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História Dusk Till Dawn - Capítulo 2


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Notas do Autor


Heyy my little wolves, como vcs estão? Bom, pra história fazer sentido, eu vou explicar que nessa versão a Hope ainda vai precisar ”ativar” o seu lado lobisomem e seu lado vampiro ainda, então a única parte que ela tem controle é o da bruxaria.
Espero que gostem.

Foto do capítulo: Renesmee

Capítulo 2 - Recomeço


Fanfic / Fanfiction Dusk Till Dawn - Capítulo 2 - Recomeço

A noite estava sombria, sem estrelas ou cometas, a lua não se mostra presente por causa da densa neblina. O frio toma posse do meu corpo enquanto eu faço minha caminhada noturna, mas não volto para casa de imediato, preciso desse tempo para pensar. Coloco meus fones de ouvindo enquanto seleciono uma música qualquer do Coldplay, o som me ajuda a ignorar os calafrios.

 Eu sempre gostei de sair de madrugada, nesse horário não tem a agitação que é presente durante o dia, entretanto, isso não é um grande caso em Forks, já que depois que me mudei para essa cidade minúscula, não venho presenciado nenhum tipo de agitação, sendo de dia ou de noite.

 Minha familia decidiu que eu deveria vir para cá para que eu pudesse recomeçar depois do acidente no colégio Salvatore. A cidade é uma das mais tranquilas dos Estados Unidos justamente para eu não poder arrumar confusão. Eu moro com os meus tios, Kol e Davina, eu sempre fui muito apegada aos dois, mas mesmo assim, sinto falta dos meus pais, como sentia enquanto estava no Instituto.

 Minha mãe e meu pai prometeram  me visitar a cada três meses, assim como Alaric, Caroline e as gemêas que vem se certificar que minha magia não está saindo do controle.

 Eu me lembro das palavras da Tia Rebekah quando estávamos nos despedindo por telefone, ela me disse para viver de um modo mais 'humanamente' possivel, para não destruir meu futuro com problemas do passado. Provavelmente ela se esqueceu que eu sou uma bruxa Mikaelson, e um Mikaelson nunca fica longe de confusão, pelo menos não por muito tempo. 

 Ainda vou voltar para Nova Orleans, minha casa. Mas, até isso acontecer, eu vou continua nessa cidade pacata e sem graça que é Forks.

 A música muda e percebo que acabei entrando dentro da floresta sem querer, olho mais a frente e entre as árvores posso ver uma campina bem florida, então vou em sua direção para vê-la melhor. 

Quando chego, simplesmente fico abismada com a beleza dela, apesar de ser pequena, era rodeada de árvores altas dando um aspecto rústico ao local, decido que ali seria meu lugar de paz para quando quisesse fugir da realidade. 

 Um pequeno fleche de luz que vinha dentre as árvores em direção norte tira minha atenção da campina, atiçando a minha curiosidade e me fazendo ir atrás dele. 

 Quanto mais andava, mais a luz se tornava forte, até que depois de uns dez minutos caminhando eu cheguei na entrada de uma enorme residência. 

 A casa é totalmente ampla e iluminada, a parte exterior era feita de vidro me permitindo uma visão perfeita do recinto.

 No penúltimo andar, um homem com o cabelo cor de bronze toca piano com maestria, seus movimentos são tão ágeis que eu posso perceber mesma a olho nú. De costas para mim, uma menina baixa e com a mesma tonalidade de cabelo do homem, talvez um ou dois tons mais claros, se apoiava no instrumento musical.

 Eu não a tinha reparado início, mas, apesar de não entender o porquê, curiosidade para ver o seu rosto se tornou presente. 

 Uma luz rosada começa a tomar conta do céu, me assusto e olho para o relógio, fiquei tão desnorteada que nem percebi o a chegada do amanhecer. 

 Saio em direção a casa que eu divido com os meus tios rapidamente, não sem antes dar uma última olhada para trás.

 Ao chegar no meu novo lar, sinto cheiro de Bacon com ovos e vou diretamente para cozinha aonde Kol está cozinhando nosso café da manhã.

 

 - Acordou cedo hoje, Hope. - Meu tio fala se virando e me dando um meio sorriso.

 

 - Eu precisava pensar. - Respondo e pego um pão e o colocando na boca. 

 

 - Entendo... - Ele coloca a comida em um prato e a põe na mesa- Come devagar, garota, parece que está passando fome!

 

 - Estou em fase de crescimento, preciso comer. - Respondo de boca cheia.

 

 - Precisa comer que nem um búfalo? 

 

 - Tá me chamando de animal, Tio? - Perguntei brincando.

 

 - Sim. - Respondeu no mesmo tom.

 

 - Olha aqui, seu... 

 

 - Bom dia, não acredito que vocês já estão brigando as 6 da manhã- Davina entra na cozinha rindo e nos interrompe.

 

 - Bom dia, tia. Seu marido é insuportável. 

 

 Tio Kol coloca suco no meu copo e bagunça minha cabeça rindo e diz: 

 

 - Você me ama. 

 

 - Vai sonhando.

