História Duff - Capítulo 5


Escrita por:

Postado
Categorias EXO, The Duff
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Personagens Originais
Tags Baekhyun, Chansoo, Chanyeol, Chen, Duff, Exo, Jongin, Kyungsoo, Minseok, Sehun, Sooyeol, Suho, The Duff, Yixing
Visualizações 36
Palavras 1.761
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oiee pessoal,eu nao ia atualizar hje ne mais resolvi que vou, e o seguinte vou ficar sem intenert por uns 4 dias segundo a minha mae, e por isso nao vou poder atualizar, to aproveitando a internet da minha prima e vou postar pra nao deixar voces sem nada ok.

entao e isso, boa leitura <3 e desculpem qualquer erro

Capítulo 5 - Capitulo 05


 

Quando eu estava no jardim de infância, tive uma experiência traumática no trepa-trepa. Estava no meio do brinquedo, pendurado, quando minhas mãos ficaram suadas e escorreguei. Caí pelo que pareceu ser um quilômetro até atingir o chão, encolhido. Todas as outras crianças de cinco anos riram de mim e do meu joelho arranhado e sangrando. Todas, menos uma. 

Byun Baekhyun saiu do grupo de coleguinhos que me observavam e parou na minha frente. Mesmo naquela época, percebi que ele era lindo. cabelos castanhos, olhos cor de avelã, bochechas rosadas… O máximo da perfeição aos cinco anos de idade. Ele podia ser modelo de desfiles infantis. 

— Você está bem? — perguntou.

— Estou — falei, entre lágrimas abundantes e quentes. Não tinha certeza se estava chorando por causa da dor no joelho ou pelo jeito como todos os meus colegas riam de mim.

— Não, não está. Você está sangrando. Deixa que eu ajudo você. — Ele estendeu a mão e me puxou. Em seguida, voltou-se e brigou com as crianças que estavam rindo de mim. 

Depois disso, Baekhyun basicamente designou-se meu protetor pessoal, nunca me deixando fora da sua vista, determinado a me manter longe de confusões. Daquele momento em diante, viramos melhores amigos. 

Claro que isso foi antes da questão da popularidade e da história dos Duffs. Ele acabou ficando um pouco mais alto que eu , magro e deslumbrante. Eu fiquei… bem, o oposto. Vendo-nos separados, ninguém imaginaria que éramos próximos. Ninguém adivinharia que o belo rei do Baile da escola era amigo da garoto gorducho.

Mas éramos melhores amigos. Baekhyun ficou ao meu lado em todos os momentos. Não me abandonou nem no começo do ensino médio, depois que meu coração foi partido pela primeira — e, se eu pudesse escolher, última — vez. Ele nunca me deixou ficar isolado ou afundar na minha própria tristeza. Apesar de poder facilmente ter amigos mais bonitos, mais descolados, mais populares, ele permaneceu comigo. 

Então, quando Baekhyun me pediu para lhe dar carona depois do treino de líder de torcida, na quarta-feira à tarde, concordei. Quero dizer, depois de tudo o que ele havia feito por mim nos últimos doze anos, o mínimo que eu podia fazer era lhe dar uma carona de vez em quando. 

Esperei no refeitório da escola, olhando fixamente para as paredes cor de laranja e azul (o cara que escolheu as cores da nossa escola devia estar muito chapado), tentando acabar meu dever de cálculo. Estava voltando àquela pergunta tão velha quanto o tempo — quando é que vou usar isso na vida real? — quando senti a mão de alguém no meu ombro. Eu me arrepiei, sabendo exatamente quem estava atrás de mim. 

Ótimo. Realmente ótimo.

Desvencilhei-me da mão de Chanyeol e me virei para encará-lo, agarrando meu lápis como um dardo e apontando-o para seu pomo de adão.

Ele nem sequer piscou. Seus olhos examinaram o lápis com uma curiosidade fingida, e ele disse: 

— Interessante. É assim que você recebe todos os caras de quem gosta?

— Eu não gosto de você.

— Isso quer dizer que você me ama, então?

Eu detestava o jeito tranquilo e confiante como ele falava. Muitas garotas e garotos achavam aquilo sexy, mas na verdade era só meio esquisito. Tudo nele parecia dizer abuso! para mim. Eca. 

