História Dura Como Pedra - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Adolescente, Drama, Durona, Romance, Violencia
Visualizações 2
Palavras 820
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Beatriz abaixo:

Capítulo 1 - Os Alunos Novos


Fanfic / Fanfiction Dura Como Pedra - Capítulo 1 - Os Alunos Novos

{Bea On}

Oi, me chamo Beatriz mas sempre me chamam de Bea, tenho 16 anos e to no segundão do colégio. Eu estudo no Colégio Fire Phoenix, sou uma garota considerada bonita pela "sociedade". Sinceramente nunca liguei para aparência, mas tenho sérios problemas de auto estima e crises constantemente, meu pai faleceu há alguns anos e eu ainda sinto sua falta, mas tenho que continuar firme. Minha mãe é batalhadora, trabalha para cuidar de mim e do meu irmão Gabriel, ele também trabalha para ajudar e eu por ser menor de idade não posso trabalhar com eles.
Na escola eu tenho fama de marrenta, e eu gosto disso, ninguém mexe comigo e nem me incomodam. Tudo isso porque um garoto no 8° ano descobriu que eu era fissurada em armas, facas, assassinatos e assassinos, massacres, sequestros, luta e esse tipo de coisa. Ele ficou muito assustado e espalhou para todos, eu não entendo o medo das pessoas, eu sei me defender muito bem por causa dessa minha fissuração.
Esse ano vão entrar 6 novos alunos, é a primeira vez que alunos novos vem pro Phoenix, disseram que tem um gay e uma lésbica e sinceramente, acho que vou ser a única amiga deles já que no colégio só tem gente preconceituosa. A Carol é a única que me entende e também a única que sabe sobre minha auto estima, ela me ajuda com tudo e nunca teve medo de mim, ás vezes acho que é melhor você ter apenas uma pessoa em quem você confia, do que ser rodeado por todos mas não poder contar com ninguém de verdade.
Eu sempre cabulo aula e o diretor é amigo da minha mãe, por isso não fui expulsa do colégio ainda. Eu tenho notas boas, mesmo cabulando aula eu me esforço bastante na escola, só tenho que passar esse ano e o próximo e estou livre desse inferno que chamam de escola.
Era meu primeiro dia de aula daquele ano, coloquei uma calça jeans meio apertada, uma regata colada no corpo preta e um tênis branco da adidas. Meu irmão iria mais tarde pro trabalho nesse dia então aproveitei pra dar um abraço bem apertado nele antes de sair de casa, desde que começou a trabalhar com a mamãe, nenhum dos dois para em casa. Depositei um beijo na bochecha dele e me despedi, sempre vou andando até a escola já que não tem ninguém pra me levar e eu não gosto de pegar uber. Chegando lá eu encontro a Carol sentada em um banco mexendo no celular, a Carol é loira de olhos azuis, ela estava com um shortinho bem apertado, uma regata branca soltinha por cima e uma rasteirinha amarela nos pés.
Como era o primeiro dia eu prometi para a Carol que não iria cabular aula, ela sempre me ajuda nos estudos. Na sala as mesmas pessoas de sempre nos olhavam com os mesmos olhares: não me olhavam nos olhos e estavam meio assustados. Eu estava quase dormindo com aquela aula chata de matemática mas acordei quando o professor anunciou a chegada dos alunos novos, entraram um garoto alto com moletom e fones, uma menina ruiva com sardinhas no rosto, um menino com camiseta azul escrito: gay bitch, uma menina loira agarrada em um garoto ruivo e por fim uma garota com o mesmo moletom do primeiro garoto. Eles se apresentaram: o garoto com moletom se chamava Isaque, a ruiva era Luiza, o garoto que parecia ser o gay falou que seu nome era Kaio, a loira agarrada no garoto era Lívia e o garoto com quem a Lívia estava agarrada era o Bruno, e a última garota do moletom se chamava Marina.
Logo notei que o gay era o Kaio, a lésbica era a Luiza e a puta do role todo era a tal da Lívia, como era esperado ninguém quis sentar perto do Kaio e da Luiza então eu chamei a Carol e fomos pros lugares ao lado deles, começamos a conversar e eles eram legais! Carol acabou explicando qual era minha fama no colégio e disse que se qualquer escroto ou escrota ameaçar ou bater neles, eles deveriam me chamar.
No recreio fui pro lugar isolado da escola: o fundo do jardim. Encontrei o Isaque lá, pára a minha surpresa ele estava sem o moletom e só com uma camisa branca e larga e suas calças jeans rasgadas  ouvindo música. Me aproximei e dei um oi, ele respondeu com um sorriso e perguntou se eu era a tal durona. OS caras desse colégio não tem jeito mesmo! O garoto mal chega e já tacam o terror nele. Respondi que sim e depois fiz uma arminha com a mão e fiz barulho de tiro com a boca fingindo que atirei nele, ele acabou entrando na brincadeira e se jogando no banco onde estava sentado e colocando a língua pra fora, ele se levantou e nós dois rimos.


Notas Finais


hahahaha logo no primeiro capítulo já surge o primeiro shipp, vcs decidem qual vai ser o nome ;)


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