 

 Meu tio revirou os olhos e começou a se servir. 

 

 - Vocês não tem jeito. - Davina comenta enquanto sorri. - Ah, Hope, seu pai ligou mas você estava fora, ele te desejou boa sorte no seu primeiro dia de aula e mandou te lembrar que...

 

 - Tá tá, já sei - A corto. - Nada de usar minha varinha mágica.

 

 - Hope, nós estamos falando sério! Não queremos que se machuque. Você vai ter uma vida humana de agora em diante. Não se esqueça disso! - Kol esbravejou. 

 

 - Aí, você está pior que os meus pais.

 

 - Me prometa que não vai usar a mágica sem necessidade. - Ele disse sério enquanto me encarava. 

 

 - Tudo bem, eu prometo. - O respondo irritada, além de ter que morar nessa cidade sem graça, nem mago poderei usar mais.

 

 - É para o seu bem, meu amor. - Davina diz se levantando depois de comer seu pão rapidamente. - Bom, eu vou ter que ir para o hospital mais cedo, termina seu café e vai direto para o banho. Não vai querer chegar atrasada, não é mesmo?

 

 - Querer eu quero, por mim eu nem iria. Mas eu não tenho escolha, não é? - Encaro os dois com um olhar suplicante.

 

 - Não. - Responderam juntos.

 

 Bufo irritada e reviro os olhos. 

 

 - Ela está cada vez mais irritante, tão parecida com o Klaus. - Kol comenta consigo mesmo.

 

 - Eu estou ouvido! - Falo indignada e os dois riem. 

 

 Davina pega sua bolsa, da um selinho no Kol e beija minha cabeça enquanto da um “Tchau” rápido. Meu tio tinha coisas para resolver em Seattle, então ele logo sai também.

 Termino meu café da manhã e logo vou me arrumar, eu tenho um longo e entediante dia pela frente. 

 

   **** Dusk Till Dawn ****

 

 Acabo de me arrumar e saio bufando de casa.

 Ao chegar na garagem, suspiro ao ver minha bebê estacionada ali, além de todo esse pesadelo, eu não poderia mais dirigir meu carro. Tio Elijah disse que uma Lamborghini chamaria muita atenção em uma cidade tão pequena, então nada de correr com ela em alta velocidade durante a madrugada. Até tentei dissuadi-lo dessa decisão, mas como sempre, não consegui vencer uma discussão com ele. 

 Apesar do sofrimento, eu consegui algo que queria faz tempo, pelo menos. Meu pai me comprou uma moto, mesmo ouvido um sermão da Tia Rebekah depois. 

 Subo no meu veículo de duas rodas e aproveito o vento batendo contra mim até chegar no inferno, vulgo escola e estaciono na terceira vaga ao lado de uma caminhonete rodeada de meninos com um uniforme azul, provavelmente de algum time. 

 

- Bela moto. – Diz um dos meninos. 

 

- Obrigada. – Respondo não dando muita bola e sigo em direção a secretaria. 

 

Ao entrar no prédio percebo que a sala é bem agradável, assim como a senhora de óculos que manuseava os papéis com tanta atenção aparenta ser, ela está tão absorta no seu dever que nem me viu entrar.

 

- Hm, com licença? – Chamo a mulher.

 

- Oh sim querida, me desculpe, quem é você?

 

- Hope Marshall. – Respondo, estou usando o sobrenome da minha mãe para ajudar no disfarce.

 

- Ah, a garota nova. Aqui estão seus horários. Peça para todos os professores assinarem nessa semana e me entregue na sexta, okay? – Me entregou o papel e sorriu docemente. 

 

- Tudo bem, obrigada. – Digo e ouço ela dizer um “Boa sorte” enquanto eu saio do local e vou em direção a aula. Ando rapidamente pelo estacionamento e vou em direção ao prédio que tinha um grande "3" pintado.

 

Quando finalmente chego na sala de aula, percebo que estou atrasada ao olhar pela vidraça e ver ela cheia. Respiro fundo e depois de cinco segundos eu tomo coragem e entro. 

Vou até o professor, um homem de 45 anos sem me virar para a turma e ele se pronuncia:

 

- Você deve ser a aluna nova, Hope Marshall, não é mesmo? 

 

- Sim. A senhora da secretária pediu para que você assinasse esse papel.- Digo e, mesmo sem olhar, consigo sentir os olhares curiosos na nossa conversa. 

 

- Ah sim, eu lhe dou o papel assinado quando você vier me mostrar a lição de hoje. – Reviro os olhos, mas parece que ele não percebeu, ou fingiu que não. – Bom, eu sou o Senhor Field, se precisar de alguma coisa, pode me chamar. Hmm, deixe me ver aonde eu vou te colocar... Tem um lugar vago lá atrás, do lado da Renesmee. 

 

“Renesmee”? Quem diabos se chama “Renesmee?”.

 

 Foi então que eu á vi pela primeira vez, com suas roupas coloridas, seu cabelo cor de bronze caído pelos ombros, e seus olhos castanhos, aqueles malditos olhos castanhos.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, kisses❤️😘


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