História Durandal vs Colegial! - Capítulo 2


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Ahri, Akali, Ashe, Caitlyn, Cassiopeia, Darius, Diana, Draven, Ekko, Evelynn, Ezreal, Fiora, Gangplank, Garen, Graves, Irelia, Janna, Jarvan IV, Jayce, Jinx, Kai'Sa, Katarina, Kayle, Kayn, LeBlanc, Leona, Lux, Miss Fortune, Morgana, Neeko, Nidalee, Qiyana, Quinn, Rakan, Riven, Ryze, Shen, Soraka, Swain, Syndra, Taliyah, Talon, Vi, Vladimir, Xayah, Xin Zhao, Yasuo, Zed, Zoe
Tags Colegial, Katarina, Lol, Lux, Romance
Visualizações 44
Palavras 2.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii gente! Achei que ia enrolar mais para postar novos capítulos dessa fanfic, mas cá estou. Espero que gostem!

Capítulo 2 - Calouros são um porre!


Fanfic / Fanfiction Durandal vs Colegial! - Capítulo 2 - Calouros são um porre!

Uma semana depois.

— Façam duplas. — ordenou Illaoi, a professora de filosofia. Ela já havia explicado a matéria três vezes e agora era hora das perguntas. Katarina odiava filosofia, mas não tanto quanto física, e não tanto quanto Talon odiava. — Isso vai ser avaliado quase como uma prova e quero todos trabalhando, sem exceções. 

A classe do garoto logo se juntou a dela. Durante a semana que se passou, Talon tinha feito questão de destinar grande parte de seu tempo a aproximar-se de Katarina, e ela não entendia a razão. Levando em conta a insistência, a garota desistiu de tentar afasta-lo. Ele não era tão desagradável assim, e era bonitinho. Detestava as mesmas pessoas que ela, não fazia perguntas desnecessárias e não era falante demais. Resumindo, dava para suportar, afinal, ela também não era muito amigável.

— Sua vez de ser uma boa parceira, sabe que eu odeio filosofia. — disse ele, sorrindo de canto. Katarina arqueou a sobrancelha.

— Não conte comigo para nada. — foi a resposta dela.

— Estou vendo suas notas afundarem. — ouviram. Uma outra classe se juntou a deles, na frente dos dois. — Pelo visto vou ter que arrasta-los.

— O que faz aqui? — perguntou Talon. Nunca sobrava ninguém nas duplas da turma deles, então por que ela não estava com sua dupla?

— A Nami não veio. — contou. — Aí a nossa "excelentíssima" professora mandou fazer trio com vocês. — concluiu, dando uma ênfase irônica na palavra excelentíssima.

Katarina e Talon trocaram um olhar cúmplice. Inferno.

— É boa nessa matéria? — Katarina perguntou, entediada. A outra gargalhou.

— Olha só para mim, eu tenho cara de filósofa? — questionou. Não, Sarah Fortune não tinha nada de filósofa.

— Tem cara de que quer deixar a escola. — opinou a rosada. Sarah revirou os olhos.

— É foda. Odeio essa porcaria. — admitiu a ruiva. — Mas infelizmente não posso participar do Clube de Atiradores se não fizer o ensino médio, e não posso ser aprovada se não me esforçar um pouco.

— Entendo. — falou Katarina. — Tô aqui só pelo meu clube. Um preço pequeno a se pagar para ser a melhor assassina da escola e da cidade. — completou. — Talvez do estado, ou do país. — acrescentou.

— Bom saber que mais alguém acha isso tudo uma chatice. — concluiu Sarah, colocando uma mecha do cabelo ruivo atrás da orelha, ignorando a história de Katarina sobre ser assassina profissional.

— Espero que saiba enrolar nas respostas, Água de Salsicha, porque temos um questionário de 80 perguntas. — fora Talon quem provocou. Sarah saltou sobre as duas classes rapidamente e o puxou pela gola da camisa.

— Se fizer mais uma piadinha sobre o meu cabelo, eu vou fazê-lo descobrir qual é o gosto da água sanitária! — ameaçou. Katarina abafou uma risada. Sarah era pavio curto assim como ela.

— Senhorita Fortune! — exclamou a professora. Sarah soltou Talon e voltou ao seu lugar, quando olhou novamente, o mesmo estava rindo. A ruiva cerrou os punhos, o raiva era visível em seus olhos. Talon era incrivelmente irritante, e não era difícil perceber. Ele tinha um humor ácido e a língua afiada, além de debochar de tudo, e era por isso que ele e Katarina conseguiam aturar um ao outro. Eram parecidos.

