História Drunk in Love - Capítulo 6


Escrita por:

Postado
Categorias Johnny Depp
Tags Drama, Hentai, Johnny Depp, Romance
Visualizações 59
Palavras 2.315
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


gente, perdoa porque a faculdade ta pegando fogo e eu não to dando conta. mas prometo postar mais vezes :*

Capítulo 6 - As vadias sempre voltam!


Fanfic / Fanfiction Drunk in Love - Capítulo 6 - As vadias sempre voltam!

 

P.O.V SOFIA

            O choque devia ser tão aparente na minha face que isso divertiu muito o John e fez o Thomas fica intrigado. Thomas havia esquecido de falar algo e tinha entrado logo depois de John ter falado .Eles conversaram por alguns minutos, não sei ao certo, eu não ouvia nada e nem entendia nada. Apenas meu corpo estava ali, pois minha mente oscilava distante entre raiva e vontade de beija-lo. 

            Novamente a porta foi fechada atrás de mim. E o silencio perpetuou na sala. Sua expressão se tornou mais séria, quando percebeu que estava atônica demais para seu gosto peculiar. Ele sentou e focou seus olhos em mim.  Assim ficamos um bom tempo até que a paciência do John se esvaziou e ele tomou a partida.

            - vai ficar ai me olhando com essa cara de quem viu um fantasma ou vamos sentar e conversa? – sua voz saiu meio rouca e ríspida.

Respirei fundo antes de sentar de frente para ele.

            - o que quer? – devolvi o mesmo tom seco de voz.

            - além de você ? a reforma da minha casa – tinha  conseguido finalmente me controlar. Ele não ia me usar e sair fora de novo. Não era mais uma das suas garotas, não mais.

            - quais da suas casas você quer que eu reforme? – cruzei meus braços enfrente do meu corpo, pressionei minhas mãos contra meus braços a fim de me manter acordada.

            - a única que sobrou... a reforma não é grande mas não quero muita gente trabalhando nela. Na verdade gostaria que so você trabalhasse nela. Mais pessoas, mais conversas, mais noticias. Será que pode fazer isso?

 O amargo era nítido quando ele se referiu a única casa que sobrou. Era difícil a situação pela qual ele passou. Quando passamos necessidades ou momentos ruins em casa já é muito doloroso , agora imagine isso exposto em varias mídias sociais e as pessoas debatendo sua vida como se fossem juízes e promotores. Ele tentou camuflar o máximo possível e teve que abri mão de seus bens para continuar. Mas ali estava ele, superando e levantando mais uma vez.

- o Thomas tem como prioridade os seus pedidos. O senhor é um cliente muito especial para o sr. Thomas. creio que faremos o possível para possibilitar e concretizar os pedidos. So solicitamos que mande por email todas as alterações que pretende ser feito. No máximo de duas semanas iremos te dar uma resposta e faríamos uma avaliação presencial do imóvel. Aproveite a festa sr. Depp , foi um prazer fazer negócios com o senhor.

Usei um tom firme como sempre usava com os clientes. Levantei antes de terminar de falar. Sua cara era um misto de incredulidade e desconfiança. Por fim, vi um pouco de raiva passa em seus olhos. Dei um leve sorriso e me retirei da sala antes de ouvi alguma resposta.

Finalmente voltei a respira. O que era inusitado, porque não tinha notado que estava prendendo a respiração. Enquanto descia olhei em volta para aquelas pessoas. Estava procurando o Theo, queria alguma desculpa para ir embora e se ele já tivesse ido embora isso serviria. Contudo, ele estava no meio da festa. Rindo feito um bobo com um copo na mão com alguma bebida , do lado dele uma magrela loira tingida não parava de falar. Semicerrei meus olhos afim de tentar reconhecer aquela mulher. Um bum se fez em minha mente e meu estômago revirou fortemente... era penas a Amber. A maldita vadia que tinha acabado com a vida do John e estava ali de joguinhos táticos com meu ainda marido.

 

P.O.V JOHNNY

Quando a porta se fechou, eu estava ali completamente de boca aberta. Tinha imaginado mil possibilidades de como ela reagiria a minha volta. Mas nunca tinha imaginado tão fria. No inicio , ficou claro que ela não esperava minha volta e por vez achei que estava balançada, mas aquela atitude final tinha colocado minhas esperanças em choque. Será mesmo que ainda possuía algum sentimento por mim? Foi apenas um caso? Um flerte ?

Não esperava que ela correria para meus braços assim que me visse. Mas não podia estar perto dela quando ainda estava limpando a sujeira da Amber. A mídia ia ficar em cima, eu estava ainda um lixo e ter que desfazer de grande parte dos meus imóveis e minhas memorias me deixou muito amargo. Nem meus filhos me aguentaram. Era meus problemas e não seria certo descarregar nela.

