História Dual Blades - Capítulo 24


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Morasta


Estava completando quase dois dias que Kimishita e Lisbeth haviam saído para buscar ajuda no reino vizinho.

Eles haviam levado somente água, pães e algumas moedas. Kimishita alegou que queria levar o mínimo de bagagem para facilitar a viagem.

Durante esse tempo não houve ataques.

Mandamos espiões para olhar o inimigo.

Ele tinham montado acampamento desde o início da cidade até a Praça Central.

O resto da cidade estava ainda sobre nosso controle.

Eles pareciam também não terem recebido ajuda, mas tinham como entrar em contato com a capital.

As tropas estavam sobre comando de Bertrold já que Asterok não tinha condições nem de se vestir sozinho e Kimishita estava fora.

Mesmo assim ele ainda insistiu que eu e Chilbora ajudássemos.

- Será que eles já chegaram?

Bertrold que estava batalhando comigo fez essa pergunta enquanto nossas espadas se chocavam.

- Provavelmente sim.

Parei seu ataque e fui para cima.

Ele refletiu meu ataque e deu um passo para trás.

- Já está bom. Obrigado por ter treinado comigo, Morasta.

- Sempre pode pedir minha ajuda para o que quiser.

- Bertrold. Trouxe água para você.

Selka e Chilbora vinham caminhando juntos.

- Obrigado Selka.

Bertrold tomou quase toda a água e olhou para Chilbora.

- Ei, Chilbora, o que foi que você e Kimishita usaram aquela vez contra Douragus?

- Aquilo era óleo de azeite.

- Ó, agora faz sentido. Foi uma ideia incrível, mas não surtiu o efeito esperado.

Chilbora fez uma cara de dor.

- A culpa foi minha. Se eu tivesse jogado a flecha onde havia uma maior concentração, então talvez...

- Não foi culpa de ninguém. Por mais que eu não goste de assumir aqueles soldados tem uma vontade de aço, seria mesmo difícil derrubá-los.

Selka se abraçou em seu braço.

- Da próxima vez eu tenho certeza que vocês conseguirão.

- Sim, nós vamos.

De repente uma agitação começa a se formar mais à frente.

Várias pessoas começam a ir para lá e soldados começam a sacar suas espadas.

- O que está havendo?

Todos nos aproximamos e então também ouvimos.

- Vamos lá! Será que há alguém aqui com coragem o suficiente para me enfrentar? Vamos! Venha alguém se vocês se dizem homens!

Um soldado do reino estava insultando nossos homens.

- Ele por acaso é louco? Ele está cheio de inimigos em sua frente, se quisermos podemos matá-lo facilmente...

Interrompi Selka.

- Ele sabe que não faremos isso.

Chilbora continuou.

- Isso mesmo. Pois se todos o atacar os inimigos irão nos chamar de covardes.

Mesmo assim Selka não se conformou.

- Estamos em uma guerra, não tem essa coisa de honra aqui.

- É difícil admitir, mas eu vou concordar com Chilbora, por isso Morasta, eu peço que você vá lá e ganhe daquele homem. – disse Bertrold.

- Tudo bem.

Me adiantei na frente.

Quando o desafiante me viu ele apontou sua espada para mim.

- Finalmente alguém com coragem. Poderia me dizer seu nome?

- Morasta.

- Muito obrigado. É que gosto de lembrar dos nomes das pessoas que matei.

Ele deu uma risadinha de leve.

Avancei a passos lentos para cima dele.

Quando já estava próximo ele tentou furar minha barriga, só que parei sua lâmina com a minha.

- Nada mal.

Então ele começou a dar ataques sucessivos, e eu desviava de todos.

Depois de várias sequências de ataques ele já parecia cansado.

- Se quiser descansar é só pedir, brincadeirinha – mostrei minha língua para ele.

- Você é um cara engraçado.

- Engraçado vai ficar o estado da sua cara quando eu resolver lutar sério.

Me impulsionei para frente.

Ele tentou parar meu ataque, mas mudei a rota dele instantes antes de nossas espadas se chocarem, e um corte foi feito em seu tórax.

- Desgraçado!

- Ei, sua mãe não te ensinou que falar palavrões é feio?

- Eu vou te matar!

Com os olhos cheios de raiva ele avançou novamente para cima de mim.

Parei seu ataque e com a outra mão bati em seu machucado no tórax.

- Hora de acabar com isso.

Ergui minha espada para cima e desci, cravando a lâmina em seu ombro.

- Filho da mã...

Ele nem terminou de dizer a frase pois se corpo caiu no chão.

Retirei minha espada de seu ombro e fiz um corte em sua perna direita.

- Prooontoo, já pode voltar para casa.

O soldado nem se importou com as risadas que recebia, só continuou mancando e se arrastando de volta para seus companheiros que provavelmente iriam tirar sarro dele.

- Que pena, já acabou. – falei guardando minha espada.



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