1. Spirit Fanfics >
  2. Drug Boys - Stanley Barber >
  3. Where it all began

História Drug Boys - Stanley Barber - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


E aí povo? Então, cá estou eu postando uma nova longfic, que é uma mistura bem doida do meu filme favorito - knives out (estre facas e segredos) - e uma das minhas séries favoritas - Im not okay with this -.

Vai conter spoilers de ambos, então cuidado, pois vai estragar sua experiência!

Vai funcionar como a segunda temporada de INOWT, e aqui Stan é pansexual, Meg (uma personagem de knives out) tem 16 anos e ainda está no ensino médio e Brownsville, a cidade onde a história vai se passar e onde IANOWT se passa, fica em Indiana, e não na Pensilvânia.

link para vcs lerem no wattpad tbm:
https://my.w.tt/eblnf7nD64

Capítulo 1 - Where it all began


Fanfic / Fanfiction Drug Boys - Stanley Barber - Capítulo 1 - Where it all began

Jacob;

Toda história precisa de um início, correto?

Bom... A minha começa com um suicídio.

Para ser mais preciso, com o suposto suicídio de meu avô - o Sr. Harlan Thrombey -, ou com sua festa de aniversário. Toda a ruína da minha família - e a minha própria -, começou naquela noite...

Reuniões de família eram coisas bem raras, mas quanto aconteciam geralmente resultavam em brigas. Mas não naquele dia, para ser bem sincero, a festa estava ótima.

Eu e Meg - minha """prima"" detestável - tentamos não discutir na frente de nosso avó, tudo para ele não se chatear ou coisa do tipo. Meus pais e meus tios - Linda e Richard -, fizeram o mesmo. Apenas Ransom, aquele bastardo, tinha se desentendido com meu avô, mas logo foi embora e não instalou o caos na casa como ele geralmente fazia. Bom, pelo menos era o que eu pensava.

Passamos a noite na casa, e de manhã, a governanta encontrou o corpo de meu avô, com a garganta mutilada e sangue por todo a parte.

Foi um grande choque... Mas a grande surpresa mesmo foi a visita de um detetive - que estava cheio de teorias bizarras -, semanas depois da morte do Sr. Thrombey.

O homem até ousou nos acusar de sua morte, e acreditava que tudo era um grande plano, arquitetado por meu avô e por sua enfermeira chilena.

Mas no fim, Ransom era o culpado, o amargurado Ransom... Ele tinha tentado matar meu avô para ainda ter seu nome no testamento e ainda tinha armado para a pobre empregada se dar mal e sair como culpada.

Pois é, nem eu entendi direito no início. Mas creio que vocês tenham pelo menos uma ideia dessa catástrofe, e se não, pouco me importa, afinal, não é essa a história que quero contar.

O que quero dizer é que, meu avô morreu e fodeu com toda a nossa família.

Veja bem, a família Thrombey sempre foi respeitada, tínhamos uma editora, negócios por todo o país e coisas assim. Mas perdemos tudo, porque meu ilustre avô nos tirou de todo o testamento.

Primeiro, desempossamos nossa casa na Califórnia. E logo não tínhamos mais nada, nem empregos, faculdade, nada mesmo.

Moramos de favor durante seis semanas, e depois de tudo disso, tivemos que nos mudar, claro.

Fomos morar em Brownsville.

Brownsville é uma dessa cidadezinhas pacatas de Indiana, repleta de casinhas pacatas e com um centro também pacato. Tem ruas enumeradas e uma estação de trem velha e enferrujada que contorna todo o estado, seguindo até Hawkins, e de Hawkins até Derry, no Maine.

O que todas essas cidades têm em comum? Bom, todas elas são entediantes e estupidamente feias, cheias de habitantes desinteressantes e costumes estranhos. Todos parecem viver o mesmo dia, todo maldito dia, e nada de bom nunca acontece.

Uma opção barata e fácil para uma família falida e sem rumo...

Pois bem, nossa casa é até ok. É um típico sobrado americano, é amarelo e tem um jardim na parte de trás. Conseguimos um lugar numa vizinhança minimamente decente, afinal, minhas tias venderam suas empresas sem futuro e todos juntamos nossas economias.

Ah, antes que pergunte, sim, estamos morando todos juntos, e eu tenho que dividir meu quarto com Meg, e sim, eu estou surtando um pouco. É muita gente para uma casa só, mas é por pouco tempo, espero.

Mas mesmo que nossa condição seja temporária, brigamos bastante. Quero dizer, meus pais brigam bastante, brigam comigo, com Meg e acima de tudo com meus tios - que estão num processo fodido de separação -.

Tem noites que discutem tanto que parecem cães latindo e latindo. E acredite, ninguém quer ficar por perto nesses momentos. Então Meg se tranca no quarto junto com minha bisavó senil e eu, bom, saio de casa. Às vezes fico no balanço do jardim, ou simplesmente começo a passear pela vizinhança

E em uma dessas noites, fui longe demais. Estava chateado... E com muita raiva; Raiva do meu pai, por ser tão burro e incompetente ao ponto de ser cortado da merda do testamento. Raiva da minha mãe, por não fazer absolutamente nada. Raiva do meu avô, sim, não éramos as melhores pessoas do mundo, mas ele nos deixou sem absolutamente nada! Que tipo de pessoa faria isso com a própria família? E ainda ousou deixar todo o nosso patrimônio para uma empregada? É inacreditável.

Ah, e o principal, sentia raiva de mim... Eu sabia que nada daquela merda era culpa minha, mas ainda assim me sentia responsável. Talvez por me deixar abalar por tudo aquilo? Não sei, mas estava tão bravo. Ninguém tinha nada sob controle, eu nem tinha a mim mesmo sob controle! Eu estava perdido 'pra CARALHO.

E dessa forma, acabei indo parar no centro da cidade...

O lugar nem sequer era bonito, mas tinha um ar meio clássico, algo que só pequenas cidades como aquela tinham. E era até que bem movimentado, uma praça enorme cercada por lojas e bares e restaurantes, todos abertos e com músicas animadas. E um coreto branquinho, mas vazio, no centro de tudo aquilo.

Senti vontade de entrar em algum lugar, queria beber algo, ah, eu daria tudo para um copo de vodca naquele momento. E não só isso, queria ouvir aquelas melodias animadas misturadas as vozes das pessoas e o que elas tanto conversavam. Mas não tinha trazido dinheiro e mesmo que tivesse, ninguém venderia bebidas alcoólicas para um menor de idade ou deixariam um menor de idade entrar lá.

Então, contentei em me sentar num banquinho na praça, por ali mesmo.

"Heroes", do David Bowie ressoava em meus ouvidos.

- Caramba, eles pararam mesmo no tempo. – Pensei, mas logo comecei a cantarolar a maldita música, cujo a letra eu sabia de cor.

Eu estava tão perdido em pensamentos que nem notei um garoto de cabelos encaracolados se aproximando e se sentando num banco ao lado do meu.

- Oi... – Ele disse. Era bem bonito, seus olhos eram escuros e ele sorria com um cigarro na boca. Mas apesar disso, tinha uma expressão triste e cansada.

- Oi? – Eu respondi.

- Você é da minha sala de geografia, né?

- Eu nem te conheço.

- É Jacob, não é? Jacob... Treeloney?

- É Thrombey.

- Ah... Jacob Thrombey... Você quer fumar?

Aceitei.


Notas Finais


Meio bosta, eu sei. Mas prometo que vai melhorar... É isso, bebam água e lavem as mãos! ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...