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História Droga, transei com meu amigo gay - Park Jimin - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Oi amores, voltei ❤️🌻

Espero que gostem do cap. Boa leitura ❤️

Capítulo 2 - Eu não sei onde enfiar minha cara


Noite passada — Festa do Taehyung 

S/n sentia seu corpo mole, era como se as batidas da música alcançassem cada veia de seu corpo. Parecia que tudo estava em câmera lenta. As luzes de neon deixava o clima mais alegre além da música drugs ao fundo.

Teu olhar se encontrou com o de Jimin que falava algumas coisas com ela, porém a garota não conseguia ouvir sua voz.

Ela só deu um passo em sua frente e o beijou. 

Jimin paralisou sentindo os lábios da menina se mexerem contra os seus. Ele estava bebado mas não ao ponto de não saber o que estava fazendo e o rapaz tinha plena certeza que sua melhor amiga estava beijando ele.

– S/n, o que você esta fazendo? — Jimin tentava se afastar porém a menina agora beijava seu pescoço causando arrepios estranhos nele.

Eu preciso de você Jimin, eu preciso muito, me faça sua...— Mais uma vez ela o beijou e Jimin correspondeu segurando a cintura dela pressionando seu corpo contra o seu.

Sua consciência voltou e ele tentou se afastar novamente, porém seu corpo estava pedindo que ele continuasse.

– S/n, pare, você está bebada e deve estar me confundindo com o Yoongi — Ela ria em sua frente mesmo ele falando sério.

Eu preciso dar Jimin e tem que ser para você  — Mais uma vez ela beijou Jimin que correspondeu com mais intensidade subindo suas mãos até os cabelos de s/n, mas Park outra vez se afastou.

Ele agradecia mentalmente por todos estarem bebados e ninguém perceber o que estava acontecendo ali.

– Para s/n, já deu, você sabe que jamais vou fazer isso com você — A menina então o empurrou cambaleando.

Então, vou procurar outro que possa me saciar — Ela se afastou vendo sua visão completamente turva até sentir uma mão em seu braço.

– Está maluca achando que você vai perder sua virgindade com qualquer um — Jimin então com brutalidade jogou a menina sob seu ombro subindo com ela para algum cômodo.

Ele trancou a porta e jogou ela na cama que sorria de olhos fechados. Jimin só conseguia ver uma menina muito bebada em sua frente. Ele tirou o tênis e apoiou sua mão na cama se aproximando de s/n. Ela abriu seus olhos e o encarou mordendo o lábio.

Sem esperar um segundo ela puxou Jimin pela nuca beijando o mesmo com intensidade. Ele correspondeu apertando a cintura da garota invertendo as posições deixando ela em seu colo com cada perna em volta de sua cintura. 

Jimin sentia seu membro endurecer entrando em contato com a intimidade de s/n que rebolava em seu colo. Ele beijou cada espaço de seu pescoço ouvindo os gemidos arrastados dela que apertava seu ombro com as unhas.

Ele tirou cada peça de roupa da menina a deixando nua em sua frente. Ele notou cada curva dela, curvas que ele não havia reparado antes, curvas que deixaram ele louco de tesao sem saber o porque.

Jimin só queria fode-la com força.

Suas roupas também não estavam mais em seu corpo e ele nem percebeu que já estava nu também. A intimidade dela roçava em seu membro e ele sentia o quanto ela estava molhada.

Jimin inverteu novamente as posições deixando ela por baixo. Jogou um de suas pernas em seu ombro e a chupou com vontade fazendo s/n gritar. Ele passava a língua por cada parte de sua buceta sentindo ela encharcar cada vez mais. Seu pau latejava e desejava atenção.

– Vai doer um pouco — Ele disse rouco se ajeitando no meio das pernas da menina.

– Não me importo — Ela disse arrastado.

Jimin então se encaixou a penetrando lentamente. Ele sentia seu pau ser esmagado pela intimidade a garota e gemeu alto. S/n cravou sus unhas no ombro dele sentindo o desconforto que estava ali presente.

Jimin apertou o lençol se mantendo parado em seu interior. Ele beijou seu pescoço e juntou seus lábios em um beijo calmo. Lentamente ele começou a movimentar o quadril deixando a sensação cada vez melhor.

– Jimin.. — Ela gemeu. Jimin sorriu e aumentou os movimentos fazendo a cama se mexer.

– Céus, eu sinto meu pau sendo esmagado. Isso é tão bom — Jimin prendeu as mãos de s/n  sob sua cabeça aumentando cada vez mais a velocidade.

Ele estocava a menina rápido, forte, fundo. Ela gritava e gemia seu nome pelo quarto.

