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História Drink, Think... And Steal - Capítulo 6


Escrita por:


Capítulo 6 - 6. Dangerous Decisions


6. Decisões perigosas


Manhattan, New York City, NY, USA - Dezembro, 2014 às 10h00 AM


Point Of View Gwenevere Rae Somers


A primeira coisa que fiz ao sair do meu último dia de aula antes de entrarmos em recesso, foi escrever uma pequena lista de coisas que eu gostaria de fazer com esse tempo livre em casa, ou seja, ir à praia, ao shopping, decidir ir ao cinema de surpresa e sair para jantar sozinha, definitivamente, estavam em meus planos. No entanto, não fiz nenhuma dessas coisas. Os meus planos foram resumidos em saídas para o Street In Line, ver Zach algumas vezes e ser cobaia para os vestidos de minha mãe. É, definitivamente, às coisas não estão ao meu favor. Diante de minha drástica realidade, acabei decidindo finalizar um trabalho dá matéria de Comércio Internacional e fiz um pequeno resumo sobre Organizações Internacionais também, a fim de estar adiantada quando às aulas voltarem.


As cortinas do meu quarto batem com força com o vento que entra, e me sinto arrepiada por ser uma brisa gelada. Pelo jeito, o dia de hoje não será tão bom quanto o de ontem, e me refiro sobre o clima, temperatura... Essas coisas. Com batidas leves deixadas na porta do meu quarto, Justin entra com um sorriso preguiço acompanhado de seu rosto inchado de sono, fazendo-me olhar para meu relógio e em seguida vendo-o sorrir, deixando um beijo em minha cabeça ao andar em direção à minha cama.


— Vim para ver se você está ocupada e se quer dar uma volta comigo. — Justifica, se sentando em minha cama, passando a mão em seu rosto com lentidão, arrastando os olhos para mim em seguida. — Na verdade, por conta do casamento essa semana, preciso de uma blusa e pensei de você me ajudar. — Comenta, baixo. — E também pensei da gente sair.


Seus olhos analisam os meus, observando-me também quando me levanto, esperando que eu fale algo ou que eu expresse algo após ouvir sua proposta. No entanto, apenas respiro fundo, vendo-o confuso com meu silêncio. Não sei se estamos em um bom lugar para isso. E a hora também não é muito favorável. Analiso a porta aberta por alguns instantes, sendo interrompida pela risada frouxa de Justin. Sua cabeça se mexe em não e seus passos são lentos em minha direção.


— Os dois, estão lá embaixo. — Rebate, responde os meus pensamentos. — E então? — Sua mão toca minha cintura, enquanto seus olhos analisam o meu rosto. — Vai querer sair comigo ou não, Somers? — O toque de seus dedos escorregando por minha cintura, me faz respirar fundo, segurando a vontade de levar minha mão para a sua nuca.


— Tudo bem, aceito ir com você escolher sua blusa.


Um sorriso malicioso aparece em seus lábios e semicerro os olhos, vendo-o me puxar um pouco mais para perto de seu corpo, sentindo a temperatura do seu peitoral contra minha barriga. Me sinto um pouco nervosa, talvez, por conta da adrenalina da situação em que estamos enfrentando.


— Era só isso? — Pergunto, baixo, estalando a língua no céu da boca. — Já aceitei.


— Você sabe bem o que eu quero. — Resmunga, baixo. — O que você quer ouvir? Que eu quero te foder? — Prendo os meus olhos em sua boca e solto o ar lentamente por meus lábios. — É, isso? Tudo bem... — Sorri, e se aproxima mais do meu rosto. — Eu quero te foder, Gwenevere Somers e te certeza de você é tão deliciosa quanto os seus beijos. 


Me afasto de um beijo e recebo uma mordida no pescoço. Meu sorriso o prende e levanto às sobrancelhas, fazendo um bico. Ainda bem que eu perdi a minha virgindade. Graças a Deus e ao tesão de Christian por mim. Bom, confesso que fiquei surpresa com isso. Eu não esperava que Christian sentisse algo por mim, muito menos que fosse um tesão ao ponto de transar comigo. Admito que fiquei surpresa por ele não ter percebido que eu era virgem, e ainda bem que não. Eu realmente quis perder com ele e foi legal, de certa forma. Pode não ter sido bom, mas foi legal. Christian é o meu melhor amigo e definitivamente, de longe, uma das pessoas das quais mais confio. De qualquer forma, agora eu realmente me livrei daquela pressão de ser a única virgem entre os meus amigos que não havia tido tal experiência.


E bom, confesso que agora eu fiquei com muita vontade de experimentar mais uma vez com Justin.


— O que acha de ir para um motel comigo? Depois ou antes de irmos ao shopping, tanto faz, eu apenas... Quero muito foder com você, Gwenevere. — Seu rosto se aproxima do meu, e tiro meu cabelo de meu pescoço, liberando espaço para o seus lábios tocarem minha pele. — Você não faz ideia de como estou doido para tirar a sua roupa e tocar você, Somers.


Eu me sinto arrepiada, mas não me afasto. Não irei demonstrar que estou afetada com suas palavras ou com os pensamentos sujos que a situação me causa. Seja superior, Gwen. Seus olhos voltam com o contato visual comigo e acaricio seu nariz, aproximando e afastando minha boca da sua, deixando-o querer por meu beijo. Não dou. Seus olhos se fecham um pouco e um sorriso malicioso aparece em seu rosto, deixando-me claro que ele gosta desses joguinhos.


— Aceito. — Digo baixo, enfiando os dedos em seu cabelo, acariciando sua nuca. — Vamos ver se você é realmente isso tudo. — Seus olhos ficam fixos em meus lábios, e sorrio, negando um beijo quando seu rosto se aproxima. — Não, você terá que esperar, está com pressa, é?







As ondas feitas em meu cabelo pelo babyliss caem por minhas costas e ombros, fazendo-me sorrir por gostar do que vejo. Rapidamente sigo em direção ao meu closet, pegando o cabide com um vestido preto, justo e curto, ao lado de minha saia de verniz. As duas opções me agradam, ao mesmo tempo que confundem, deixando-me indecisa, pensando qual roupa combina mais com a ocasião. O pensamento de que Justin quer me levar para um motel me faz morder meus lábios, e respiro fundo, pegando o vestido e o levando para o quarto. 


— Definitivamente, é esse. — Confesso para mim, sorrindo de lado, observando o vestido em minha frente. 


"Pronta?"


Meus olhos param na hora aparecendo no visor em cima da mensagem, e mordo meu lábio inferior enquanto visto o vestido justo. Acho que fiz a escolha certa. É um Cydnie Jordan, afinal, não tem como não ser uma boa escolha. Desço os olhos por meu corpo e levanto às sobrancelhas. Sem ou com calcinha? Afinal, irei retira-la, então... Escorrego o pano macio e fino de renda por minhas pernas, analisando-me melhor. Meus pés se encaixam rapidamente em meu salto e sorrio. Agora sim. Pego minha bolsa nova, qual fui presenteada no natal e meu celular, olhando mais uma vez a mensagem de Justin parada em meu visor.


