História Dsilan - Velhos Contos - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Demonios, Magia, Monstros, Original, Saga
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Palavras 1.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shounen, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Somente para avisar, qualquer imagem aqui presente não é de minha autoria. Entretanto, a história é

Só para avisar msm, para evitar qualquer problema futuro

Capítulo 8 - Finalmente, um meio


Fanfic / Fanfiction Dsilan - Velhos Contos - Capítulo 8 - Finalmente, um meio

- (Charl) Phyr?!

- (??) Sim, ouvistes falar ou não?

- (Charl) Err... Lembro-me deste nome em algumas citações de livros, principalmente no meu grimório. Entretanto, nunca tive alguma explicação ou informação relevante acerca disto

- (??) Hahaha, gostará muito, então, o que farei contigo. Somente espere um momento

O olho, antes possuía somente o branco globo ocular em sua totalidade, agora ganha a estrutura completa. Pupila, íris e as veias que por lá havia.

- (??) Não se mova por um tempinho, será rápido

- (Charl) Tá bom...

Olhando para o corpo de Charl, a criatura começa a escanear e deduzir com seu poder as capacidades de Charl. Com isso o único olho que faria isso ficava alternando várias cores da íris para conseguir detectar a informação que procura.

- (??) Caramba, és mesmo algo muito peculiar

- (Charl) Han?

O outro olho da criatura abre, para auxiliar a análise. Ele também alternaria as cores até chegar no definitivo resultado

- (??) Hahahaha, eres com certeza o que precisa

- (Charl) "Boiei legal aqui, tô entendendo porra nenhuma"

  Os olhos piscam em uma duradoura e regeneradora forma, quando abrem revelam as cores nas quais definiam Charl

- (??) Que cores tu vês?

- (Charl) No olho esquerdo vejo um bem fraco vermelho, beirando o rosa de tão claro. No direito vejo um azul marinho fortíssimo, parece que se move muito a cor parecendo mesmo um mar

- (??) Realmente ela estava certa, agora vamos pela sua escolha, mortal

- (Charl) "Ainda estou boiando" Vamos então

- (??) Tomara que escolha o certo

Coisas que mais se assemelham com mãos tocam no corpo de Charl, ela eram tão grandes que poderiam facilmente pegar o corpo dele por inteiro. Eram duas delas, uma do lado esquerdo e outra do direito

- (??) Diga-me qual lado lhe dói

Uma perturbadora e intensa dor é sentida do lado esquerdo de Charl, sentia como tivesse arrancando o braço, queimando sua pele e perfurando o peito. Sensações simultâneas que simulariam uma dolorosa morte

- (Charl) O ESQUERDO, E MUITO!!!!

- (??) Enquanto o outro lado?

Do outro lado, sentia-se mais nada. Nem a mão que antes o tocava era mais perceptível aos nervos ou outros meios. Era como se tivesse sumido da existência

- (Charl) Nada...

- (??) ... "Não imaginaria que viria alguém assim tão cedo, deve estar acontecendo algo de errado". Parece que você passou no teste

- (Charl) Espera, mas eu não teria que fazer uma escolha ou algo do gênero? Meio que somente tive que responder o que pediu, e era algo que já sentia previamente

- (??) Mortal, quem faria a escolha não seria sua mente nem alma. Seria o seu phyr

- (Charl) "Não ajudou muito para responder, vai que ele é doido e não sabe"

- (??) Somente peço que a partir de agora sobreviva o que acontecerá

- (Charl) Ferrou...

Barulho de passos são ouvidos, nos quais os sons se distanciavam de Charl. Quando cessam outro sucede, era o ranger de uma velha fechadura sendo aberta, seguida de uma porta mais velha ainda. Enquanto abria tal porta, a luz de fora penetrava na sala e iluminava a escuridão em um puro e intenso branco. Quando metade da porta estivesse aberta, a criatura usa toda sua força e arromba o resto.

Pela posição que estaria abrindo a porta, ainda não seria possível ver como era forma ou aparência de tal bicho, somente que era grotescamente gigante para abrir uma porta de aproximados 100m de altura. Mesmo que intensa a luz, só era possível iluminar parte do local. Não era suficiente para chegar até Charl, que estaria no meio da estranha sala.

- (??) Vá até a luz, vai precisar dela para sua jornada

- (Charl) Então vou eu...

Ligeiramente mais confiante, Charl iria com tudo até a luz, seguindo até a suposta porta

- (??) Aguente tudo isso, será recompensado se sobreviver

- (Charl) O quê?