Estava irritado e sem pensar direito. Acredito que deveria ter conversado melhor com ela e não ter mandado embora ou ter ido embora feito um louco. Minha única esperança, a que me manteve nos trilhos e me impediu de desistir de tudo foi a possibilidade de revê-la .

Mordi meu lábio inferior. Devia tomar uma atitude ou esquece-la de vez? Me levantei e abri a porta, estava cogitando ir embora sem ninguém me ver. Ate me depara com a Sofia ainda parada na escada olhando para a festa. Meu coração disparou e bateu tão forte que chegou a doer. Ela estava linda, de tira folego de qualquer um. Tudo o que eu queria era joga-la contra aquela parede, tira suas roupas e ama-la a noite toda. Ali mesmo.

Obtive minha resposta. Iria reconquista-la  e jogaria todas as  minhas fichas. Mesmo que isso fosse em machucar, mesmo que ela não voltasse para mim. Eu iria tentar. Então reparei que seu rosto estava pálido, tão pálido que pensei que iria desmaiar a qualquer momento. Então por preocupação aproximei rapidamente apoiando minhas mãos em sua cintura. Nenhuma reação por parte dela. Seu olhar continuava fixo, então apenas acompanhei para saber o que ela estava olhando.

Eu tive que me apoia na Sofia para não cair para trás. Como era possível aquela vadia está aqui? Feliz , cortejando e se fazendo de popular. Ela não era nada e agora estava ali, pôs caos, como se nada tivesse acontecido. Uma raiva descomunal tomou conta de mim, queria gritar e mostra para o mundo o quanto ela era vil. Retirei minhas mãos de Sofia, e comecei minha caminhada rumo a difamar aquela mulher quando algo me parou.

Era Sofia. Sorria para mim , um sorriso nervoso e forçado. Enquanto sua mao pressionava fortemente em cada um dos meus braços.

- apenas .... vamos beber algo ou vamos embora.. só tem essas duas opções.

Infelizmente não podia mais ir embora. Muitos já havia notado minha presença e os que não tinha estava sendo informados. Era possível ler em cada face o desejo por um novo barraco. Celulares foram postos estrategicamente para filme qualquer coisinha. Respirei fundo e sorri, se era para atuar vamos atuar com classe.

Envolvi meu braço envolta dos ombros da Sofia e caminhamos juntos para o bar. Pedimos um drinque qualquer enquanto sentamos nos bancos. Ela estava tremendo quando pegou o copo. Nesse momento minha raiva foi embora para a preocupação tomar conta de mim.  Não pode saber de nada da vida dela. Não sabia como tinha passado esse tempo e se estava bem. Como poderia julgar seu sentimento se nem sabia o que teria passado? Eu era um devasso mesmo.

Tomei um belo gole da minha bebida a tempo de ver o homem que estava conversando com a Amber abraçar por trás a minha Sofia. Engoli bem a tempo, pois segundos depois eles trocaram um singelo selinho. O que teria sido o suficiente para me fazer engasgar se estivesse com bebida. Respira fundo John, só respira. Estamos atuando, ATUANDO!

Ela se mantinha impassível. Não estava confortável, era nítido. Então reparei no obvio. Alianças. Iguais. E ainda presentes. Ela era casada. Casamento quase falido. Mas ainda ali. E ele... bem ele, era o marido dela. Meu estomago aperto e meu coração doeu. DROGA!

Sofia nos apresentou, e tudo que o tal Theo falava eu respondia automaticamente. Na verdade, estava concentrado na Sofia e em como ela agia. Desconforto e mais desconforto. O que não entendia era se esse desconforto era comigo, era com ele ou era com nos dois.

Rapidamente ela acabou com sua bebida e pediu outra. Bebia como um remédio necessário. E isso doía. Pois sabia que aquilo claramente era a declaração de que Sofia não estava bem. Eu apenas a deixei e ela estava mal. Não a ajudei e não sei como ajudar. Nem sabia o que tinha acontecido.

Logo veio varias pessoas conversa comigo e Sofia se afastou. Fiquei na festa por mais uma hora e so a via de longe. Ora em um canto conversando muito serio com o tal Theo. Ora bebendo e rindo enquanto conversava com clientes afim de forma novos vínculos.

Por mais que conversasse com as pessoas, sempre mantinha meus olhos nela. Era prioridade. E estava infinitamente preocupado. Cada vez mais ela bebia e ninguém a parava. Ninguém fazia ela rir de verdade. Sua gargalhada era auditiva, mas seus olhos eram triste. Uma tristeza profunda. O que tinham feito com a minha menina?

