História Duas passagens para o céu - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Jikook, Namjin, Taegi
Visualizações 113
Palavras 3.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Quero começar agradecendo MUITO a leitora Evelin Magalhães pelo carinho que ela se disponibilizou a ter, por divulgar a história de maneira tão apaixonada, e por torcer por mim e pela DPPC. Muito obrigada de coração. E também quero dar um esporrinho em você por ter lido na aula, menina faz isso não <3 Haha, obrigada, de coração.
Segunda coisa, as músicas que eu coloco na fanfic (a maioria pelo menos) estará numa playlist no spotify que eu estou criando, então quem quiser ouvir, eu vou deixar nas notas finais, mas estou planejando futuramente lançar a playlist no youtube também (com mais disponibilidade de músicas, covers e etc).

Outra coisa, vocês viram o vídeo que o Jimin postou no twitter? (Quem não viu o link também está nas notas finais) Eu achei muito fofo, e super foi a cara dos meninos aqui na fanfic, tirando a parte de que quem editou foi o Jimin, e na fanfic quem edita é o Taehyung/Jin.

Boa leitura meus amores, e bem-vindos novos leitores, aceitam um pedaço de pudim? Haha

JÉSSICA TE AMO <3

Capítulo 8 - Aqueles olhos


Fanfic / Fanfiction Duas passagens para o céu - Capítulo 8 - Aqueles olhos

Me perdi nos olhos de Jungkook, eu não queria repondê-lo. Pulei em seus braços, e nossas bocas se encontraram, suas mãos serpentearam até minha cintura e as minhas mãos foram direto para sua nuca.

— Jungkook, você mesmo disse que é complicado... — Eu falei baixo para ele, que apenas sorriu largo.

— E você mesmo disse que não quer correr riscos, quem mais pode te proteger? — Eu o beijei de novo.

 

Meu pai disse que saíria com Jihyun, porque esperaria que eu e Jungkook nos resolvessemos, eu sentia as mãos de Jungkook subindo e descendo toda a extensão do meu tronco, minha camisa foi tirada enquanto nos perdíamos no olhar um do outro.

— Se preparou? — Perguntou ele, enquanto tirava sua camisa.

— Sim. — Eu disse enquanto tirava minha calça, Jungkook também tirou sua calça, fazendo barulho quando o cinto bateu no chão. 

Ele voltou a me beijar enquanto me empurrava para cima da cama, a cada estalo dos nossos lábios, a cada gota de suor misturando-se. Não queríamos preliminares, Jungkook sabia cada pedaço do meu corpo, cada lugar, onde tocar. 

Meus gemidos ficavam cada vez mais esganiçados, foi quando Jungkook resolveu abocanhar um de meus mamilos, e eu senti que podia gozar só assim.

— J-J-JUNGKOOK! — Ele riu e soprou um deles, arqueei minhas costas, e foi quando minha cueca foi brutalmente arrancada, beijou cada dedo meu e então pediu que eu lubrificasse os seus. 

Os seus dedos dançavam entre minha língua, minhas bochechas e passavam levemente nos meus dentes, eu o sentia pulsar na minha coxa, foi quando eu senti seu dedo entrar, e meus olhos reviraram.

— Vou pôr — gemido — Uma música. — Jungkook caçou o celular colocando para tocar Every Breath You Take - The Police. 

Ele colocou mais um dedo me fazendo berrar, aquilo ardia. Eu o sentia forçar-me, mas não era nada bom, eu queria parar. Em alguns segundos aquilo começara a ficar bom, e eu queria mais.

Foi quando então ele colocou seu membro, e eu quase chorei de dor, aquilo era pior que os dedos. Jungkook evitava se mover para que não doesse em mim, mas só de estar ali já doía.

— E-Eu posso me mexer? Você é muito apertado! — Eu me mexi, e foi quando uma dor quase insuportável me atingiu. 

— Para, tira, tá doendo! — Ele tirou e se deitou ao meu lado, e eu quis chorar de vergonha, aquilo era horrível, me virei para o outro lado querendo inutilmente não olha-lo. Foi quando uma risada soprada soou em meus ouvidos. — Do que está rindo?