– Eu amo você Jimin — Ele escutou sua frase ficando um tanto quanto perplexo — Eu amo você demais.

Jimin suspirou e acelerou os movimentos. Não queria pensar nisso agora, ele só queria saciar a vontade de s/n, ele queria saciar sua própria vontade.

– Jimin eu vou….

– Eu também — Jimin sentiu a intimidade de s/n se contrair enquanto ela gemia alto. Ele então se desfez sentindo o corpo perder a força pelo pelo prazer que sentiu.

Ele caiu ao seu lado completamente cansado, a menina se aninhou em seu peito sorrindo fechando os olhos lentamente. S/n podia estar bêbada, mas Jimin tinha plena certeza do que ouviu.

 

••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

Pov’s S/n

Não, aquilo não podia estar acontecendo. Eu e Jimin transamos. Era isso ou nossas roupas foram desintegradas da terra.

Eu sei, vocês pode estar achando que sou sortuda já que por ser apaixonada por ele isso é a realização de um sonho. Porém mesmo que eu desejasse isso, perder a virgindade bebada e não lembrar de nada não estava nos meus planos de contos de fadas. 

Gente, eu nem lembro se foi bom.

Jimin veio, meteu a rola e eu nem sequer lembro a sensação, que presumo ter sido ótima. Merda, ele é meu melhor amigo e eu transei com meu melhor amigo, que é gay. Meu deus sou uma pecadora, eu usufrui de um ser puro.

Não, Jimin não era puro, mas eu sinto que ele só fez isso por causa de mim. Céus e se eu disse algo que me comprometesse?

– Meu Deus honey, para que gritar? — Jimin se sentou na cama coçando os olhos puxando a coberta que estava no pé da cama cobrindo seu corpo – gostoso – nu.

– Jimin... a gente...gente...

Eu tremia, tremia mais que um pinsher com medo de levar chute, tremia mais que um velho com Parkinson. Provavelmente eu era no momento uma mistura de pinsher e velho com parkinson.

– Fodemos? — Jimin ergueu a sobrancelha perguntando.

– Não fala essa palavra, ela é muito pesada — Tampei meus ouvidos me encolhendo, cobrindo meu corpo também.

– Nós transamos s/n, e não venha me falar que não gostou por que você gemeu muito — Eu fiquei vermelha me encolhendo mais.

– Eu era virgem, você sabia disso — Jimin me olhou e suspirou se aproximando me puxando para um abraço.

Conhecendo bem Park Jimin, sabia que por dentro ele estava se moendo de culpa e preocupação. Ele era assim, agia de forma normal mesmo estando surtando no seu interior.

– Está tudo bem pequena, eu cuidei de você, não te machuquei, estávamos bebados, aconteceu, ficamos exitados e rolou. É estranho para mim, porém culpo a bebida — Olhei para Jimin que me olhava calmamente — Sei que queria que fosse especial, principalmente com Min Yoongi — Nessa hora revirei os olhos. Burro demais — Mas pelo menos foi comigo, seu melhor amigo.

Novamente olhei para ele onde Jimin depositou um beijo em minha testa.

– Eu falei algo? Algo que você não sabia?— Me afastei abraçando as pernas.

– Por que? Tem algo que eu deva saber? — De pinsher fui para fantasma de tão branca.

– Não, sabe como é, bebado só fala bosta. Vai que sem querer fui grossa — Virei o rosto fingindo estar procurando minhas roupas.

– Fica tranquila pequena, você não falou nada demais — Suspirei aliviada vendo finalmente a roupa que estava sob uma cadeira no quarto.

Quarto que na hora deduzi ser de Taehyung que provavelmente estava dormindo quase morto em algum lugar da casa. Lamento por seus pais quando voltarem da viagem.

Com passos vagarosos eu pisei no chão pegando minhas roupas. Enquanto vestia elas em silêncio em sentia um olhar sobre mim. Óbvio que era Jimin me olhando já que estava apenas nós dois no quarto. Era ele ou havia alguma entidade demoníaca no quarto nos observando.

– Eu já vou indo — Virei para ele que estava sentado na cama me observando com o braço apoiado no joelho.

– Quer que eu te leve? — Jimin se levantou pegando sua cueca vestindo a peça.

– Ah, não precisa Minie, eu vou passar na casa da Lisa, sabe, eu disse que ia almoçar com ela hoje e...

Arregalei os olhos ao lembrar do coitado de meu aparelho eletrônico chamado celular que não sabia aonde estava.

– Meu celular, puta que me pariu...

