História Dream boy and Witch lady - Capítulo 4


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Categorias A.C.E, Dreamcatcher
Tags Ace, Ace-catcher, Desflop, Dreamcatcher, Jun É Um Banana
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Palavras 2.706
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI GALERA
TUDO BEM?
Tô adiantando capítulo hoje mas não significa que eu não vou postar nada sexta.
"Ah mas porque tá adiantando então?"
Bom, eu estou postando em forma de uma comemoração pessoal, já que eu consegui passar num concurso de canto que eu estava muito nervosa, aí, pra compartilhar minha felicidade, vou fazer uma dobradinha especial pra vocês!
EEEEEE
Agora, curtam o capítulo e a aparição de outro personagem muito muito muito muito muito muito muito muito importante pra o desenrolar da história!

Capítulo 4 - 1. sobre borboletas, amigos encalhados e vidro estilhaçado.


Fanfic / Fanfiction Dream boy and Witch lady - Capítulo 4 - 1. sobre borboletas, amigos encalhados e vidro estilhaçado.

Uma bela mansão era o cenário daquela vez. Olhei pra trás e vi a floresta do meu sonho de noite passada, atrás de um portão de aço pintado de branco. Eu estava longe de tudo aquilo agora.

Segui em frente no casarão até ver uma garota de cabelos vermelhos como morangos perto de um descampado ali na propriedade mesmo. Ela tinha borboletas azuis em seus cabelos e em suas mãos, e me olhava com uma certa severidade no olhar. Ela nada disse, apenas me encarou, então eu prossegui no meu caminho sem olhar pra ela de novo. Ao entrar, me deparei com uma enorme sala de estar e ali estava outra garota, talvez um pouco mais nova que a primeira. Ela estava entretida observando uma aranha num pote, com uma lupa. Quando me aproximei, vi que ela na verdade estava queimando a aranha com o reflexo da luz solar. Me afastei, um pouco horrorizado pelo fato da menina estar sorrindo com o pequeno ser que se contorcia no pote, e vi que ali na sala mesmo havia uma escada. Ao subí-la por completo, me deparei com dois corredores, um à minha frente e um à minha direita. No fim do corredor à minha frente, uma garota de cabelos acinzentados como as janelas e uma camisola, abraçando um bichinho de pelúcia lilás. Meus óculos estavam embaçados então não consegui a ver direito, e quando os limpei e coloquei para ver com clareza, a garota havia sumido sem mais nem menos. Como eu sou muito corajoso, fui pelo corredor da direita e evitei olhar para trás.

Haviam três quartos no corredor. No primeiro deles, uma garota estava sentada na janela, jogando um avião de papel preto. Em sua cama, havia uma pilha com centenas de outros iguais, e um deles acabou por parar em meus pés com a ajuda do vento. Abaixei e desdobrei o pequeno avião, e dentro, havia o desenho de um apanhador de sonhos, com as palavras “pesadelo” e “maldição” escritas. O papel saiu voando pela janela e, antes que eu pudesse pegá-lo de novo, ele se incendiou sozinho espalhando suas cinzas pelo ar.

O segundo quarto, mais pra frente, era na verdade uma biblioteca. Ali, uma menina de cabelos curtos estava lendo um livro cuja capa era feita de um couro preto e um cadeado e correntes de ferro. Pude ouvir a voz grave da moça, lendo em um tom ameno, e me sentei quando percebi que ela contava uma história:


– Os sete pecados não tinham mais salvação nesse mundo, precisavam ir para outro se quisessem sobreviver. E assim prosseguiram reencarnando diversas vezes, até que eles conseguissem vingança contra aquele que os atormentou.


Aquela história era confusa, mas ao mesmo tempo era familiar… Era estranho. Sete pecados? Tipo os sete pecados capitais do cristianismo?

Me levantei e a deixei lendo sozinha outra vez, e segui no corredor até o último quarto. A porta estava fechada. Hesitante, coloquei a mão na maçaneta e abri a porta devagarinho. Uma menina estava dormindo ali, rodeada de flores de todos os tipos. Fechei a porta e me aproximei, magneticamente, sentando na cama com a menina que dormia. Toquei na mão dela. Estava fria. Agora que eu havia prestado atenção, ela não estava respirando… Cobri minha boca com a mão, para encobrir o choque. Ela estava morta.

Do lado de fora, ouvi batidas na porta e passos apressados. Passei a mão pelo rosto dela, ainda pasmo, e quase gritei quando ouvi a voz da garota sussurrando em minha mente.


– Meus brinquedos…


Novamente, tudo se explodiu em borboletas azuis, menos a garota. Eu e ela caímos no vazio, de costas para o abismo que nos sugava. Eu já não tinha forças para gritar. E quando eu senti que não ia acordar nunca mais, senti a mão dela agarrar meu pulso com força.”


