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História Duas doses de tequila - Capítulo 7


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Notas do Autor


ANTES DE LER ESSE CAPITULO LEIA AS NOTAAAAS
então, eu falei que postaria a "explicação' de Sasusaku aqui né? mas não rolou, achei que ficaria muito bagunçado e desisti. Se você quer saber o que aconteceu e "olhar" esses dois com novos olhos recomendo que entre no meu perfil e leia "A escolha de Sakura"
Agora sobre esse capitulo, o que dizer sobre... eu gosto bastante dele, principalmente porque o casal que foi desenvolvido nesse se escreveu sozinho; é, eles não estavam no roteiro inicial de Duas doses de tequila, mas quando comecei a escrever acabaram por surgir e foi uma boa surpresa. espero que curtam.
Outra coisa, essa fanfic é multi shipper, obviamente eu tenho meu favorito (cof cof Shikatema cof cof ) mas eu estou dando meu melhor pra dar espaço para todos eles da mesma forma. O que isso quer dizer? Não tem couple principal aqui, todo mundo é importante e além de romance, Duas doses de tequila é uma historia sobre amizade, que foi a coisa que me cativou em Naruto. Não desistam de mim porque seu shipp não está aparecendo, eu tenho uma historia para cada um deles, só que gosto de desenvolver primeiro.
Enfim, falei para caramba, vou deixar o link da side nas notas finais e também o link da playlist da fanfic.
Uma boa leitura!

Capítulo 7 - Mala Santa


 

 

Sakura não se considerava a pessoa mais sortuda do mundo, na verdade, se considerava bem azarada. Isso levando em conta a situação com seu apartamento e ter que ficar pedindo abrigo aos amigos o tempo todo, sem contar a falta de um relacionamento duradouro depois do fiasco que foi o último, ela tinha muita falta de sorte em seu ponto de vista.

Mas, ela se sentiu verdadeiramente azarada quando decidiu descer para procurar Karin, e aproveitar o pedido da ruiva já que sua garganta estava seca já que o camarote só tinha cerveja, quando deu de cara com a pessoa que menos queria ver enquanto descia as escadas.

- Sakura - ele parecia meio deslumbrado parado enquanto ela descia. E devia estar mesmo, ela estava linda para caralho.

- Sasuke - ela o cumprimentou como a educação pedia e continuou seu caminho, fingindo muito bem não estar afetada com a presença do homem.

Queria poder passar direto e fingir que existência dele não era verdade, mas tinha que ser adulta. Havia acabado de completar 26 anos e estava prestes a se tornar uma cirurgiã geral, se Deus quisesse, em dois meses; tinha que agir conforme sua idade pedia.

Terminou os lances de escada, se equilibrando bem até demais nos saltos finíssimos que havia roubado de Ino. Blinding lights estava tocando enquanto Sakura se apertava entre as pessoas dançando para chegar ao bar. Nunca perdoaria o casal Nejiten por só ter cerveja no camarote; ter que descer para buscar bebida quente era chato pra cacete. Já havia avistado a amiga ruiva, mas, quando finalmente conseguiu chegar ao bar, ficou surpresa pela mesma estar acompanhada.

Apontou para o cara, fazendo um sinal para Karin perguntando silenciosamente se iria atrapalhar, mas a ruiva não teve tempo de responder, afinal, o homem se virou antes que ela pudesse dar de costas.

– Você é...

Sakura o olhou confusa. O homem parecia assustado, como se ela fosse algum tipo de fantasma,

– Você me conhece?

– Eu...

– Claro que não! –Karin o interrompeu antes que ele falasse qualquer outra coisa – Esse é o Suigetsu, o cara de quarta.

– Então eu sou o cara de quarta? – ele perguntou perdendo o interesse rapidamente em quem Sakura era.

– Calado. – Antes que ela pudesse falar mais alguma coisa o barmen cegou com as famosas duas doses de tequila, – Toma – deu uma a Sakura.

– Sem sal e limão?

– Desde quando você se tornou tão fraca?

Suigetsu só observou divertido as duas mulheres virarem o shot de tequila como se fosse água. A de cabelo rosa, que ele sabia muito bem quem era, ainda fez uma cara feia quando terminou e colocou o copinho sobre o balcão, mas Karin, ah, Karin apenas virou e com um ar de satisfação, bateu o copinho no mesmo balcão ao qual ele estava recostado.