"Estou. Onde você está?"


— Te esperando, claro. — Resmunga, parecendo vir do jardim. — Posso saber do por que você demorou tanto, Somers? Se fosse para sairmos apenas a noite, era melhor ter me avisado. — Seus olhos me avaliam descendo a escada e vejo seu maxilar travar. — Vai assim? — Diz apontando para mim, descendo os olhos por meu corpo. — Tudo bem, podemos ir?


Se eu vou assim? Isso foi algum tipo de implicância, né? Meus saltos fazem barulho por minha casa, e abro a porta com pressa, observando que há outro carro parado na rua. Justin sorri de lado, como se quisesse um elogio meu, porém, coitado, não irá recebe-lo. Meus passos são rápidos e abro a porta quando a Lamborghini é aberta, permitindo-me de entrar. O cheiro de seu perfume me enoja, e suas expressões de desdém se armam contra mim.


— Engula essa porcaria de comentário, não quero ouvir. — Diz rude, fazendo-me revirar os olhos, quieta dentro do carro. — Por que está assim, posso saber? Eu te esperei durante quase 3 horas e nem por causa disso estou de cara fechada para você, Somers. Você poderia cooperar, ser mais maleável e menos mesquinha. — Afirma, passando a mão em seu rosto. — Se você cooperar, garanto que as coisas serão melhores para você.


— Pode ligar o ar? — Pergunto o ignorando enquanto aponto para às saídas de ventilação. Sua cabeça se mexe em sim, e agradeço com um sorriso de lado. — Você não me disse que os meus pais estavam em casa, Bieber? Durante essas três horas ninguém veio me encher o saco e ninguém nos viu sair juntos, você não acha estranho? Minha mãe teria feito um escândalo comigo. 


— Não se preocupe, eles saíram mais cedo para resolverem algo, não sei dizer o que e não se preocupe em relação a nós dois, pois eu saí junto com eles dizendo que iria resolver algo e que iria demorar voltar, então, você precisa arrumar uma desculpa, caso você não esteja em casa quando eles chegarem, tudo bem? — Afirmo, rapidamente e mordo os meus lábios. — O que foi? 


Sua mão repousa em minha perna e não desço os olhos, mantendo-me firme. Seus dedos sobem e descem e quase arrasto os olhos para analisar o caminho dos seus dedos, curiosa. Sua mão apalpa minha coxa e sinto seus olhos observando-me. 


— Se minha mãe não fosse tão patética, tenho certeza que as coisas estariam diferentes e menos turbulentas. Seja honesto, Bieber, pelo menos sobre isso você sabe que eu tenho razão. O que eu fiz para ela? Será que ela me culpa tanto por causa do passado dela? 


— Não fale assim, não é culpa dela. — Defende minha mãe, fazendo-me soltar uma risada. — Estou falando sério. Eu sei que ela tem os problemas dela, vocês duas tem as suas diferenças e... Ela não é fácil, eu sei de tudo isso... Mas ela continua sendo a sua mãe e está viva, você deveria valoriza-la apenas por isso.


— Não quero lição de moral, se você não se importa. Eu apenas comentei com você e questionei algo que sempre tive dúvida. — Afirmo, vendo-o travando seu maxilar. — Será que a nossa relação é assim desde sempre, porque ela se culpa de ter engravido de mim e não ter sido aceita em desfiles?


—  Como é? Você está ficando doida, Gwenevere? Claro que não dever ser nenhuma dessas situações, garotas. Os dois te amam, principalmente a sua mãe, que apesar de tudo, faz as coisas pensando em você. Por que não parece suficiente para você? Você é tão fresca e mesquinha assim? Não acredito nisso e...


— Por que para tudo você enche a boca para me chamar de fresca, mesquinha, metida ou chaveirinho? Por que, posso saber? Eu nunca te fiz nada e se sou assim, é culpa de Chelsey. Nunca me tratou como filha e sim, filha da uma estilista. — Rebato, irritada. — E se eu sou tudo isso para você, por que implorou para me levar para o motel se sou tão desprezível?


— Não, eu não disse que você é desprezível, Gwenevere, eu apenas disse que você tem muita frescura com coisa que não precisa. Mas... Tudo bem, você é o que você é. Você cresceu da forma que cresceu e acabou, porém, terá coisas que você não poderá bater de frente e está tudo bem com isso. Só que você não consegue ser contrariada, não é?


Escolho ficar em silêncio e respiro fundo, segurando minha bolsa com firmeza enquanto mantenho os olhos presos no fluxo do trânsito. 


— E eu não deixo de querer comer a sua boceta apenas por você ser patética, até porque, você usará sua boca parar gemer para mim e não ficar falando de sua mãe, espero. — Debocha, sorrindo.


— É sério que você vai ficar falando essas baixarias para mim? Você... É nojento e insensível, Bieber. — Reclamo, incomodada. — Certo, já desisti.


— Ah, poupe-me, Gwenevere. Ontem à noite quando eu disse na sua orelha que estava louco para te foder você não ficou com essa birra. Qual é? Isso é algum tipo de charme?


A gente se olha e nego, um pouco emburrada com seu jeito escroto.


— Ei, relaxe! Você sabe que eu gosto de te provocar, não sabe? — Confessa, e sorri, tocando minha perna e apertando-a com força, apalpando-a com vontade. — E eu gosto de vê-la com esse bico emburrado... Me faz ficar imaginando algumas coisas.


Resolvo sustentar seu olhar por alguns instantes, e analiso seu rosto. Ele quer que eu entre em seu joguinho de provocação. Com lentidão levo minha mão para sua perna também, acariciando sua coxa até seu joelho, subindo e descendo com calma, deixando as pontas de minhas unhas o arrepiarem. Seus olhos descem para minha mão, e apenas sorrio, passando a língua por meus dentes, vendo-o me analisar. 


— O que você está fazendo? — Pergunta, observando-me tirar o meu cinto e me inclinar para seu corpo quando o carro para em um sinal. Seus olhos analisam cada movimento meu, e paro meu rosto em sua frente, tocando os seus lábios. Um suspiro escapa por seu nariz e sinto uma de suas mãos se enfiarem em meu cabelo, me pressionando em manter-me o beijando, enquanto sua língua entra em minha boca sem relutar, acompanhando o ritmo dos meus lábios com rapidez, envolvendo-me com prazer, pressionando minhas costas com força para frente, querendo tocar-me. Lentamente separo nossos lábios e sorrio, ouvindo buzinas atrás do carro de Justin, enquanto seus lábios beijam meu pescoço, e sinto beliscos leves de seus dentes. — Cuidado, garota, você está me provocando. — Fala, sorrindo com malícia e mordo os meus lábios, gostando de sentir sua respiração e sua boca me deixando em seu controle. — Sente-se no seu banco ou irei te comer aqui e agora


— Então... Não se torture assim. — Digo, baixo, me afastando e voltando para o banco do carona, deslizando a mão por seu joelho. — Me diz, Bieber, o que é que você quer fazer agora? 








