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História Duas vezes amor - imagine Jeon Jungkook - Capítulo 13


Escrita por: e ixy-


Notas do Autor


Voltei anjinhos 💕✨
Capítulo não corrigido ainda

Capítulo 13 - Confissões


Fanfic / Fanfiction Duas vezes amor - imagine Jeon Jungkook - Capítulo 13 - Confissões

                      [.......]

                       S/N

As horas haviam passado rapidamente e só quem estava presente ainda no extenso corredor de espera era minha pessoa. Agnis basicamente obrigou Jungkook á segui-la, pelo motivo da gravidez e afins. Óbvio, que ela está em uma situação na qual se precisa ter mais cuidado, porém é muita insensibilidade. Ela veio junto a kim sun e bem poderia voltar junto a ela, ao invés de ficar perturbando a cabeça do moreno para levá-la para casa, enquanto o irmão dele estava internado na UTI.

 A poucos minutos atrás o médico responsável por Henry veio me entregar o celular do mesmo, o que até então, eu achava não ser permitido. Junto com o doutor, também veio a notícia de que eu poderia ver seu paciente, dentre algumas horas.

Disquei onde pedia a senha do aparelho— dia sete do onze—, já que era a senha mais possível que me vinha em mente. O aparelho não estava em tão boas condições, talvez pelo fato do acidente.

O processando ficou na tela por rápidos segundos, até que liberou. Deslizei meus dedos pelos apps do celular, até que vejo uma pasta em destaque, com o seguinte nome: “clique S/n”.

Henry realmente havia planejado isso?

Cliquei na pasta como pedido, lá assim encontrando algo muito peculiar, uma gravação e um áudio.

Apertei no primeiro, sendo ele o áudio.

As vozes me pareciam familiares.

Seria de Agnis a voz feminina obviamente e logo em seguida a de taehyung.

Céus, eu sabia que principalmente Agnis não era flor que se cheirasse, mas isso é algo assustador.

Vadia.

Aqueles dois Mantém um caso à anos, embaixo do próprio nariz do jungkook e sem contar no que essa grande mentira causou. Aquele bebê, tem chances de não ser do mesmo e eu acredito que não seja realmente, pelo fato de sua tamanha responsabilidade. Jungkook sempre foi um cara certinho, nunca arriscou nada de diferente tanto na cama, quanto na vida. Acho difícil ele não ter se prevenido.

Eu engravidei, por conta de ter o feito arriscar algo diferente e foi muito difícil, lembro-me até hoje.

Ele sempre foi muito o padrão, nunca o vi sendo muito mais além disso. Claro, que no seu retorno ele se mostrou um cara muito durão, mas ele entrou em um personagem.

Achando que não poderia piorar, abri o vídeo no qual se encontrava Henry no carro, aparentemente em um estacionamento.

Suas palavras soaram com um grande teor de ódio e seu olhar com uma aparente tristeza.

         [Vídeo on]

             HENRY

Eu não sei em que momento você verá isso, ou, se até mesmo conseguirá ver, porém de qualquer forma eu preciso lhe dizer algumas coisas.

Eu me sinto tão frustrado e irritado nesse momento, pelas coisas que ouvi e também pelas conclusões que cheguei. Eu não queria ter descoberto essas coisas, todavia sei que se não fosse eu, seria você.

Saí da casa de sua mãe agora pouco e minha cabeça basicamente fez: Bum!

Eu, quando era mais jovem já havia escutado uma discussão dos meus pais, que envolvia o nome de sua mãe. Eu quando ouvi pouco liguei, mas desda aquela época que minha mãe diz coisas comprometedoras sobre a mesma.

Resolvi ir até lá por conta do que foi dito, naquele dia que minha mãe foi em nossa casa.

Ela naquele dia deixou bem claro que não era uma implicância básica.

Resumindo: sua mãe teve um caso com meu pai, ainda enquanto ele era casado com minha mãe.

Seus pais estavam separados, creio que se recorde.

Quando taehyung disse: “Eu apenas espero as cartadas, jogadas da rainha.” Ele fez uma comparação a um jogo de cartas, no qual você observa o movimento das cartas jogadas já na mesa, para agir, ou melhor dizendo, para dar um chequemate.

“A rainha”, essa parte me intrigou, pois também há o rei.

Ele poderia estar jogando comigo? Sim, podia, mas ele parecia nervoso demais para brincar.

Minha mãe sempre te odiou, deixando bem claro isso para quem por ventura quisesse saber. Ela te rejeita tanto nem é pelo que você é, mas sim, por você ser filha de quem é.

