História Dual Blades - Capítulo 55


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Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 55 - Chilbora


Eu queria dizer algo para Bertrold, eu devia dizer algo para Bertrold, mas eu não consegui. Ao invés disso obedeci calado um Kimishita que estava possuído por uma vontade egoísta.

“Isso é loucura!” queria gritar quando nosso exército começou a rumar para o castelo e quando Kimishita deixou Bertrold sozinho prestes a se matar.

Kimishita estava em seu cavalo a apenas alguns metros de mim.

Aumentei o trote de meu animal e cheguei próximo a ele.

- Kimishita, isso que você está fazendo é um erro. Lembre-se de sua mãe, ela se matou e você não teve como fazer nada, mas com Bertrold você...

- Se Bertrold perder o controle por um motivo besta daquele, então já não o considero mais como meu amigo.

- Isso não é típico seu. Olhe para você, fez com que ataquemos logo após termos várias baixas, tudo isso só para resgatar Lisbeth.

- Não é só por Lisbeth.

- Pelo que então?! – perguntei desesperado.

- Morasta me disse a alguns minutos atrás que quem dera aquela informação falsa para Selka foi a mesma mulher que estava na cama com meu pai aquele dia. Eu acredito em Morasta pois depois de mim ele é o único que conhece o rosto daquela mulher.

Meu cérebro parou de funcionar ao ouvir isso.

- O que você disse...

- Sim. Eu pretendo tirar a verdade de meu pai e descobrir quem ela realmente é, e por isso estou movendo todas essas pessoas, mesmo que isso seja levar todos para a morte certa.

Kimishita acelerou o passo de seu cavalo indo para longe me deixando refletir sobre as palavras que ele dissera.

- Senhor Chilbora! Quais são as suas ordens?

Vários arqueiros estavam atrás de mim esperando minhas ordens.

“É mesmo, Asterok me deixou encarregado de comandar os arqueiros após a morte de sua capitã.”

- Metade de vocês irão entrar pelo bosque e cercar o castelo. A outra metade ficara encarregada de mirar no máximo de soldados e arqueiros inimigos que encontrarem.

- Sim!!!! – responderam em uníssono.

“Eu sou bom com um arco, mas péssimo como um líder.”

Olhei para Elkyn que andava ao lado de Yhita e passava algumas informações para ela.

Morasta parecia imerso em pensamentos enquanto passava a mão no corte que recebeu na testa.

Antes de pensar que estávamos chegando murmúrios começaram a aparecer mais à frente.

Após andar mais um pouco o as tropas foram parando.

“Porque pararam?”

Foi então que vi.

Kimishita descera de seu cavalo e estava parado, a ponte levadiça estava baixada e mais à frente era possível ver um trono no pátio do castelo e duas pessoas nele, uma sentada e outra em pé.

“O que é aquilo?”

Me aproximei mais enquanto via aquela cena estranha.

Lisbeth estava sentada no trono com um vestido de noiva e tinha a preocupação estampada em seu rosto. De seu lado estava Zacarias em pé e com um sorriso brincalhão.

- Que reencontro espetacular esse não é? – dizia Zacarias de forma divertida.

- Pegue sua espada e lute de uma vez por todas contra mim. – Kimishita disse isso enquanto desembainhava sua espada.

- Calma, primeiro de um abraço no seu velho.

Kimishita não deu a mínima e avançou para cima de seu pai.

- É uma pena – Zacarias fechou seu rosto alegre – Comecem!

Flechas e soldados começaram a sair de todos os lados.

Um soldado pegou Lisbeth pelo braço e a levou para longe dali, enquanto Zacarias começou a correr pela escada indo para cima com Kimishita em seu encalço.

- Mirar! Atirar! – ordenei para meus novos subordinados.

Peguei meu próprio arco e de cima de meu cavalo acertei uma dúzia de soldados até que uma flecha passou próxima a mim. Pulei de meu cavalo e com minha espada entrei na luta.

“Kimishita estava certo.”

Está seria nossa última batalha.



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