A rotina de New York já voltou, abandonando por completo a calmaria que a véspera e a noite de natal trouxeram. Agora todos estão focados e preocupados em conseguirem organizar seus planos para o ano novo. No entanto, o fluxo de carro parece estar sendo um pouco menor do que é normalmente, o que acaba contribuindo para que do lado de fora do carro não tenha tanto som de buzinas ou de motores, fazendo com que a situação dentro do carro de Justin seja favorável para mim.  


Justin respira fundo ao meu lado, mantendo uma mão no volante a outra em minha coxa, qual ele aperta com força enquanto mantém os lábios entreabertos, deixando escapar gemidos baixos e roucos por eles. Minha mão estimula seu membro com lentidão e sem pressa, apenas na intenção de tortura-lo um pouco com tanto tesão. Eu mordo os meus lábios, ansiosa para escuta-lo implorar por mim e arrasto os meus olhos para seu rosto, observando-o se segurar para não tombar a cabeça para trás. Seus olhos se encontram com os meus e mordo os meus lábios, analisando-o me desejar. 


— Você quer que eu pare, Justin? — Pergunto, inocentemente em um tom de voz baixo, aumentando os movimentos de vai e vem, vendo seus lábios se abrem mais e gemidos pesados escorregarem por seus lábios. — O que você quer que eu faça, uh? 


— Eu quero que você chupe a porra do meu pau. — Sussurra baixo, pesadamente acompanhado de um gemido. — Vem. — Pede baixo, implorando para mim. — Gwenevere, você está sendo má comigo, não faça isso. — Meu sorriso se alarga e observo encarando-me com luxúria. — Você quer que eu implore?  


Um sorriso quase aparece em meu rosto, e concordo, mordendo o meu lábio. Sua mão sobe de minha coxa para o meu pescoço, e encaro os seus lábios quando meu rosto se aproxima do seu. Seus olhos descem para minha boca, e sorrio para isso, abaixando minha cabeça e observando seu pau em minha mão, abro minha boca com rapidez, enfiando-o por inteiro, sem frescura, subindo com lentidão, parando para chupar sua glande. Os gemidos altos e roucos de Justin são interrompidos por ele que respira fundo e solta um xingamento. O carro aumenta a velocidade e aperto sua perna, o repreendendo por não estar se controlando. 


— Preciso comer a sua boceta de uma vez, eu não vou aguentar. — Confessa, e chupo toda a extensão de seu pau, estimulando com a mão o que não cabe em minha boca, e apertando suas bolas com lentidão, ouvindo-o arfar. — Não vai dar, vou parar o carro. — Resmunga, deixando-me animada e, confesso, um pouco orgulhosa por ele estar gostando, influenciando-me a estimula-lo com minha própria boca, subido e descendo. 


A sensação de sentir suas veias se engrossarem me alerta de que ele está quase em seu limite e seguro seu membro novamente com a mão, levantando minha cabeça e erguendo os olhos para os seus. Desejo. Justin me olha com tanto desejo que me sinto ansiosa, voltando a enfiar seu pau em minha boca, fazendo-o pressionar minha cabeça para baixo sem força, deixando um gemido ecoar pelo carro enquanto chupo sua glande.  


— Eu vou gozar agora, baby. — Confessa com um gemido, fazendo-me rir e voltar a chupa-lo, sentindo-o gozar em minha boca. Rapidamente engulo, sentindo-o me puxar por meu cabelo, olhando-me nos olhos. — Você faz tão bem. — Sussurra, passando o dedo em minha boca. — E eu acho que eu sempre soube disso, pois sua boca sempre me deixou maluco, me fazendo imaginar coisas... Várias coisas com você. 


Me inclino para beija-lo, e sua mão desce para minha nuca, se enfiando em meu cabelo e me pressionando para frente, sentindo-o enfiar sua língua com tudo dentro de minha boca, se embolando com a minha e criando uma sintonia com meus lábios. Eu suspiro e me sinto completamente molhada. Suas mãos são ágeis em empurrarem seu banco para trás e me sento em seu colo com facilidade, pressionando minha intimidade contra seu membro duro. Os seus olhos ficam em mim, e rebolo devagar em seu colo sem quebrar o nosso contato visual, aproveitando sua mão descer por minha cintura. 


— Onde estamos? — Pergunto, erguendo os olhos e olhando para o lado, reconhecendo o estacionamento do supermercado. Justin beija o meu pescoço e puxa meu cabelo para o lado, dando uma mordida forte em meu maxilar. Eu respiro fundo e seguro e seu peitoral, rebolando de leve em seu colo, sentindo minha intimidade começar a latejar por prazer. — Justin... — Me calo, sentindo-o subir meu vestido e descer os olhos para minha nudez. — É, estou sem calcinha. 


Suas mãos apalpam minha bunda, sorrio de lado puxando o resto do meu vestido para fora do meu corpo, deixando-me completamente nua. Seus olhos encaram os meus seios como se fosse algo que ele já quisesse e o escuto abrir um preservativo e colocá-lo com facilidade, segurando seu pau em seguida fazendo-me inclinar para cima e senti-lo se posicionar em minha entrada. Suas mãos sobem por minha cintura e deito o seu banco, me mantenho apenas com sua glande dentro de mim. 


— Eu quero te foder, Gwenevere. — Diz, baixo, abocanhando seio com força. Eu fecho os olhos e sento, abrindo a boca e apertando seus ombros por sentir dor. Os seus olhos me observam com atenção, e respiro fundo ao subir e descer em cima de seu quadril. — O que foi? —  Pergunta mordendo meu mamilo e mordendo meu seio, subindo para meu rosto e mordendo meu queixo. — Você é apertada, não acha? 


— Você não gosta? — Pergunto e rebolo em seu colo, ignorando o desconforto por saber que é porque é a segunda vez que transo. 


Um tapa é deferido em minha bunda e mordo meu lábio inferior e um sorriso malicioso aparece em seu rosto. 


— Definitivamente, é ótimo saber que ninguém havia entrado em você antes de mim. — Diz em minha orelha e sorrio, olhando seus olhos com confusão. —  Não tem como você já ter fodido com alguém, Gwen, sua boceta quase não abriu com o meu pau. — Mexo meu quadril com mais rapidez, e encaro seus lábios se abrindo. —  Estou errado? 


— Sim, baby, você está errado. — Digo contra sua boca e suas mãos descem para minha cintura, me ajudando a mexer mais em seu colo. — Não fique triste, estou aqui agora, não estou? — O som de minha bunda se chocando em seu quadril nos cala e respiro fundo, deixando meus seios baterem em seu peitoral conforme meu corpo sobe e desce, me deixando aproveitar os gemidos de Justin enquanto suas mãos apertam minha bunda com força, deferindo mais um tapa em seguida. — Com mais força, baby, você consegue.  


