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História Drogas, Bebidas e Amor - Capítulo 16


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 16 - Max


Acordo estranhamente disposta. Levanto e tomo um banho gostoso, coloco uma roupa confortável e vou até a cozinha comer algo. 

Ryder tinha colocado a mesa do café e estava me esperando com um sorriso lindo.


– Bom dia, Die. – Levantou e me abraçou.

– Você preparou esse café da manhã incrível para mim?

– Lógico. Como em todos os seus aniversários, já deveria estar acostumada. – Falou sorrindo.

– Eu gosto disso. – Dei um beijo em seu rosto.


Sentamos e tomamos nossos cafés. Ficamos aproximadamente uma hora e meia sentados e conversando sobre tudo. Resolvemos passar a tarde de boa e sair de noite para comemorar meu aniversário com o Viktor e Will também. Lembro do quanto aprontamos juntos na Califórnia. Foi cada momento épico e inesquecível. Admito que sinto saudades dos velhos tempos.


[…]


Quando deu cinco horas eu me levantei para me arrumar. Iria sair com Castiel e depois comemorar com os meus meninos. 

Tomei um banho e me arrumei. Vesti uma calça preta e uma regata vermelha, coloquei uma jaqueta de couro e uma bota. Fiz uma maquiagem leve, mas destaquei meus lábios com um batom vermelho intenso. 

Seis horas em ponto, eu saí de casa e vi Castiel me esperando, encostado em sua moto, com uma caixinha preta em suas mãos.


– Hey. – Falei, fechando a porta e me aproximando aos poucos. 

– Fico feliz que não tenha desmarcado. – Sorriu. 

– Acontece que eu nunca vi a famosa torre. – Devolvi o sorriso. 

– Espero que goste. – Estendeu a mão e me entregou a caixa de veludo. – Feliz aniversário, aliás. – Sorriu. 


Abri a caixinha e vi um anel dourado, acompanhado com um colar delicado. Ambos com uma pedra azul intensa. Era o conjunto mais lindo que eu já tinha visto. Fiquei realmente emocionada. Encarei Castiel e sorri. Um sorriso doce e sem maldade nenhuma dessa vez. Um sorriso sincero.


– É de safira. Foi a pedra preciosa favorita da princesa Diana. – Castiel pegou o colar. – Posso?


Me virei, ficando de costas para ele, segurando meu cabelo, enquanto ele colocava o colar com delicadeza. Quando terminou, deixou um beijo na minha nuca, me fazendo arrepiar. Não esperava por isso. Me virei e encarei Castiel. 


– Está linda. – Falou suave.

– Por que fez isso? 

– O beijo? – Sorriu brincalhão. 

– Não, Castiel. – Revirei os olhos. – As safiras. Deve ter custado muito caro!

– Não importa. – Voltou com seu sorriso sincero. – Não achei nada que fosse te agradar. – Me encarou. – Ou me agradar. 

– Eu gostei muito! Obrigada. – Dei um beijo em seu rosto. 

– Não vai colocar o anel? – Abri a caixinha novamente e encarei a jóia. – Relaxa, não estou te pedindo em casamento. – Brincou e eu sorri. Coloquei o anel e estendi a mão para ver como estava. Perfeito! – É só de namoro. – Arregalei os olhos. – Calma, Die! – Começou a rir descontroladamente e eu dei um tapa em seu ombro. – Relaxa, Die, é brincadeira. – Falou, tentando recuperar o ar. – Vamos, esquentadinha. 

– Vamos. Tenho que estar de volta às oito.


Castiel subiu em sua moto e eu fiz o mesmo. Agarrei sua cintura e respirei bem próxima ao seu ouvido. Vi ele sorrir discretamente. Deu partida e nos levou até o famoso ponto turístico. Torre Eiffel. 

De longe já dava para ver e era realmente uma vista magnífica. O céu já estava quase preto e a torre totalmente iluminada. 

Descemos da moto e nos aproximamos do símbolo de Paris. Era gigante e perfeito. Estava um clima realmente muito romântico, mas eu estava gostando disso. 


– É lindo, não é? – Castiel sussurrou para mim.

– É realmente incrível! Estou deslumbrada. 

– Você é deslumbrante. – Olhei para ele, com uma sobrancelha erguida. – Não estou mentindo. – Sorri. – Vou pegar algodão doce, quer? 

– Por favor. 


Ainda com essa vista maravilhosa, comemos nosso algodão doce e conversamos sobre muitas coisas. Tudo estava realmente incrível. Castiel era um cara incrível. 


– Hoje não vai ser exatamente um tour dentro da torre, porque estou planejando outras coisas. Mas a gente ainda vai entrar ali. – Aponta com a cabeça para a enorme torre. 

