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História Dusk Till Dawn - vhope - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oi, aqui estou eu na maior cara de pau voltando com essa história, okay primeiro que eu queria terminar ela antes de postar, odeio passar por bloqueios criativos e deixar vocês esperando. O próximo cap já está pronto e tá enorme ent vai sair em breve, próxima semana talvez, ok bjs, boa leitura

Capítulo 2 - Capítulo 1



              A van preta desloca-se por entre ruas solitárias e tenebrosamente silenciosas, distanciando-se da movimentação massiva de veículos da rodovia principal, e livrando-se da imensa quantidade de luz que a cidade emitia. Agora apenas sob a claridade da lua, das estrelas e de algumas poucas iluminarias decorrentes por aqueles lados, o veículo diminua sua velocidade à medida que se aproximava de um armazém isolado distante das variadas casas que rodeavam aquela área.  Dois homens altos vestidos de ternos preto, se encontravam sentados em cada um dos dois assentos dentro do carro, um deles dirigia enquanto o outro, do banco passageiro, fumava enquanto falava no celular.

    – Estamos nos aproximando do local indicado. – disse o homem tragando o cigarro – Não. Os garotos estão quietos, os efeitos da droga parece está agindo perfeitamente bem.  – Tragou mais uma vez soltando a fumaça – Não se preocupe, dessa vez o Kim não escapa. Tenho certeza que agora pegamos o garoto certo. – A paciência do fumante já estava se esvaindo – Porra, não enche, apenas foque na droga da sua guarda, ninguém sabe quando aquele velho filho da puta pode atacar.

    No mesmo instante em que desligou o celular, o veículo estacionou de fronte ao portão de enrolar de aço do armazém, que estava fechada. Os dois homens pegaram os variados tipos de armas e munições guardadas no espaço de trás dos assentos. Enquanto batiam as portas da van, carregavam as munições de suas armas e partiram para de traz do veículo. Um deles acionou o microfone no ouvido e murmurou um “aposto”.  

     O portão de aço fez barulho quando começava a se abrir automaticamente. A van clareou com luminosidade branca que saiu do armazém assim que fora aberto. Três homens saíram lá de dentro, altos e vestidos com ternos pretos parecidos entre si. Seus olhares passearam pela van minuciosamente, principalmente o olhar do homem do meio à frente dos outros, seu olhar era letal e assassino ao mesmo tempo que se transmitia calma. Os dois na sua trás se moveram com suas armas, em guarda, até o traseiro da van, se juntando aos outros capangas que esperavam apenas a ordem daquele que ainda avaliava a van, principalmente a sua parte de trás onde estava os garotos. O homem finalmente se moveu até eles ordenando apenas com um gesto de cabeça que um deles abrisse. O fumante sorriu e destrancou as portas. Abrindo-as e tendo a visão dos garotos acorrentados.

Um dos capangas iria subir no veículo com objetivo de ir até os garotos, mas fora parado pelo tal chefe.

– Eles acordaram.

Enquanto isso, Hoseok sentia seu peito, molhado de suor, se expandir cada vez mais, e seu pulmão trabalhar intensamente. Em primeiro lugar, não sabia se podia confiar naqueles absurdos que Taehyung tinha lhe dito...

“– apenas espere, virar alguém nos resgatar”

Esperar. Esperar, não fazia muito o seu estilo e tudo que se passava pela sua cabeça era que os resultados daquilo não seriam nada legais. Contudo, Taehyung lhe contou que alguém viria os ajudar, mas então e se alguém viria mesmo porque estavam demorando tanto.  Não colocava tanta fé em suas palavras, mas ainda convinha que Taehyung era rico, então com certeza até a guarda nacional já estava a caminho, entretanto a parte do plano para ficarem parados e que ele apenas botasse confiança, era meio duro para sua impulsividade.

“– Eles não estarão indefesos, com certeza não me subestimariam novamente, escuta, a nossa desvantagem é enorme em vários aspectos —”

Ele disse aquilo tão  confiantemente que Hoseok não teve como contra-argumentar mesmo sabendo que estava certo, era meio difícil agir racionalmente nessas situações já que nunca experimentou nem ao menos algo parecido.

