História Duas vidas. - Capítulo 4


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Categorias Rafael "CellBit" Lange
Personagens Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Fanficcellbollita, Nathalia_alves, Rafael¨cellbit¨lange, Rafaellange
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Palavras 1.375
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Magia, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura...
Capítulo com cenas de sexo...

Capítulo 4 - Capítulo IV


Fanfic / Fanfiction Duas vidas. - Capítulo 4 - Capítulo IV

O problema é que a gente costuma confiar nas pessoas antes de conhecer quem elas realmente são. 


No capítulo anterior...


- Sim, odeio atrasos.

- Serei sempre pontual, então. - Pedro sorriu, tomou um pouco de vinho, colocou a taça por sobre a mesa e se aproximou de mim. Colocando suas mãos em volta da minha cintura.

- Promete para mim, que só vai vir até mim quando eu pedir. - Pedro olhou para baixo, suspirou e me olhou.

- Sim, eu prometo.

- Bom menino. - Sorri, ele sorriu e aproximou seu rosto do meu.


Agora... 


Manuela Belluz - São Paulo. 


Pedro aproximou seu rosto do meu, deixou seu lábio próximo ao meu e aproximou seu lábio do meu, os selando.

- Para... - ele me olhou sem entender. - Não é assim que funciona comigo.

- É como então ?

- Sou eu quem manda. - lhe empurrei, fazendo suas costas baterem na mesa, caminhei até o mesmo e segurei no seu pescoço, aproximando minha boca do seu ouvido. - Tem um quarto ali no corredor, vai até lá e me espera.

Pedro me olhou, segurou na minha cintura e selou nossos lábios, balancei a cabeça negando e fiquei olhando ele se afastar.

Quando ele se afastou, sorri e peguei uma taça de vinho, outra com cubos de gelo e fui em direção ao quarto vermelho.

Como ele era o primeiro quarto, assim que entrei, avistei Pedro admirando alguns de meus acessórios pendurados na parede. Entrei no quarto, fechei a porta e deixei as taças em cima de uma cômoda que havia ali.

Pedro me olhou, caminhou até mim e parou na minha frente.

- Você é ninfomaníaca ?

- Não, só tenho gostos peculiares.

- Você gosta de dominar as pessoas, é isso ? - Pedro olhava atentamente para meus olhos.

- Não, não em todo o tempo...

- Como assim? - Pedro cortou minha fala, olhei para ele, com os olhos entre abertos.

- Não fale enquanto eu estiver falando, isso é falta de respeito e me deixa brava, e sei que você não vai querer me ver brava de verdade. - minha voz era alta, mas não estava gritando. Era uma voz autoritária.

- Me desculpe... - Pedro disse baixo, ficou olhando para meus olhos, com a boca entre - aberta. - O que vamos fazer agora ?

- Vá para a cama... - Pedro andou até a cama, se deitou na mesma e me olhou.

Caminhei até minha cômoda, abri uma gaveta e peguei um par de algemas de couro pretas. Andei até ele, parei ao lado da cama e fiquei olhando para ele.

- As mãos. - Pedro me estendeu as mãos, coloquei algemas nas mesmas e as prendi na cama. Pedro me olhou e suspirou baixo.

Andei até a cômoda novamente, tirei devagar minha roupa, ficando apenas de calcinha e sutiã, dei uma olhada para Pedro e ele me admirava. Peguei as duas taças, voltei até a cama e deixei a taça com vinho, em cima da mesinha ao lado da cama, ficando apenas com a taça com cubos de gelo.

Pedro estava atento a todos os meus movimentos.

- Conhece pegar a taça ? - ele me olhou, levei a taça até sua mão direita e vi o mesmo pegar, mas derrubar alguns cubos de gelo por cima dele. - Segura...

Deixei a taça em sua mão, subi na cama e comecei a lentamente tirar suas roupas e seus tênis.

Alguns cubos de gelo acabavam caindo por cima dele, o mesmo me olhava.

- Manuela, tira isso daqui, por favor...

- O gelo ? - olhei para ele, fui até o mesmo e rasguei devagar sua camiseta, o deixando apenas de cueca em cima da cama.

- As algemas, por favor... - balancei a cabeça negando, peguei alguns cubos de gelo que estavam em cima da cama, levei a boca e comecei a passar - los por seu corpo, lentamente.