— Você me paga... — murmurou. Talon arqueou a sobrancelha.

— Te devo quanto? — debochou ele.

— Vou quebrar os seus dentes e depois te fazer engolir eles! — Sarah ameaçou. Talon largou uma risada.

— Você não conseguiria nem encostar em mim, quem dirá me ferir. — duvidou. Fortune cravou uma caneta na mão de Talon, que estava em cima da mesa. Aquilo obviamente machucou, sangrou.

— Quer pagar para ver?!

— SARAH FORTUNE! — berrou Illaoi. — TALON!

Os dois reviraram os olhos, mas se calaram momentaneamente. Katarina precisou conter o riso.

— Será que eu ficaria bonito banguela? — sussurrou Talon, provocante. Sarah o fuzilou com o olhar. 

Esse seria um longo ano.

O sinal tocou para o intervalo. Katarina levantou-se imediatamente, queria sair sem ter que cruzar com Jayce. Apressou-se para a saída, com Talon em seu encalço. O terceiro ano já ocupava alguns lugares, inclusive o garoto que Kat gostava de pensar como cara inacessível com quem nunca vou conversar. O nome dele era Zed, era um dos mais inteligentes, porém o menos sociável, aluno do terceirão. Ele era um pouco excluído por ser meio — bastante — estranho e altamente letal. Antes de Katarina tomar a frente do Clube dos Assassinos, era ele quem o administrava. Entretanto, ele ainda era um dos principais integrantes do clube.

Os colegas de aula da assassina já estavam se acomodando antes que ela pudesse escolher um lugar. Havia um mesa grande com lugares disponíveis, mas Katarina desistiu de sentar lá quando viu Jayce e seu bando de admiradores a ocupando. Ela nunca iria se misturar com aquele imbecil. Sendo assim, acomodou-se em uma mesa de quatro lugares no fundo da sala que ainda estava vazia, e ficaria até ela sair, pois ninguém em sã consciência na Durandal ousava se aproximar dela. Para sua surpresa, Talon também não foi para junto dela. Era melhor assim. Sozinha. Sempre sozinha.
[09:17] cara do kamikaze: tava fuçando no meu celular e achei nossa foto
[09:17] Katarina: deixa eu adivinhar
[09:17] Katarina: ficou morrendo de saudades?
[09:18] cara do kamikaze: pior que fiquei. 
[09:18] Katarina: kkkkk
[09:19] Katarina: cuidado pra não se apaixonar 
[09:21] cara do kamikaze: tarde demais

Katarina deu um sorrisinho após receber a foto dos dois que ele acabara de enviar. Logo depois, bloqueou o celular e revirou os olhos. Deve dizer isso para mim e mais umas 20.

Inesperadamente, dois novatos sentaram-se na mesa na frente dela. Katarina levantou os olhos, os encarando com frieza, mas os dois não arredaram o pé, na verdade, a menina sorriu. 

 

 

Jinx começou a rir, e Lux já sabia que quando ela começava a rir era impossível fazê-la parar. Ezreal e Lux trocaram um olhar e riram entre si, mas não pelo mesmo motivo da outra.

— O que foi? Aconteceu de verdade, e não foi engraçado. — falou Neeko, meio rindo meio envergonhada. Jinx não ouviu.

— Eu não... — a de marias chiquinhas começou, entre o riso. — Não acredito nisso! Lux, você ouviu isso?!

— Deixa, Neeko, ela vai rir até cansar, ela sempre faz isso. — disse Lux, para amenizar a situação. Jinx era espontânea demais, mas isso divertia o dia deles, o que era mais do que suficiente.

Lux havia feito um grupo pequeno de amigos, e estava limitado ao primeiro ano, nada de veteranos por enquanto. Aliás, eles nem sequer lhe dirigiam a palavra, na maioria das vezes. Queria saber como era a vida de Garen na escola... será que ele era popular e tinha vários amigos ou era um grupo pequeno de pessoas confiáveis? Não sabia, e talvez perguntasse para ele qualquer dia, mas sabia que isso seria apenas mais um motivo para ele dizer que a Colegial era melhor do que Durandal. Não era verdade. No quarto dia de aula, Lux conseguira finalmente entrar no Clube de Feitiçaria, e estava muito empolgada. Os treinos a deixavam bastante animada, apesar de ela ser um pouco desastrada na maioria das situações. Enfim, seu círculo de amizades se resumia a Jinx, Neeko e Ez. Era mais do que suficiente.

