximo do pequeno. Depois do café da manhã, Diggory teve que ir, Tinha assuntos familiares para resolver. 

Teve o momento de Teddy entregar os presentes para o padrinho. Alguns o pequeno havia feito com as próprias mãos, Era um garotinho muito criativo. Outros tinham comprado, Entre eles estava um álbum para guardar as fotografias que Sirius tinha ouvido Harry se queixar que estavam em uma caixa qualquer. 

— Muito obrigado pelos presentes, Amei todos! — Harry se fez sorridente quando o padrinho colocou a caixa desgastada em cima da mesinha de centro. — Teddy, Me ajuda a colocar as fotos no álbum? 

— Sim! — Respondeu de imediato, A animação que sempre o acompanhava aquecia o coração do Potter. O casal retirou-se da sala para, Segundo eles, desfazerem as malas na outra casa. 

O garotinho então passou a entregar as fotos para o padrinho, de uma por uma, Trazendo lembranças nostálgicas para o moreno. Eram fotos da sua formatura, De quando era pequeno em Hogwarts e de momentos legais com Sirius Black e outras pessoas. 

— Olha! Esse sou eu! — O pequeno exclamou notando uma foto sua. Pouco menos de um ano, Cheinho e cheio de dobrinhas no colo do seu padrinho Harry e um certo rapaz loiro. 

— Que linda essa foto, Ted... — Harry segurou-a delicadamente. O olhar se fixou na imagem de Draco Malfoy... Eram tão felizes na época. Nem imaginava que tudo desmoronaria pouco depois. 

— Quem é esse? — O dedinho pequeno apontou para o loiro. 

— Ele é... bem... — Soprou um riso carregado de nervosismo. Sem respostas. — Seu outro padrinho.

— Outro?... Onde ele mora? Eu o conheço? — Harry colocou a foto no álbum cuidadosamente. Também pensou com cautela na resposta que daria.

— Ele teve que viajar, Mora longe agora, Mas um dia vai aparecer pra te visitar, Não se preocupe. 

Seria possível que Draco nunca apareceria, Ou nem ao menos se lembrasse das pessoas que tinha deixado pra trás? Quanto mais estava envolto nesses pensamentos, Mais era difícil de compreender os acontecimentos, A forma como tudo parecia tão apagado do passado, Como uma névoa que aos poucos sumiria das memórias, Que hoje... Já não fazia mais falta. 



Quando a noite chegou, Harry pôs-se muito elegante em sua camisa social preta e calça de mesma cor. Um sobretudo cinza escuro para não ser assolado pelo frio e belos sapatos. Estava pronto para o evento de posse que consistia em Hermione Granger subindo de patamar para agora trabalhar diretamente como Ministra da Magia.

— Se aposentou, Para a felicidade de todos os funcionários que já não o suportavam mais. — Digorry comentava despreocupado sobre Cornélio Fudge. 

Harry riu. Ajudava-o a dobrar as mangas de sua camisa social. 

— Já estava ranzinza mesmo. — Deu de ombros. 

— Sempre foi. — Harry riu ainda mais. 

Não que estivesse infeliz antes. Entretanto, Confessava que Cedrico tinha sim lhe trazido pontadas de alegria para sua vida. Rony implicava dizer que os estresses momentâneos  de Harry era falta de Sexo, Bem... Harry agora estava muito bem, Sexualmente ativo e aproveitando seus dias de folga. O Weasley tinha mesmo notado seu bom humor mais presente. 

Logo mais estavam em Whitehall, No centro de Londres. Sede de do Ministério. Estava para ser uma cerimônia importante, Mas também algo mais pessoal, Era o aniversário de Fudge.

— Estou tão orgulhoso de você. Sempre soube que conseguiria isso. — Hermione foi abraçada pelo amigo de longa data. Recebeu um aperto de mão de Cedrico, Outro foi dado ao seu marido que também esbanjava felicidade e orgulho só pelo olhar. 

O Salão enorme estava incrivelmente movimentado, Era algo esperado. Havia muitas pessoas para se cumprimentar. 

A cerimônia começou com um grande discurso do Ex-Ministro, Seguiu-se com mais um da Granger, Muitos aplausos e aqueles que se diziam braços direitos de Cornelio, Indignados por não terem sido escolhidos para o cargo. Ou até mesmo, Porque tinham antipatia por Hermione. 

Em seguida, Era a hora de comemorar a posse e também mais um ano de vida de Cornélio. 

