História Duas voltas para a verdade - INTERATIVA - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Draco Malfoy, Lílian Evans, Lucius Malfoy, Pedro Pettigrew, Remo Lupin, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Alvo Potter, Harry Potter, Interativa, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Viagem No Tempo, Vira-tempo
Visualizações 73
Palavras 1.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oooooooooooi, meu Merlin que fantástico as fichas, hoje foi um dia de puro surto por causa desses personagens... um melhor que o outro, mas fechamos nossos amados principais:
1-Drake (meu crush)
2-Hydra
3-Juniper
4-Percy
5-Grace
6-Olivia
7-Nina
8- Lara
9- Beatrice
10- Polaris (NAO VALE CITAR ANIMAIS FANTASTICOS) kkkkkkkkk

Capítulo 2 - Capitulo 1


 

Não sei exatamente quando tudo começou, foi tão de repente, minha curiosidade me levava a lugares estranhos... Um deles era o passado conturbado da minha família, a família Malfoy.

Eu diria que eram umas quatro da madrugada, talvez cinco, já não tenho mais noção de tempo. Meu pai parecia um louco no andar de baixo, ele e a mamãe haviam brigado, alguma coisa com o Ministério, ou Comensais, só sei que envolvia meu avô. Não me lembro de ter ouvido meu Pai falar muito dele, na escola também não, era como se ele fosse só uma historia, um personagem inútil. Mas sei que não era assim, nossa família corria perigo e a culpa era dele, mas por quê?

Fotos mostravam o passado, mas isso não era o suficiente, nunca foi, nem passou perto de ser. Minha vida foi construída por mentiras, sempre tive essa consciência, mas a vontade de saber a verdade era maior que qualquer coisa, por que tanto ódio?

Levantei da cama, o sono não ia vim, talvez fosse melhor ir lá para baixo. Desci as escadas rapidamente, meu pai andava de um lado para o outro e minha mãe apenas observava.

- Ainda acordado? – Ela perguntou docemente.

Concordei com um aceno, não era o momento para ficar naquele ambiente, talvez o jardim fosse a melhor opção. O céu já apresentava uma coloração diferente, mas ainda sim não era o suficiente, comecei a andar, pisei na grama verde, observei o lago e nada. Esse clima me atormentava.

Em algumas horas Júniper chegaria da Irlanda, agradeci mentalmente por isso, as férias estavam me matando e nada melhor do que ver uma velha amiga para aliviar o estresse.

Deitei no gramado, este meio úmido pela chuva da noite passada. Queria entender o motivo de Rose e Alvo não terem dado sinal de vida nas ultimas semanas, tudo bem que a família de ambos era uma loucura no quesito organização, mas não era motivo para não terem me enviado nada. Suspirei, meu pai abriu a porta e saiu com um telefone na mão.

- Scorpius é a Júniper – Indicou o aparelho – Ela já chegou, pode abrir o portão.

Levantei animado, quase cai no processo, atravessei o pátio correndo, meu sorriso ia de uma orelha a outra, seria bom vê-la novamente. Júniper era uma amiga muito próxima, meio doida e cabeça dura, mas ela era uma pessoa boa... As vezes.

- VAI ABRIR OU NÃO? – A voz da garota já era ouvida por todo lado – NÃO VIM AQUI PARA FAZER PONTO!

Cai na risada, sua alegria me contagiava, as férias serão boas. Abri o portão antes que ela jogasse um balaço na minha cabeça, Júniper se lançou em minha direção me dando um forte abraço, ela havia crescido, mas não precisa saber disso.

 - Porque toda baixinha é barraqueira? – Pergunto enrolando meus braços ao redor.

Seus cabelos cacheados quase entravam em minha boca, como sempre, parecia ter acabado de sair de uma batalha. Me afastei um pouco e olhei seu rosto ovalado, seus olhos castanhos escuros estavam brilhantes como todos os dias.

- Não sei, pergunte para suas amiguinhas – Ela debochou – Carrega minhas malas que eu to cansada – Indicou o arsenal que havia trazido.

- Desde quando virei empregado?

- Desde que você criou pernas – Respondeu como se fosse obvio.

Balancei a cabeça e peguei as malas levando-as para dentro de casa. Minha mãe abraçou Júniper com força e juro ter ouvidos os ossos estralarem, já meu pai cumprimentou meio sem graça, ele era mais chegado na Rose.

- Ta com fome querida? – Dona Astoria pergunta sorrindo.

- Claro que ta – me intrometi – Olha a cara da desgraça, morrendo de fome.

A morena me encarou envergonhada, sorri como se não soubesse de nada.

- Não, muito obrigada senhora Malfoy – Júniper sorriu sem graça e andou até mim – Vamos? Onde vou ficar?

- Tem uma casinha de cachorro lá fora – Comecei dizendo – Mas deixo você ficar no quarto ao lado do meu.