Na mesma hora comecei a procurar pelo quarto. Valha-me Deus, eu parcelei a merda deste iPhone 11 em 36 vezes, e paguei uma parcela só com meu suado dinheirinho de Atendente.

– Seu celular está aqui — Jimin foi até o travesseiro mostrando o aparelho que estava ali em baixo.

– Ah meu celular — Peguei-o rapidamente colocando no pequeno bolso do vestido — Bem... — Ergui o rosto a Jimin sem saber o que falar.

– Passo na sua casa a noite, ou esqueceu que sábado é noite de comida e filmes? — Eu forcei um sorriso me lembrando.

– Ok, nos vemos depois então — Com pequenos passos fui em sua direção dando um beijo em sua bochecha.

Virei-me rapidamente e sai do quarto fechando  a porta. Coloquei a mão no peito respirando compassadamente.

Ajeitei o vestido e desci as escadas vendo as pessoas jogadas no chão dormindo, uns pelados, outros vomitados e em cima do balcão da mesa da cozinha Taehyung dormindo com uma cueca da peppa pig. A vergonha alheia meu pai.

– S/n!

Ouvi meu nome, porém o timbre da voz era diferente.

– Yoongi — Virei me vendo o mesmo que diferente de todos, ainda estava aparentemente bem – Ficou até o final?

Ele riu com as mãos no bolso.

– Dormi no quarto de hóspedes, estava tarde para eu voltar — Yoongi era calmo, me impressiona ele ter vindo a festa – Já está indo?

Balancei a cabeça em positivo. Eu devia estar com uma aparência péssima. Cabelo desarrumado, maquiagem borrada, vestido amarrotado, que cena maravilhosa.

– Quer uma carona? Eu vim de carro.

Não seria uma má ideia. O vans já estava machucando meus pés e pelo que percebi o tempo de calor estava dando espaço a um tempo frio. Devia ter ouvido minha mãe em relação ao casaco.

– Eu vou aceitar, percebi agora que está frio — Yoongi riu. Suas mãos então começaram a tirar seu casaco se aproximando de mim.

Gentilmente ele colocou o casaco sobre meus ombros me dando a sensação de quentinho.

– Vamos? — Concordei segurando seu braço saindo da casa de Taehyung.

Em frente a casa, o carro de Yoongi se mantinha estacionado. Era um carro bonito e pelo tempo que sei que ele tem estava bem cuidado.

– Vai para sua casa ou...

– Vou na casa de minha irmã — Coloquei o cinto vendo que o mesmo ajeitava o celular no porta celular.

Eu dei o endereço para ele que dirigiu até o local demorando cerca de 20 minutos. Acho que acabei cochilando pois acordei com Yoongi me balançando.

– S/n, chegamos — Abri os olhos coçando os mesmos vendo que estava na frente da casa de minha irmã.

– Obrigada Yoon — Sorri dando um beijo em sua bochecha.

— Nos vemos na escola — Sorri e desci do carro caminhando até o portãozinho pequeno de metal coberto de flores. 

Lisa amava flores, principalmente girassóis. 

Abri o portãozinho ouvindo a garota brigar com Slynk, seu Cofap de três anos que a mesma achou vagando sozinho pelas ruas de Seul. Ao longe senti o cheiro forte de cannabis. Lisa fumava escondido, e esse foi um dos motivos de ter vindo morar sozinha aos 17 anos anos, e hoje com 21 tem a vida feita. Ela saiu de casa para ter o livre arbítrio de fumar sem que nossos pais a condenassem.

– Lali — Bati na sua porta e em cerca de 30 segundos, ao som de seu grito e latidos de Slynk a porta foi aberta.

– Pirralha — Ela sorriu ao abrir a porta me abraçando — Caramba leprechau que cheiro de álcool.

Suspirei pesado devido ao ocorrido na festa.

– Opa, estou sentindo uma áurea pesada aqui em, entra e me diz o que aconteceu — Lisa me puxou para dentro onde fui recebida a bases de lambidas por Slynk.

A casa da Lisa era bonita, principalmente por dentro. As paredes ao invés de tintas comuns e neutras eram pintadas pela própria com varios desenhos de girassóis e praias. Eu amava sua casa, me sentia bem ali. 

– Fiz biscoito, vai querer? – Ouvi seu grito da cozinha.

– Tem algo neles? — Vi apenas o rosto de Lisa aparecer na porta na cozinha indicando que sim, havia alguma coisa ali — Quero dois.

Tirei o tênis e me joguei no sofá preto com travesseiros um tanto quanto diferentes. Me sentia dentro de uma rave sem musica.

– Ok — Lisa apareceu com um prato na mão — Me fala o que aconteceu? Quem eu devo quebrar a cara.