Ele não respondeu, apenas beijou minha cabeça.

— Você broxou... — Tremi meus lábios, e ele revirou os olhos.

— Não consigo ficar excitado vendo você sentir dor meu amor, quem sabe outra hora não é? — Beijou minha testa e me abraçou. — Jimin, temos todo o tempo do mundo, eu amo você.

Comecei a passar a mão pela tatuagem dele, contornando aquela longa cerejeira, enquanto via-o se arrepiar, aquela sempre seria minha tatuagem favorita. Ainda estávamos nus, foi quando Jungkook se levantou e nos cobriu com um lençol. A música que tocava era Fire Meet Gasoline da Sia, o relógio marcava 8:15h da noite.

Ouvi quando a porta do andar de baixo foi aberta e meu irmão e meu pai entraram rindo, meu irmão ameaçou entrar no quarto, mas antes batera na porta.

— Você pode entrar, só não repara na bagunça. — Ouvi Jungkook falar rindo e meu irmão entrou, ele separou as roupas que estavam ali e pegou algo no armário.

— Por favor, sem batizar o meu colchão. — Ele pediu, e nós dois rimos. 

{...}

Eu terminava de vestir meu uniforme enquanto Jungkook só colocou um casaco do meu pai e saímos de casa. Meu pai iria nos levar, e depois deixar o Jihyun na escola.

Saímos do carro, e começamos a entrar na escola quando Jungkook nos parou.

— O que foi? — Perguntei e ele me olhou.

— Sabe que vai ter que pedir desculpas pra ele, não sabe? — Perguntou, e eu quase soquei sua cara, me recusei a responder, apenas soltei meu braço e continuei caminhando. Ouvi ele correr para me alcançar.

— Eu não vou pedir desculpas Jungkook, não vou! — Disse. — Eu não vou, sabe por que? Porque é a verdade, porque se não fosse por mim, por você e pelo Yoongi, ele não tava vivo! 

Jungkook apenas suspirou e nós entramos, logo que eu sentei Taehyung olhou para o lado, como uma criança fazendo birra, e se recusou a olhar para mim. Yoongi estava no meio de nós, e apenas escrevia em seu caderno.

O sinal soou e todos fomos para sala, entrei primeiro me sentando no meu lugar de origem, e vi quando Taehyung foi se sentar no outro lado da sala, Yoongi ficou confuso e então decidiu matar aquela aula.

 

Depois do tempo da aula, eu apenas recolhi meus materiais e segui até a sala de inglês. Percebi quando alguns alunos começaram a me olhar, mas me olhar mais do que eu achava normal.

— O que foi em? — Perguntei, e uma menina baixinha com um óculos quadrado e cabelo curto me puxou pelo braço.

— Ignora todo mundo, eu sou conhecida como Nana. — Ela disse baixo, ela olhava para os lados o tempo todo como se tivesse medo de algo lhe acontecer. — Eu to fazendo intercâmbio, enfim, eu acho que te deixei mais desnorteado. — Continuei olhando para ela. 

— Você pode encurtar a história? — Ela olhou para o lado nervosamente.

— Eu moro com o Jooheon, e ele tá planejando pegar seu irmão hoje. — Ela disse. — Não conte para ninguém que eu te falei.

— E por que tá todo mundo me olhando? — Eu perguntei, e ela pegou o celular me mostrando uma foto que eu havia tirado a muito tempo com Jungkook, que estávamos deitados na cama e tínhamos a boca inchada de beijos e vermelha de vinho. 

Ela ficou olhando para mim, esperando alguma reação enquanto guardava o celular na bolsa branca com bolinhas pretas.

— Escuta Nana ou seja lá qual seja seu nome. — Comecei. — Obrigada pela informação, mas toma cuidado.

— Jimin espera... — Ela me segurou antes que eu saísse. — A garota que o Jungkook beijou, era eu.

{...}

Eu ia embora junto com Namjoon, iríamos sair mais cedo para pegar o meu irmão. Jihyun não andava armado, a escola que meu pai escolhera era muito rígida. O carro, que não era de Namjoon, estava andando muito devagar, mas chegamos a tempo.