P.O.V SOFIA

 

            Estava cada vez mais bêbada.  Mas não era uma bêbada feliz que dançava livremente sem pensar nas consequências. Era uma bêbada de dor, a dor consumia o álcool tão rápido quando eu conseguia beber. Tinha que fingir esta bem. Tinha que fingir gostar daquelas pessoas. E flertar com alguns velhos babentos para que fechasse contrato com a gente. Me sentia suja e vil. Tinha lutado contra aquele sistema toda minha vida, mas hoje estava cansada demais. A um bom tempo estava cansada demais para continua a lutar. Senti a pressão machista da vida e me coloquei no local aonde os homens colocava as mulheres. Era apenas mais um produto.

            Isso doía muito. Mais era apenas uma das dores. Meu marido causava outras tantas outras dores. Não só dores como humilhação. Mas estava ali e tinha que continuar. Uma mão fria e úmida tocou meu ombro. Me virei automaticamente sorrindo. Para meu desprazer era a Amber. Com um sorriso vil e gosmento. Era como se ela fosse feita de lodo e esgoto, coberta por uma camada de beleza. Mas o cheiro podre era notável. Eu só a via assim, não sei porque, não a conhecia e nem sabia como ela era. Mas o ranço era explicito.

            - estava ansiosa para conhecer a mulher o Theozinho. –  eita voz irritante. Tomei mais um gole da bebida e segurei um sorriso sem dentes na minha face.  – não sabia que era você e fiquei espantada com sua intimidade com o Johnny. Fiquei preocupada então tomei a liberdade de vim falar com você. Não é , claro algo que deveria falar. Mas sabe, somos mulheres e devemos nos proteger. Ele não é o que aparenta, e quando se mostra o lado escuro é de dar medo....

Estava em um dia ruim, com uma conversa ruim sobre um mundo ruim. Apenas coloquei minha mão estendida na frente do rosto dela para que parasse de falar tanta merda. Respirei fundo, não queria ser muito grossa.

- realmente não conhecemos uma a outra e não temos intimidade. Creio que nem tinha intimidade com meu marido, afinal se conheceram hoje. Não entendo como se pode torna tão próxima de maneira tão rápida. Mas deve ser devida a sua criação. Homens costuma ser gentis quando estão conquistando e terrivelmente cruéis quando querem ou estão nervosos. É insano e inaceitáveis. Mas sabemos lidar cada um do seu jeito. Eu não sou o tipo de mulher que tem prazer com a decadência das pessoas ou em provocar dor a elas. Não sei você , mas esse método de adquirir uma alegria temporal não é algo satisfatório para mim.

Ela tentou por varias vezes falar, mas metralhei a mesma com minhas palavras. Eu vi o ódio tomar conta do seu rosto , a beleza ir embora e o lodo aparecer. Era no mínimo nojento. Ela tentou falar mais alguma coisa , mas minha bebida tinha acabado. Então apenas deixei ela falando com o vento e fui buscar mais bebida.

P.O.V JOHNNY

Estava ali entre observar a Sofia e conversa com o pessoal. Estava finalmente entretido em uma conversa com os caras. riamos e bebíamos. Até que meus olhos vacilaram pela multidão e então vi o pior que poderia ter visto. A Amber estava conversando com a Sofia. Fiquei em choque so com a possibilidade da Amber colocar a Sofia contra mim, isso seria a pior coisa que poderia acontecer. Era como se não ouvisse mais nada, apenas comecei a ir de encontro a Sofia, minhas pernas estavam tão pesadas e ela parecia tão longe. Então alguém segurou meu braço. Não sabia quem mas apenas ouvi:

- não faça isso, não vale a pena. Não vou deixar fazer isso.  – era o Thomas. e segurava meu braço com força. Eu vi quando a Sofia se afastou para o bar sem demonstrar emoção algum no rosto. Contudo a Amber estava lá, em plena fúria. Seus olhos ferviam. Ela me olhou e mais uma vez sentir que não estava livre. Era iria volta a causa na minha vida.

Então ela saiu em meio as pessoas e não a vi mais. Thomas finalmente me soltou e eu pode ir o mais rápido possível ao encontro da Sofia. Peguei o copo antes dela conseguir segura-lo. Joguei em um canto qualquer. Segurei sua mão e a olhei firme.

- não importa o que diz, você virá comigo agora. Entendeu?

Seus olhos fecharam e ela quase desmaiou na minha frente. Contudo conseguiu se manter em pe. Saímos daquela festa pelas portas do fundo, ela se apoiando em mim e eu terrivelmente preocupado. Entramos no carro e o motorista levou a gente para apartamento que o Thomas tinha me emprestado por hora.

Entrei no apartamento carregando no colo. Ela estava praticamente desmaiada e a bebida claramente fazia mal. Meus olhos marejaram de agua. Sim, estava quase chorando de raiva. Porque não sabia o que tinham feito a ela, mas sabia que ela estava sofrendo a muito tempo.

 


Notas Finais


amo ler os comentários de vocês <3


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