— Minhas férias se encerram por aqui, Vou ter muitas coisas pra resolver a partir de agora. — A Granger dizia ao desfrutar-se de uma taça de champanhe junto com os amigos e o esposo.  — Mas vocês ainda têm tempo antes de começarem o trabalho, Aproveitem bem.

— Vou estar do seu lado pra te ajudar em tudo, Amor. — O Weasley beijou-a no rosto. — Cedrico tem planos pra voltar a viajar? 

— Tenho, É claro. — Respondeu imediatamente, Trazendo-os para se envolver no assunto sobre arqueologia.

Harry por um estante se distraiu da conversação. Olhou em volta do grande salão, As pessoas formando burburinhos a sua volta. Tinha decidido beber pouco para não passar dos limites. 

— Com licença, Vou ao banheiro. — Anunciou ao que se levantava e fazia o percurso projetado em sua mente. Na volta, Deu-se a esbarrar com alguém. 

— Desculpe. — A voz murmurou. Um homem alto, roupas escuras e cabelos loiros, longos...Nem tinha se dado o trabalho de levantar o rosto mas...

Harry o tinha achado familiar demais. Ele ja tinha recuperados os passos pra longe, Quando o Potter se virou por impulso e foi atrás dele. 

A quem ele queria enganar? Continuava pensando nele... Procurando seu rosto em estranhos. E se fosse um estranho? Mais uma pra sua lista de decepções e culpa. 

— Ei, Você... — Agarrou ao braço dele. Olhe pra mim! Harry implorava por dentro. Me diga que você é... 

— O que? — Virou o mais lento possível. Que tortura. O Potter não sabia em que situação respiraria aliviado. O coração tinha o próprio ritmo e então... 

Draco Malfoy. 

Largou seu braço depressa, A mão cobriu a boca em surpresa. Os olhos logo se encheram de lágrimas e a imagem do loiro se embaçou... Piscou e ele ainda estava lá. Não era uma ilusão. 

— Harry. — A voz soou quebrada. Tão quebrada quanto o coração do moreno estava agora. 

Tudo tinha voltado. A dor de ter sido abandonado tinha voltado com tanta força... Era como se Draco estivesse ali para se despedir e dizer que estava tudo acabado. E Harry queria dizer... Vá, Vá embora, Eu já não o amo mais. 

Foi nesses pensamentos que se virou para ir embora. Ele estava de volta, O que faria agora? Nada. Ele não merecia suas lágrimas e nem que se lamentasse por algo de tantos anos. 

— Harry, Por favor! — Draco chamou mais uma vez. A voz embargada, Um soluço mudo e lágrimas que já não tinham controle. — Potter, Não me deixe. Eu imploro. 

Parou, Mas não teve coragem de se virar para olhar em seu rosto.

— O que quer? Só quis ter certeza de que era mesmo quem eu pensava. Pra não terminar ficando louco só de te ver e não saber se era você.

Queriam dizer tantas coisas. Um bolo formado na garganta, Sendo engolido a força.

— Deixe-me ter a oportunidade de ao menos ver o seu rosto. Estou ciente de que não mereço nada que venha de você.

Harry então virou. Mais ou menos cinco passos de distância, Tremiam e temiam se aproximar um centímetro se quer.

— Então porque pede? 

— Porque te amo. Está tudo errado, As coisas não aconteceram da forma que você pensa. Precisa me ouvir, Eu te juro que... 

— Malfoy. — Atrás do loiro, Os sons dos saltos no piso de mármore se cessou. Uma mulher esbelta parou para analizar a situação. Estava grávida, Era a mesma que tinha visto com ele em Londres. — Não diga besteiras. Respeite sua esposa. 

Harry se foi. 

Sentou na mesa onde seus amigos estavam. Segurou a taça de champanhe trêmulo o suficiente pra deixar cair um pouco  na roupa do Diggory ao seu lado. 

— Merlin, Me desculpa... — Se agitou. Cedrico percebeu logo sua mudança de humor, Ele respirava em uma frequência acelerada.

— Ei... Ta tudo bem. — Segurou-o com um toque delicado em seus antebraços. Hermione e Ronald logo a frente se entre-olharam como se imaginassem o que causara aquela situação. 

Harry pensava que não deveria deixar de aproveitar a festa por causa do que tinha acontecido. Já não tinha o superado? Por que aquilo tudo o afetava tanto? Era normal se sentir assim? 

— Acho que o Harry precisa tomar um ar. — Rony olhou preocupado para o amigo. A sugestão pareceu boa aos olhos de Cedrico. 

Então levantou-se em uma tentativa de secar a camisa com um guardanapo, Hermione logo usou um feitiço próprio para isso.