Um tapa forte é deferido novamente, dessa vez me arrancando um grito e sua outra mão puxa meu cabelo para o lado, me fazendo gemer em seu ouvido.  


— Estou louco para te foder em outras posições, baby. — Sussurra em meu ouvido, enquanto deixo gemidos escaparem por meus lábios. — Eu amaria te ter de costas para mim, o que acha? Eu bateria em sua bunda com tanta força... 


Com agilidade e cuidado, a gente consegue deitar em seu banco, com minha perna sendo puxada para cima de seu quadril, e meu corpo ser pressionado contra o seu com força, enquanto seu quadril se choca com minha intimidade com estocadas mais fortes. Sua boca chupa meu mamilo com força, me tirando gemidos altos, completamente incontroláveis por mim. Confesso que a sensação de prazer é muito maior do que a de qualquer desconforto, que some em determinados momentos. Desacelero meu quadril, sentindo certa fraqueza enquanto o sinto se empurrar com força para dentro de mim e seguro seus ombros com força, soltando um gemido alto e... Longo. Justin continua se empurrando e minha perna treme, se prendendo na sua com força enquanto ele se mantem se empurrando, me fazendo sentir um alivio grande.  


Eu gozei. 


A sensação de conseguir gozar é realmente única.  


Justin sobe para cima de mim, afastando um perna minha para o banco do lado, conseguindo se enfiar mais entre minhas pernas. Minhas unhas arranham suas costas e o vejo protestar por isso, enfiando sua língua em minha boca, e apertando minha coxa com força. A rapidez do seu quadril contra o meu corpo me deixa afobada por conta do prazer e o abraço, mordendo os meus lábios ao escuta-lo gemer alto e gozar, deixando com a sensação de que há algo quente dentro de mim.  


Ele sai, e respira fundo, se sentando no banco do carona. Suas mãos são rápidas em retirarem a camisinha, amarrando-a e enfiando-a dentro de uma sacola. Eu faço cara de nojo e o vejo revirar os olhos, abrindo a porta e levantando sua cueca e sua calça, empurrando a porta do carro e saindo. Eu pego meu vestido jogado no chão e o visto, abrindo minha bolsa e pegando um lenço umedecido para limpar minha intimidade. Justin volta com papéis em mão e nego, o mostrando meu lenço. Sua cabeça se mexe em sim e ele pega o lenço de minha mão com o papel e sai novamente, provavelmente para o banheiro do supermercado que fica ao lado de fora. 


Observo-me no espelho do carro e arrumo meu batom, prendendo meu cabelo por conta do calor. Certo, isso foi intenso. A porta do carro é aberta novamente e Justin ajeita o seu banco, puxando-o para frente, entrando e fechando a porta. Seus olhos me avaliam e sua mão puxa meu pescoço para frente novamente, fazendo-me beija-lo. Seus dedos acariciam meu pescoço e apenas seguro em seu braço por ser mais favorável. Sua língua é tão gostosa que dessa vez resolvo deixa-lo no controle e apenas mexo meus lábios e meu rosto conforme o seu e sinto vontade de sentar em seu colo novamente, porém, a falta de ar nos atrapalha e recebo uma mordida, em seguida um selinho.


A gente se olha e respiro fundo ao me ajeitar no banco e colocar o cinto. Silêncio. O carro começa a andar e o rádio toca alguma música, deixando-me sem graça por alguns segundos em questionar-me se eu deveria ou não falar algo. Bom, mesmo que eu não saiba que algo seja esse. Arrisco olhar para o lado e Justin parece confortável, como se nada do que aconteceu fosse algo importante ou que o deixe, diferente de mim, desconfortável. 


— Que tipo de roupa você está pensando em usar? — Pergunta, me surpreendendo por tomar a iniciativa de quebrar o silêncio. — Algo sofisticado ou arrumado e que te deixe fora de atenção? Porque, para ser sincero, não faço a mínima ideia. Eu nem queria ir. 


Hm... Não sei, minha mãe disse que tem um vestido dela para mim, mas ainda não vi, então não sei te dizer, ao certo, como o vestido é. — Respondo baixo, arrastando os olhos pela avenida. — Por que? Você não sabe que tipo de blusa quer comprar? Justin, você é apenas um convidado, obviamente você não precisa usar algo sofisticado. 


— É, eu sei, mas somos pessoas importantes para eles. Gregory nos quer arrumados, e você sabe do que estou falando, classe. Arrumados, educados e sem tomar todo o champanhe ou vinho da taça. — Fala, sorrindo de lado ao repetir palavras de minha mãe. — Sendo um apenas convidado ou não, preciso me manter... Interessante


— Claro, se manter? —  Debocho, vendo-o sorrir de lado. — O seu ego é tão grande, Bieber, sério, me canso com você. 


— É, eu vi como você fica cansada. — Responde baixo, tocando minha perna. — Ainda quero te levar em um motel, não se sinta satisfeita com o que aconteceu dentro do carro. Você me deixou com muito tesão, não aguentei. 


— Obrigada pelo elogio indireto.  


— Não foi indireto, Somers, eu te disse que já imaginava a sua boca no meu pau. — Rebate, e reviro os olhos. — O que foi? Vai falar que você não? 


— Com a boca no seu... Ou de achar que você já me imaginava te fazendo um oral? — Pergunto, e sorrio de lado, analisando-o apertar minha coxa e dar de ombros.  


— Bom, os dois, agora que me deu essa opção. — Desdenha. — Você me provocava, não adianta negar. 


Eu nego, rindo baixo para isso. Nunca pensei em dar em cima de Justin e confesso que foi um pouco chocante quando nos beijamos pela primeira vez. 


— Nunca dei em cima de você, Bieber, não comece e você sabe disso. 


— Tudo bem, pode até ser por esse lado, mas... Você sente atração por mim. 


— É, talvez. 


— É o suficiente para mim, para você não? 


— E isso é importante por qual motivo? Não me importo de ser suficiente para você, não muda nada na minha vida, se é que você consegue me compreender. 


Um sorriso escapa por seus lábios e sua cabeça se mexe em sim, fazendo-me pegar meu celular. Minha mãe. Suas mensagens são de perguntas sobre onde estou, o que estou fazendo e um alerta de que irá levar o vestido para casa, pois está pronto e tem certeza de que irá ficar bom em meu corpo. Resolvo ignorar por agora, apenas na espera de que ela não invente de me ligar para perguntar onde estou ou o que estou fazendo, sendo que ainda não pensei em algo.


Em questão de segundos o carro de Justin entra no estacionamento do shopping e respiro fundo, umedecendo os lábios e pensando se eu compro algo para assim poder dizer que vim ao shopping na parte da tarde ou se compro algo para comer e dou a desculpa de que estava com fome e decidi sair.  


O barulho dos meus saltos ecoam pelo estacionamento, e Justin em olha por cima dos ombros, analisando-me chegar ao seu lado. Eu nego para sua expressão e corto nosso contato visual, sentindo-o deslizar a mão por minha bunda, soltando um xingamento baixo.  