Pedro de começo se mexia, para todos os lados, melhor dizendo. Fazendo com que o gelo caísse em cima dele. Ele puxava seus braços, tentando soltar - los de suas algemas.

- Você nunca vai consegui tirar... - eu o olhei, sorri, peguei a taça e comecei a pegar os poucos gelos que ainda sobravam.

- Como eu faço para você parar? - eu olhei para ele, estava sentada em cima de suas pernas, com minhas pernas em cada lado do seu corpo. Deixei a taça em cima da mesinha e olhei para ele.

- Você não tá gostando ? - ele sorriu, tentou tirar sua mão da algema e ficou olhando para mim.

- Você não tem noção do quanto eu gosto disso... mas e se eu não aguentar ?

- Não aguentar ? - levei minhas mãos até sua cueca, a tirando devagar, enquanto olhava para ele.

- Eu não sei o que você pretende fazer comigo, não sei se eu posso fazer o que você quer.

- Você vai... - assim que tirei sua cueca, pude ver seu membro, ele estava totalmente ereto, sorri olhando para ele, cheguei mais perto de seu membro e fiquei o acariciando totalmente, enquanto olhava para o Pedro. - Não costumo conversar enquanto faço isso, mas estou curiosa sobre você...

Pedro gemia baixo, sua boca estava entre aberta, eu havia colocado minha mão direita no seu membro, o acariciava de cima a baixo, as vezes o apertava mais forte, outra apenas acariciava.

- O que.... que... - Pedro tentava falar, mas apenas gemia no lugar das palavras.

- O que eu quero saber ? - ele concordou, mordendo seus lábios, eu tirei minha mão de seu membro, tirei muito devagar meu sutiã, levei minhas duas mãos até seu abdômen e comecei, muito devagar a rebolar em cima do seu membro. - Quero saber se você tem alguma doença...

- Isso é covardia... - ele disse numa forma de gemido, apenas balançou a cabeça negando e tentou tirar seus pulsos das algemas.

- Você tem ? - Pedro abriu a boca, mas apenas gemidos saiam dali.

- Não ... não ... tenho... - sua voz estava roca, ele me olhava e mordia os lábios, enquanto eu apenas rebolava, agora mais para cima de seu membro.

- Isso é bom... - Pedro concordou, tentou mais uma vez tirar as algemas e balançou a cabeça negando.

- Vai... anda logo com isso... - eu sorri olhando para ele, sai de cima do mesmo e fui até a cômoda, peguei um preservativo e voltei, já tirando o preservativo e colocando em seu membro.

Subi novamente por cima dele, agora penetrando seu membro em mim, Pedro sorriu me olhando, eu comecei a rebolar minha cintura enquanto gemia baixo, Pedro gemia junto a mim. Eu estava gostando, era difícil encontrar um cara que eu gostasse assim como ele.

Nossa tarde se passou assim. Depois que nos cansamos, fomos tomar um banho, onde aconteceu mais um round.

Agora eu estava na cozinha, comendo uma pizza descongelada. Pedro estava na minha frente.

- Você mora aqui? - levei um pedaço de pizza a boca e mordi um pedaço.

- Não.

- Onde mora?

- Numa casa. - ele riu, ele era um menino engraçado, contagiante.

- Jura?

- Sim... mas ela é aqui perto, por que ?

- Tem tantas coisas como no quarto daqui ? - olhei para ele, Pedro me olhava.

- No quarto vermelho?

- Sim, tem ?

- Esse quarto cabe dentro do outro quarto vermelho da minha casa mesmo.

- Um dia eu vou conhecer lá ?

- Quem sabe... - Pedro sorriu, pegou minha mão e ficou a acariciando.

- Você matava eles, não matava ?

- Quem, exatamente?

- Os caras com quem você fica... - eu apenas fiquei calada, ele se levantou e veio até mim. - Vai me matar também?

- Se fosse te matar, você já estaria morto. - me levantei, andei até o quarto preto, Pedro andou junto a mim, olhei para ele. - Aqui você não entra...

- Por que ? - ele me olhava, parado ao meu lado, na frente do quarto preto.

- Por que não... - eu abri a porta, entrei e a tranquei. - Boa noite, Pedro.

- Boa noite, Manuela. 


Notas Finais


Gostaram?
Um beijo e até o próximo capítulo.


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