– ...anda, Bela Adormecida. – Uma voz familiar me despertou, e eu continuava a sentir uma mão sob meu pulso. Abri os olhos vagarosamente e vi dois rostinhos bem conhecidos me encarando. SuA parecia preocupada comigo, e Chan me olhava com um sorriso ladino no rosto. – Bom dia, princeso. – Ele deu um riso malandro e eu ri junto. SuA parecia aliviada, e quando eu me dei conta, era ela quem estava me segurando.

– Há quanto tempo eu tô dormindo? – Me sentei na cama e percebi que tinha dormido com meus óculos. Que coisa, viu?

– Já faz uma meia hora… Você estava murmurando algumas coisas e se mexendo, eu tentei te acordar, mas você não despertava. Pra minha sorte, Yoochan tinha a chave e me ajudou.

– Relaxa, SuA. O Jun tem muito dessas de dormir do nada, sabe? É uma verdadeira Bela Adormecida. – Chan me deu um soquinho no braço e nós três rimos juntos, como se as coisas estivessem voltando aos eixos e SuA já fosse parte de nosso grupo há anos…

Pena que essa nossa alegria ia durar pouco.

O celular de Chan vibrou no bolso dele, interrompendo aquele mínimo momento de paz. Ele se levantou e foi até a cozinha, pra conversar com clareza.


– Alô? Ah, Donghoon, que há de- A ligação estava no viva voz, então deu pra ouvir com clareza o que estava rolando ali.

Chan, me ajuda, eu… Eu tô numa delegacia, abre o noticiário, você vai entender… Eu tô assustado, o Kwan não atende e o Seyoon tá trabalhando, só por favor, vem pra cá. Traga o Jun se puder, eu vi uma coisa que provavelmente só ele vai entender.


Chan ficou mudo enquanto eu e ele trocávamos olhares cúmplices. Automaticamente, peguei meu celular e pesquisei as novidades da tarde daquela data, oito de agosto. Diante dos meus olhos, uma notícia um tanto quanto chocante.


Estudante de 17 anos cometeu suicídio misterioso nessa tarde.


O jovem Kang Chan Hee, estudante da Escola Secundária Sukryong, em Gyeonggi-do, se jogou do prédio onde morava, no mesmo bairro de sua escola, no fim da tarde de hoje (08/08). O garoto morava com os tios no bairro e sua família estava em Yeoseo-do. Depois de sua morte, duas cartas foram encontradas no apartamento, uma curta para seu primo e uma que deixou claro que devia ser publicada.


Dreamcatcher, a grande maldição vai cair sobre vocês de novo. Vocês não tem escolha. Não tem fuga. Os quatro cavaleiros estão voltando. A derrocada de vocês está chegando, e esse que tentou defender vocês será arrastado junto com vocês para o canto mais profundo do inferno. Já peguei vocês há muito tempo, posso facilmente caçá-las outra vez. É só o começo. Vocês foram avisadas.”


Peritos ainda estão tentando entender o que a carta do rapaz quis dizer, uma equipe de psicólogos está ajudando na interpretação. Testemunhas foram levadas para a delegacia próxima do local onde o rapaz se suicidou. Aos familiares e amigos, oferecemos nosso consolo e apoio.


Entreguei o celular para que SuA pudesse ler a carta e fui até meu armário, pegar minha carteira e um casaco. Na verdade, dois casacos. Sairíamos os três pra ir buscar Donghoon, até porque a situação envolvia muito mais que um suicídio. Envolvia uma ameaça de morte. Duas, pra ser mais exato.

Nós três pegamos a linha expressa até Gyeonggi-do e andamos algumas quadras até chegarmos na delegacia, onde um mar de repórteres aguardava na porta. Todos estavam em polvorosa por uma palavrinha de uma testemunha sobre o suicídio sem explicação de Kang Chan Hee. Que droga…

Instruí Chan e SuA a colocarem os capuzes dos casacos para cobrirem os rostos, e quando entramos na delegacia, um homem fardado fechou a porta atrás de nós e os repórteres vieram para cima do homem, o enchendo de perguntas. O mesmo simplesmente disse que estavam averiguando o caso e pediu que os repórteres tivessem paciência e tudo seria respondido.

Fui até a recepção com eles e uma mocinha jovem, que carregava a identificação de Ma Ji Young, me atendeu. Ela tinha uma altura mediana e era magra, e o uniforme em dois tons de azul combinava com seu cabelo preso num rabo de cavalo baixo.


– Sente-se, por favor. No que posso te ajudar?