Sua vida e o mundo exterior eram praticamente desconhecidas, sempre fora privado de obter novas experiencias e novos contatos, sua vida era apenas livros, filmes, jornais, educação em casa, que sua mãe o proporcionava. Além de que sua casa era isolada longe de cidades grandes, e se encontrava em uma Área bem desconhecida inclusive

 Na Área que vivia não era pobre, baseando-se nos livros que lia e nas informações que recebia de sua mãe e professora, as condições de sua cidade eram muito parecidas como a de um interior, pequena e humilde, mas ainda sim eram boas condições comparada à outras daquele mesmo país, que viviam em situações precárias, estás que Hoseok sempre estudou mais aprofundamento assim como também estudou as que usufruía de riquezas imagináveis que ele apelidou como as Monarquias. O que Hoseok tinha era o necessário, sua mãe sempre dizia isso e ele nunca a contestava.

— Traga-os!

O veículo balançou.

— Parece que as crianças estão acordadas, não é mesmo? – satirizou a voz áspera do capanga arrancando o pano dos olhos de Hoseok. Seu olhar foi preenchido com a imagem de um homem de preto o encarando com um sorrisinho que lhe dava náuseas. Sentiu um objeto pressionar o seu peito e percebeu ser um cano de um revólver. O suor escorreu por sua testa enquanto intercalava seu olhar entre o revólver no seu peito e outros homens no lado de fora com armamento pesados, todos apontados para ele e Taehyung.

– Isso é apenas um aviso. – O capanga o ameaçou, agora desamarrando as cordas de seus punhos. Escutou um estralo de tapa e logo em seguida de um soco, seu olhar correu desesperados até Taehyung.

A boca dele sangrava e sua bochecha estava avermelhada, enquanto um capanga tirava suas correntes e outro homem o confrontava com um ar de vitória.

 Olha só, nos encontramos de novo, senti falta desse seu rostinho, Kim – disse o homem apertando as bochechas de Taehyung violentamente enquanto o mesmo o encarava com tédio – Aposto que meu sentimento é mutuo, não é? – Tirou as mãos do rosto de Taehyung para que este pudesse responder.

Taehyung tossiu, Hoseok assistia aterrorizado sangue escorrer por entre os lábios dele. O Kim levantou a cabeça com seu olhar raivoso, mas ainda com uma pitada de descaso.

 Não seja tão sentimentalista, Ki-soo, aliás, como estão suas costelas? Na última vez, elas não aparentavam está em seu estado ideal.

Hoseok arregalou os olhos ao ver o homem golpear o revólver na cara de Taehyung com tamanha força violenta, que jurou que ele havia desmaiado. A expressão de Ki-soo, perpassou de calma e feliz para uma completamente sanguinária apenas com uma alfinetada do Kim. Eles realmente tinham um ódio imenso por ele, e de repente o sentimento de curiosidade voltou mesmo sem tempo para aquilo.

Taehyung se perguntava como seus dentes ainda estavam inteiros, depois daquela porrada que fez a dor em sua cabeça triplicar, e tudo ao seu redor girar. Sua mandíbula doía para um caralho. Grunhiu ao sentir seus cabelos sendo puxados para trás, ofegou ao ver Ki-soo segurando o gatilho do revólver e quase enfiando o cano na lateral de sua cabeça.

– Meça suas palavras, Taehyung, dessa vez o tiro será certeiro, e não haverá médico no mundo que irá salvar sua bunda outra vez. – Cuspiu com voracidade em sua cara.

Hoseok ao ter seus pulsos e pernas soltas, aproveitou que o capanga ainda estava ajoelhado aos seus pés ocupado em retirar as correntes, e não deu lhe tempo para nada, logo o golpeou com seu pé atingindo a mão que segurava a arma, em seguida, socou o rosto dele jogando o capanga para o lado, apanhou a arma jogada e apontou para o homem que ameaçava Taehyung, este agora que o encarava com os olhos arregalados

– Solte-o – ordenou Hoseok com a voz tremula e tentando manter o revólver firme em sua mão, não fazia a mínima ideia de como usar aquilo.

Os outros homens do lado de fora da van quase avançaram para cima do Jung, mas foram impedidos pelo levantar de mão do chefe que ainda encarava Taehyung, ele riu e jogou Taehyung no chão brutamente e se virou para Hoseok.

