1. Spirit Fanfics >
  2. Duas vidas e um só coração >
  3. Até o gênio é igual.

História Duas vidas e um só coração - Capítulo 72


Escrita por: TatiGerlili

Notas do Autor


Oi meus amores, eu sei que hoje faz um mês que eu não atualizava essa fic. A vida está muito corrida, e pra completar como vocês sabem, eu estou sem celular. Então fica muito complicado. Mas enfim, mas um capítulo para vocês, o capítulo foi escrito todo hoje por mim, então valorizem muito.
Boa leitura!

Capítulo 72 - Até o gênio é igual.


Fanfic / Fanfiction Duas vidas e um só coração - Capítulo 72 - Até o gênio é igual.

Vivi foi a primeira a acordar e foi direto pro quarto dos pais. 


Lili e Germano estavam acordados conversando quando a filha bateu na porta do quarto. 


Pode entrar Vivianne. - Germano quem falou. 


Como o senhor sabia que era eu?


Você é a única que vem de manhã cedo pro nosso quarto. 


Nem é tão cedo assim. 


Lili abriu os braços pra filha, que foi até ela, e deitou ao seu lado. 


Só a caçulinha da mamãe que vem cedo no quarto dela. - Lili beijou a filha, abraçou ela bem forte, e deu uma palmada no bumbum da adolescente. 


A senhora está melhor dos enjoos?


Não muito. Por isso estamos acordados. Eu acordei enjoada. 


E eu não ganho um abraço não?


Vivi  passou por cima da mãe e abraçou o pai. 


Ela é o amor do papai dela. - Germano passou a barba na filha. 


Para, pai. - Vivi estava sorrindo. 


E aí minha filha, ansiosa para o almoço? - Lili quem perguntou. 


Muito. - Vivi que ainda estava agarrada ao pai, falou olhando pra ele: Pai, sem gracinhas, por favor. 


Eu? Assim você me ofende. Quer dizer que eu não vou poder falar com você com voz de criança, e nem passar a barba assim em você? - Germano começou a passar a barba na filha novamente. 


Não pai. Não pode. 


Germano fez uma cara triste pra filha. 


Lili sorria vendo os dois ali.


É sério pai. 


Tudo bem, eu só vou falar com voz de criança agora com o neném. - Germano tirou a filha do seu colo e baixou até a barriga da esposa, e começou a falar com neném. - Tá vendo minha filha, agora só você vai ser a caçulinha do papai. Só você vai ser o amor do papai. Papai só vai deixar você namorar quando tiver 30 anos. Ou mais, ainda vou conversar isso com a sua mãe. 


Até parece. O senhor nem sabe se é menino ou menina. 


Minha intuição diz que vai ser uma menina. Uma linda princesa que eu vou poder mimar, e ela não vai ter vergonha do papai dela.


Vivi fechou a cara e foi saindo do quarto. 


Oh amor, para com isso. - Lili bateu no braço do marido. - Vem cá minha filha. 


Vivi não deu ouvidos à mãe e saiu do quarto. 


Eu não sabia que ela ia ficar chateada assim. 


Claro que ela ia ficar chateada, você sabe como ela ficou com ciúmes quando ela descobriu da gravidez. Deixa eu ir falar com ela. - Lili fez menção de levantar mas foi impedida pelo marido. 


Deixa que eu vou falar com ela. - Germano levantou e foi pro quarto da filha. - Posso entrar?


Vivi não respondeu. 


Eu estava brincando, minha filha. - Germano sentou na cama ao lado da filha. - Você sempre vai ser a caçulinha do papai. Olha pra mim. Vem cá com o papai. - Germano puxou a filha pro seu colo. - Eu prometo que eu vou me comportar nesse almoço. Sem gracinhas. Agora dá um beijo no papai. 


Vivi abraçou o pai bem forte, e deu um beijo nele.


O senhor acha mesmo que o neném é uma menina?