— O que houve? — Perguntou meu irmão, ele apertava a alça da mochila e olhava para o carro.

— Só entra no carro pirralho, não tenho tempo para te explicar. — Ele disse, e foi quando a moto de Jooheon cruzar. — ENTRA LOGO!

O garoto entrou e Namjoon já deu partida, ele estava caçando algo entre os bancos e depois abriu o porta-luvas.

— Vê se essa merda tá carregada. — Eu olhei, não estava e então ele bateu no volante, algum tempo depois Namjoon parou na casa de Jin e o portão abriu para gente. Jin era rico, e seus pais esbanjavam maluquice e dinheiro.

A mãe de Jin estava com um cigarro eletrônico enquanto minha amiga estava perto dela, ela não havia ido para a faculdade.

— Preciso de 4 milhões de dólares mamãe. — Ela pediu, a mãe dela apenas acenou com a mão e Jin pegou um cartão.

— Espera. — A mulher se levantou. — Eu pelo menos preciso ser responsável uma vez. — Rimos juntos. — Pra que tudo isso?

— O imbecil do meu irmão tá devendo pros Clowns.

 

Eu tinha uma bolsa com dinheiro, e então peguei o celular de Namjoon, e liguei para Nana com o número que estava na minha calça jeans.

Alô?

— Escuta garota, eu espero que você não esteja me enrolando. — Eu falei, e ela então soltou um suspiro.

Eu espero que você não esteja sendo grosso com quem salvou a vida do seu irmão, escuta uma coisa 'comidinha do Jungkook', eu poderia estar fazendo outra coisa, mas não, to ajudando você. 

Eu fiquei calado, ela estava certa afinal.

O Jooheon tá nesse momento na Rua 4, encontra ele, dá o dinheiro e vai armado. Eu não sei do que ele é capaz.

— Infelizmente nem eu.

Oppa, boa sorte com o Jungkook!

E desligou.

 

Eu havia chego no local, tinha alguns garotos queimando baseados e bastante armamento pesado.

O primeiro a me notar foi Minhyuk, e atrás dele um garoto pequeno de cabelos rosas, Kihyun.

— Tá no lugar errado Jimin. — Minhyuk diz baixo, de todos eles era o menos assustador, ele veio mais perto de mim e me empurrou um pouco para trás. — Se o Jooheon te ver aqui ele te mata.

— Eu trouxe o dinheiro. — Falei, confesso que estava mais debilitado que o normal. Minhyuk olhou para os outros garotos e então puxou meu braço com delicadeza para mais longe dali.

— Me entrega o dinheiro, e eu vou resolver com os moleques para deixarem o pirralho em paz. — Minhyuk disse, e eu dei a sacola para ele. Ele olhou brevemente o conteúdo e então pegou seu celular, vi quando ele apagou alguma coisa. — Jooheon não vai notar. Fica longe de encrencas moleque.

Eu sorri, e então eu saí dali quase correndo. 

{...}

Minha cabeça parecia que iria explodir, Jihyun estava jogando um joguinho portátil sem som, eu rolava pela cama de um lado para o outro enquanto sentia minha cabeça doer.

— Hyung, isso quer dizer que eu to livre? — Jihyun perguntou, e eu assenti. Ele deu um sorriso e então voltou a jogar no seu jogo. — Hyung, se fosse para viajar com alguém especial, pra onde você iria?

— Eu gostaria de ir para o Caribe. — Ri um pouco. — Mas nem eu, nem Jungkook sabemos falar inglês.

Jihyun olhou para mim.

— Eu não falei nada de Jungkook. — Ele me olhou e deu um sorrisinho malicioso. — Você é apaixonado pelo Jungkook né?

Suspirei e então me levantei, minha cabeça ainda doía mas eu puxei meu irmão para perto de mim.

— Você sabe por que a mamãe e o papai se separaram? — Perguntei, recebendo uma resposta negativa de volta. — A mamãe não me considera filho dela, pelo simples fato de eu ser gay, para ela é muito difícil aceitar isso.

