História Dreams of Tomorrow - Capítulo 4


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Violência


Notas do Autor


Boa leitura morecoz❤

Capítulo 4 - Blood, sweat and tears...


Fanfic / Fanfiction Dreams of Tomorrow - Capítulo 4 - Blood, sweat and tears...

Nao me atreví a dormir, aliás, nem mesmo consegui, esses sonhos me perturbam. Me pergunto se querem me dizer ou mostrar algo, como se fosse enviado pelo alem...

Nao são nem 2 da manhã, e depois do choque ocorrido meus olhos nem se atrevem a se fechar nem que seja por um milésimo de segundo. Perguntas sem respostas passam pela minha cabeça, o lençol amarrotado e revirado da minha cama pela minha inquietação nesse momento, minha respiração ofegante, a coberta enrolada pelas minhas pernas, e alguns dos diversos travesseiros jogados no chão ou até mesmo espalhados pela cama ainda me atormentam. 

Estou realmente com sono mas a impossibilidade de dormir por calsa desse maldito sonho se faz presente. 

-Por quê diabos eu senti o choque? -Pergunto a mim mesma. - Por que eu senti o toque no primeiro sonho, por que senti meus cabelos sendo puxados na segunda noite?Isso seria impossível! - Questiono.

Isso tudo está realmente me perturbando de uma maneira inexplicável, como poderia alguém sentir os toques, tudo sendo transmitido por um sonho? 

Decido me levantar, com pouca dificuldade, e ando pelo quarto, no escuro, mas tendo minima ideia de onde estou indo por conta da luz da Lua que atravessa a janela de vidro. 

Passo pelo corredor, desço as escadas e vou diretamente à cozinha, abro a geladeira em busca de algo pra comer, ou para me afastar desses pensamentos. Avisto no fundo da primeira prateleira um pequeno pote colorido, nem me lembro de tê-lo deixado alí, e nem mesmo o que tem dentro.

O pego, fecho a geladeira e o abro.

-Dês de quando isso está aqui? -Novamente falo sozinha, pois realmente não me lembro se foi eu mesma que coloquei esse pedaço de bolo aqui ou se alguém me deu. Nao, não me lembro.

-Poderia ser facilmente uma armadilha. Alguém pode ter invadido minha casa e ter deixado aqui, sabendo que eu vou comer colocou veneno. Bem provável. -Olho em volta e em seguida direciono meu olhar ao pote com um pedaço de bolo em minha mão. -Ah, se eu morrer não vai fazer diferença mesmo.

Vou em direção ao balcão e alí pego um pequeno garfo, direcionando ao bolo e arrancando um pequeno pedaço e logo o comendo.

Saboreio cada milimetro, mastigo e novamente olho em minha volta, atrás de mim, até mesmo atravesso meu olhar pela janela em busca de ver algo lá fora, mas não tem nada. Estou criando expectativas falsas sobre isso?

Poderia ser facilmente algo da minha cabeça, posso estar achando que senti algo sendo transmitido do sonho, mas pode ser algo da minha cabeça, devo ter comprado esse pedaço de bolo e me esquecido. Mas algo que não me sai da cabeça. O homem de capuz no shopping, era realmente ele?

Meus pensamentos tomavam e quase nem percebi que eu já havia devorado todo aquele pedaço de bolo. Me sinto mais calma, aliviada, talvez seja a fome mesmo.

Coloco o pote e o garfo sobre a pia, amanha eu lavo, e subo para o meu quarto novamente. Sob o em minha cama e pego um dos travesseiros que estavam, na beirada da cama e o posicionou encostado na cabeceira da cama de maneira que eu possa me encostar. Me sento e pego meu celular.

Levo um pequeno susto ao sentir ele vibrando em minhas mãos, e quase o largo sobre a cama, mas a curiosidade se fez maior quando vi "número privado" estampado na tela do meu celular. Quem seria a essa hora?Me atrevi a atender.l

Ligação on.

Alô?

XXX- Alô!

Quem... Quem está falando?

Uma breve risada melancólica se exalta do outro lado da linda. Eu reconheço.

XXX- Nao reconhece a minha voz? 

Nao tenho certeza...

XXX- Pois bem, boa sorte princesa... 

Ligação off.

Realmente se atreveu a fez lugar novamente. 

Princesa? 

Eu reconheço essa voz, não sei de onde. Muito ou pouco suspeita?

Escorrego com o travesseiro e me deito sobre a cama, não sei que horas são, joguei o celular em cima do criado mudo e... Preciso dormir. Com pouca dificuldade, pouco tempo se passa, apos algumas retiradas na cama, meus olhos se pesam, minhas pálpebras se fecham e eu durmo.

Abro meus olhos. Nao vejo nada, a não ser meu próprio reflexo a minha frente, ou será acima de mim? Me levanto ainda sim acompanhando meus movimentos pelo que parecia ser um grande espelho.

