História Durante o meu pecado - Capítulo 6


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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Elizabeth Liones, Meliodas
Tags Elizabeth, Meliodas, Melizabeth, Melizabeth História, Nanatsu No Taizai
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Palavras 2.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Marcas de lembranças indesejadas


Fanfic / Fanfiction Durante o meu pecado - Capítulo 6 - Marcas de lembranças indesejadas

 "ɴᴜɴᴄᴀ ᴍᴀɪs ᴅᴇᴠᴀs-ᴛᴇ ᴏ ᴍᴇᴜ ᴛᴇʀʀɪᴛᴏʀɪᴏ!!-"ᴏʀᴅᴇɴᴀ ᴀᴏ sᴇʀ ᴀʙᴀɪxᴏ ᴅᴇ sᴇ, ǫᴜᴇ ɢʀᴜɴᴇ ᴄᴏᴍᴏ ᴜᴍ ᴀɴɪᴍᴀʟ ғᴇʀᴏᴢ, sᴜᴀ ɪʀᴀ ᴇsᴛᴀᴠᴀ ғᴏʀᴛɪᴍᴇɴᴛᴇ ɪɴᴀʟᴀᴅᴀ ᴇ sᴜᴀs ᴘᴀʟᴘᴇʙʀᴀs ǫᴜᴇɪᴍᴀᴠᴀᴍ ᴇᴍ ɴᴇɢʀᴏ ᴛᴜʀᴠᴏ. ᴀs ᴍᴀɴᴄʜᴀs estendem em sᴜᴀ ᴘᴇʟᴇ ᴏ ᴄᴏᴍᴘʟᴇᴛᴀɴᴅᴏ ᴘᴏʀ ǫᴜᴀsᴇ ɪɴᴛᴇɪʀᴏ. ᴜᴍ ʟᴀçᴏ ᴛᴀᴍʙᴇᴍ ᴀᴛɪɴɢɪ ᴏ ᴘᴇ ᴅᴇ ᴇʟɪᴢᴀʙᴇᴛʜ ᴀ ғᴇʀɪɴᴅᴏ. ᴇʟᴇ ᴇsᴛᴀᴠᴀ ɪɴғᴜʀᴇᴄɪᴅᴏ.


ᴏ ᴅᴇᴍᴏɴɪᴏ ᴀᴠɪᴀ DESPERTADO...


 ~•♡•~      


Por sua vez, extremida pela queimadura de seu tornozelo, Elizabeth dá um rápido pulo para tráz. Sua asa ainda estava ferida, então a mesma não consegue movimenta-las e acaba caindo de bunda no chão, um pouco longe do loiro que estava se transformando verdadeiramente em uma besta. As irís azuladas observam o garoto se levantar enquanto todo o seu torço se completava pelas manchas escuras. Seu olhar era mantido sem emoção enquanto se levantava, as sombras estavam quase completando seus rosto, mais logo ele fecha suas pálpebras com força e começa a desferir algumas palavras sem coerência. Ele parecia tentar se controlar com bastante esforço, sangue saía de sua boca e sua espreção era de tortura, ao mesmo tempo um monstro em assunção era percebivel ver na sua postura. Um grito remplentino de agônia paira nos ouvidos da prateada que encarava tudo com as pálpebras dilatadas em pleno espanto. 

Ao proceguir, uma forte e aguda dor vem ao encontro de sua garganta, a fazendo turssir. Tardialmente Elizabeth nota que o ar avia ficado pesado e um círculo de chamas negras novamente estava se formando ao seu redor. Mesmo com o ar espersso, a mesma tenta se arrastar para longe do delinquente juvenil a sua frente, que estava em tranformação. Seu poder sombrio no ar e pela fraqueza de Elizabeth começa a respeçar o seu corpo que faz a mesma se acomodar no chão, vendo a poça de sangue escurecido, que transbordava novamente de sua boca, se forma no solo, ela estava sufocando-se. A visão da mesma logo fica turva, sua tosse não a deixa procurar por mais oxigênio e rápidamente ela sente seus sentidos sumirem ao sentir uma forte queimadura instalar de suas pernas até sua o meio de sua barriga. A fazendo gritar de dor


Este realmente era o fim da deusa Elizabeth....

.



.



..



....


-"Ellie!?..."-


-"Elizabeth está me ouvindo?"-


.