— Mas é errado da parte dela hyung! — Ele disse. — Bom, eu aceito e você tem todo o meu apoio, ok? — Beijou minha testa e então se levantou. — Vou pegar um remédio e já volto.

Ele saiu do quarto e eu fui me movendo para a cama. Sentei nela e comecei a inutilmente expremer minha cabeça entre minhas mãos, doía como o inferno.

— Hyung! — Jihyun quase gritou ao entrar no quarto. — Você não sabe quem vai tocar no baile da sua faculdade, e você vai ter que me deixar ir! — Fiquei olhando para o rosto do meu irmão sem enteder. 

Todo ano, na minha faculdade, nos bailes finais eles convidavam três grupos ou bandas para tocar na festa, vários artistas grandes já foram como: Shinee, Super Junior, Ukiss e etc, alguns artistas americanos/canadenses como Shawn Mendes, Jack and Jack, The 1975 e etc também já foram.

Esse ano não seria diferente.

— Convidaram o B1A4! — Ele quase berrou, seus olhos brilhavam mesmo no escuro, eu sabia o quanto meu irmão era fã daqueles cinco garotos. — Deixa eu ir?

— Consegue alguém para leva-lo como acompanhante e eu não vejo porquê não. — Ele deu mais um pulinho. — Mas sabe quem mais?

— O Lunafly e o Teen Top irão. — Eu achei muito viajado, mas eu gostava de todos os grupos. 

Fiquei sorrindo para o nada, imaginando eu e Jungkook dançando ao som de How Nice Would To Be, mais conhecida como nossa música favorita.

Jihyun me entregou o copo com um comprimido redondo, e eu apenas tomei. O comprimido quase de imediato me deu um alívio.

— Acho que amanhã você já pode voltar a sua vida normal com a mamãe em Busan. — Ele deu de ombros.

— Mas Jimin, assim não poderei ver o B1A4, e principalmente, de graça! — Ele fez um biquinho.

— Pode sim, fala com ela e perto do baile eu deixo você passar uma semana aqui em casa comigo e com o papai. — Ele fez um biquinho murcho. — Faz um seguinte? Você volta para Busan e eu pago uma tatuagem pra você.

Ele pensou um pouco e deu de ombros.

— Eu queria passar mais tempo com você. — O tom recentido era perceptível de longe. — Mas tudo bem, eu sei que é mais seguro para todos nós que eu more com ela. 

Fiquei calado.

{...}

Jungkook batera na minha casa, não devia ser mais que nove horas da manhã, atendi a porta mesmo ainda de pijamas.

— Mochi, bom dia. — Ele sorriu, e então me beijou na bochecha. — Acordou agora?

— Acordei. — Sorri com sono, em meio a um bocejo. — Entra, vou preparar algo pra gente comer. — Fechei a porta assim que ele entrou.

Seguimos até a cozinha, enquanto eu preparava algo para nós dois comermos. Ele olhava enquanto eu fazia as coisas, Jungkook parecia voar em seus próprios pensamentos.

— O baile tá chegando, você vai com alguém? — Ele perguntou, e eu automáticamente olhei para seu rosto.

— Achei que fossemos juntos. — Comentei, virando de costas novamente. Aquela pergunta me chateara.

— Eu vou com uma garota. — Ele disse, e eu continuei fazendo o café. — E-Ela é uma seguidora a tempos e...

— E você ainda é o hétero. — Ri sem humor. — Tudo bem, eu não ligo. — Disse para ele, ainda de costas. — É só um baile idiota, mas eu vou ter que ir porque meu irmão quer conhecer o B1A4.

Jungkook riu.

— Já sabe com quem vai? — Perguntou.

— Provavelmente com Yoongi. — Vi seu rosto se contorcer numa careta raivosa, mas ele ficou calado.

{...}

Eu ouvia a música do The Outfield tocar na lanchonete com tema de anos 80/70, eu ouvia enquanto comia um sanduíche bem gorduroso. O refrigerante estava quase no fim, o barulho era apenas o gelo balançando no fundo.