Todos eles já faziam parte de seus respectivos clubes:
Neeko era da Feitiçaria;
Ezreal estava a frente do novo e meio desajeitado Clube de Batalha;
Jinx, apesar de parecer meio excêntrica, fazia parte dos Luminares, clube mais famoso da escola, pois ela era incrivelmente inteligente apesar de não demonstrar.

Enquanto a menina estava perdida em pensamentos, o sinal tocou. Era hora do intervalo, e eles iriam direto para a cantina. Jinx foi a primeira a levantar e sair saltitando. Apesar de muito magra, ela comia por dois sempre. Eles seguiram os passos dela.

O refeitório estava lotado, como sempre, os veteranos ocupando grande parte do lugar.

— Olha só o Jayce... um dia, vou ser como ele. — Ezreal murmurou mais para si mesmo do que para as meninas.

— Os veteranos nos odeiam — opinou Jinx. — Já viram como eles nos olham?

— Acho que ódio é um sentimento muito forte, que tal só "não vão com a nossa cara"? — disse Lux, Jinx ignorou com um aceno.

— Tanto faz.

Lux percebeu que até as outras turmas se dividiam entre si, mas que, principalmente, era difícil se misturarem uma com a outra. Terceiro num canto, segundo no outro e o primeiro que se espalhasse. Luxanna suspirou.

— Não tem lugar para todos nós juntos. — constatou Neeko. Era exatamente o que Lux estava pensando no momento.

— Tudo bem, eu e a Lux podemos ficar juntos... — Ezreal começou. Lux sentiu as bochechas ficando vermelhas instantaneamente. — Quer dizer, na mesma mesa. — corrigiu rapidamente, ficando ruborizado também.

— Que nada! — falou Jinx. — Lux vem com- 

— Vem, Jinx, você precisa me explicar aquela piada. — disse Neeko, interrompendo a outra e puxando-a consigo. 

Lux olhou discretamente para Ez.

— Acho melhor encontrarmos uma mesa. — ele quebrou o silêncio. Lux assentiu. 

— Tem uma lá no fundo, vamos! — disse a menina, e saiu rumo a mesa. Ezreal hesitou, ele conhecia a fama daquela garota...

Os dois sentaram-se. Havia apenas uma garota na mesa, solitária. Era linda, apesar da cicatriz sinistra no olho esquerdo. Ela era bonita como Lux jamais seria, era esbelta e tinha um certo mistério, o tom de rosa do cabelo combinando com os detalhes de seu uniforme e os belos olhos azuis que os fitavam com... ódio? O perigo parecia emanar dela. Lux sorriu.

— Oi, eu sou a Lux! — apresentou-se, tentando ser simpática. — Esse é Ezreal e nós...

— Não estou interessada em saber, dá para calar a boca? — a rosada interrompeu. Lux foi atingida pelas palavras por um momento, mas o que essa garota tinha afinal? Custava ter um mínimo de simpatia? Ezreal deu uma risadinha nervosa.

— Desculpe o incômodo, Katarina, nós já vamos sair daqui. — disse ele, pegando suas coisas para sair, mas Lux não o deixou terminar. 

— Katarina... então, se não quiser nos aturar é só fingir que a gente não existe, mas, como pode ver, eu e o Ez somos obrigados a ficar aqui já que todos os outros lugares estão ocupados.

— Não se preocupe, nós vamos ficar quietinhos e não vamos atrapalhar você. Se quiser pode até ficar com metade do meu lanche, só...

— Só fiquem calados! — exclamou a garota. — Não me importo que fiquem desde que calem a boca. 

— Obrigado — Ez agradeceu ao mesmo tempo que Lux o fez. Katarina revirou os olhos. 

— Ela não parece tão ruim. — Lux sussurrou para o amigo. 

— Espere até ver as adagas dela. — foi a resposta do garoto, também em forma de sussurro.

 

 

Colegial...
 

Ahri sorriu. Nidalee agarrava-se ao braço direito da raposa, que estava indo para o pátio. Nida e Ahri sempre foram amigas, e as duas se entendiam perfeitamente. Ambas eram veteranas, e Ahri estava tentando conquistar um de seus colegas desde o primeiro ano, mas ele era impassível. Vladimir, mas ela preferia chamá-lo apenas de Vlad. É claro que, se ela usasse todo o seu charme, ele não resistiria, assim como todos os outros, mas dessa vez queria mudar a estratégia. Todavia, ele seria dela de qualquer jeito, cederia em algum momento. Ela queria conquista-lo, fazê-lo se entregar a ela, mas não estava sendo fácil. Ele era diferente dos outros garotos que ela tinha ficado, era como se não a desejasse, mas Ahri tinha certeza que era atraente para todos os garotos.