— Pode parar, agora. — Mando, resmungando baixo. — Vamos comprar sua blusa e... — Faço uma careta ao olhar para meu relógio. — Acho que vou comprar algo para comer, o que acha? Posso dizer para minha mãe que vim para comprar algo, e você finge que comprou essa blusa outro dia, sei lá. 


— Sua mãe não vai perguntar nada, Somers, pelo amor de Deus. Ela deve estar resolvendo coisas com Gregory, coisas que ocupam a cabeça demais, inclusive. — Confessa, e puxa a porta de entrada, deixando-me passar primeiro. — Por que você abre e fecha a boca várias vezes? Você quer perguntar algo? É só perguntar, baby. Está com medo de que? 


Por alguns segundos me mantenho calada, pensando no que responder. De fato, ele está certo. Diversas vezes abro a boca querendo perguntar algo, mas fecho-a rapidamente por medo de achar que estou me intrometendo em coisas que eu não deveria, mesmo que as minhas intenções não sejam saber para prejudicar ninguém. Viro o rosto para o cara ao meu lado, e sorrio de lado, sem jeito. 


— O que você quer saber? — Pergunta, inclinando um pouco para frente tentando ver os meus olhos.  


— Nada, eu apenas... Fico confusa. Gregory sai tanto, é tão conhecido por pessoas que não faço noção de quem são e fico curiosa por não entender. — Digo, um pouco confusa por não ter usado as palavras que eu queria, e Justin ri baixo, revirando os olhos. — Por que está rindo? Eu disse algo engraçado? 


— Fala sério, Gwenevere, você abre e fecha a boca várias vezes com medo de falar algo, e então é isso que você me pergunta?  


— O que você quer que eu diga? É isso o que eu queria falar, Bieber. Há outros motivos para eu acabar falando mais alguma coisa? Eu apenas... Sei lá, não consigo entender, só isso e... — O toque de seu celular me interrompe e respiro aliviada, virando o rosto para às lojas quando sua mão escorrega para dentro do bolso de sua calça, pegando seu celular. 


— Fala, Butler. — Diz entredentes, olhando para mim e franzindo o cenho com algo que escuta. — Hoje? Está ficando maluco, Butler, do nada? — Seu tom de voz me mantém o olhando e um sorriso de lado aparece em seus lábios. — Tudo bem, cara, às 21h a gente se encontra, pode ser? Os outros garotos já estão sabendo disso ou foi apenas um surto seu e você me ligou primeiro? 


Eu paro em frente à uma vitrine e Justin nega, me puxando. Isso me faz rir e analiso as lojas, parando de andar para observar Justin sorrindo para o seu celular. Seus olhos param nos meus e levanto às sobrancelhas, esperando-o se mover e ir procurar o que ele veio para fazer. 


— Viemos para você ficar em seu celular combinando uma suposta saída com seus amigos? 


— Me erra, garota. — Rebate, enfiando o celular em seu bolso. — Ryan ligou para dizer que conseguiu um camarote em uma boate com uns caras da faculdade e que está com uma lista de 10 pessoas para entrar com ele, então... Eu estava chamando April, para ver se ela está afim de ir comigo. — Concordo, apontando em seguida para outra loja. — Você quer ir? 


— Não.  


Ando em passos mais largos e atravesso para o outro lado do corredor, apontando com o queixo para que Justin vejo ao se aproximar de mim. Seus olhos me repreendem por algo e sua cabeça se mexe em não, fazendo-me bufar alto, irritada com suas atitudes medíocres em uma situação para ele. 


— Certo, e você quer o que? Você não quer Lacoste, você também não quer Armani, então você quer o que? Tommy Hilfiger? Calvin Klein? Prada? Me diz, porque não sei ler mentes e você é meio estressante, então nem se eu pudesse ler a sua mente, eu iria. 


Me calo, emburrada com seu jeito, enquanto ele se mantém me olhando, deixando seus olhos fixos em meu rosto, subindo de minha boca aos meus olhos e vice versa, colocando um sorriso em seus lábios em seguida, claramente debochando de mim. Eu bufo e abaixo os meus olhos, deixando-o perceber meu estresse por suas atitudes. 


— Tudo bem, Bieber, resolva as suas coisas e vá para os seus compromissos, tudo bem? Farei o mesmo, inclusive. — Digo, e nego, vendo-o segurar meu braço. — Para, Justin, é sério. Vou fazer as minhas coisas e você resolve os seus problemas da sua forma e no tempo que você quiser.  


Um sorriso aparece em seus lábios e ele concorda, se aproximando de mim. 


— O que está fazendo? — O empurro quando toca minha cintura, e nego, afastando sua mão de meu pescoço. — O que você... 


— Se você quiser, nós podemos largar tudo isso, fingir que você está com Zach e eu em algum lugar, e podemos ir direto para um motel, o que você acha? 


— Não sou garota de motel, por mais que eu tenha aceitado da primeira vez que você me ofereceu. — Rebato, o afastando. — E acho melhor não, nós já... 


— Tudo bem, posso te levar para o meu apartamento novo e vazio, completamente fechado. — Propõe, deixando um sorriso frouxo permanecer em seus lábios. — E apenas para deixar claro, eu não iria te levar para um motel qualquer, tudo bem? Apesar de tudo, sei do seu nível de frescura. 


— Espera, o que você disse antes? — Pergunto, fazendo um sinal de volte. — Você disse que não havia procurado nenhum apartamento ou tinha planos para agora, Justin. Como assim você já tem um apartamento novo e vazio? 


— Você acha mesmo que depois de comer a sua boceta, eu irei continuar morando na mesma casa que você? 


— Sim, e daí? Ninguém pode saber que isso aconteceu, Bieber, ou você está com planos de se gabar para o meu irmão dizendo que comeu a irmã dele? Fala sério, você é melhor do que ele, não se comporte como uma vadia.  


— Somers... — Sua mão toca meu rosto e seus dedos sobem para minha orelha, colocando minhas mechas de cabelo presas atrás da mesma. — Facilite para mim e esqueça esses problemas totalmente irrelevantes para mim? Sinceramente, coopere comigo. 


— A minha resposta é não. — Afirmo, o empurrando de leve. — Se quer minha ajuda, me siga. — Mando e lhe dou as costas, vendo-o sorrir e concordar, andando atrás de mim em passos rápidos. 









Meu batom vermelho marca a taça de vinho em minha mão e suspiro, concentrando-me em conseguir finalizar mais um trabalho. Relações Internacionais, definitivamente, não é mais o que eu tanto idealizei. As matérias são mais chatas do que eu esperava e meu desempenho parece sempre ser muito baixo, mesmo que eu me esforce e estude o máximo. Bom, talvez, a minha mãe estivesse certa. Eu deveria ter escolhido moda. Pelo menos, confesso, eu teria ela e todo o seu grande conhecimento nesse meio, igualmente acompanhado de coisas que eu sei, e que não são poucas. 