Eu ainda estava sem celular, então imaginava todos muito putos comigo por terem saído sem avisar, agora não devia ser mais que quatro horas da tarde. Terminei meu lanche e deixei quantia o bastante, me levantei e saí do estabelecimento.

Fui até um telefone pago, e liguei para Jin.

— Jin?

PORRA JIMIN, ONDE VOCÊ TÁ?

— Noona eu to no centro, peguei um táxi. Depois volto para casa.

Desliguei o telefone antes de ouvir mais alguma coisa. Comecei a andar, vendo algumas luzes ali.

Eu estava triste, odiava o fato da fama de Jungkook às vezes ser mais importante que eu. Eu sabia onde ficava o ponto de drogas dali, e sabia onde os Clowns gostavam de ficar.

Mandei um 'que se foda' mental, e comecei a ir em direção do lugar onde só os Clowns entravam. Minhas mãos estavam dentro dos bolsos do meu casaco, e eu evitava fazer barulho, foi quando eu entrei.

— Não deveria estar aqui! — O primeiro a me atender foi Kihyun e sua cabeleira rosa. — Quer morrer Park?

— E se eu quiser? — Ele apenas rosnou baixo e me puxou.

— Espero que não seja burro o bastante para ter vindo comprar PUK! — Ele disse enquanto caminhávamos num corredor escuro, iluminado por uma luz azul, alguns garotos fumavam bastante, outros estavam com cocaína. 

Entramos numa sala, era pouco iluminada mas ainda assim eu via algumas pessoas dançando. Ele me puxou mais um pouco e finalmente entramos num lugar claro.

— Agora fala, o que você veio fazer aqui! — Ele disse. — Se Hyunwoo descobre, você tá morto!

Dei de ombros.

— Eu quero drogas, não tão pesadas quanto PUK mas com mais efeitos que maconha. — Ele foi até atrás de um móvel, pegando um chave e abrindo a gaveta. Tirou um saco com algo destacável.

— LSD. — Ele jogou na mesa, e eu peguei. — 25 dólares. 

— Estamos na Coreia, eu estou sem dólar! — Digo, e ele suspira olhando para o lado impaciente.

— Fala a verdade Park, por que tá aqui? — Ele diz, e eu suspiro.

— Eu quero LSD! — Eu busquei meu dinheiro e joguei as notas na mesa. — Vê quanto tem em dólar!

Ele pegou as notas, colocou esticada sobre a mesa e começou a fazer as contas na calculadora. Logo em seguida pegou um saco menor.

— Tem pelo menos dez dólares, fica com esse. — Ele falou, peguei o saco na mão e olhei, o tamanho era menor, e era o desenho do Mickey. — Não coloca mais que dois na língua pra não ter overdose. 

Assenti. Ele abriu uma porta nos fundos e eu guardei a droga no bolso, comecei a andar até um telefone pago, e liguei para Yoongi.

Alô?

— Me busca aqui no centro de Seul, eu quero ir para casa. — Disse, e então vi que do lado de fora da cabine telefônica começava a chover. — Tá chovendo...

— Tô indo, eu sei onde você tá, conheço esse número de telefone. — Riu, em seguida desligou. 

Me abriguei algum tempo naquela cabine telefônica, até ver a moto de Yoongi parada na frente dela. Corri até o garoto, e subi na moto.

— Se segura que eu ando rápido. — Ele riu e eu seguirei na cintura, forcei-me a não cair. 

{...}

Devia ser mais ou menos umas quatro da manhã quando meu pai achou o LSD no meu casaco, ele respirou fundo e me olhou perguntando porquê. 

Não consegui dar uma razão explícita, ele entendeu, mas disse que jogaria fora. Concordei com ele, e naquela madrugada dormimos no mesmo quarto.

 

 No dia seguinte eu havia acordado primeiro, meu pai estava com a boca aberta e até roncava baixinho.  Dei uma risada rouca, e então levantei, peguei algumas moedas e fui até a padaria.

Nem havia feito higiene matinal, ia apenas comprar algum pão doce para comermos, e então esbarrei em alguém, ele estava de máscara e de capuz, mas eu já havia visto aqueles olhos.