– Agora sei porque nem a máfias do Jean conseguiram te encontrar. – Ki-soo se aproximava de Hoseok com um ar ambiciosa refletindo nos olhos verdes do Jung – Você não se parece nenhum pouco com aquele maldito. – Hoseok recuou, mas com a arma ainda apontada para o peito do infeliz – Maldito e miserável, Jung Han – seus olhos brilharam em completo ódio e rancor, e o que mais apavorou Hoseok, foi a inveja transbordando de sua fala – Ele soube esconder muito bem você, mas isso não importa, seu olhos são uma mina de ouro, é uma pena que eu não posso arranca-los – ele aproximou seus dedos dos olhos de Hoseok fazendo o outro reagir apontando a arma na testa de ki-soo que parou com o movimento no meio do caminho e encarou os olhos do Jung que não retrocedia – Retiro o que eu disse, você é uma cópia suja do seu pai, corajosamente tolo. – Ki-soo pegou o próprio revólver acionando o gatilho e apontou para Taehyung enquanto encarava os olhos verdes desafiadores. Hoseok sentiu sua coragem se esvair ao focar seus olhos no rosto machucado do Kim que aparentava está sonolento e sem forças. – Me dê a arma, Hoseok, se não quiser ver o principezinho mais machucado ainda.

O revólver tremia e escorregava por entre suas mãos molhadas de suor. Hoseok comprimiu os lábios, olhou para Taehyung e leu seu olhar suplicante “espere, por favor” e encarou novamente a arma apontada para ele. Então baixou a arma da testa de Ki-soo hesitantemente, para logo em seguida jogar o objeto em cheio na cabeça do capanga desmaiado no chão que soltou um gemido sôfrego.

Taehyung assistindo aquilo soltou um riso contido, aquele cara era maluco.

Ki-soo foi até o capanga com a cara de pouco amigos e o levantou, apanhando a arma, o obrigou a ficar desperto.

O chefe fez um sinal com as mãos para que os outros entrassem na van e levassem os dois. Hoseok queria se mover até Taehyung, mas seus pés pareciam estarem presos ali, sentia seu corpo pesado demais, então apenas encarou um Taehyung quase fechando os olhos e soltando pequenos grunhidos. “Não ouse perder a consciência” Hoseok implorou mentalmente.

Seus braços foram puxados para trás sendo amarradas brutalmente enquanto era alvo de várias armas, assistiu Taehyung ser levantado e também amarrado.

 

Os dois foram empurrados para fora da van.

A noite já estava indo embora, a lua estava quase alcançando sua meta junto as estrelas, que seria alcançar outro lado para iluminar os outros lados da terra. Sua atenção voltou para aquele lugar totalmente desconhecido. Sentiu ser empurrado, procurou com o olhar preocupado Taehyung, ao o encontrar este já o encarava e na mesma hora desviou o olhar quando fora empurrado com uma força anormal. Nada tirava da cabeça de Hoseok que os dois iriam passar por uma sessão de tortura e o Kim seria o que mais sofreria.

Há passos de entrarem no armazém, Hoseok se arrependeu de ter ingenuamente confiado na ideia de Taehyung, de que alguém iria os resgatar, ele estava delirando só pode. Naqueles últimos segundos, pensou em sua mãe e de que talvez ela ficasse bem, torceu para que não pegassem ela também, que não esteja envolvida em nada relacionado ao seu pai.

De repente tiros foram escutados e sentiu suas mãos serem agarradas fortemente. Viu Taehyung a sua frente socar dois homens armados, os desarmando com movimentos de luta. Ele voltou até Hoseok que ainda estava tentando se situar. Do nada aquilo virou uma zona de tiroteios e pessoas lutando entre si, Taehyung o puxou para de trás de um carro ali parado. Hoseok agachou-se junto a ele e observou perdido o Kim desamarrar as cordas de seus punhos.

– Eu não disse, o velho veio mesmo. – Hoseok ainda o encarava tentando entender, Taehyung não explicou até aquela parte pois não tinham tempo. – Você está bem? – ele tocou seu rosto e o Jung desviou o olhar do preocupado de Taehyung. Aquilo era estranho.

 Eu que deveria fazer essa pergunta, é você que ‘tá todo quebrado – disse meio na defensiva afastando-se um pouco, ainda escutando os sons excruciantes de tiros.

Taehyung não respondeu, tocando o próprio rosto e fazendo uma careta de dor. Ele observou pelo reflexo o Jung se levantar um pouco para espionar o que estava acontecendo e se assustar quando um corpo foi jogado no capô do carro, agachando novamente.

 Não faça isso, é perigoso, gracinha. – disse e Hoseok voltou a fuzilar seu olhar nele. Taehyung sentiu vontade de rir mesmo sentindo tanta dor, Hoseok o divertia – Certo, desculpe, sem gracinha por hoje.

 Ainda dá pra quebrar o resto da sua cara, “Kim” – soou irônico ao imitar o tom do Ki-soo.

Antes de Taehyung sorrir mais abertamente daquele jeitinho irritado do Jung, um carro preto é parado em frente aos dois e as portas são abertas por uma mulher e um homem no banco de passageiro.