 "Espero que esteja se arrumando" 


A mensagem chegando em meu visor me deixa confusa e desbloqueio meu celular, olhando para a porta em seguida, vendo-a sendo aberta.  


— Jacklyn? — Pergunto, analisando-a dos pés à cabeça. — O que foi? 


Boate


— Nem pensar, estou ocupada. — Rebato, apontando para o meu notebook. — Boa sorte, e uma boa noite, mas... Não irei. 


— Zach irá. — Afirma, e arrasto os olhos para seu rosto. — E ele me mandou mensagem pedindo que eu conseguisse te convencer a ir, pois ele está precisando de sua companhia e não irá curtir direito se você não estiver lá. 


— Você está mentindo. — Digo, vendo-a negar. — Não acredito, ele não me mandou nada, como você tentaria me convencer? 


— Ele te conhece, Gwenevere. Aliás, todos os seus amigos te conhecem o suficiente para saber o quanto você é fresca, metida, mesquinha e preguiçosa, portanto, ande logo. — Manda, e puxa minha cadeira em direção à cama, fazendo as rodinhas agarrarem no tapete. — Hm... Aproveite que você já está com maquiagem e cabelo feito, e coloque um vestido irresistível e um salto bem poderoso. 


— Jack, eu não... 


—  Eu e seu irmão terminamos. — Confessa, olhando-se em meu espelho. — E sim, é verdade, tudo bem? Eu apenas não queria te dizer de primeira... Para você não achar que eu estava te manipulando com meus problemas, então... 


Me levanto para ir em sua direção, e a abraço pela cintura, deixando um beijo em seu ombro antes de apoiar meu queixo no mesmo. Seus olhos brilham, mas nenhuma lágrima escorre e a observo pressionando seus lábios, respirando fundo e me olhando. Eu concordo e tiro um sorriso sincero de seus lábios, arrastando-me em direção ao meu closet, observando minhas opções.  


— E então, Jacklyn, você não vai me ajudar?


[...]


Pode até parecer ser mais um motivo para eu ser chamada de patygirl, mas eu nunca senti atração por boates. Nunca fiz uma identidade falsa para isso e nunca perdi o meu tempo me imaginando fazendo esses tipos de planos para quando eu atingisse a maior idade. Os meus 21 anos não estão tão longe, mas também não sinto uma necessidade de que chegue logo e confesso que me sinto um pouco incomodada por saber que irei sair dos 19 anos daqui alguns meses. Contudo, estar descendo de táxi na porta da boate... É algo que não me satisfaz, e confesso que estou mentalizando vários tipos de motivos para a minha mente me sabotar e eu acabar indo embora com alguma desculpa.  


— Jacklyn, você sabe que tenho 19 anos, não sabe? — Digo, abrindo a porta e descendo do táxi. — E então? Qual é o seu brilhante plano para que dê certo e eu entre? 


Seus dedos se entrelaçam nos meus e sigo os seus passos, vendo o meu melhor amigo em pé na porta. Claro. Jacklyn sorri largamente, soltando de minha mão para rodar os braços pelos ombros de Christian. Ele sorri, beijando o rosto dela e se aproximando de mim, beijando minha bochecha e imitando o meu bico emburrado.  


— Não inventa, estou pagando caro para que você consiga entrar, portanto, curta a bebida e a música, prometo que você irá gostar. — Diz me puxando e concordo, vendo o segurança me analisar entrar com Christian. — Esperem, antes de vocês subirem para o camarote, eu preciso dar alguns avisos. 


— Charles está ficando com alguém? — Jacklyn pergunta rápido, fazendo Christian revirar os olhos e negar. — Justin descobriu que engravidou alguém? Não, deixe-me adivinhar, você e Brianna estão namorando? 


— Porra, deixe-o falar, Jacklyn. — Esbravejo, fazendo-a revirar os olhos. — O que foi, Beadles? 


— Lá em cima há outras pessoas que não conhecemos, pois nós fomos convidados, portanto, há drogas, há vadias e há perigo, não sabemos o que alguém pode tentar fazer, ou roubar, então fiquem com as coisas de vocês, com vocês e evitem ficarem sozinhas, sempre com alguém ou com uma bebida, assim dá para quebrar na cabeça de alguém. 


— Ok, tudo bem. — Digo, e sorrio, analisando Jacklyn se afastar. — Espere, Jacklyn, você nem sabe para onde precisamos ir... — A beleza e sofisticação da boate me cala, e vejo perfeitamente o camarim com os meus amigos, pois o vidro é enorme e eles estão olhando para a pista de dança. — Nossa, é bem bonita, confesso. — Digo, e Christian concorda, mantendo os olhos nos meus. — O que é, Beadles? Me erra. 


Suas mãos me puxam com agilidade e seus lábios encostam nos meus, pegando-me de surpresa. O empurro de leve, e levanto às sobrancelhas, vendo-o sorrir de lado e me puxar novamente, enfiando os dedos por meu cabelo, encostando os lábios nos meus novamente. Eu não me afasto dessa vez, e subo a mão por seu peitoral, virando meu rosto quando o mesmo pede por impulso, e desce as mãos para minha bunda, apertando-a com força. 


— O que está acontecendo aqui? — Jacklyn pergunta próxima de nós, e me afasto, mordendo meus lábios. — Chegamos há 5 minutos e você já pegou o Beadles? — Pergunta séria, e reviro os olhos, vendo-a sorrir. — Meu Deus, eu adorei! Christian, você finalmente consegui pegar a garota mais bonita da sua vida, cara, comemore.  


Christian ri e beija meu ombro, puxando Jacklyn pela mão ao aproximar-mos de uma escada. A música alta parece agradar à todos, e pelo tanto de pessoas presentes, deduzo que seja uma boa boate. Tudo bem, talvez, a noite não tenha que ser tão ruim como pensei. Em passos rápidos chego no topo de escada, e observo a presença de todas as pessoas que Christian nos alertou. Carreiras de pó são feitas em algumas mesas com pessoas se inclinando para baixo para puxarem com o nariz, e algumas garotas dançam no colo de alguns caras, me enojando quando uma delas levanta a blusa e deixa dois caras, claramente drogados, chuparem seus seios. 


Charles é o primeiro que vejo quando me viro, e seus olhos descem por minha roupa, fazendo-o abrir um sorriso de lado. Eu me aproximo e recebo um beijo na mão com gentileza, fazendo-me estranha-lo de imediato, claro. Seus olhos caídos e palavras lentas saindo de seus lábios são motivos suficientes para deixarem-me atenta ao fato de que ele pode estar drogado. A voz de Ryan atrás de mim me faz virar instantaneamente, e levanto às sobrancelhas, vendo mais bêbado do que os outros garotos. Eu nego, e seus olhos me analisam, fazendo-o passar a língua pelos lábios e juntar às mãos como se implorasse por algo. 


— Como uma verdadeira patygirl, você está glamourosamente gostosa, Somers, em nome do senhor Jesus, você nunca irá me dar uma chance? 