Logo quando entra em contato com a luz, o rei de Haldur sofre vários ferimentos de queimaduras e outros tão forte quanto pancadas por dentro do seu corpo.

- (Charl) Aaaaaaaaahhhhhhhh!!

Não somente a dor interna e as fortes queimaduras, mas também os olhos começavam a perder sua qualidade e visão. Iria correndo para passar logo pela porta

- (Charl) "Se passar rápido por lá pode ser que isso acabe mais cedo. Tomara..."

Perdendo as forças de tanto esforço e dor sofridos no percurso, o demônio cai no chão e tenta mover-se arrastando seu corpo até o destino de sua salvação.

- (??) Tens mesmo algum valor, mortal

- (Charl) Aaaaahhhhh!! Como se fosse fácil dizer isso, bicho desconhecido

De tanta luz, não conseguiria mais ver nada. A dor ficaria tão intensa que respirar era um sacrifício, toda pele ardia em chamas e se levasse qualquer choque teria a impressão que quebraria seus ossos como se fosse vidro. Focos de dor se formariam em certas partes do corpo, partes como as mãos, ombros e no peito doíam muito mais que o resto do corpo. Sentia por lá mais que simples queimaduras, eram várias e pequenas perfurações no local, como se a luz formasse agulhas para ferí-lo

- (Charl) "Puta Sheldon, vou morrer aqui!"

Finalmente chega no destino, após isso a luz cessa. O rastro de dor na pele ainda permanecia, mas a visão e a parte interna do corpo já fora curada. Tremia de tanto esforço que fizera e dor que sentira, tanto que as queimaduras não cessaram.

- (Charl) ...

Tentaria emitir algum som ou palavra, mas não saía som algum de sua boca. Quando a visão volta mais a normalidade ele se depara com o completo oposto da outra sala.

- (Charl) "Onde estou?"

Quando fica saudável novamente, Charl volta a ver seu corpo. Depara-se com estranhas tatuagens em seu corpo, estas na mesma intensidade e forma que sentia as agudas dores. Tentou tocar em uma delas, mas a insuportável dor de se mover deixa o rei em xeque.

- (??) Herói, agora prove o seu novo poder. Fale o que quiser, deixe o som de suas palavras ecoar por todo este lugar

Mesmo que fosse possível ouvir o que a criatura falava, o mesmo não se dizia que conseguia ver.

- (Charl) ... "Não sai nada!"

- (??) Não digo de sua boca, mas vontade. Fale com o seu phyr

- (Charl) "Han?! Não me falou até agora que bagaça é essa!"

- (??) Tente com mais vontade, mortal

- (Charl) Mas eu já tentei! Eu quero saber o que é esse tal de phyr

- (??) Viu, conseguiu falar. Às vezes é mais fácil do que parece

- (Charl) "Caramba, eu consegui! Pera, mas por que não sai som agora?"

Como dito anteriormente por Charl, "quero saber o que é esse tal de phyr" as ordens para a ativação do seu poder foram cumpridas. Uma aura negra e esquisita é emitida por todo o corpo do rei de Haldur e logo depois se projeta para fora dele em forma de uma esfera quase puntiforme.

- (Charl) "Legal, mais coisa que não conheço"

- (??) Será?!

Em alta velocidade, a pequena esfera se choca com a cabeça do demônio. Penetraria até chegar na fonte de conhecimento dele e irrigaria lá com tudo o que se sabe da partícula que chamam de phyr

- (Charl) "Hehehe, agora eu sei!"

- (??) Bem, por hoje é só isso. Espero que tenha gostado

- (Charl) Obrigado, eu acho. Entretanto, como vou sair daqui se eu mal consigo me mover?

- (??) Não precisa disso

O mesmo portal que antes pegara Charl e trouxe para esta dimensão, agora abre em sentido oposto. Seria possível voltar para sala onde a feminina voz o guiara aqui. Uma mão invisível pega o rei e o leva de volta para a sala secreta da biblioteca

- (Charl) Obrigado por isso tudo, eu acho...

- (??) Quando chamarmos por você, conseguirá ouvir-nos pelo seu nome?

Charl é totalmente puxado pela mão, voltando para o local onde estava anteriormente. Levanta-se do chão e depara com uma figura feminina na sua frente, a mesma que guiara até aqui. Sabia que era feminina, mas não teria alguma anatomia ou via algo que denunciasse isso. Ela se aproxima do rei no ponto que estariam bem próximos, cara a cara

- (???) Sua validade está acabando, quer fazer isso agora ou esperaremos os Synleon?



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