 Taehyung vem no banco de trás comigo, já que é o mais acabado como o esperado – disse o homem que saiu do banco de trás e ajudou a Taehyung andar.

– Jeon Jungkook, que surpresa te encontrar aqui, ‘cê não ‘tava estagiando em Las Vegas – Taehyung disse franzindo o cenho em confusão enquanto é ajudado.

Jeon não respondeu nada. Hoseok se levantou franzindo o cenho e intercalou o olhar entre Jungkook ajudando Taehyung e uma mulher saindo do banco de motorista rodeando o carro e vindo até si. Quem são eles?

– Hoseok. Vamos. Confia na gente, okay? – A mulher o puxou para dentro do carro no banco da frente, e voltando ao seu lugar de motorista. Taehyung fora jogado para o banco de trás. Jungkook bateu a porta fechando-a no mesmo tempo que a mulher bateu à porta também.  A chave de ignição fora ligada pela mulher, que deu ré no instante que os capangas os perceberam ali e começando a atirar na blindagem do carro

— Coloquem os cintos, pirralhos – ela avisou num tom brincalhão.

Hoseok apenas queria sua mãe naquele exato momento.

O carro preto deu ré até atingir a van preta, causando um amasso feio na parte de trás.

Taehyung olhou pela janela soltando uma risada e depois deu atenção a motorista.

— Suas habilidades de direção estão a cada dia melhores, Jessi.

Jessi rolou o volante na direção certa dessa vez e acelerou.

Hoseok olhou pela sua janela  para trás e viu os homens de Ki-soo entrando na van e os faróis do veículo acendendo logo em seguida. O jung sentiu seu coração pular e voltou seu olhar para motorista.

— Eles estão vindo.

Jessi olhou pelo o retrovisor e estralou a língua.

– Eles não vão desistir tão fácil do meu priminho. Fora que sua localização já deve ter sido espalhada por aí, tivemos sorte de chegar antes de outras máfias.

Hoseok franziu o cenho sincronizado com Taehyung.

 Priminho? – os dois perguntaram. Hoseok olhou para ele e Taehyung já o encarava curioso. Ele deveria saber mais que o próprio, então por que estava confuso? Taehyung não já sabia seu nome e sobrenome? Ou talvez a pancada teria atingindo seus tímpanos.

Os tiros acertando no carro tomaram suas atenções e Jessi soltou um palavrão.

 Jungkook não sabe usar armas. Pegue está que tá aí do seu lado, Taehyung, se puder claro. – Jessi lançou um olhar para JungKook e logo em seguida, os dois trocaram de banco, Jeon assumiu o volante do carro enquanto Jessi se lançava no banco de passageiro e carregava a munição da arma junto a Taehyung. – Pronto pra guerra, projeto de playboy?

Taehyung a olhou e sorriu e seu olhar fora atraído para um Hoseok que os encarava preocupado e assustado, seu sorriso vacilou um pouco e comprimiu os lábios...  Sentia-se nervoso? Não, claro que não, aquilo sempre fora divertido para si, nunca houve nervosismo no meio, então porque aquela sensação... ele desviou o olhar e abriu a janela de vidro e colocou metade de seu corpo para fora. Jessi começou a atirar acertando a frente da van e logo voltando de novo para dentro do carro para desviar dos tiros dados pelo inimigo, Taehyung mirou no pneu do carro e atirou, voltando rapidamente para dentro antes de vários tiros acertarem onde ele estava, ele e Jessi voltaram para a janela e Taehyung percebeu não ter acertado e atirou de novo quatro vezes seguidas. A munição já estava acabando, então pegou a última munição e mirou mais uma vez no pneu no carro.

“que pena que não posso arranca-los”

“você é uma cópia suja do seu pai...”

Aqueles olhos verdes, seu olhar, naquele momento em minha direção, completamente apavorados... e preocupados.

 Merda. – Taehyung rosnou e atirou, a bala perfurou em cheio o pneu da frente. Mirou no outro apertando o gatilho e acertou mais uma vez. Taehyung assistiu com satisfação a van descarrilhar para os lados batendo em um carro. A fumaça esvaia da van e do carro no meio da estrada causando uma euforia no trânsito.  Sem que o Kim percebesse, um homem ensanguentado saia da van armado e mirava no seu carro.

 TAEHYUNG, SAI DA JANELA.

A última bala inimiga rasgou o ar.

Antes que Jessi pudesse puxar o Kim de volta para o assento, Taehyung sentiu a dor excruciante perfurar seu ombro.


Notas Finais


Até semana que vem 💅


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