Minha mão para em seu peito, o distanciando de mim e seus olhos se reviram ao cairem por Charles. 


— Essa desgraça está assim porque Jacklyn terminou com ele. O que posso fazer? Converse com sua amiga e peça-a para voltar com ele, pois claramente um erro, que nem foi dele, parece ser muito mais importante do que o fato de que é a boceta dela que ele fode. 


— Quanta baixaria, Butler, sinceramente, cale a boca. — Mando, o afastando de mim e me deixando passar.  


Rapidamente vejo Zach e ele faz uma expressão de que acertei bem em minha roupa, no entanto, peço que ele espere um pouco, fazendo-o concordar. Os meus passos são rápidos em direção a Jacklyn, que percebo tarde demais que está no meio das pernas de Justin, abraçada com ele enquanto o escuta falar algo de bem pertinho, deslizando a mão pelo rosto dela e abrindo sorrisinhos. 


— Atrapalho o casal? — Implico, e Justin me olha, negando. — Posso falar com você? 


— Achei que não fosse vir. — Diz e tira Jacklyn de seus braços. — O que foi? — Eu o afasto e sorrio, puxando a minha melhor amiga pela mão. — Eu só estava brincando, eu sabia que você não estava falando comigo e sim... Com ela. 


Eu reviro os olhos, e sorrio de lado, parando no bar e pedindo uma drink. Jacklyn revira os olhos e me encara com superioridade. Eu nego, e aponto para meu irmão, fazendo-a revirar os olhos e negar, bufando tão alto que consigo ouvir mesmo com a música alta. 


Você terminou com ele? 


— É, foi eu. — Dá de ombros. — Por que? 


— Eu que te pergunto isso, Jacklyn. O que aconteceu? 


— Sei lá, achei que fosse o certo. 


— E ainda acha? 


Seus olhos ficam presos nos meus e nego ao arrastar os olhos para Charles, vendo-o negar uma das garotas. Jacklyn sorri de lado e concorda, pegando o drink sendo colocado em minha frente. Ela nega para mim com deboche ao pegar o meu drink e e concordo, deixando a levar meu copo ao se arrastar até Charles, que a olha surpreso e finge estar bem, mas... Jacklyn o beija, o calando de qualquer coisa e toda sua pose some, descendo as mãos para a bunda de sua garota. Eu sorrio e peço por outro drink, sendo minha vez de virar confusa e olhar o cara segurando minha cintura. 


— Você está espetacular. — Zach diz próximo de minha boca. — E estou sem palavras. 


Subo minha mão por seu peitoral e paro em sua nuca, abrindo um sorriso em seguida. Seu rosto se aproxima do meu e o abraço, me impulsionando em beija-lo. Seu rosto vira para o lado, procurando mais espaço com sua lingua dentro de minha boca e suas mãos descem para minha bunda. Eu gosto disso, virando também o meu rosto mais uma vez, mas na intenção de intensificar o beijo e respiro fundo, sentindo-o excitado. 


Seus lábios se separam dos meus com uma mordida e recebo dois selinhos. 


— É incrível a forma que eu sinto falta do seu beijo e não encontro em lugar nenhum um beijo tão bom assim. 


— É mesmo? E eu conheço esse papo furado para conseguir me convencer de dormir em sua casa, acertei? — Um sorriso preguiçoso aparece em seu rosto, e sorrio de lado, virando o rosto para pegar minha bebida, sentindo-o se aproveitar para beijar meu maxilar. — Está aqui faz tempo?


— Bom, comparando com a hora que você chegou, sim, há algum tempo que cheguei, mas... Não sei, estava faltando algo, sabe? — Seus olhos descem para minha boca, e concordo, tomando mais um gole de meu drink. — Cosmopolitan, uh? A típica bebida de uma patygirl. — Desdenha, e reviro os olhos, pedindo por espaço. — Para, Somers, sem birra.  


Em passos lentos ando até ao grande vidro do camarote, que dá uma vista boa para a boate, como eu havia reparado quando cheguei. Zach toca minha cintura por trás, mas se afasta rapidamente, fazendo-me olhar para trás e o vejo com Ryan que segura um copo e ri alto, oferecendo para Zach que olha para dentro do copo e nega, abrindo uma careta que me deixa curiosa. 


— O que é? — Pergunto, curiosa, me inclinado para frente na tentativa de ver. — É roxo? 


— Ela não. — Justin diz firme, puxando Ryan e o copo de sua mão. — Deixe comigo, peça uma cerveja para você, pode ser? Vamos revezando, não seja egoísta com o seu melhor amigo. — Ryan abre um sorriso torto e Zach nega, se aproximando de mim. Eu nego para Justin e me estico um pouco para o lado, franzindo o cenho. — Está me olhando por causa de que? Quer me dar, é? 


Eu abro a boca para rebater, mas Zach me impede e me vira de costas para Justin, fazendo-o rir alto e chamar por Christian que conversa com alguns caras. Eu peço por espaço, fazendo Zach apenas se afastar e se manter encarando a pista de dança, parecendo estar um pouco chateado, talvez. 


— Zach, me desculpa. — Peço, respirando fundo. — É quase incontrolável, sabe? Justin é irritante, e esse jeito baixo de ser dele me incomoda, sinto vontade de xinga-lo e... — Respiro fundo, engolindo qualquer palavra à mais. — Me desculpa, tudo bem? 


— Claro, não precisa pedir desculpas, você não me fez nada. — Rebate, rindo baixo. — E então, você quer descer e dançar? Ou já posso começar a tentar te levar para o banheiro, o meu carro... O que acha? 


— Beber, pode ser? — Levanto o copo, e sorrio com seus olhos se revirando. — Em falar em bebida, o que era aquela bebida roxa que você recusou de Ryan, mas Justin pegou sem me deixar beber? — Pergunto apontando para trás com o polegar. — Era ruim? 


Sizzurp. — Diz rápido e franzo o cenho, não conhecendo. — Ou Purple Drank, Lean... Não sabe? — Insiste e nego, fazendo-o sorrir de lado. — É uma droga e um pouco pesada, confesso. — Justifica, e arregalo os olhos. — Os caras usam direto em festas, mas... Não curto muito.  


— É uma droga? Mas é daquela forma liquida feito um suco? 


—Sim, é feita a base de xarope e refrigerante que contém codeína. — Explica, sinto sua mão acariciando minha perna, enquanto seus olhos analisam o decote do meu body. — Você quer ficar falando sobre isso mesmo? — Pergunta, tocando meu queixo com sua outra mão, e me puxando para frente. —  Você sabe como fico com saudades de você, Somers, então... Não seja má comigo, deixe-me aproveita-la, por favor.  


— Tudo bem, e o que você quer de mim, Zach, diga-me? E bom... — Acaricio seu rosto e encaro sua boca. — Dependendo do que for, vejo se posso te ajudar ou não, o que acha?  