– Tudo bem, a vista já é perfeita. – Sorri. 


Castiel estava sorrindo e muito empolgado, falando sobre muitas coisas, como seus sonhos. Mas ele para do nada e me encara, calado. Se aproxima aos poucos e me segura pela cintura, ainda sem desviar seus olhos dos meus. Abre um sorriso sem descolar os lábios e se aproxima mais, colando nossos narizes. Fecho os olhos e aprecio o momento, esperando o toque de seus lábios. O que não demorou muito, logo depois que eu fechei meus olhos, Castiel levou suas mãos até meu rosto e me beijou. Um beijo calmo, mas apaixonante. Foi um beijo muito doce e gentil em um momento muito perfeito. 

Nos afastamos apenas quando o clima parecia esquentar, nos olhamos e sorrimos. 


– Isso foi romântico. – Falei. – Clichê, porém romântico. Não posso negar que gostei. Me surpreendi.

– Então você gosta de coisas clichês? – Deu aquele sorriso sacana. 

– Não. – Devolvi o sorriso. – Gosto de me surpreender. – Segurei seu rosto e me aproximei. 

– Die? – Uma voz familiar me fez perder o fôlego e travar.

– Por falar em me surpreender. – Minha fala saiu tão baixa quanto um sussurro.


Meu coração parecia parar por uma fração de segundo, mas volta a bater mais rápido que o normal. Parecia que ia sair pela minha garganta. Eu não posso acreditar nisso. Depois de tudo? Me viro lentamente, ainda sem acreditar. É ele! 


– Max? – Prendo a respiração.

– Quanta coincidência. – Anda lentamente em minha direção. – Nos encontramos na cidade do amor, é isso mesmo? – Sorriu.

– O que faz aqui? 

– Fiquei sabendo que estava em Paris. Um passarinho me contou. Vim te desejar feliz aniversário. – Ele parou na minha frente e estendeu os braços. – Não vai me abraçar, pequena

– Eu não acredito! – Abracei Max o mais forte que conseguia. – Você veio por mim? 

– Lógico que é por você. 


Escutei Castiel limpar a garganta e me soltei do Max. Encarei seus olhos verdes, parecia um sonho. Antes que eu pudesse fazer ou dizer algo, Castiel me abraça por trás, apoiando seu queixo em minha cabeça. Senti que ele estava matando Max com o olhar. 


– Não vai me apresentar ao seu amigo? – Castiel perguntou. 

– Claro. – Dei um passo para o lado, me descolando do seu corpo. – Max, esse é Castiel. Castiel, esse é o Max, aquele que… – Ele me interrompeu. 

– Eu sei quem ele é. – Castiel falou frio. – São oito horas, a gente precisa voltar.

– O bad boy aí tem horas para voltar? – Max brinca, mas Castiel parece não gostar nenhum pouco.

– Não. – Ri fraco. – Eu que tenho. Vou comemorar com o Ryder agora.

– Então ele veio também? 

– Eu só vim por ele. – Respondi rápido.

– E esse cara aí é o seu namorado? – Apontou com a cabeça para Castiel. 

– Não! – Neguei, sorrindo um pouco desesperada. 

– Estão até de roupa combinando. – Ergueu uma sobrancelha. 


Olhei para Castiel e ele olhou para mim. Realmente estávamos quase iguais, mas não foi nada combinado. Castiel sorriu com a situação e eu também. 


– Vamos? – Castiel pede. 

– Já vou indo, me espera na moto por favor. – Demorou um pouco, mas ele cedeu e foi. 

– Então… – Max se aproximou. – Estava com saudades. 

– Estava mesmo? – Fixei em seus olhos. 

– Você é a minha maior saudade, Die.

– Então por que sempre me abandona? 

– Você sabe que eu não me fixo em um lugar. Estou sempre viajando por aí, mas eu sempre te levo no coração e penso em nós sempre antes de dormir. – Meus olhos encheram de água, mas não ia chorar na frente dele. Não hoje.

– Quer comemorar com a gente? – Pergunto. – Provavelmente vamos sair daqui a pouco, mas eu vou passar em casa.

– Eu vou adorar. – Sorriu. – Pede para a chapeuzinho vermelho ir devagar. Vou logo atrás.

– Não implica com ele, por favor. 

– Relaxa, Die. Faço tudo por você. Só fiquei com ciúmes. – Sorri. 


Max me deu um beijo na testa e eu fui até a moto do Castiel. Ele já estava de capacete e não falou comigo quando cheguei. Apenas montei na sua garupa e fomos para casa.



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