– Ahn, bom, é que… Um amigo nosso veio testemunhar no caso do suicídio do rapaz. O nome dele é Lee Donghoon. Viemos buscá-lo, ele está sem carro.

– Ah, certo… Um instante, verei se ele já foi liberado. – Ela se levantou e alisou a saia de seu uniforme, entrando em um corredor em seguida e desaparecendo da minha vista.

– Ela é muito bonita. – SuA, que estava sentada à minha direita, comentou. – Tem um rosto proporcional, e é esbelta.

– Você devia pedir o número dela, Jun. – Chan me provocou, sussurrando no meu ouvido. – Pelo menos ela parece inteligente.

– Aish, Chan, que cisma, viu? – Sussurrei de volta, querendo cortar o assunto do meu amigo com fogo no rabo. – Pede você, que tá tão desesperado por uma namoradinha.

– Eu não tô desesperado.

– Ah, não, imagina. Não é nem porque a Su Ji te rejeitou, né?

– Para de falar disso, seu…

– Teve a EuiJin também, né? Desculpa, eu esqueci. Ah, e a BoRim, a SaeByeol, a Gaeul, a Min Joo, a...

– Jun, cala a boca! – Chan arregaçou as mangas, disposto a me dar um socão no braço...

– Ahem. – Uma voz pigarreou na nossa frente. A oficial Jung estava de volta, acompanhada por Donghoon, que estava com as bochechas vermelhas de frio. – Seu amigo está liberado para vocês conversarem com ele, mas não pra ir embora por definitivo. Tem que assinar alguns documentos, e completar o testemunho mais tarde.

– Oh, ok, ok. – Voltei a sentar de frente para ela e Chan arrumou a postura, enquanto SuA cobria a boca pra inibir a risada. Nos levantamos e Donghoon se aproximou de nós, ainda tremendo um pouco.

– Oi, hyung. – Chan o abraçou forte, seguido de mim e de SuA, que o cumprimentou com uma reverência, voltando ao seu eu tímido.

– Oi, gente. – Donghoon direcionou o olhar para ela, com um sorriso brando. – Eu fico feliz de ver que você está melhor, moça, e peço desculpas pelas circunstâncias nas quais nos conhecemos pessoalmente. Sou Donghoon, amigo desses dois. Qual é seu nome?

– Meu nome é SuA. É um prazer te conhecer, e não precisa pedir desculpas pela situação. Aparentemente… – SuA abaixou o tom e mudou a expressão, ficando sombria novamente. – ...esse caso envolve bem mais que um suicídio.

– Donghoon, vamos sentar pra conversarmos melhor. Pelo visto, isso vai demorar mais do que eu imaginava…

A oficial Ji Young, que nos atendeu minutos antes se levantou de sua mesa e veio até nós, com os braços cruzados e os lábios pintados de vermelho.

– Com licença... Normalmente eu não permitiria algo assim visto que o seu amigo é uma testemunha importantíssima para o caso. No entanto, visto que vocês realmente precisam conversar num lugar mais reservado...


***


– Então, a carta para o público era na verdade, uma ameaça para vocês dois?


Donghoon, eu, SuA e Chan estávamos na doceria vizinha à delegacia, uma vez que a oficial Ji Young nos liberou depois de prometemos devolver nossa testemunha pra ela. As mesas circulares brancas combinavam com as cadeiras cor de cereja e as paredes cor de chocolate, mas mesmo todo esse ambiente aconchegante não combinava com a tensão do momento.


– Basicamente, é isso. – SuA empurrou seu copo de água intocado e voltou a falar depois de tirar alguns fios de cabelo que caiam sob seus olhos. – Os quatro cavaleiros são as histórias do fim do mundo, dos quatro cavaleiros do Apocalipse… E eu tenho motivos pra acreditar que esse suicídio se tratou na verdade de um plano com um propósito bem maior.

– Foi uma ameaça, que custou uma vida e temo que custará bem mais…

– Ah, hyung, você me disse no telefone que disse que tinha algo que queria dizer, algo que talvez só o Jun-hyung fosse entender.

– Ah, sim, verdade. – Donghoon se acomodou no banco e pigarreou, enquanto eu bebia meu copo de água. – JunHee… Quais as chances de você acreditar em mim quando eu dissesse que eu vi um espírito, na cena do suicídio, ou melhor, do assassinato?


Engasguei com a água misturada ao susto, tossindo um pouco (muito, na verdade, acho que até exagerei). Coloquei o copo de volta na mesa e respirei fundo repetidas vezes.


– Como é que é? – Perguntei, pra ter certeza que eu estava bebendo um copo de água e não um copo de vodka.

– É isso aí. Eu vi, ali. E sei que não pertencia ao nosso plano.

– O que você viu, Donghoon? – SuA perguntou, receosa.