Toda a culpa caiu sobre mim na verdade por conta do que o taehyung achou no computador, sendo que eu não era o único a usá-lo, ou, a poder usá-lo. Eu morava com minha mãe.

Sei que são apenas suspeitas, mas eu acho que ela armou aquele atentado, para que fosse você a real prejudicada,no entanto deu errado.

Ela não parava de dizer:“era para aquela mulherzinha estar lá, não meu filho!”, essa frase viveu sendo a mais falada por ela durante uma semana.

Kim Sun, minha mãe que armou tudo e eu espero não estar errado.

Taehyung está com segundas intenções, sendo elas, pegar todo o dinheiro da nossa família. Ele pretende agir sobre os planos de sucesso e derrota de minha mãe.

Taehyung é o rei, agindo misteriosamente por trás da rainha.

Nem mesmo minha mãe sabe do que está se passando.

Com essas informações, creio que você seja a única capaz de fazer algo.

Meu irmão precisa da sua ajuda. Ele é capaz de escutar apenas a você, porque te ama.

Por favor faça algo, com cuidado.

Eu não sei o que acontecerá comigo, dado que tenho certeza que tem alguém por me seguir á cerca já de uma hora.

Fica bem gatinha, te amo.

[VÍDEO ENCERRADO]

Sem palavras, era assim que eu me encontrava.

Kim Sun para mim nunca foi uma santa, porém eu jamais poderia imaginar que ela seria ser capaz de tamanha atrocidade.

Esse trio merece tudo de pior que há no mundo. É errado desejar o mal, eu sei, mas não existe como não querer isso para cada um.

Eu só queria gritar de raiva, todavia infelizmente não posso.  

Meu corpo estava fervendo de ódio e por motivos óbvios. Eu estava ao ponto de ter um colapso.

Peguei meu casaco e minha bolsa, já pronta para pegar o primeiro táxi que por ventura viesse por passar enfrente ao hospital.

Eu sabia que Henry ficaria bem, até porque, o médico havia me afirmado isso. Ele nem mesmo estava mais na UTI, o que era ótimo.

Eu não queria saber se era uma boa hora para bater na casa de jungkook ou algo do tipo, eu só queria informá-lo sobre todas as coisas.

Agnis e taehyung? Se ambos estivessem lá seria ótimo, ou até melhor que ótimo, seria maravilhoso.

                    [......]

Paguei o taxista e fui até a casa do moreno, bati duas vezes seguidas na porta, porém nada escuto.

Se eu pudesse derrubar aquela gigantesca porta, eu derrubaria.

Meu relógio de pulso marcava uma e meia da manhã.

Um: “A essa hora?” escuto ecoar por trás da porta, em um tom feminino.

Só poderia ser Agnis. Sempre ela quem é a recepcionista da vez.

E não é que eu estava certa, era ela.

Aquela cara deslavada ela sempre teve, mas é como se agora eu sentisse ainda mais ânsia só de vê-la.

— Aqui não tem pão velho, vaza!— Proferiu ríspida, sem benevolência alguma.

Eu estava realmente afim de levar tudo numa boa com ela, ou pelo menos tentar, mas eu não tenho ‘sangue de barata.

— Ou você me deixa passar, ou você me deixa passar! Você não tem direito á escolha.

— Pois eu não deixarei!— Franze o cenho, olhando-a de cima a baixo.— Essa casa não é mais sua!— Empurrou a mesma, que apenas respirou fundo.— Essa casa é minha e do meu marido.

— Sua um caramba!— bato na porta, antes de entrar com tudo.— Marido?— Questiono, com um grande teor de ironia.— Céus, você perdeu a noção do ridículo.— Gargalhei— Mesmo que você estivesse casada com ele, você já poderia ir arrumando suas malas, porque aqui,— Aponto para o chão.— nessa casa, você não irá morar mais.— Um olhar de medo surgiu de sua parte, o que me satisfez muito.

— Sobre o que você está falando?— Segurou o braço da menor, que ameaçou subir o primeiro degrau da escada.

— Está curiosa é?— sorri.— Logo você vai saber. Cadê o Jungkook?— Começo a subir os degraus, sem ela ao menos perceber.— Ele está no quarto?

— Sim, mas você não pode subir!— Sobe ligeiramente até os degraus, para inpedi-lá, o que não aconteceu.

— Por que eu não posso? O que você fez com ele, Hm?— A pressiono.

— Nada!— Sobressaltou.— Ele está dormindo apenas com....

— Que bobagem!— Suspirei, sem acreditar.— Eu já o vi de cueca dezenas de vezes.— Passo pelo último degrau da escada.— Não seria novidade alguma se eu até mesmo o visse nu.