Sua cabeça se mexe em sim, mantendo os olhos fixos nos meus. Seu corpo mexe de leve contra o meu, e sorrio, abraçando seus ombros e lhe dando um selinho. Christian me olha ao passar por nós dois, virando algo de uma vez em sua boca e abrindo uma careta, seguindo em seguida em direção à Justin que chama duas garotas para se aproximarem dele. Zach beija meu pescoço, respirando fundo e me abraçando, fazendo o máximo para que consiga me deixar confortável.  


— Um, dois, três... — O grito formado por vários caras chamam minha atenção e vejo Jacklyn virando vários copos de tequila ao mesmo tempo que Brianna. As duas competem bem, porém, Brianna ganha por um copo a mais, fazendo Jacklyn revirar os olhos e olhar para Charles que nega ao ser empurrado de leve pela garota que estava tendo os seios chupados pelos dois caras logo quando eu cheguei, e levantando às mãos, Charles se afasta e encara Jacklyn. 


— É por isso que eu digo que é furada fazer essas apostas com Charles, ele é um cara quase casado, amigos, não adianta. — Christian comenta decepcionado, e Jacklyn me olha, pedindo-me ajuda. Zach ri e nega, não me deixando ir até ela. — E aí, qual vai ser a consequência dele? 


— Eu posso propor algo? — Brianna pergunta, exibindo um sorriso largo e malicioso. — Eu acho... Que se o Charles não quer deixar nenhuma das garotas dançarem para ele, então é justo que Jacklyn dance no colo de algum cara. 


Charles arregala os olhos e Jackyn empurra Brianna com força. Eu nego, e Zach revira os olhos, resmungando algo com seu amigo sobre Brianna ser muito inconveniente. Eu faço um bico emburrado para Jacklyn e ela faz cara de choro para mim, partindo o meu coração. Para que participa dessas coisas, hein? Fala sério, parece que ela e Charles pedem por essa situações horríveis. Justin me olha e sorri de lado, entregando seu copo para Christian e levantando a mão. 


— Calem a boca, vocês. — Aponta para os caras, e se aproxima de Jacklyn. — Posso ser o voluntário? —  Pergunta e Jacklyn sorri de lado, parecendo aliviada e Brianna revira os olhos, negando. — Fica na sua que eu não perguntei para você, perguntei? 


— Você não pode, tem que ser um cara desconhecido. 


— Vem, Jacklyn. — Justin a chama, ignorando Brianna falar. — Quero ver se você é isso tudo o que Charles diz. — Implica e a puxa pela mão, fazendo Charles rir baixo. — E então? 


O celular de Zach vibra em seu bolso e o sinto por estar no bolso da frente de sua calça. Seus olhos descem rapidamente para o visor se acendendo em sua mão e respiro fundo ao vê-lo apertar os olhos com força, bufando em seguida. 


— É apenas o meu pai, nada demais. — Justifica, e guarda o seu celular, segurando o meu pescoço. — Não poderei demorar muito, então... Podemos curtir um pouco? — Sorrio de lado com seu pedido e concordo, puxando-o pela mão. Meus olhos param em Justin e ele sorri para Jacklyn que sobe em seu colo e mexe a cintura em cima de seu quadril, como eu fiz hoje mãos cedo. Balanço minha cabeça para os lados, afastando os pensamentos e escola a escada do camarote com Zach.


A batida da música parece estar muito mais alta aqui embaixo e sorrio, segurando a nuca de Zach enquanto seu corpo se cola junto do meu atrás de mim. Suas mãos balançam minha cintura e sorrio, mexendo meu quadril contra seu corpo, o ouvindo arfar em minha orelha, deixando uma mordida de leve.  


— Você é gostosa pra caralho. — Diz baixo, e pressiono um pouco mais a minha bunda contra seu pau. — Não seja má, Somers, não é divertido. 


Me viro de frente para do mesmo, abraçando os seus ombros com um braço e descendo minha mão livre até o volume em sua calça, onde aperto de leve e o vejo abrir seus lábios. Eu gosto disso, de vê-lo me querer e sorrio, apertando um pouco mais e aproximando minha boca de seu pescoço, sentindo suas mãos apertarem minha bunda com força. 


— É por isso que serei boazinha com você... E aceitarei ir para o banheiro com você.  








Zach aperta os meu seios com força, levando-os para sua boca com vontade. Eu mordo os meus lábios para prender o gemido e acaricio seu cabelo, gostando da ansiedade que sinto por quere-lo de uma vez em minha intimidade, qual está sendo tocada por seus dedos, torturando-me por querer algo além de seus dedos. Sua boca desce por minha barriga e concordo, vendo-o se ajoelhar e levantar um pouco mais minha perna, retirando o seu dedo e aproximando sua boca.  


— Não me torture assim. — Peço, baixo. Quase implorando. — Me chupa logo, Zach, por favor. 


E sem eu ter que pedir mais uma vez, Zach toca sua boca em minha intimidade, chupando-a com força e tirando-me gemidos altos, incontroláveis por minha parte. Eu puxo de leve o seu cabelo e pressiono sua cabeça para frente, apertando meu seio em seguida e soltando xingamentos baixos. 


— Você está gostando, amor? — Pergunta ao se afastar e concordo, vendo-o enfiar mais uma vez os seus dedos. — E o que você quer mais? — Sussurra perto de minha boca.


Eu abaixo minha perna e abro sua calça, abaixando-a com sua cueca. Seu pau completamente duro em minha mão me faz sorrir e o faço segurar minha perna enquanto o encaixo em minha entrada, empurrando-o para dentro de mim. Seus olhos me analisam e gemo em sua orelha, vendo-o sorrir e me segurar com força enquanto se empurra com rapidez para dentro de mim. 


— Porra, eu penso em transar com você há dias, e agora... 


Eu tampo sua boca e seguro em sua nuca, gostando da forma que seu quadril se empurra com facilidade. Bom, e diferente de como foi com Christian ou com Justin, sinto minhas pernas balançarem rápido e suspiro pesadamente, gozando primeiro e saindo, estimulando-o com minha mão, disposta em não deixa-lo gozar dentro de mim e nem quase gozar. Seus lábios se abrem de leve e beijo seu queixo, sentindo as veias de seu pau se engrossarem e sem demorar muito, seu gozo mela minha mão. Sua boca se encosta na minha e sorrio, gostando do contato  de sua língua em meu pescoço. 


Com agilidade Zach sobe sua cueca e sua calça, e ajeita minha roupa por mim, ajudando-me por conta de minha mão suja. A porta da cabine é aberta com rapidez e franzo o cenho, parando por alguns segundos. Justin balança as suas mãos na pia, puxando uma folha de papel em seguida. Será que ele ouviu algo? Seus olhos ficam fixos nos meus e um sorriso aparece de lado. 


— Não há sabão e porra fede. — Diz, sorrindo com desdém. — E sinto muito, patygirl... — Me chama, amassando algumas folhas de papel, pisando na lixeira, e jogando-as dentro do lixo. — Acabou o papel, desculpa.



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