-"Porfavor....acorde Elizabeth-"





As pálpebras da prateada, mesmo doloridas começam esforçadamente a se abrirem, entrando em contato com a forte luz do ambiente. Seu corpo latejava de dor, mais suas feridas não pareciam estar abertas. Mesmo com a visão ainda turva a mesma tenta indentificar quem estava a chamando e segurando firmimente sua mão esquerda. Em menos de alguns segundos, a mesma se vê deitada em uma cama feita por partes de um tronco de árvore e os lençóis eram de aconchegantes folhas verde menta. As paredes era como se fosse tronco de um grande carvalho, ao seu lado avia um lâmpião que ajudava a aromatizar e iluminar todo o lugar. Ao seu redor estava os 3 dos 4 dignicimos arcanjos a olhando atentamente, junto com o rei das fadas ruivo, Glóxinia. A pessoa cuja estava le chamando e segurando sua mão com preoucupação era Mael, que estava sentado de frente para se na borda da cama. Com uma feição de preoucuposa.

-"R-Rei das fadas?....um dos mebros dos 4 arcanjos?...oque houve?-" Pergunta se sentando e verificandi mais uma vez o local no seu campo de visão.

-"Graças aos milagres da duprema divindade você acordou!-" Respira-se com alívio e Elizabeth sorri fraco pela sua demonstração de preoucupação com ela, mais sua feição ainda pairava em confusão.

-" Estamos felizes por você está recuperada senhorita Elizabeth. E realmente foi um milagre está viva-" Se manífesta o orburoso rei, fazendo um comprimento de saudação pela sua etiqueta.

-"Creio que esteja estranhando onde realmente estamos...bom, tu estás dentro de um dos quartos da grande árvore sagrada do reino das fadas. Seus amigos a trouxeram depois que le encontrou aos descardes de um ataque ,devastador em uma floresta antiga ao sul daqui. Como não conseguia se curar por si , convocaram minha ajuda. Afinal tu estáva em estado extremo e seus amigos não contiam para dar um pouco para ti.-" Auxilía o ruívo enquanto movimentava pelo ar suas deslumbrantes asas de borboletas florescente.

-"Se recorda de algo senhorita Elizabeth?-" pergunta o arcanjo Tamiel gentilmente

Mesmo com todas as informações, Elizabeth ainda não estava com as memórias frescas doque aconteceu. Ela tinha dificuldade de se mover por conta de suas asas esquerdas, que ainda estava se acostumando com sua cícatriz. Ela vasculha incansavelmente as pistas em sua memória. Por fim, como um tapa em sua face, ela rápidamente se recorda. Recorda-se da desvastação da floresta, dos animais sacríficados em uma área aberta e seca. Lembrou-se que avia a sido atacada...e de seus olhos e sua expreção de tentar manter-se no contro-le de seu próprio ser enquanto a escuridão o engolia. As íris negras daquela pessoa transmitia um assasino empulso de aníquilação...e ao mesmo tempo, um secreto pedido de ajuda.

-"Você foi atingida por um demônio Elizabeth!! Nem sei como tanta pouca esperiência sobreviveu.-" Sariel se empõe franco, sem um pingo de paciência por causa de toda aquela tenção.

"Demônio"


"Era isso que estava na minha frente?"


"N-não pode ser"

"Como!?"


-"Um demônio? Impossível...ele não parecia como um de meus estudos"- Seus questionamentos escapam de sua mente, soltados pela sua boca. A mesma avia se esquecido que não estava naquele quarto sozinha.

-"oh! Então conseguiu se lembrar? Reconhece o rostos dele?-"

 Mael a interroga olhando para seu ocêanicos olhos despersos, fazendo a alada reparar noque disse. Logo, olhares curiosos das pessoas daquela sala caem sobre se.

-"P-perdão amigo...não muito. O único detalhe que me chamou a atenção foi que suas feições não eram dos monstros dos livros que avia lido...e sim de humanas, feições de uma fada sem asas e de um humano com poderes alimentados pelo ódio-" 

Mesmo com as palávras trêmulas ela confia as assombradas lembraças aos arcanjos que fixão suas irís dilatadas na mesma. Mael um pouco surpreso cerra os punhos, com menção de temer a alguma coisa. Já gloxínia presencia todo aquele clima e ri sarcásticamente.

