História Drastoria - Capítulo 25


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Categorias Harry Potter
Personagens Astoria Greengrass, Daphne Greengrass, Draco Malfoy, Hermione Granger, Katie Bell, Mila Bulstrode, Narcissa Black Malfoy, Pansy Parkinson, Penélope Clearwater
Visualizações 20
Palavras 853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie ❤

Capítulo 25 - Maldito Potter


Fanfic / Fanfiction Drastoria - Capítulo 25 - Maldito Potter

POV Autora

Draco estava deitado em um dos vários sofás da mansão Malfoy e seu coração doía muito imaginando suas futuras ações e as consequências delas mas pra ele não havia solução ou outra saída. Teria que tentar matar Dumbledore, ao pensar nessa possibilidade riu insanamente. Um moleque boca suja tentando matar o maior bruxo do século, nunca irá conseguir tal proeza.

“ A justiça não é fraca querido, ela é corrupta mas tudo tem um preço e logo você saberá”.

Essa frase ficará martelando em sua mente até descobrir o real preço da derrota de seu pai no ministério mas não imaginava que seria isso.

- Querido coma algo – sua mãe apareceu e viu que ainda não havia mexido na comida mas não sentia fome e pensar em comer fazia seu estômago revirar. Sua mãe estava pálida e com muitas olheiras.

- Não estou com fome – respondeu triste.

**

Astoria batia os dedos incessantemente na mesa da cozinha, impaciente por uma resposta de Draco mas fazia dois dias que ele não respondia nenhuma das cinco cartas que ela mandou. Sentia falta de ar com todos os pensamentos ruins que vinham em sua mente.

- Já chega – disse em um rompante, não aguentava mais e iria imediatamente a mansão Malfoy.

Vestiu uma capa preta e como não podia aparatar pediu seu primo para que a levasse o mais perto da mansão e o resto iria caminhando. O portão estava escancarado e o local tinha voltado a ser sombrio, não muito longe ela ouvia vozes, vozes dos possíveis comensais e se escondeu atrás de uma moita quando estes se aproximavam. Entrou pela porta dos fundos e com o dedo indicador fez sinal para que as elfas não gritassem e adentrou a sala e depois subiu as escadas rumo ao quarto de Draco que estava deitado em sua cama olhando para o teto alheio a presença dela.

- Draco – sussurrou.

- O que faz aqui? – ao contrário do que havia pensado, o loiro não parecia feliz em vê – lá.

- Eu vim te ver, depois de dois dias esperava o que? – seu tom era raivoso.

- Sei lá – fingiu desinteresse dando de ombros – você não pode ficar aqui, vou te levar embora – ele a puxou pelo braço mas ela fincou os pés no chão.

- Não, eu não vou embora – ditou com o cenho franzido.

- Por favor, não dificulte as coisas – implorou segurando as lágrimas.

- Então me conte o que está acontecendo, por acaso foram palavras vazias quando você disse que sempre ficaríamos juntos e que confiaria em mim sempre? – perguntou e ambos queriam chorar.

- Não..... eu te amo e é por isso que você precisa ir embora – enxugou algumas lágrimas – talvez seu pai esteja certo e....

- DRACO – berrou, a insinuação de que o amor deles não vale a pena fez Astoria se encher de raiva – para... para de escutar as pessoas, para de arrumar pretextos para me manter longe de você, já chega..... – respirou fundo e o loiro se deu por vencido ou nem tanto.

Por alguns segundos ele ficou quieto mas logo a puxou para si e deu um abraço apertado que mais parecia uma despedida e juntos ficaram deitados abraçados na grande cama de colchas verdes por horas apenas aproveitando o momento enquanto ela passava a mão nos cabelos loiros platinados.

**

Na estação todos já estavam a espera do trem para voltarem a Hogwarts, Draco percebia diversos olhares direcionados a si mas precisava ignorar. Porém alguém específico observava cada movimento seu, Harry Potter, também viu a Granger cutucar o moreno para que este fosse mais discreto e o Weasley apenas dava atenção para Emília. Astoria havia chegado junto com Pansy e Blasio e parecia que estava insegura quanto a uma aproximação, ele havia dito para se afastarem por um tempo para a própria segurança da garota mas ela não concordava. O trem chegou e todos adentraram seguindo para suas cabines, Pansy consolava Astoria e Blasio tentava colocar ideia na cabeça de Draco e que estava muito difícil, em outra cabine Harry e Hermione conversavam aos cochichos e ela  alertava que não deveria agir por impulso e espionar o loiro, afim, de descobrir se ele havia se tornado um comensal, uma suspeita verdadeira mas o moreno estava decidido a tentar descobrir. Harry se escondeu em baixo da sua capa e ficou na espreita só esperando que Draco e Blasio dissessem algo que o incriminasse mas ambos falavam apenas sobre Astoria e as provas mas logo o loiro percebeu que alguém estava lá e não conseguia conter uma raiva muito grande, o maldito Potter estava ouvindo tudo para denuncia – lo. Quando o trem parou e todos sairam ele usou o Petrificus e o jogou no chão dando pontapés em seu rosto e depois saiu do trem tentando não demonstrar o que havia acontecido. Mas era inevitável não sentir culpa pois não deveria ter batido tão covardemente no Potter, no salão principal todos davam olhares amedrontados e raivosos para o loiro e aquilo parecia só piorar seu ânimo mas o pior seria amanhã quando ele colocaria sua missão em prática........



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