– Vocês parecem bem felizes agora.

– Desculpa a falta de educação. Sou Sakura Haruno. – A mulher lhe estendeu a mão.

– Suigetsu Hozuki – retribuiu o comprimento – Ou como sua amiga disse, o cara de quarta-feira.

Sakura riu enquanto Karin fez uma careta descontente; aquela situação era péssima e a ruiva só queria poder contar pra amiga tudo que havia descoberto com os poucos minutos de conversa. Mas tudo parou de fazer sentindo quando Mala Santa da Becky G começou a tocar.

– Minha música. – Ela anunciou como se fosse a dona da boate. – Eu vou dançar e você vem comigo. – disse para uma Sakura que já estava no ritmo do reggateon. Começou a puxar a amiga para o meio da balada e só pode escutar um grito de “nos vemos depois” do homem que ficava pra trás.

Infelizmente era verdade, mas Karin não conseguiria pensar naquilo enquanto sua música estava tocando.

***

– Você está muito quieta hoje. – Chouji chegou perto de uma Ino silenciosa perto da grade que dava para a pista de dança. Não havia passado muito tempo que tinham chegado e a única coisa que ela havia feito era ter bebido duas cervejas.

– Estou observando.

– Observando o quê?

Apontou com a cerveja para a mesa que Temari e Shikamaru estavam sentados com Neji e Tenten, e Naruto e Hinata do outro lado do camarote.

– Nosso amigo. Tão inteligente pra algumas coisas e tão burro pra outras.

– Tá falando da Temari? – Chouji perguntou surpreso – Você ainda não desistiu dessa ideia, Ino?

– Eles foram feitos um para o outro, só não enxergam. – Parecia papo de bêbado, mas ela era bem confiante de suas palavras.

– Você não desiste mesmo.

– Jamais. Eles são almas gêmeas, tenho certeza. – Bebeu mais um gole de cerveja – Sabia que estão morando juntos?

– O Shikamaru e a Temari? Por quê?

– Alguma coisa aconteceu com ela e ele não pensou duas vezes em ceder o segundo quarto do apartamento. Se fosse comigo...

– Se tem ciúmes deveria falar com ele, não tentar juntar os dois só porque está sendo deixada de lado...

– Não é isso Chouji, não seja bobo. – Fez pouco caso. Tá bom, era um pouco verdade que tinha ciúmes da amizade dos dois, mas, mais que ciúmes ela queria ver eles felizes e, na cabecinha da loira, os dois só ficariam felizes se estivessem juntos. – Eu fico indignada que só eles não enxergam o que tá bem na nossa cara. É tão óbvio que era pra estarem juntos que é até meio engraçado ver essa “amizade”

– Tudo bem, não vou me meter. Eu sei que você tem algum plano mirabolante, vou ficar só observando de longe.

– Dessa vez eu vou acertar em cheio, espere o convite de casamento, Chouji. Vai por mim.

***

– Eu juro por Deus que daquela noite só lembro do Shikamaru reclamando com o Kiba pelo vômito no tênis dele. 

– Só você mesmo pra lembrar logo disso, Naruto – Shikamaru suspirou descontente, enquanto seus acompanhantes de mesa riam da sua cara – Pelo menos não fui eu que vomitei o carro da Hinata todo.

– Pois é, ainda tive que mandar para o lava-jato no outro dia. – A morena respondeu rindo.

– Ah, eu mandava limpar. – Quem disse foi Temari – Esteja avisado, Shikamaru, se vomitar no meu carro vai ter que limpar, de ressaca ou não.

– Já sei, já sei. Hoje não chego perto da tequila. – Levantou a cerveja pra mulher como que para provar seu ponto.

– Não vai beber hoje, Temari? – quem perguntou foi Neji.

– Ah não, bebi demais na quarta. Estou satisfeita por essa semana.

– Então você é a motorista do rolê hoje? Nunca pensei que logo você deixaria de beber pra dirigir.

– Ei, falando assim parece que eu sou um monstro, Naruto.

– Um monstrinho talvez?

– Você tá querendo morrer, né? Enfim, se alguém precisar de carona já sabe onde vim. Mas se vomitar no meu carro já sabe.

Todo mundo riu, mas levaram bem a sério o aviso da loira. Afinal, ela era realmente muito assustadora.