Minhas vestes novamente são um vestido, longo, delineando minhas curvas até a região da cintura, e logo alí despencando em um leve tecido branco. Meus cabelos negros presos em um coque mal formado, com pequenas mechas a se caírem dele. 

E ao meu redor? 

Nada, a não ser meu magnífico reflexo. Me atrevi a dar um mínimo passo, mas não sinto meus pés tocarem o chão, estou a flutuar? Me sinto leve, meus braços flutuam por sí próprios, os tecidos caídos do vestidos voam assim como eu.

Rodopio no ar, me sentindo livre, não sabendo onde estou, nem pra onde vou, mas essa sensação Realmente não deixa de ser maravilha.
O que dizia ser meu reflexo se aproxima, assim como eu, imagino estar chegando mais perto do tal "espelho". 

Meus movimento  são caltelosos, assim como no espelho, vejo meu braço se levantar e minimamente um de meus dedos encontrarem um no outro no reflexo, formando mini mas ondas, o molhando um pouco, me fazendo perceber que a onde eu me via, era um espelho d'água. Volto meu olhar a minha volta a procura de algo para me descontrair, está realmente sendo estranho nada acontecer por enquanto.

O local em que eu estava era claro, como uma sala branca bem iluminada.

-Ei...

Alguém chama por mim. Novamente passo meus olhares por todo local mas não encontrando nada e nem ninguém.

-Por favor... Me ajude.

Soou como um sussurro. Preciso ajudar, quem quer que seja. Abro minha boca em busca de responder novamente, mas falho, é como se eu não tivesse voz alguma. Isso me sufoca.

-Socorro... -Me desespero ao ouvir.

-Eu estou morrendo...

Nao me é estranha essa voz, realmente imagino de quem seja, ela que me faz estremecer em apenas ouvi-la, agora me faz bambear por inteira em saber que pode está em perigo.

-Me... Ajude... -Procuro desesperadamente por onde quer que esteja, mas este lugar me parece infinito. 

-No espelho. -Escuto, e minha mente se clareia. 

Me movimento rapidamente e em um único ato, adentro o espelho d'água me molhando totalmente, me levando em um mundo paralelo, o local que estava claro, agora está em um b tira o breu, minhas roupas estão molhadas, mas não permaneço mais na água. Olho em minha volta e logo a minha frente uma luz se acende, iluminando um ser, ajoelhado no chão.

Com um fino roupão listrado de cetim, que estava caído sobre seu corpo, e sua cabeça abaixada, deixando seus ombros a mostra, seus cabelos loiros reluzentes com o forte reflexo da luz que o iluminava. 

Sua cabeça vagarosamente se levanta, revelando seu rosto, seus olhos vão de encontro aos meus e de um de seus olhos cai uma lágrima. Seu pedido interno de socorro me chama. Tento me aproximar, mas é impossível, é como se algo me aprendesse alí, me deixando imóvel. 

Seu corpo com mera dificuldade se levanta, e ainda sim seu roupão está caido pelo seu corpo, sendo somente sustentado pelos braços que estão nas mangas. 

Nao consigo me mover, é impossível, nem mesmo falar pela ausência da viz. Luto internamente contra isso.

Ele se aproxima e então, em um movimento cauteloso, seus dedos deslizam por meu rosto me descongelamento daquela forma sufocante. Suas mãos sugiram meus braços e os levam até seu peitoral descoberto, úmido pelo suor que tambem escorria pelas suas têmporas e laterais do pescoço, e seus cabelos grudados na testa.

Ele movimenta minhas maos sobre seu peito, fazendo-me sentir seus batimentos, que batucada em sincronia com o meu. O mesmo me solta e se vira de costas voltando a andar em direção a luz, me fazendo levar um breve susto. Pois em suas costas haviam duas marcas, sendo elas como se algo tivesse sido arrancado dele, alí pareciam ter, asas?

O sangue escorria minimamente pelas curvas de suas costas. E atrás de mim, um barulho, de movimento se manifesta, começando baixo, mas logo o volume alimenta indicando que se aproxima cada vez mais. 

Uma luz se Adsense sobre minha cabeça e um forte estrondo invade-me fazendo-me cair ajoelhada. Minhas costas doem, e pela minha sombra que vejo estampada no chão, asas crescem e se formam atrás de mim...

Acordo novamente assustada, sinto meus cabelos grudados em meu rosto e a cama mais bagunçada do que já estava. Um forte arder invade minhas costas, fazendo-as queimar. 

-Que merda foi isso?...



                                             Continua...





Notas Finais


Nao sei o que dizer '-'
Só sei que acho que me inspirei :)
espero que tenham gostado..
Até a próxima...
Meu perfil: @jeon_Joice003


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