Júniper revirou os olhos e então me empurrou para que subíssemos logo. O andar de cima era bem iluminado pelas grandes janelas, meu quarto era o ultimo do corredor, um lugar bem quieto. Andamos até lá conversando sobre as chatices das primeiras semanas de férias, ela havia ficado no castelo da família, disse que era muito quieto e um pouco sem graça.

- Mas você sabe sabe como é a mamãe – Ela disse revirando os olhos e em seguida rindo – Esse lance todo de ancestrais e blábláblá...

- Falando nisso, tenho duvidas sobre os meus – comecei a dizer meio receoso – Meu avô, o cara que não pode se dizer o nome.

Abri a porta do quarto e larguei as malas perto da cama, a morena me olhava intrigado.

- Desde quando se interessa por ele?

- Ta acontecendo algumas coisas relacionadas ao passado conturbado da família – Corei só de lembrar o que o nome da família Malfoy causara no mundo bruxo.

- Ahhh – uma nota de compreensão passou por seus olhos – Acha que tem haver com ele?

Concordei. Quando não tinha? Era sempre por conta de Lucius, sempre... E eu ao menos sabia quem ele era.

- Olha, podemos descobrir – Ela sorriu – Xeretar as coisas do seu pai.

- ´Melhor não, meu pai iria ficar bravo...

- Vamos sim

- Não – discordei novamente.

- Sim

- Não

- SIM!!!

- Ta, okay, nós vamos – concordei rindo.

Sentamos-nos na cama e passamos horas falando de coisas banais, como o porquê de ela ter engordado ou o fato da minha cara ser espinhenta, embora eu discorde, sou muito lindo.

- Não entendo como sua cabeça pode ser tão clara, fica parecendo um velho de cabelos brancos – Bagunçou meus cabelos não tão arrumados.

- Pelo menos meus pais não pintaram minha cara com bolinhas quando nasci.

- Eles ficaram com medo de te deixar mais feio – Ela começou rir escandalosamente e quando percebi, eu ria dela.

Era bom ter alguém para me divertir, nossa relação era assim, cheia de piadas e brincadeiras, mas pelo menos eu sabia que se eu precisasse, ela iria vir da Irlanda o mais rápido possível.

- Você mudou de quarto? – Era Rose parada na porta do quarto, ela tinha uma aparência cansada e o suor escorrendo pela testa.

- Rose! – Júniper gritou se jogando por cima da ruiva e levando a mesma ao chão.

- Ai meu pé! – Ouvi a voz abafada dela – Juni, eu também te amo, mas você precisa sair de cima de mim.

A morena levantou sorrindo e a Ruiva também, elas deram um abraço demorado e logo Rose pulava em mim. Abracei minha melhor amiga com força, a saudade era extremamente grande, faziam semanas desde a ultima vez.

- Você não deu noticias – Acusei me afastando um pouco – magoou meus sentimentos.

- Desculpa bebê, rolou uns barracos lá em casa – Ela riu e tornou a me abraçar.

- Hashtag castiçal humano – Júniper disse se jogando na grande cama.

Rose revirou os olhos e deitou ao lado da morena. Nossa relação era muito confundida, mas não existia nada entre nós dois, isso foi a bastante tempo e não vale a pena lembrar.

         - Ainda estão estudando muito? – Rose perguntou ainda olhando teto.

         Me deitei ao lado dela e encarei as estrelas também. Ninguém disse nada por um tempo, estávamos matando a saudade uns dos outros. comecei a pensar que quando voltássemos para Hogwarts as coisas seriam diferentes, estudos e pouco tempo... Tempo, como ele me fazia falta, se eu pudesse voltar no tempo.

         Respirei fundo aproveitando o silencio, a presença das duas era agradável, mas faltava Alvo.

         - Drake vai dormir lá em casa hoje – Rose disse de repente – A irmã dele esta vindo para ficar.

         - Hydra né? – Júniper perguntou interessada – Disseram que ela muito vaca.

         - Será? – Rose perguntou duvidosa – Eles são gêmeos, ele é legal... Talvez ela também seja.

         - Drake não é legal, muito arrogante – Falei fazendo careta.

         - Fala isso porque ele pega mais menina do que você – Júniper falou debochada – Né Rose?

         - Scorpius não pega nem gripe, quem diria uma menina – Rose acrescentou – Ele beija mal e tem hálito de trasgo.

         - Mas você gostava – Falei rindo junto com a mesma, no entanto, Júniper ficou quieta.

 

         Peguei um travesseiro e joguei na morena que protestou com um grito e logo o quarto virou um caos, eram travesseiros por todo lado e acho que vi um vaso caro também, mas não falei nada. Júniper montava suas táticas de batalha, como se sua vida dependesse de enfiar o travesseiro na cara da ruiva e sufocar a mesma, fiquei um pouco preocupado que ela tivesse levando a brincadeira a serio.


Notas Finais


avisooooooooooo: ainda vamos aceitar no maximo 5 personagens e tera mais chances os meninos....;)


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