***

Passava das três da manhã e todo mundo estava praticamente bêbado. Sakura e Karin haviam subido apenas uma vez para descansar, mas como as duas tinham desafetos no camarote, acabaram por voltar para pista mais rápido do que subiram as escadas; Naruto e Kiba disputavam para ver quem conseguia segurar o copo de cerveja com os dentes por mais tempo sem deixar cair; um Shikamaru bêbado falava com um Neji um pouco mais alterado sobre leis trabalhistas; Hinata e Shino, um dos únicos que pareciam mais ou menos sóbrios, trocavam ideias, provavelmente falando sobre as escolas em que lecionavam; até mesmo Suigetsu conversava com Chouji e Karui e Rock Lee sobre restaurantes que ele já havia visitado; Ino, Tenten e Temari conversavam perto da grade de onde a loira não havia saído. O único isolado do grupo e, que estava assim porque queria, era Sasuke; mais afastado das meninas, olhava para pista de dança sem perder por um segundo um pontinho rosa naquele mar de gente.

– Quero dançar. – A dona da frase era a loira que, por um milagre, ainda não estava caindo pela quantidade de cervejas que havia tomado. Ino era realmente muito resistente ao álcool.

– Eu também! – A morena do grupo gritou animada. – Segura aqui, Tema, vou falar com o Neji e já volto.

– Você não tá bebendo? – Ino perguntou só percebendo naquele momento.

– Não, sou a motorista do rolê.

– Você vai descer também né? Não está bebendo, mas pode se divertir.

– Vou, só não posso fazer os tipos de movimentos que fizemos na quarta-feira – tocou um ponto na barriga que não passou despercebido por Ino – Se não amanhã não aguento fazer muitas coisas, minhas pernas ficam doendo. Tô desacostumada com exercícios demais.

– O melhor exercício que existe é o sexo, Temari.

– Eu dispenso por agora.

– Logo agora?

– Voltei! –Tenten interrompeu a próxima pergunta de Temari. – Vamos descer.

Temari entregou a cerveja a morena e assim, as três desceram.

+++

Karin já havia perdido a conta de quantas músicas tinha dançado. Sentia uma fina camada de suor cobrir o seu corpo, mas não poderia se importar menos. Se havia uma coisa que ela gostava era de dançar, principalmente depois de ter tomado a terceira dose de tequila.

– As meninas estão vindo!

– O quê?

– As meninas – Sakura apontou para as escadas – elas estão vindo.

Karin olhou para onde Sakura apontava e das escadas vinham Temari, Tenten e Ino. Antes que Karin pudesse perceber, todas estavam dançando ao som de Aguardiente. Há mais ou menos um ano, a ruiva havia descoberto um gosto para música latina e a animação dela para com aquela festa era justamente essa: o tema da noite era Reggaeton.

Ela dançava sensualmente para ninguém em especial; passava as mãos entre os cabelos suados os levando até acima da cabeça e rebolando no ritmo da música latina. Sentia a música entrando por seus poros e não podia se importar menos com qualquer outra coisa. Sakura estava do outro lado, dançando tão solta quanto enquanto as outras três recém chegadas ainda tentavam acompanhar o ritmo da ruiva.

A primeira a sair da pista, apenas alguns minutos depois, foi Ino. Um cara que parecia fissurado nos quadris da loira chegou e três minutos depois ela já saia com a promessa que já voltaria. Depois, surpreendendo todo mundo, foi Sakura. Karin ainda perguntou a ela se estava tudo bem, mas a mulher de cabelo rosa apenas sorriu e saiu sabe-se lá pra onde com um cara que a ruiva sequer se lembra do rosto.

Foi quando Mala Santa tocou pela segunda e provavelmente última, que a mulher esqueceu tudo a sua volta. Queria até mais um shot de tequila, mas sabia que mais um e estava tudo perdido. A cada batida, acompanhada da voz da BeckyG, fazia com que se mexesse cada vez mais; não tinha controle nem dos seus quadris, que se requebravam de um lado para outro; nem das pernas que pareciam muito seguras em cima do salto; e nem das mãos, que haviam esquecido completamento de puxar o vestido pra baixo, vestido esse que estava mais curto do que ela esperava.

Foi no refrão que sentiu alguém chegar perto de si; estava perto, mas sem tocar. Entretanto, mesmo que ele não tivesse colado nela, sabia quem era.