Ahri não era lá muito aplicada nos estudos, mas era mais do que Nidalee. Apesar de não prestar muita atenção nos professores, ela tinha facilidade de aprendizado, então não era difícil passar nos testes, podia perder seu tempo com outras coisas.

Era mais um ano para tentar ultrapassar a Durandal.

— Bom dia, coisa linda! — Rakan se juntou a elas. Ele era um "amigo" de longa data, e ficante ocasionalmente. Ahri gostava do alto astral dele, combinava com ela. 

— Bom dia, passarinho. 

— Você está ainda mais bonita do que estava ontem, como é possível?

— Obrigada. — agradeceu. — Você viu o Vlad?

— Por que perde tanto tempo com ele? — perguntou o vastaya. Ahri suspirou.

— Pergunto isso a ela todos os dias. — foi Nidalee quem respondeu. 

— Gente, podem ir parando por aí. Eu vou ficar com ele, não importa o que digam. — insistiu. 

— Vai ficar com ele se ele quiser, meu anjo. — lembrou Nida. Ahri revirou os olhos. 

— Eu sei muito bem que ele quer, só está fazendo um charminho, entendeu? 

— Acho que você está perdendo seu tempo. 

— Concordo com ela. 

— Ah, vocês não sabem de nada. Calem a boca que ele vem vindo. 

Era verdade, Vladimir estava vindo na direção oposta à deles. Ahri deu seu melhor sorriso. 

— Oi, Vlad. — disse quando ele chegou mais perto. O menino ficou olhando para ela por mais tempo do que o necessário, e Ahri interpretou isso como uma coisa boa. 

— Oi, Ahri. — respondeu ele. — Você está linda hoje. — elogiou. Ahri sorriu maliciosamente. 

— O que você vai fazer hoje a noite? — perguntou a raposa. 

— Dormir. — e seguiu andando. 

Rakan e Nida abafaram uma risada. 

— Está caidinho por você! — debochou a outra. Ahri revirou os olhos. 

— É questão de tempo. Vou falar com o Garen que eu ganho mais. — disse ela e saiu andando, deixando Rakan e Nidalee para trás.

— SEI QUE TIPO DE CONVERSA VOCÊ QUER TER COM ELE! — berrou a outra. Ahri nem se ocupou a olhar de volta para ela. — CUIDADO PARA NÃO LEVAR OUTRO FORA!

— Eu nem ia ficar com ele, mas agora eu vou só para calar a sua boca! — respondeu a raposa. Para Nida, não importava se era amigo ou  conhecido de Ahri, ela zoava todos igualmente. 

A raposa andou até encontrar o moreno do lado de fora do prédio, só queria perguntar a ele sobre um assunto que vinha rolando nos últimos dias, e talvez tirar uma casquinha do garoto, porque a vida é feita para aproveitar. 

— Como não vai contar para o seu melhor amigo? — ouviu Jarvan dizer enquanto se aproximava. 

— Mas como é que eu vou falar o que não sei, criatura?! — argumentou Garen. 

— Talvez a gente conheça, mostra a foto dela — o outro insistiu. 

— Para, Jarvan, ele não vai mostrar porque ela deve ser só o bagaço — opinou Xin Zhao. Garen revirou os olhos. 

— Ou vai ver as mensagens eram da titia — concluiu Jarvan, e os dois começaram a rir. Garen estava calado, ruborizado. 

— Não é nada de mais, deixem de ser idiotas — repreendeu, mas os outros não deram ouvidos. 

— Olá, meninos. — Ahri interrompeu. — Estou atrapalhando alguma coisa?

— Oi, Ahri — disse Garen, alegre por ter se livrado do assunto anterior. 

— Posso falar com você um minutinho?

— Quantos você quiser. — respondeu ele. Jarvan e Xin trocaram um olhar cúmplice e se retiraram.

— Vamos deixar o casalzinho em paz... 

— CALA ESSA BOCA, JARVAN! — berrou Garen. Ahri deu risada. — Pode falar, meu bem, esquece esses babacas.

— Tudo bem, é brincadeira, eu não me importo. — disse ela, sorrindo. — Preciso conversar com você.

— Sou todo ouvidos. 


Notas Finais


Gostaram? Introduzi a Colegial e agora os personagens vão começar a se conhecer e a fic vai fluir, a história vai desenvolver.
Quero muito saber o que estão achando, suas opiniões são muito importantes para mim.
Obrigada por tudo, invocadores!


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