— Quer dizer que eu odeio você! — exclamei bruscamente. — E se você não ficar longe de mim, seu palhaço, vou denunciá-lo por assédio.

— Pode ser difícil provar isso — disse Chanyeol. Ele tirou o lápis da minha mão e começou a girá-lo entre os dedos. — Especialmente considerando que foi você que me beijou. Tecnicamente, eu poderia denunciar você por assédio.

Cerrei os dentes: ainda detestava até pensar nisso, e não quis nem lembrá-lo de que ele tinha participado do beijo com entusiasmo.

— Devolva meu lápis! — resmunguei.

— Não sei — disse ele. — Com você, isso poderia ser classificado como uma arma perigosa… junto com copos de Coca Light. Uma escolha interessante, aliás. Eu sempre pensei em você como um garoto do tipo Sprite. Sabe… sem graça.

Eu só o encarei, torcendo para que ele entrasse em combustão espontânea antes de pegar meus livros e cadernos sobre a mesa. Chanyeol evitou minha tentativa de pisar no seu pé e ficou me observando enquanto eu marchava pelo corredor. Estava na metade do caminho para o ginásio, onde Baekhyun, que era o capitao dos líderes de torcida, devia estar encerrando o treino, quando ele me alcançou. 

— Ah, espere aí, Duff. Era só uma brincadeira. Calma.

— Não teve graça.

— Seu senso de humor está precisando de exercício, então — sugeriu Wesley. — A maioria dos garotos acha minhas brincadeiras charmosas.

— Esses garotos devem ter um QI tão baixo que precisam tomar cuidado pra não tropeçar nele.

Ele riu. 

Aparentemente, a engraçada era eu.

— Ei, você nunca me contou por que estava chateado naquela noite — disse ele. — Estava ocupado demais enfiando a língua na minha garganta. Então, qual era o problema? 

— Não é da sua… — comecei, e parei de repente. — Ei! Eu não… não teve língua! — Um arrepio de raiva percorreu-me quando reparei no sorriso malicioso dele. — Seu filho da mãe! Sai daqui! Céus, você está me perseguindo? Pensei que Park Chanyeol não corria atrás de garotos. Pensei que eles é que o perseguiam, certo? 

— Você está certo. Park Chanyeol não corre atrás de garotos, e eu não estou correndo atrás de você — disse ele. — Estou aqui esperando minha irmã. Ela está fazendo um teste para o sr. Rollin. Apenas vi você no refeitório e pensei…

— O quê? Que ia me torturar um pouco mais? — apertei os punhos. — Me deixe em paz, droga! Você já me deixou arrasado. 

— Como foi que fiz isso? — perguntou ele, parecendo um pouco surpreso. 

Não respondi. Não queria lhe dar a satisfação de saber que a palavra Duff estava me infernizando por causa dele. Ele ficaria feliz com essa informação. Em vez disso, corri na direção das portas do ginásio o mais rápido que pude. Dessa vez ele não me seguiu — graças a Deus. Corri para dentro do ginásio azul e laranja (Ah, meu Deus. Cores brilhantes… já conseguia sentir a dor de cabeça chegando…) e sentei-me no banco mais próximo. 

— Ótimo treino, pessoal! — gritou Baekhyun, do outro lado do ginásio. — Certo, o próximo jogo de basquete é na sexta-feira. Quero que todos treinem a coreografia, e jisoo, trabalhe nesses pontapés altos. Certo? 

Um murmúrio geral de concordância percorreu o Esquadrão dos Magrinhos. 

— Perfeito — disse Baekhyun. — Vejo vocês depois. Vamos lá, Panthers!

— Vamos lá, Panthers! — ecoaram os outros líderes de torcida enquanto se dispersavam.  

Baekhyun veio até mim.

— Oi, Soo — disse ele. — Desculpe, a gente foi um pouco além do horário. Se importa se eu me trocar antes de irmos embora? Estou me sentindo meio fedorento.

— Não me importo — murmurei.

— O que há de errado? — perguntou, instantaneamente desconfiado.

— Nada, Baekhyun. Vai trocar de roupa.