Germano deu um sorriso alto. 


Não, eu acho que vai ser um menino. E você vai continuar sendo a única caçulinha do papai dela. 


Vivi sorriu pro pai, e ficou fazendo carinho na barba dele. 


Agora vamos lá com a sua mãe, que está brava comigo. 


A família desceu pra tomar café. Eles tomaram café entre muitas conversas, e rindo das histórias que a Cassandra estava contando. 


Bom, eu vou subir pra tomar um banho, eu tenho que ir ao mercado comprar carne pra assar pro meu genro. 


Poxa sogrão, pra mim o senhor nunca fez um churrasquinho se quer. - Cassandra reclamou para o sogro.


Reclame ai com o seu namorado, ele que nunca pediu pra fazer um almoço pra você. - Germano levantou da mesa e saiu rindo.


Cassandra ficou ali cobrando explicações do namorado.


Lili se retirou da mesa que ninguém viu. Lili entrou no quarto procurando pelo marido e não o viu. Ela entrou no banheiro, e lá estava o seu marido nu, de costas tomando banho. Lili trancou a porta do banheiro, tirou sua camisola e a calcinha e ficou pelada. Entrou no banheiro sem ser vista pelo marido. Lili abraçou seu marido por trás, e descansou a cabeça nas costas dele.


Que susto amor. - Germano virou de frente pra esposa e deu um beijo nela.


Lili segurou o rosto do marido com as duas mãos, e ali os dois deram início a um beijo bem intenso. - Germano parou o beijo e começou a distribuir beijos por toda a extensão do rosto da Lili. Em seguida ele desceu com os lábios para os seios da esposa, chupando e dando leves mordidas - Lili não aguentou, puxou os cabelos do marido e soltou um gemido. - Germano desceu com os lábios pela barriga da Lili, onde distribuiu vários beijos. Ele então desceu mais um pouco e abocanhou a intimidade da Lili. Germano separou os grandes lábios da esposa, e enfiou a língua. 


Amor, não me tortura. Por favor. - Lili tinha o rosto do Germano entre suas mãos e olhava nos olhos dele. 


Germano sorriu pra esposa, e levantou. Em um movimento rápido ele virou a Lili de costas, segurou no pescoço dela e abocanhou sua orelha. 


Lili ficou com as pernas bambas, e para não perder o equilíbrio colocou as mão no vidro do box.


Germano separou as pernas da Lili, em seguida colocou o dedo em sua intimidade. - Lili empinou o bumbum, e recebeu uma palmada. Ela não resistiu e gemeu. - Germano vendo o quanto sua esposa estava entregue aquele momento resolveu não tortura-la mais, e penetrou em sua intimidade. Ambos gemeram com o contato. Germano começou com movimentos devagar, deixando sua esposa bem excitada. Germano segurou no pescoço da Lili e virou a sua boca na direção da sua, deixando ali um beijo e em seguida uma mordida. 


Germano vai mais rápido amor.


Ao ouvir seu nome ser pronunciado com tanto desejo pela esposa, Germano não resistiu e intensificou as estocadas. 


Lili foi a primeira a chegar ao ápice do prazer. Suas pernas ficaram bambas, e o Germano teve que a segurar bem firme, para ela não cair. Mais duas estocadas, e foi o Germano que gozou. Ele grudou seus lábios nas costas da esposa, pra abafar o gemido. - Os dois permaneceram ali por um tempinho tentando recuperar o fôlego.


Eu te amo tanto Liliane. - Germano tinha seus lábios grudados ao da esposa.


Eu também te amo. - Lili mordeu o lábio inferior do marido.


Os dois tomaram banho trocando carícias. - Germano foi o primeiro a sair do banheiro. Logo em seguida a Lili saiu também.


Amor, eu vou ao mercado, e daqui a pouco eu volto. Você quer alguma coisa de lá?