– Acho que mereço um obrigado. – Ele disse em seu ouvido, próximo o suficiente para que ela pudesse escutar, fazendo um arrepio descer da sua nuca té o final da espinha. Se virou, dando de cara com o homem de cabelos brancos e o sorriso mais diferente que ela já havia visto.

– Pelo que?

Ele sorriu se aproximando ainda mais, deixando a mulher nervosa. Inclinando-se para seu ouvido, voltou a falar.

– Essa é a sua música, não é? Eu pedi o Dj para que tocasse de novo.

Quando ela não respondeu nada ele continuou.

– Até que combina com você. Mala Santa. Eu ia ficar lá em cima só observando, mas achei que apreciar sua dança de perto seria mais... prazeroso. – O olhar dele passou por seu corpo de uma maneira nada respeitosa e, para completar aquela cena completamente erótica, sua língua passou pelo lábio inferior como se Karin fosse um prato que ele estava louco pra provar.

Suigetsu Hozuki era, oficialmente, um grandíssimo filho da puta, porque, contrariando todas as suas diretrizes para aquela noite e sua própria conduta como mulher, no momento, Karin só conseguia imaginar aquela boca em outro lugar.

Deu um passo para trás, pra se situar e não ceder à tentação em forma de homem a sua frente. E ele nem era um homem extraordinariamente bonito! Tinha sim uma beleza diferente com aqueles olhos de cores nada usuais, os dentes que pareciam afiados para uma pessoa normal e era um pouquinho mais alto que ela; mas apesar disso tudo, aquela química e fogo era fora do comum e ela só tinha encontrado com ele uma vez! E nem se lembrava.

– Por que você está tão interessado em mim?

–Eu não estou interessado, Karin – seu nome saia da boca dele como se ele estivesse a provocando e devia estar mesmo, apesar de no momento parecer bem sério. – Estou fissurado em você.

Ela abriu a boca, um pouco surpresa com a declaração sincera, mas tratou de fechar, respirou fundo tentando não ficar tão afetada. Nem tinha percebido que as duas mulheres que a acompanhavam já haviam sumido dali, percebendo o clima que se formava. Antes que conseguisse falar alguma coisa a sua música acabou e outro reggaeton que ela não conhecia começou a tocar, mas naquele instante nada importava.

– Você está tentando a sorte?

–Chame como quiser, eu quero te beijar pelo menos uma vez.

E aquilo foi, no sentindo literal, o pequeno incentivo que ela precisava pra lagar seus ideais naquela pista de dança e puxar o homem pela mão pra outro lugar.

+++

Temari subiu as escadas uma o camarote com as pernas cansadas. Já passava das quatro da manhã e ela nem havia percebido que tinha dançado por tanto tempo. Não queria ficar de vela pra o casal NejiTen na parte da pista, então dando adeus a uma Tenten muito feliz e um Neji que não parecia diferente ela resolveu que era hora de ir embora.

Encontrou Shikamaru sentado no sofá do lugar, dormindo como se estivesse em casa, com direito a cabeça desconfortavelmente virada pra trás e boca aberta. Ele abraçava o casaco e bolsa que ela havia deixado com Hinata antes de descer para a pista.

– Shikamaru... Ei, acorda –deu dois tapinhas no rosto dele.

–Acordei... –levantou a cabeça, parecendo tentar entender onde estava. – Eu dormi no meio de uma festa?

– E aonde você não dorme, Nara? – Temari sorriu, pegando sua bolsa e checando se a chave do carro estava ali. –Vamos embora?

–Sim, por favor.

–Ei, ei, você está legal? – ela perguntou quando ao se levantar o homem cambaleou.

– Sim, só um pouco tonto.

Passando o braço dele pelo seu ombro, Temari o ajudou a ficar de pé.

– Se você vomitar no meu carro eu vou te matar.

–Eu sei – ele riu – é por isso que eu não vou vomitar. Eu tenho mais medo de você do que da morte.

Shikamaru Nara tinha um QI de 200 em estados normais, mas bêbado ele não falava nada com nada. Bêbado e perto de Temari a situação piorava.

– É bom mesmo. Agora vem, vamos nos despedir do pessoal para ir embora.

–Sim, senhora!