— Kyungsoo, estou vendo…

— Não quero falar sobre isso. — Não ia entrar em outra discussão sobre Chanyeol com ele. Baekhyun provavelmente acabaria defendendo-o como da última vez. — Estou bem, certo? — disse, suavizando a voz. — Dia longo. Dor de cabeça. 

Baekhyun ainda parecia cético enquanto caminhava, com muito menos animação, na direção do vestiário.

Fantástico. Eu me sentia um monstro perverso. Baekhyun apenas queria ter certeza de que eu estava bem, e eu dei um esporro nele. Não deveria ter descarregado minha raiva de Chanyeol em cima de Baekhyun, mesmo sabendo que ele realmente acreditava que ele era a droga de um príncipe. 

Mas, quando ele saiu do vestiário de agasalho de capuz e jeans, sua animação habitual tinha voltado. Jogou a bolsa sobre o ombro e veio até onde eu estava sentado, com um sorriso suave.

— Algumas vezes não dá pra acreditar nas besteiras que escuto no vestiário — disse. — Está pronto pra ir?

— Claro. — Peguei meus livros e comecei a andar em direção à porta do ginásio, torcendo para que Chanyeol não estivesse mais rondando pelo corredor.

Baekhyun devia ter notado minha ansiedade. Percebi a expressão tensa e preocupada no seu rosto, mas ele não puxou o assunto de novo. Em vez disso, contou: 

— Então, bem, Jisoo vai mesmo ser conhecida na escola como uma vadia.

— Ela já é.

— Bom, é verdade — admitiu —, mas vai piorar. Ela está saindo com aquele jogador de futebol… sabe, aquele fulano… Mas ela disse a um cara da escola Oak Hill que vai levá-lo para o Baile de Boas-Vindas da equipe de basquete. Não sei por que ela faz isso consigo mesma. Você, Dae e eu vamos nos sentar nos melhores lugares para assistir à tragédia, quando tudo vier à tona nessa noite. Aliás, o que vai usar no baile? 

— Nada.

— Excitante, mas acho que não vão permitir que entre nu, Soo. — Estávamos andando pelo labirinto de mesas do refeitório, em direção ao estacionamento.

— Não. Quer dizer, Jongdae e eu não vamos ao Baile de Boas-Vindas — falei.

— Claro que vão! — protestou.

Balancei a cabeça.

— Jessica está de castigo. Prometi a ela que ia pra lá e que vamos ver filmes água com açúcar.

Casey parecia atordoada. Empurramos a porta azul e chegamos ao congelante estacionamento dos alunos.

— O quê? Mas ele adora o Baile de Boas-Vindas da equipe de basquete. É seu preferido.

Dei um sorrizinho, contra a vontade.

— Como eu não soube disso? O baile está chegando. Por que vocês não me contaram?

Dei de ombros.

— Desculpe. Nem pensei nisso. E acho que Jongdae ainda está deprimido. Talvez ele não queira falar a respeito.

— Mas… agora com quem eu vou ao baile?

— Hum, com um cara — sugeri. — Baekhyun, como se fosse difícil pra você arranjar um par. — Pesquei a chave do carro no bolso traseiro da calça e destranquei as portas do meu Golf.

— Certo, quem diabos vai querer ir com o Pé-Grande aqui?

— Você não é Pé-Grande.

— Além disso — disse ele, ignorando-me —, é melhor ir com vocês. — Ele subiu no assento do carona e enrolou-se na manta que Jongdae havia usado há algumas noites. — Droga, Soo. Você realmente precisa consertar a porcaria desse aquecedor.

— Você realmente precisa ter um carro próprio.

Ele mudou de assunto.

— Certo, vamos voltar para o baile. Se vocês dois não vão… será que se importam de eu ser penetra no festival de cinema de vocês? Poderia ser uma Noite de Pijama dos Garotos. Faz tempo que não fazemos um desses.

Apesar do meu humor de cão, sorri. Baekhyun estava certo. Já fazia algum tempo que não passávamos uma noite juntos vendo filmes, e seria agradável estar com eles sem os problemas. Pelo menos uma vez, quem sabe me divertiria em uma noite de sexta-feira. Então aumentei o volume do rádio e disse

: — Na sexta-feira da próxima semana, está combinado.


 
 

 

 

 

 

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...