— Vou leva-lo. — Potter não contestou. Foram para uma enorme varanda de onde podiam tomar um ar e também observar a noite. — Aconteceu algo, Harry? 

— Nada. Eu só... — Sentiu ser abraçado pelo maior. Respirou fundo, Relaxou e em um sussurro lhe fez a confissão: — Eu vi o Draco. 

Cedrico quase arfou. Encarou ele pra notar um tipo de desespero espelhado nas lindas esmeraldas que já tinham brilhado para si em momentos bons. Mas a vida não tinha só momentos bons, Eles bem sabiam. 

— Falou com ele? Fez algo que te magoou... Ainda mais? — Harry apenas negou.

— Eu não queria me sentir assim, Faz tanto tempo, Mas dói. É como se eu ainda o amasse com todas as minhas forças. 

— Não se sinta culpado... Ele fez parte de grandes momentos da sua vida e é natural que se sinta magoado.

Cedrico o consolou com palavras e sua presença, Harry aos poucos se sentia melhor e alguns dias depois, o encontro com Draco já não o afetava inteiramente, Apesar de que ainda estava preso a sua mente com uma imagem mais realista do que qualquer outra. 



— Venho no fim de semana. — Prometeu beijando-o muito nos lábios e no rosto. Harry sorria com ternura e o olhava como um amante. 

— Vou esperar por você. — Afirmou vendo ele sair para o lado de fora. As mãos deslizaram uma pela outra até enfim se separarem na ponta dos dedos. 

Harry fechou a porta quando Cedrico virou as costas. Segundos depois a campainha tocou, O Potter só teve que virar e girar a maçaneta.

— O que você- — Tentou fechar a porta. Que bobagem, Draco empurrou-a com o braço e entrou na casa.

— Que bom que não mudou o endereço. — Sorriu nervoso. — Não me deixaria entrar? 

— O que faz aqui? Por que veio? — Perguntou logo fechando a porta. O Coração acelerou e os dedos gelaram como na noite em que o vira. 

— Precisamos conversar, Harry... Você precisa me ouvir. — Quanto mais o loiro se aproximava, O Potter recuava como se estar perto dele fosse um perigo. Aquilo magoava tanto a Draco, Mas ele tinha a noção de que não era o único ali. 

— O que preciso ouvir? Que voltou e que agora se arrependeu de ter acabado com tudo sem mais nem menos? Se for isso, Te perdoo e pode ir embora. 

— Não só isso, Quero justificar. Posso me sentar? — Harry fez que sim e ele se acomodou no sofá. As duas mãos no rosto branco subiu e deslizou pelos fios loiros em um ato de inquietação. 

O moreno mal conseguia olhar pra ele, No fundo queria ouvi-lo, Queria até mesmo lhe fazer perguntas.

— Fui amaldiçoado pelo meu pai. Tudo não passa de uma farsa, Fui obrigado... Você pode não acreditar mas eu peço que ao menos me perdoe. Desde que percebi tudo não consigo dormir com a culpa encravada em mim, Juro que sinto todo dia a dor de ter te deixado, E só de imaginar que devo ter partido seu coração, O meu fica em mil pedaços. 

Harry Potter sem reação alguma permaneceu de cabeça baixa tentando processar na mente tudo que tinha ouvido. Maldição. Casamento. Carta de despedida. Coração partido. 

— Harry me diga alguma coisa. — Desesperado pelo silêncio ele se levantou, Foi até ele, Tomou nos braços o corpo pequeno em comparação ao seu. — So preciso ouvir que me perdoa, De verdade. 

Os olhares se encontraram e talvez fosse a primeira vez que aquilo acontecia desde que se encontraram. O loiro forçou um selar em seus lábios e Harry de deixou ser beijado por pouquíssimo tempo. Empurrou seu peito mesmo que ele insistisse para abraça-lo como se sua vida dependesse daquilo. 

— Está casado, Draco... e vai ser pai. — Aquilo significa um não para o beijo que o loiro queria continuar. 

— Não me ama ainda? 

— Você acabou de chegar e está me cobrando amor? — Ficou incrédulo e se desviou rápido do seu abraço. 

Draco se cobriu de incertezas. Não sabia se seria perdoado. Não sabia mais se tinha o amor. Depois de tantos anos talvez tivesse se desgastado, E teria então que se contentar em ser perdoado e nada mais. 


Notas Finais


da pra shippar cedrico e harry um pouquinho, nao da? kkkkk me desculpem os erros, vou tentar arrumar depois. ate logo!


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