Trás sorvete de creme de cupuaçu e nutella se você achar. Ando desejando comer os dois. Lili sorriu pro marido e recebeu um beijo terno nos lábios. 


Eu não demoro.


Lili terminou de se arrumar, e foi até o quarto da filha.


Com licença meu amor, posso entrar?


Claro mãe.


Isso tudo é pro Humberto? Você está tão linda minha princesa. Minha menina cresceu. - Lili deu um beijo na cabeça da filha.


Já estou pronta. Vamos descer?


Vamos sim.


Cadê meu pai?


Foi ao mercado.


Ele falou mesmo.


Mãe e filha desceram e foram pra área externa da casa. Eliza e Cassandra estavam ali conversando.


Uau, minha irmãzinha está linda.


Está mesmo cunhadinha.


Obrigada. Cadê o Fabinho e o Jônatas? 


Foram com o papai, ao mercado.


As quatro ficaram ali conversando, e trocando confidências. Não demorou muito e os homens já estavam de volta do mercado.


Trouxe o que você pediu. 


Pede pra dona Euzébia colocar na geladeira, depois eu como.


Germano olhou pra filha caçula e a elogiou.


Caprichou hoje minha filha. O Humberto é um rapaz de sorte. - Germano sorriu pra filha, que devolveu o sorriso. - Fábio e Jônatas o churrasco é por conta de vocês.


Pode deixar pai, nós vamos caprichar. Vou fazer um churrasco bem gostoso pro Berto. - Fabinho falou e começou a rir.


Mãe. - Vivi chamou a mãe por conta do irmão.


Fabinho, a gente já conversou. - Lili chamou a atenção do filho.


Tá bom, desculpa, eu tinha esquecido.


Germano puxou a esposa pela mão, e saiu andando com ela, deixando os jovens, ali conversando. Germano sentou na cadeira e puxou a Lili pro seu colo.


Minha esposa estava bem assanhadinha hoje. 


E você gosta.


Gosto mesmo. 


A gravidez fez meu apetite sexual aumentar. - Lili deu um selinho no marido. 


Germano sorriu e mordeu de leve o ombro da esposa.


Paralelo a isso, Humberto e os pais chegavam na casa da família Monteiro. Dona Euzébia que abriu a porta, e os conduziu para onde os demais estavam. - Eles chegaram no momento em que o Germano estava com a esposa no colo e com os lábios no ombro dela. A mãe do Humberto ficou olhando e admirando o casal. - Vivi foi a primeira a notar a chegada do namorado e dos sogros. Vivi se aproximou do namorado que tinha um buquê de flores em uma mão e uma caixa de bombom na outra mão.


Esse é pra você. - Humberto entregou a caixa de chocolate pra namorada e deu um selinho nela. 


Mãe, pai. - Vivi chamou pelos, pais que só então perceberam que os convidados haviam chegado.


Vamos lá amor. - Lili levantou do colo do marido e entrelaçou suas mãos, e foram em direção aos convidados.


Oi, tudo bem com vocês? - Lili foi a primeira a cumprimentar.


São pra senhora. - Humberto entregou o buquê de flores para a sogra.


Ah, muito obrigada. - Lili deu um beijo e um abraço no Genro. - Já conquistou a sogra.


Essa é a minha mãe. - Humberto foi o primeiro a apresentar os pais. 


Lili esticou a mão para cumprimentar a mãe do adolescente.


Liliane, mas pode me chamar só de Lili. 


Catarina. - A sogra da Vivi sorriu pra editora.


E esse é o Germano. Meu marido.


Prazer. - Germano esticou a mão e cumprimentou a mãe de Humberto.


Esse é o meu pai.


Olavo, prazer em conhecer vocês. Olavo cumprimentou a Lili, em seguida o Germano. - Eu trouxe pra você, não sei se você gosta de whisky?


Minha bebida preferida. Macallan 25 anos. Não lembro a ultima vez que tomei um desse. - Germano se referiu ao whisky que custa em média 16 mil reais. - Você tem bom gosto, já gostei de você. Vamos beber ele agora. 