-"Que grande sorte a filha de sangue de uma divindade pode ter não é? Se encontrar com um deles e ainda saír-se com vida....aparentimente um do povo da escuridão teve breve pena de você milady-"

 O tom de voz do ruivo irrita Mael, mais disfarça isso ao engolir a seco, soltando a mão da alada e encarando o chão sériamente. Os mesmos pareciam expecíficar aquele acontecimento a alguém...mais quem?

-"Oque ensinua vossa magestade? Não consigo le compreender-" 

-"Elizabeth.."- Tamiel chama sua atenção de forma um pouco sentida. Ele sempre foi gentil com a mesma e educado, longe do rígido Sariel ele era um ser de tranquilidade.

-"s-sim? Algo de errado?-" questiona com um leve desespero mudo

-"Está na hora de você saber quem são realmente nosso inimigos Elizabeth....e como é o mundo da guerra santa-" As palavras sérias de Mael enche o ser de Elizabeth de curiosidade e ao mesmo tempo receio...também,não era para menos


Naquele estrondoso escurecer da noite.  A forma de exclarecimento de todo o clã demôniaco veio aos ouvidos da deusa prateada. A mesma descobriu que supostamente vira a ser atacada por um dos fortes membro dos "Guerreiros de Elite" do clã do demônios. Assim como os arcanjos, cada um foi escolhido a dedo de seu sucessor para servir ao rei nas batalhas. Ao invez de graças, os mesmos carregam consigo maldições, que permitem ser ativadas contra seu oponente no campo de batalha. Um grupo de guerreros extremamente fortes que lideram as guerras acontecidas ao redor e no estendor da britãnia, ao todo se erquivalem a 10 e são denominado de "Os dez mandamentos". Mesmo Sariel certificando-se que iriamos ganhar a guerra e acabaria com todos em apenas 10 minutos, eles realmente eram de coração frio.

Glóxinia a confortou, afirmando que todos os ferimentos do seu corpo não avião sido em vão. Ele explicou que quando a mesma foi encontrada completamente desgraçada em meio ao chão, sua auréa estava sendo percebida fracamente, cortando os traços do seu inimigo que foi ferido com extrema brutalidade, isso a ajudou um pouco calsando ferimentos no oponente, mais ele parecia realmente ter polpado sua vida, pois sua magia estava extremamente forte, não aparentando ter controle de suas ações. 2 dias que no tempo do clã divino duraram como anos, a suprema divindade sentia o amadurecimento mágico do despertar de sua sucessora, com isso ela demandou que Elizabeth ajudaria um dos arcanjos em combate, estando alí para curar os atingidos e enfrentar verdadeiramente um demônio. O ataque de Elizabeth era extremamente forte e 4 vezes mais combatente que um de seu povo, medindo-se igualitáriamente com o do seu amigo Mael. Mais a mesma não tinha esperiência nisso tudo, seu amigo, por sua vez, ficou por si próprio encarregado de ajuda-la com seu alto aprimoramento da mágia e também prometeu a proteger de ambos perigos.

Em questão de tempo, Elizabeth avia se tornado uma deusa de grande respeito. Se antes já a amavam, agora seus amigos e família a gloríficavam e via em se a legítima herdeira do trono de seu clã, ao lado do seu "noivo" Mael. Por odiar os fatos e as marcas que a guerra trazia para britânia e os clãs oponentes, Elizabeth condivindiu uma abilidade que só a mesma conseguiu ter. Seu puro coração de armonia permitia-se tocar na alma ferida daqueles demônio que queriam devastar o lugar. Fazendo-os que parecem de lutar e perde-sem a razão do porque de seus atos ao enchergar em seus olhos. Ficando conhecida assim pelas redondezas como "Elizabeth a sagrenta ou sanguinária". Esse nome era receguido e repassado de boca em boca por todos os clãs...chegando também aos ouvidos do purgatório....e ao rei dos demônios.


~•♡•~   


-"Então queres nos dizer que a filha da suprema divindade realmente despertou suas abilidades? Os boatos então eram realmente verdade-" A voz do mandamento da retenção percorre as estremidades do salão das sombrias pronfudezas da camada agônizante do submundo.