— Desculpe. — Pedi e ele se levantou, meio torto e seguiu seu caminho. Continuei andando até a padaria e fiz o que iria fazer.

 

Meu pai estava comendo, o LSD estava no lixo. A tentação de pegar era muita, mas eu não tinha coragem, não queria decepcionar meu pai daquele jeito.

— O que houve entre você e o Jungkook? — Mordeu mais um pedaço, e eu dei de ombros, não queria falar sobre.

Ele terminou o pão doce e jogou o plástico no lixo. Ele voltou e me abraçou, recostei a minha cabeça no peito do meu pai e ele acariciou meus cabelos.

— Me escuta sem dar ataque. — Ele disse e eu olhei. — Aquele irresponsável ama você de uma forma que nenhum ser humano é capaz de amar. Jimin, eu acompanhei vocês crescerem, eu vi aquele moleque fazer a cerejeira e ouvi ele dizer que era por você! Escuta filho, eu nunca vou te forçar a ficar em um relacionamento, nunca vou ficar contra você, mas eu to dizendo o que eu vejo, quantas noites em claro fazendo a sua segurança aquele moleque não passou, quantas vezes ele quase morreu pra ter um sorrisinho seu Jimin... — Meu pai suspirou e pôs a mão no meu ombro. — Ele não vai ao baile com uma garota por ele, ele vai porque você vai ao baile e ele quer ver você lá. 

— Pai...

— Entende o que eu quero dizer? Ele te ama Jimin, um amor maior do que todos que eu já vi, um amor que não vai acabar tão cedo e talvez nunca acabe! — Ele me disse.

— Eu amo ele. — Admiti baixinho e meu pai me abraçou.

— Eu sei disso filho. 


Notas Finais


CHEGUEI HOJE NA INDICAÇÃO

Meu melhor amigo virtual (@GLITCHR) escreveu uma fanfic ORIGINAL muito boa, sério! O nome da fic é "...the boy with guitar"

https://spiritfanfics.com/historia/the-boy-with-the-guitar-10934582

Deem uma olhadinha <3


EU QUERO MUITOS COMENTÁRIOS EM, OPINIÕES SOBRE OS CAPÍTULOS PORQUE EU TO TRISTE COM A FALTA DE VOCÊS AAAAAAAAA ;^;

Reconhecem essa pessoa da foto? É a mesma que o Jimin viu na rua rsrsrsrs

O vídeo do Jimin com o Jungkook (postado pelo Jimin): https://twitter.com/BTS_twt/status/927508376786935808
O vídeo do Jungkook com o Jimin (postado pelo Jungkook): https://www.youtube.com/watch?v=XrTNLkqGrlc

Agora uma notícia boa! Eu to pensando aqui com as minhas minhocas e parafusos soltos, e eu tenho um cordão do BTS aqui em casa, aí eu pensei "Uh... Por que não fazer um sorteio para as leitoras?" E com isso eu decidi que quando chegar aos mil favoritos (se chegar), eu farei um sorteio!


É um cordão semi-novo do BTS! O coletinho, e pra isso eu preciso que vocês preencham esse formulário, por favor só preencham uma vez.
https://goo.gl/forms/5SJmLkYHsANP3LDc2


Essa fanfic também é postada no... WATTPAD!
https://www.wattpad.com/story/124498905-duas-passagens-para-o-ceu


"Mas autora, você escreve outras fanfics?" Sim, escrevo!!!!!!

Essa aqui é uma terminada, e meu orgulho particular, é a fanfic Wrecking Ball!
https://spiritfanfics.com/historia/wrecking-ball-3278178

Mas eu tenho outra, é uma fanfic nada tensa e de comédia, se chama Suck At Love, ela é JunHao (Jun + The8)
https://spiritfanfics.com/historia/suck-at-love-6875009


Visitem também meu outro perfil de one-shots e historietas:
https://spiritfanfics.com/perfil/bravpunxh


Me sigam no twitter, podem ver eu reclamando da vida e fazendo selca day (rsrsrs)
https://twitter.com/caniffumadwx_


Até o próximo capítulo, SEE YOU SOONyoung!


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