Eu comecei a rir me sentando no sofá pegando o biscoito.

– Na minha — Mordi um pedaço vendo a mesma me olhar — Perdi a virgindade Lali.

A expressão de Lisa foi engraçada. Ela abriu a boca surpresa e aparentemente feliz.

– Pirralha do céu. Não to acreditando — Lisa saiu do sofá da frente se sentando ao meu lado — Com quem foi?

– Bem, com o Jimin... — Sorri nervosa.

– O que? Jimin não era gay? — Ela cruzou as pernas em posição de índio me olhando.

– Ele é mas... Ah, a gente bebeu demais, eu não me lembro de nada, acordei essa manhã na cama com ele — Deitei em seu colo enquanto comia mais um pedaço.

– Pensa comigo, isso não é bom? Você gosta dele anã.

Lisa tinha razão, porém o fato de eu não lembrar deixava tudo ruim.

– Eu sei Lali, a questão é que eu não lembro, não lembro se foi bom...

– Vocês usaram camisinha não é? — Na mesma hora arregalei os olhos — Puta que pariu — Lisa levantou do sofá indo até uma mesinha que estava sua mochila — Pega um capacete na garagem, vamos à farmácia. Meu deus guria.

Legal, além de perder a virgindade e não lembrar de nada, eu podia ter um filho.

Eu levantei rapidamente do sofá colocando o tênis indo a garagem de Lisa. Peguei um capacete e escutei sua buzina da moto que a mesma tinha. Sai pela garagem e fui em sua direção subindo na moto.

– Você ainda não está louca não né? — balancei a cabeça em negativo – Daqui uns 20 minha vai estar.

Lisa riu e ligou a moto saindo de frente da sua casa.

[...]

 

Lá estava eu sentada em frente à farmácia paralisada enquanto sentia a brisa forte do biscoito que comi. Era como se minha alma não tivesse no meu corpo. Eu sentia cada sensação nos mínimos detalhes, ouvia os carros, os passarinhos que piavam.

Eu ficava assim quando comia as coisas que Lisa fazia. Era legal.

– Jei, você está muita loca né? — Ouvi a risada de Lisa olhando para o lado vendo a mesma parada — Vem, eu estou a 5 minutos tentando chamar sua atenção. Vou fazer um almoço top para a gente.

Ri e segui a mesma até sua moto subindo. Quando percebi estávamos dentro da sua casa já.

– Toma, é uma pílula do dia seguinte — Lisa me deu à pílula com um copo de água aonde tomei — Dorme um pouco, quando o almoço estiver pronto eu te acordo.

Eu deitei na sua cama – que não faço ideia de como fui parar ali – e me aconcheguei fechando os olhos.

 

Pov's Park Jimin

 

Eu ainda raciocinava sobre a noite anterior, sobre o que aconteceu e as coisas que s/n disse.

"Eu amo você Jimin, eu amo você demais"

Sim, ela disse isso, disse em meio a festa. Ela era apaixonada por mim, e eu descobri em meio a fraqueza da mesma. Se ela soubesse que falou isso, não ia querer olhar na minha cara, por isso menti e disse que ela não falou nada, não quero perder minha amiga.

Nos transamos, e não foi algo forçado. Eu sei pois mesmo bebado eu ainda tinha consciência dos meus atos porém não tinha controle sob meu corpo. 

No meio na festa enquanto estava dançando com ela, S/n se aproximou e me beijou, eu levemente bêbado tentando me afastar, deixei, deixei ela se aproximar de mim, deixei ela me beijar. Eu não queria que ela passasse a noite com outro. Eu cedi.

"Eu preciso dar Jimin, e tem que ser para você "

Aquelas palavras que ela disse fizeram eu ficar duro e necessitado. Ela continuava ao ponto de eu não aguentar e levar ela até o quarto de Taehyung. Lá eu não aguentei, eu a fodi. Rápido, forte, fundo.

Eu vi a menina que eu tenho um carinho imenso gemer meu nome loucamente pelo quarto, e eu nunca havia gozado como gozei está noite. Era algo forte, queríamos mais, eu queria mais. 

Não entendo. O que está acontecendo comigo? Por que fiz isso? 

S/n é minha melhor amiga, eu tirei a virgindade de minha melhor amiga e agora sentado no meu quarto depois de vir embora, eu só penso em algo.

Eu preciso estar dentro dela novamente.

 


Notas Finais


Amado? Que fogo é esse?

Aí gente lisa é uma das minhas personagens mais queridas, além de ela ter um amor imenso pela s/n.

Essa fic ainda vai dar dor de cabeça kkkk

Bjs amoras


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