+++

Karin já havia ido aquela boate alguma vezes então sabia de lugares escuros e específicos onde não haveria ninguém. Puxava um Suigestsu, que ela não via o rosto desde quando deixaram a pista de dança, satisfeito atrás de si. Apesar de ter tomado a coragem de encarar seus desejos, estava nervosa. Não era de seu feitio fazer aquele tipo de coisa e nem estava pronta pra transar em balada nenhuma.  E se ele tivesse entendido errado? E se ele quisesse fazer alguma coisa que ela não estava preparada? Quer dizer, seu corpo até estava, mas sua mente gritava “não faça nada que possa se arrepender”

Mas, algumas coisas pararam de fazer sentindo quando ela chegou naquele canto escuro nada confiável e um Suigetsu muito tranquilo se encostou na parede e, pela primeira vez na noite, tocou sua cintura, a levando para perto de si.

Karin engoliu em seco, colocando a mão nos ombros do homem, sentindo-se nervosa como nunca havia se sentindo na vida.

– Então – ele sussurrou, primeiro olhando em seus olhos e depois a sua boca – eu posso te beijar?

– Sim. – Ela lambeu o lábio inferior. – Essa é a única permissão que eu te dou essa noite.

Ele riu, se aproximando ainda mais, colocando uma mecha do cabelo vermelho da mulher atrás da orelha, enquanto ela subia a mão até sua nuca, se sentindo mais confiante.

– Vamos ver.

E a beijou. Sua boca era suave em cima da dela, e no inicio o beijo não passou de um selinho, foi quando a língua dele tocou sua boca semi-aberta que as coisas mudaram. Karin sentiu o arrepio de excitação quando eles se beijaram para valer e se ela tinha alguma dúvida do que queria antes, todas as dúvidas foram jogadas para o alto quando ele a puxou ainda para mais perto e os trocou de posição, fazendo ela ficar encostada na parede dessa vez. As mãos dele deslizaram para sua cintura a apertando entre seu corpo e a parede. Ela estava pegando fogo enquanto suas bocas ficavam cada vez mais entrelaçadas e o beijo se tornava mais selvagem. Ela não tinha mais controle de seu corpo e não conseguia se desgrudar dele, se alguém visse de longe poderiam realmente pensar que outra coisa acontecia ali, mas eles só se beijavam.

Suigetsu deixou sua boca quando se tornou difícil respirar. Ele se afastou, tirando as mãos de seu corpo e as apoiando na parede ao seu lado perto o suficiente para deixar a mulher ainda afetada com a sua proximidade. Ela ainda tinha os olhos fechados e tinha consciência que só estava em pé por causa da parede que a segurava. Quando abriu os olhos e viu o homem a sua frente, a olhando como se ela fosse algum tipo de divindade que ele estava disposto a conhecer se sentiu quente.

– E então? –ele se aproximou novamente, tocando seu rosto apenas com as pontas dos dedos – essa é a única permissão que eu vou ter essa noite?

–Sim – não, definitivamente não. – Acho que você tem que se esforçar mais um pouquinho pra mudar isso. – Karin estava no controle daquela situação, ela sabia disso e nunca se sentiu tão poderosa ao ver aquele homem que parecia se um poço de confiança tão submerso em sua figura. – Por que você não me mostra o que essa sua boquinha sabe fazer?

Dessa vez foi a vez dele se arrepiar.

– Você está brincando com fogo, mulher?

– Estou?

– Está e sabe disso. – Apertou sua cintura como para provar seu ponto e Karin teve que segurar um suspiro. – Quando eu te mostrar tudo que minha boca é capaz de fazer pode ter certeza que não vai ser em uma parede de boate – ele se aproximou de seu ouvido, segurando seu pescoço com uma só mão. – Gosto de fazer um trabalho completo, Karin.

– Tem um ditado que diz que quem muito fala pouco faz.

– É por isso que não falo demais. – E, sem falar mais nenhuma palavra, ele voltou a beija-la com mais ânsia que antes.


Notas Finais


Juro que nem eu sabia que seria logo a Karin a primeira a desenrolar o boyzinho, só aconteceu.
enfim, comentem gostaram ou não, é gratificante saber se está ruim ou se está bom.
Até semana que vemm

https://www.youtube.com/playlist?list=PLFEBcHrgkhmuB4Sm3eecu4sn3Ebt5Odx1 - Playlist que eu escuto para escrever

https://www.spiritfanfiction.com/historia/a-escolha-de-sakura-20083327 - A side


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