História Duas faces - Capítulo 6


Escrita por: e Cribsarsif

Postado
Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Personagens Originais
Tags Miraculous Nova Geração
Visualizações 8
Palavras 942
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Hentai, Magia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Capítulo seis - barca



Hope

Não tinha sido muito difícil escapar da escola. Three sabia exatamente o que fazer e o que não fazer para sair de lá. Era quase uma rotina para si.

Assim que conseguimos escapar, entre risadas fomos direto para um mercado comprar bebidas e alguma outra coisa que nos deixasse chapados para a nossa festinha particular.

Decidimos todos nos encontrar no centro do parque.

Fiquei impressionado quando chegamos. Estava velho, porém não nas piores condições. O que me deixava apenas mais animado.

- Que tal irmos na barca? - Lua sugeriu.

- E correr o risco dessa coisa desmontar por completo? - Emma perguntou incrédula.

- Relaxa, Emma. O máximo que pode acontecer é você quebrar o pescoço e morrer. - Jack provocou. Soltei uma breve risada ao ver a expressão com que Emma fazia.

- Não vai amarelar agora, não é, Emma? - Safira perguntou tomando um gole da cerveja.

- Eu não disse isso.

- Ela está com medo. - Apontei simplesmente, sabendo que aquela era a melhor forma de convencer ela a fazer alguma coisa. Me senti um pouco maquiavélico? Não, nem um pouco.

- Não estou não.

- Então por que não quer ir nos brinquedos? 

- Será que é porque eu tenho um pouquinho amor a minha vida?

- Não sei vocês, mas eu vou na barca. - Lua deu de ombros enquanto entrava no brinquedo.

- Isso provavelmente nem funciona, Lua.

- Ou talvez funcione.  

Jack clicou no botão de ligar assim que Safira, Andrew e Three entraram no brinquedo.

O mesmo que rapidamente se ligou assim como todo o parque.

- Como você?...

- Não foi ele. - Emma se aproximou. - Tinha uma parada estranha por ali, cheia de botões. Nos filmes aquilo faz o parque todo ligar, por isso tentei a sorte.

- Como esse lugar pode estar funcionando?

Emma

-Eu não sei bonitão - cutuquei-o com o cotovelo apenas para provoca-lo , vendo a carranca que ele fez - mas e agora, vai amarelar?

O desafiei, chegando bem perto de seu rosto. Me surpreendi quando ele apenas se aproximou mais focando seus olhos no fundo dos meus.

- Nem fodendo loirinha. - Disse e passou na minha frente.

Entrei logo após. A barca começou a andar em um ritmo lento, quando até parando fazendo alguns barulhos estranhos. Aquilo me parecia loucura. E era se parasse pra pensar, mas estavamos todos tão calmos que nem parecia uma possibilidade plausível.

Lua parecia se divertir olhando para a água descuidada pela qual navegavamos. E isso me assustava . Trhee fumava junto com Jack, enquanto conversavam sobre as banalidades da vida observando Safira beber o resto da cerveja que tinha em mãos. Andrew apenas ouvia a conversa animada que haviam começado.

- Se arrepende ? - Hope se virou para mim .

- Pra falar a verdade, não. Não mesmo. Estou precisando de um pouco de aventura na minha vida.

Me sentei ao seu lado.

- Acho que tudo anda normal demais, não parece? Como se fosse acontecer alguma coisa grande em nossas vidas. - Ri ouvindo o que eu mesma rinha dito.

O garoto me olhava como de forma estranha, e logo comecei a pensar no que tinha dito percebendo que era a maior besteira.

- Desculpa, devo estar blefando. O cheiro dessa erva deve estar afetando meu cérebro...

- Faz sentido. - ele olhou para o céu. - Na verdade , faz muito sentido. Já tem um tempo que parece que minha vida é um disco arranhado se repetindo o tempo todo.

- É...

Abandonando a iluminação do céu cinzento, entramos naquele antigo túnel no amor.

Eu e hope nos olhamos e rimos.

Olhando ao redor me vi em uma oportunidade de alegrar as coisas ali.

Estendi minha mão pra ele em um gesto galante como uma brincadeira e fiz uma leve reverência.

- Me concede essa dança?

O garoto nitidamente mais alto do que eu fingiu uma risadinha e segurou seu vestido, imaginando que estávamos em um baile de gala, aceitando minha mão.

- É claro.

Comecei a cantar , ouvindo o eco que aquele lugar me proporcionava.

Fly me to the Moon

and let me play among the stars...

 Let me see what spring is like on Jupiter and Mars.

 In other words, hold my hand.

 in other words, baby, kiss me... 

Ele sorriu novamente enquanto segurava minha cintura, incentivando a que eu continuasse.

Sorri logo em seguida, mas me surpreendi quando o ouvi me acompanhar.

Fill my heart with song

Let me sing for ever more

You are all I long for

All I worship and adore

In other words, please, be true

In other words, I love you.

Hipnotizada. Estava completamente hipnotizada por sua voz tão calma e melodiosa que praticamente me perdi no fundo de seus olhos tão cristalinos.

A forma que ele cantavaa, parecia que não estava mentindo sobre a letra, e que talvez, só talvez quisesse me dizer algo a mais.

Perdida em sua voz, não vi quando comecei a me aproximar dele, sentindo sua respiração em meu rosto. Minhas mãos involuntariamente foram até seu pescoço o chamando para terminar o que começou. Não deixaria ir sem terminar.

Mas para estragar nosso conto de fadas, o barco parou. Fazendo um grande barulho assustando a todos.

- Não tinha outra hora pra essa merda quebrar não? - Lua pronunciou - acabamos de entrar no túnel do amor!

- Eu que o diga...

Disse me afastando de Hope, que parecia ligeiramente decepcionado. Poderia afirmar que também estava. 

- Pessoal... Como saimos daqui agora? - Three perguntou assustada enquanto tentava empurrar o pequeno portão de metal que nos prendia no barco. - Merda! To presa...

- Todos nós estamos, meu amor. - Jack resmungou.



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