— Claro que não seria, porque você hoje em dia prova do irmão dele também.— Provocou.

— Você diz como se não estivesse dado para ambos também. Tão hipócrita.— Revirei os olhos, enquanto seguia até o quarto principal.

— Eu posso ter dormido com os dois realmente, mas eu escolhi o jungkook.

— Eu não sou palhaça sua.— Digo, com uma expressão de pouca certeza.— Você escolheu seu “irmãozinho”, isso sim.

— O que você disse?— Indagou entre dentes.— Sua.... vadia!

— Pois diga o que você quiser, porque você vai ficar na merda!— A olhei bem nos olhos.

— Seja lá o que você saiba, não diga a ele. Eu o amo.— Complementou, com lágrimas por escorrer em suas bochechas.

— Se o amasse de verdade, não estaria fazendo o que faz dia a pós dia com ele.— Abro a porta do quarto, lá dentro vendo jeongguk a dormir tranquilamente.—Eu não sinto pena em lhe ver chorando com essas lágrimas falsas, eu sinto é pena dessa criança que você carrega.

— Você sente é inveja, porque perdeu o seu.— Riu, sem ao menos ligar se o moreno acordaria.— Sabe, ele não iria gostar nem um pouco dessa criança, caso ela estivesse sobrevivido.

— Será mesmo? Eu não acredito nisso.—Sigo até o mesmo, que custava a acordar com meus toques em seu ombro.— Jungkook?— O chamo.

— Hm, amor...— Murmurou se acomodando ainda mais na cama, ainda adormecido.

— Sou eu, a S/n.— O informei.

— Eu sei.— Ajeitou o edredom marrom sobre si.

Borboletas no estômago, era o que eu sentia.

— Acorde por favor, agora!— O puxo, fazendo-o acordar.

— Você realmente está aqui.— Levou as mãos a cabeça.— Nossa!— Suspirou frustrado, ao ver Agnis escorada na porta, de cara fechada.

— Escute bem.— Sento na borda de sua cama, assim pegando o celular de Henry e abrindo os arquivos deixados por ele.— ouça e veja muito bem, tudo que lhe mostrarei.

       [.......] MINUTOS DEPOIS

— Eu entendo o que você está sentindo no momento, eu...— Não deu nem tempo de eu finalizar o que planejava, visto que ele literalmente foi até Agnis com um estremo ódio.

Poderia escutar enquanto ele a levava para fora de casa, às seguintes palavras;

"— Por isso que vocês dois disfarçavam em determinados momentos."

"—Quando eu pegar o seu “irmãozinho”, pode acreditar que eu Irei arrebentalo."

 "—Diga a ele, que seja qual for o plano dele, não dará certo, porque eu agora abri meus olhos para quem estava ao meu redor."

"—Querem o que é meu, pois bem, tentem tirar de mim então."

 "—Suma da minha vida e não me venha com esse papinho de amor, porque isso você jamais sentiu."

Jungkook jogou todas as suas roupas pela janela, não deixando nada além de seu celular ainda no quarto.

 — Deixa o celular dela. Eu preciso ver algo.— Alerto, quando Noto-o pegar o aparelho em mãos.— Valeu.— Guardo na bolsa o celular.— A propósito, eu espero que você saiba que esses dois não são os únicos culpados nesse rolo todo.— Ponho minha bolsa no ombro, já pronta para voltar ao hospital novamente.

— Eu sei.— Abaixou com tudo um retrato seu com Kim Sun, sua mãe.— Eu fui muito trouxa!— Sentou na poltrona, culpando-se.— Minha vida foi destruída pela pessoa que eu mais confiava e amava.— Puxou seus fios longos e loiros para trás.— Minha mãe destruiu minha vida! Ela fez com que eu machucasse as pessoas que me faziam bem.— Morde o lábio inferior com força, tentando conter a raiva que o dominava.— É tão louco, como isso que eu vi passa a fazer tanto sentido. É como se mesmo sem provas, tudo se encaixasse muito bem.

— Eu sei, eu senti a mesma coisa.— Concordei.— Apesar de tudo, a vida segue. Eu fiz minha parte em lhe informar.— Olho de relance o relógio, que se encontrava na parede mais a frente.— Está na minha hora.

— Para onde você vai?— A questionou, levantando e se aproximando.

— Ué, para o hospital. Eu preciso ficar ao lado do seu irmão.— Sou direta, sem ao menos perceber.

— Eu sei.— Demonstra compreender.— Na verdade, nós dois precisamos, mas com tudo isso,— Gesticula.—um descanso é algo sagrado. Eu não acho que seja algo bom para você ficar sem ao menos se alimentar direito lá.