Meu amigo moreno se recostou no apoio de costas da cadeira, suspirando antes de começar.


– Eu não deveria ter pego o ônibus pra Gyeonggi-do essa tarde. Acabei me perdendo no bairro enquanto procurava uma loja de temperos na área, e quando me dei conta, tinha uma multidão aglomerada num prédio. Me aproximei pra entender o que estava acontecendo, e uma moça disse que tinha um rapaz de costas, na beira da cobertura do prédio. Não tive dúvida, acompanhei um grupo de rapazes que estava subindo até a cobertura, alguns amigos e o tal do primo dele. Quando chegamos lá em um grupo de umas seis pessoas, o primo dele foi tentar conversar… E foi ali que eu o vi. Era um homem de uns quarenta anos, talvez cinquenta. Ele era alto, com um corpo bem forte e olhos pretos que nem o ébano. Seu corpo estava coberto por um sobretudo da mesma cor dos olhos, assim como suas botas. Quando o primo do Seungwan se aproximou pra conversar, pra pedir pra ele sair dali… Seungwan foi empurrado. Ele não se jogou. Aquele homem o empurrou, e ninguém estava fazendo nada pra impedí-lo. Eu fiquei paralisado, nem tive a de correr como os outros fizeram. Mas foi ali que eu vi o que aquele cara era de verdade. Porque ele me encarou, com um sorriso cruel, e sumiu numa nuvem de fuligem negra.


O copo de vidro nas mãos de SuA se despedaçou na mesa, espalhando cacos e água por todo lugar. Refletido no vidro, vi meu rosto assustado. Uma imagem distorcida, tal e qual era o meu futuro e o da jovem bruxa ao meu lado, que ainda tremia com o nervosismo.


***


Novamente, éramos apenas SuA e eu no caminho de volta pra casa. Chan ficou na delegacia, com a promessa de que acompanharia Donghoon até o apartamento de Byeongkwan, e depois voltaria pra casa sozinho. Me preocupei pela segurança deles, mas se o Chan já é teimoso, o Donghoon é em dobro. Mal nos encaramos no caminho de volta, era muito para nós dois digerirmos e muito para assimilarmos.

Até hoje eu tô tentando entender como minha vida deu a virada que deu, assim do nada. Duas noites atrás, eu era um otário que conversava com fantasmas e tinha um espírito de estimação. Uma noite se passou e eu, num gesto de coragem sabe-se lá de onde, salvei a vida de uma bruxa. Agora, eu estou sendo ameaçado de morte por salvá-la e mesmo assim eu ainda não surtei. Como? Não façam perguntas difíceis, eu ainda sou um idiota.

Com o canto do olhar, vi minha nova companheira e novamente me peguei corando. O que estava acontecendo comigo? Ficando sem jeito perto de uma garota bonita? Ah, eu tava realmente perdendo as manhas…

Pouco falamos depois de chegarmos em casa. Minha prima BoYoung havia deixado roupas dela para eu vender para um brechó, mas eu instruí SuA a pegar as roupas para se vestir depois que tomasse um banho. Arrumei meu cantinho como na noite anterior, e me troquei enquanto o barulhinho de água podia ser ouvido na parede ao lado da minha. Me deitei rapidamente e fechei os olhos, fingindo dormir, apenas ouvindo a porta do banheiro sendo aberta e passos vindos na minha direção. Ela estava indo para a cama, pelo que eu deduzi. No entanto, totalmente fora de meus planos, senti cócegas provocadas por fios de cabelo nas minhas maçãs do rosto e o carinho gentil de uma mão macia, que tirou os óculos que continuavam sob meus olhos.


– Jun… Ainda se você pudesse imaginar o que está por vir...Espero que pelo menos um de nós sobreviva a essa crise. Só rezo pra que seja você.


Um beijo suave pousou em minha testa e a sensação de cócegas desapareceu. Ouvi o barulho dela se ajeitando na cama e me entreguei ao sono, agora mais mole que um pudim de leite.


Notas Finais


Esse foi o início de um primeiro arco dessa fanfic.
Os três capítulos passados foram o prólogo, o piloto da fanfic. Daqui pra frente, todo detalhe é importante, até mesmo os nomes podem significar algo.
Por falar em nomes...
Temos aqui os personagens especiais de hoje!

Vítima do suicídio - Kang Chan Hee (SF9)
Ma Ji Young - Lee El, atriz (pra quem assistiu Hwayugi, esse é o nome da secretária Ma, que eu honestamente acho que encaixa muito bem nessa situação)
Prima do Jun - Park Bo Young

Com isso, peço que aguardem o capítulo de sexta, que trará uma revelação importante!
Beijinhos!


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