Homens. Vem Catarina, deixa eu te apresentar o restante da família. - Lili e a sogra da sua filha saíram andando em direção aos jovens.


Sua filha é muito linda. Meu filho teve bom gosto. Ela parece muito com você.


Todo mundo fala isso, até o gênio é igual. - Lili sorriu pra Catarina. - Esses dois aqui são meus filhos, Eliza e Fabinho, e esse dois aqui é a Cassandra, a minha nora, e o Jônatas meu genro.


Eliza sorriu para a Lili ao ver ela lhe apresentar como sua filha. 


Prazer em conhecer vocês. Sua família é muito bonita Lili. 


Obrigada, a sua também é bonita. Vamos sentar. Você aceita beber alguma coisa? Um suco, uma água ou uma cerveja?


Eu aceito uma cerveja.


Lili pediu pro filho pegar uma cerveja pra Catarina.


As duas ficaram ali batendo um papo, enquanto o Germano tomava whisky junto ao pai de Humberto. - Sentados à beira da piscina estava Humberto e Vivi conversando.


Você não bebe?


Bebo, mas no momento não posso, estou grávida.


Grávida? Nossa, meus parabéns.


Obrigada. Foi um susto pra gente no início. Já éramos pra estarmos nos preparando para ser avós. Mas  Deus sabe de todas as coisas.


Eu sempre quis ter uma família grande, sou filha única de pais que também eram filhos únicos. Então eu tinha essa vontade de ter uma família grande. Mas o Olavo veio de uma família grande, não quis ter muitos filhos e tivemos só dois. Meu maior sonho era ter uma menina.


Nesse momento Germano se aproximou com um prato com carne cortada, e se abaixou na altura da esposa e colocou um pedaço na boca dela.


Você não está com fome, amor? Já tem carne pronta. 


Não, eu estou sem fome. 


Quer que eu peça pra dona Euzébia preparar um suco pra você?


Na verdade eu queria era tomar uma caipirinha. Mas como eu não posso, pede pra dona Euzébia fazer uma limonada.


Pode deixar. - Germano deu um selinho na esposa e foi falar com a empregada. 


Quantos anos de casados vocês têm?


25 anos. 


Nossa, e vocês parecem recém casados. Vocês se tratam com tanto amor e carinho. Eu sou casada há vinte anos, e meu casamento está à beira de um colapso.


Recentemente nós também passamos por uma crise no casamento, chegamos a ficar mais de um mês separados, o Germano chegou a assinar os papéis do divórcio. 


Nossa Lili. Sério?


Sim.


E como vocês conseguiram reerguer o casamento de vocês?


Com amor. Apesar de tudo o que passamos, nós amamos muito um ao outro. Tem dias que a gente briga, discute. Mas depois fazemos as pazes. Uma coisa que eu aprendi com tudo isso é não acumular as coisas, sabe. Se aconteceu alguma coisa que nos desagradou, a gente conversa logo e procura se entender. Ficar acumulando as coisas faz mal, aí às vezes por uma coisa boba, você termina explodindo. 


Eu acho que o Olavo tem outra.


Porque você acha isso?


Sei lá, ele não me procura mais. Já faz mais de dois meses que a gente não tem relação sexual. 


Mas você já conversou com ele sobre isso?


Não. É tão complicado. 


Eu passei praticamente dois anos sem ter relação sexual com o Germano. 


Catarina olhou meio que assustada para a Lili. 


Eu perdi uma filha há quase três anos. E eu me fechei para o mundo. Não queria mais saber do meu marido, dos meus filhos. Eles sofreram muito, principalmente a Vivi. Mas eu consegui me reerguer, reconstruir meu casamento, meu lar, minha família. E hoje nós somos felizes. Agora deixa eu te perguntar uma coisa, você tem procurado teu marido. 