— 'Tá, não é só você que tem a noção disso, eu também tenho a consciência do que não é bom para mim.

— Pois é, mas não parece.— Sobressaltou, deixando bem claro que não estava de acordo com aquilo.— Você preciso estar bem, para quando ele sair de lá. Dois em más condições, seria demais, todavia parece que você não enxerga isso!

— Ok, você tem razão, porém o que você sugere então?— O Encaro, atentamente. Eu não estava disposta a ser tão durona.

— Durma aqui.— faz um:“espera” com as mãos, ao vê-la negar imediatamente.— Eu durmo no quarto ao lado e você fica aqui.— Recolheu suas chaves do carro, se preparando para sair.

— Está certo.— Largo minha bolsa ao lado da cama.— Me Desculpa por qualquer coisa, eu não queria ser grossa.— Digo, em um tom baixo.— Eu estou tão atordoada quanto você, com isso tudo.

— Eu mereço receber tamanha grosseria, na verdade, eu mereço até mais do que isso.— Se escorou na porta.— Eu me sinto tão estranho.— Proferiu, transparecendo arrependimento.— Eu no princípio tinha certeza que eram vocês que tinham planejado tudo, mas depois acreditei que era apenas meu irmão.— Suspirou pesado, sem acreditar em suas conclusões do passado.—Eu fui um idiota, que era dia a pós dia influenciado por uma cobra. Como eu pude ser tão burro?

— Não vale a pena você ficar se torturando com isso. Você apenas acreditou em alguém que amava.

— Eu acreditei, entretanto perdi com isso você, alguém que eu também amava muito, ou melhor dizendo, ainda amo. Eu perdi por causa dela uma vida feliz ao seu lado.— Seus olhos lagrimejavam.— Nós estávamos prestes a casarmos e você estava grávida, com isso, eu de fato jamais conseguiria ver hoje, um final infeliz para nós.

— É, mas resultou no final de tudo, em um final infeliz. Não existe como mudar isso.— Noto-o me olhar e concordar, aparentemente pensativo sobre algo.— Talvez tivesse que ser assim mesmo.

— Apenas lembranças...— Olhou bem nos olhos da mesma, que Desviou de imediato.— Eu Sempre busquei ser mais próximo do meu irmão e também busquei de todas as formas deixá-lo de certa forma feliz, mas eu infelizmente não soube ver, que ele só seria feliz ao seu lado. Pensando dessa forma, tenho total certeza que era realmente para ser assim nosso final.

— Talvez, mas quem somos nós para sabermos, não é? O destino nós prega peças e só ele sabe o final.— Sorri, tentando descontrair.— Eu queria lhe dizer o que eu sinto exatamente sobre você, no entanto, eu não sei que sentimento é esse. Eu não sei que tipo de gostar é esse.— Abro os braços, por eu realmente estar confusa.

É como se eu amasse ambos. É tão difícil dizer, se existe um que se destaque mais. Eu nem mesmo sei, se há alguma coisa assim.

Henry melhora meu dia com um mero—“ eu te amo”— e jungkook me faz sentir a cada palavra soprada de seus lábios, as clássicas borboletas no estômago.

Por que tão difícil? Céus!

— Então....— Franze o cenho.—isso significa que você tem dúvidas do que sente por mim?— Deu um leve sorriso, após vê-la a concordar quase que não notavelmente.— Você sabe, que tem um modo dessa dúvida acabar, certo?— Se aproximou.

— E-eu não posso!— Toco minhas mãos em seu peito, tentando criar uma barreira entre nós.— Isso não pode acontecer.

— Um beijo, apenas um beijo. Você me permite?— Indagou respeitador, encarando constantemente os lábios avermelhados da jovem.

— Eu não sei, não sei mesmo!— Engulo em seco, por notá-lo bem mais perto que o devido.

Aquele perfume, aquele maldito perfume! Eu me recordava dele.

 — Eu sinto, como se fosse a primeira vez que fossemos fazer isso.— Riu soprado.

— Não vamos fazer nada.

— Se você disse não, eu entendo.— Concordou, fitando seus pés por alguns segundos.— Tudo bem, mas eu sinto falta de tudo em você.— Tocou a bochecha da mesma, da forma mais adorável possível.

“Eu queria não pensar tanto em você. Queria não ver seu rosto no rosto das outras pessoas e não ouvir sua voz em todas as canções. Queria não sentir saudade de cada momento que vivemos, mas isso tem se tornado uma missão impossível.” 

Notas Finais


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