-"Eu nem sabia que a divindade dos céus contia uma filha-"

-"Hora, certamente só deve ser mais uma mera vadia convensida de seu poder do reino celestial. Seria um prazer maravilhoso desfrutar de um combate com ela-" A demônia de cabelos rosados fala enquanto flutuava com laços negros  ao redor de seu seduzente corpo, apunhando o argumento de Galarrad, o  mandamento da piedade.

-"Seria um prazer maior acabar com todos de uma vez!!-" resmunga com repleto ódio Derrire com rentenção em aníquilar o clã celestial.

Enquanto ouvia arrastado a dialogação dos servidores de Elite. O moreno com íris esverdeadas em descanso ,observava o seu irmão mais velho pela grande janela daquele lugar .  Ele estava em um pico de uma rochosa montanha sentado, olhando para o horizonte de temor a almas humanas, desde que o mesmo avia voltado da batalha a um par de meses/anos no tempo de sua dimenção, estava realmente de se estranhar. O loiri  avia enfrentado alguns divinos anspecas e fúrriéis em um campo de destruição, ele avia ficado extremamente furioso por permitir que alguns de seus irmãos fossem aníquilados por um arcanjo que aparentava ter o mesmo nível de poder que o dele e avia tomado novamente suas terras para si. O loiro avia saido em um intervalo daquela guerra em estado explosivo e animal, com sangue em seus olhos pronto para aníquilar quaisquer um que viria a sua frente, sendo ele aliádo ou não.

-"Ele está estranho não é?..."- Pergunta completando os pensamentos do moreno que não avia percebido a chegada do tutor de seu irmão.

-"Ele sempre foi estranho....mas tenho que concordar-" Seu olhar de serenidade esconde vosso toc de receio

-"Porque não fala com ele?-"

-"hum!?"- não compreende onde o mestre do loiro queria chegar.

-" São irmãos não? Talvez consiga arrancar algo del...-"

-"Não se iluda tanto Chandler-" O moreno carrascudo o interrompe com rígidez. Seu olhar agora estava fixo ao chão e sua expressão era de remorço.

-"Sabes muito bem que eu e meu irmão não temos uma conversa desde que eu era menino. Meliodas agora...nem sabe que eu existo-" Em um bufar de derrota, zeldris por sua vez mesmo sabendo dessa realidade, não deixava de considerar a pessoa que o mesmo idolátrava desde pequeno. Mesmo nunca tendo muita aproximidade com seu próprio irmão, quando era criança, Este era o reflexo que o mesmo tinha para se inspirar no futuro, com meição de ajudar com a guerra e traçar o poder de seu pai. Até o mesmo conhecer algo novo que vez abrir a expectividade de sua tragetória. O carrasco avia encontrado um sentimento novo, que o fortalecia e a confiança que o acalmava....coisas que concerteza seu irmão não poderia entender.

A alguns passos dalí, O loiro mantia seu olhar fixo ao horizonte. Como sempre, não descansava a atenção em seu campo de visão, sua marca demôniaca estava sempre instalada em sua testa, com meição de sempre está preparado para qualquer ameaça ou aviso de seu pai. Mesmo que seu olhar sereno transmiti-se isso, a alma enquieta dentro do garoto se debatia depois que seus sentidos foram devolvidos a máquina de destruição. O garoto se pega encarando a sua mão, onde avia ainda um pequeno arranhão do grande empacto com a estranha deusa, oque faz novamente grunir aos nervos.

Ele se perguntava como um ser neutro daquele clã, contia tanto poder emanado em suas mãos e o porque ele nunca avia se deparado com a mesma antes. Aquilo deixava parte de seu exército em desvantagem, mesmo que não abala-se os guerreiros de Elite, eles não poderia mais revindicar reforços. Não é novidade que aquilo o deixou rigorosamente irritado, fazendo o mesmo agarra a emença espada ao seu lado que parecia uma agulha gigante. Ele se levanta e tomba acabeça pro ladi, olhando as montanhas do submundo sériamente.

Com apenas um avoaçar de espada. Um zunido alto de rochas se rompendo ao meio paiaram sobre o ar e faz o solo do submundo tremer, fazendo seus companheiros também notarem aquele empacto. O loiro observa o grande corte que avia feito na montanha de seu abtate e com isso sua mente se recorda dos olhos dourados da deusa e da marca de seu clã.



Algo estava sendo traçado...










Os mesmos iriam se encontrar novamente......






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