Não. Ele não me procura, e eu não procuro ele. 


Casamento é uma via de mão dupla. Não é só um que tem que procurar, o outro também tem que ir à luta. - Dona Euzébia trouxe a limonada, a Lili agradeceu e continuou a conversa com a sogra da sua filha. - Quando eu e o Germano nos separamos, ele passou um mês fora. Foi um mês sem a gente se ver. E quando ele voltou de viagem eu estava em outro relacionamento, mas quando eu o vi, eu percebi que eu ainda o amava. Ele tentou resistir um pouco, mas eu joguei duro. Teve uma noite que eu saí da nossa outra casa, pro apartamento onde ele morava com um casaco e só de lingerie por baixo. E ainda fui de táxi. 


Meu Deus Lili, te olhando assim eu não imagino você fazendo essas coisas. 


Fiz essa e muito mais. E valeu à pena, hoje meu casamento está de pé. Não desista sem antes tentar. Se não der certo, pelo menos você vai saber que tentou de tudo. Eu vou te dar umas dicas. 


Vamos almoçar. Já está pronto. - Germano que foi chamar a esposa e a sogra da sua filha. 


Depois de todos estarem reunidos à mesa, Germano resolveu falar algumas palavras. 


Eu quero agradecer aqui a presença de vocês, Olavo que eu gostei muito de conhecer, Catarina, que pelo visto se deu muito bem com a Lili. E ao Humberto, olha rapaz, cuidado com a minha filha, ela é o que eu tenho de mais precioso nessa vida. Seja bem vindo à família. Agora vamos todos almoçar. - Germano deu um abraço e um beijo na filha, em seguida abraçou o genro. 


O restante do dia foi bastante divertido para todos. Vivi estava muito feliz em ter seu namorado ali, e agora com a aprovação do pai. No final da tarde os convidados se despediram para ir embora. 


Você tem meu número Catarina, qualquer coisa é só passar mensagem ou me ligar. - Lili e Catarina se despediram com um abraço bem apertado. 


As portas dessa casa estarão sempre abertas para vocês. Quando quiserem vir, vocês serão bem vindos. - Germano quem falou. 


O próximo almoço em família vai ser na nossa casa. - Olavo esticou a mão pro Germano, e os dois trocaram um aperto de mão bem forte. - O casal foi indo para o carro enquanto o filho se despedia da namorada. 


Humberto deu um selinho na Vivi.


Vai com cuidado aí rapaz, na frente do pai não pode. - O tom de voz do Germano saiu um pouco alto, o que fez o adolescente se assustar.


Pai. 


Germano.  


Mãe e filha empreenderam o homem. 


Eu estou brincando. Eu não ia perder a oportunidade de assustar um pouquinho meu genro. 


Vivi revirou os olhos para o pai.


Vem comigo, parece que você bebeu um pouco além da conta. Tchau Humberto, mais uma vez, obrigada pelas flores. - Lili saiu levando o marido escada para cima, sobre protesto dele.


Não liga pro meu pai, vai se acostumando que ele é  assim. 


Humberto sorriu pra namorada, e deu outro beijo nela, e foi embora. 


Vivi subiu pro quarto, tomou um banho e depois foi pro quarto dos pais. 


Posso entrar?


Claro, minha filha entra. 


Germano estava dormindo, e roncando.


Bebeu além da conta, agora eu que aguente os roncos dele. - Lili sorriu para a filha. 


E aí, o que a senhora achou do Berto?


Lili puxou a filha pra sentar no sofá. 


Eu gostei muito dele, ganhei até flores. E a família dele é  ótima. Amei conhecer a mãe dele.


Eu percebi, vocês não pararam de conversar. 


Mãe e filha ficaram ainda conversando por um tempo ali. 


Na manhã seguinte...


Notas Finais


Espero que tenham gostado do capítulo, não sei se eu superei as expectativas de você, mas eu me esforcei.
🔥🎡😘🌹


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...